GarotaFM
Este site é editado por Christina Fuscaldo, jornalista, aspirante a produtora, metida a cantora e, acima de tudo, uma apaixonada por música.
Por Robson Roncon:
“Meu nono Pedro, tecelão e músico, pertencente a banda ‘Com jazz Band você Vae’, sugeriu ao meu tio Florêncio, torneiro mecânico e famoso baterista da época, e ao meu pai Romeu, ferramenteiro, projetista, professor no Senai e músico também, que montassem uma pequena oficina de baterias devido a grande dificuldade de se arranjar um instrumento de padrão internacional, para acompanhar músicos vindos de fora naquele tempo. Em 1952 nascia a ‘Oficina Mecânica Florêncio Roncon’, com a fabricação inicial dos pedais de bumbo, clones perfeitos do modelo Speed King da Ludwig, famosa bateria americana. No mesmo ano, foi confeccionada à mão, e com peças em bronze e latão, a primeira bateria Pinguim, apelido de meu tio, adquirido nas orquestras onde tocava de fraque e por seu modo engraçado de andar. Esta bateria se encontra hoje em um museu da França, segundo músicos brasileiros que teriam visitado o país. Mais dois tios entraram para oficina, Ivano - ferramenteiro e músico - e Sergio - contador e músico. Todos trabalharam no desenvolvimento de peças, pedais, aros, acessórios e o instrumento ganhou forma com canoas conquilhadas em formato de gota, suporte bola para ton e prato, cascos feitos com madeira de qualidade, naquele tempo era possivel forrar o instrumento com celulóide, os acessórios e peças eram todos de fabricação própria.”
Outra curiosidade é o nome ‘FIRS’, que nada mais é que as iniciais dos irmãos Roncon ou irmãos Pinguim como ficaram conhecidos. Com a explosão de Beatles e da Jovem Guarda com Roberto e Erasmo Carlos, as baterias Pinguim foram cada vez mais solicitadas e, em 1968, no auge do rock’n'roll, vendia-se 100 baterias por semana.
Fonte : http://www.pinguimdrums.com.br/pinguim.htm
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RIO - Entre uma discotecagem e outra, o DJ que acompanha Chris Brown fez um pouso no estúdio Minério de Ferro, do Jota Quest, em Belo Horizonte. Babey Drew passou dois dias trabalhando no remix de “Tudo me faz lembrar você”, música do repertório do álbum “La Plata”, da banda mineira. Depois da experiência, o americano assumiu carrapetas de boates em São Paulo, Curitiba e do Rio de Janeiro.
Ouça a versão remix da música do Jota Quest
A visita de Babey Drew não foi divulgada na mídia brasileira, mas, em seu Twitter, o DJ entregou as datas com antecedência. “Eu estarei no Brasil de 23 até 27 de Junho. Dia 23 no São Paulo Club 3p4, dia 25 em Curitiba, no Awake, e dia 26 no Rio, na Baronetti”, publicou o parceiro de Chris Brown no microblog. Quem estava atento, pôde aproveitar o som do produtor e DJ que tem em seu currículo trabalhos com Christina Aguilera, Kanye West, Estelle e Nickelback, entre outros.
Babey Drew conheceu o Jota Quest em maio, durante uma passagem com Chris Brown pelo Brasil. O DJ acompanhava o rapper, ex-namorado de Rihanna, e foi convidado pela banda mineira a voltar ao país.
Leia entrevista com Babey Drew:
GarotaFM: Em que circunstância você encontrou com o Jota Quest, ou algum de seus integrantes, pela primeira vez?
Babey Drew: Encontrei o Jota Quest quando fui ao Brasil fazer show com Chris Brown. A gente precisava de um estúdio para fazer uns trabalhos para o show do Chris e o que a gente reservou fui justamente o estúdio do Jota Quest. O baterista do Chris, Gerald Heyward, é um lendário baterista de hip hop e o baterista do Jota Quest (PJ) o reconheceu. Depois do show, todos fomos comer e eu conheci o PJ.
GFM: Quem teve a ideia de fazer o remix da música do Jota Quest?
BD: Neste jantar, veio à tona que eu era produtor. PJ disse que o Jota Quest andava buscando novidades para seu som. Trocamos ideia e eu fiquei de mandar algumas músicas para o PJ. Fui convidado de novo pelo Fabolous Fabz, uma grande produtora de festas brasileiras, para voltar ao Brasil e eu comentei com PJ que estaria voltando. Ele disse que queria fazer algum trabalho comigo e, quando entramos em estúdio, sentimos uma química instantânea. Eles sugeriram que eu remixasse “Tudo Me Faz Lembrar Você” e eu senti que essa música precisava de um feeling de festa. Foi o que fizemos. Eles estavam muito abertos para novas ideias. Apesar de virmos de dois países diferentes, estamos na mesma vibe musicalmente falando.
GFM: E como foi o trabalho quando você estava com a banda, em Belo Horizonte?
BD: Foi muito legal! Eles permitiram que eu usasse minha criatividade e eles fizeram a coisa de forma muito profissional.
GFM: Conte sobre sua viagem a São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro e sobre os clubes onde tocou.
BD: Foi minha quarta vez no Brasil, estou acostumado a isso. As festas brasileiras são pesadas e cheias de energia. Eu amo!
GFM: Como é trabalhar com Chris Brown? Qual seu papel na equipe dele?
BD: É ótimo! Chris não é só um chefe, ele é minha família. Eu faço a discotecagem de todos os seus shows. Você nunca vai ver Chris fazendoum show sem seu DJ.
(Matéria publicada no site da Megazine, d’O Globo, em 26/07/2010 + entrevista com Babey Drew por e-mail)
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Nesta segunda-feira, Roberto Medina e o prefeito Eduardo Paes assinaram o contrato que firma parceria e garante que o Rock in Rio volta à sua cidade no ano que vem e também em 2013, 2015 e 2016. Há dez anos tendo edições apenas em Lisboa e em Madri, o maior festival de música da história no Brasil terá 108 atrações em seis dias, de 23 a 25 de setembro e de 30 de setembro a 2 de outubro de 2011. O criador do Rock in Rio em 1985, e presidente até hoje do megaevento, foi criticado após dizer, em entrevista ao “Fantástico”, que quer ver Lady Gaga e Shakira em palco brasileiro.
“Eu também gostaria de trazer o Iron Maiden, o Radiohead e o Guns n’Roses”, declarou.
Leia matéria publicada no site da Rolling Stone
Veja trechos do que rolou na coletiva do RIR 2011:
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Na semana em que Erasmo Carlos ganhou o Prêmio da Música Brasileira pelo disco “Rock’n'Roll”, o mais novo colaborador do GarotaFM, Serjão Allaúde, estreia sua coluna, “Curiosidades do Allaúde”, com uma história muito interessante sobre o Tremendão. Mas, neste caso, ele está falando do amplificador que leva o nome que virou apelido de Erasmo. É isso aí. Existiu um equipamento chamado Tremendão. Leia abaixo:
Curiosidades do Allaúde: TREMENDÃO
Para entender um pouco mais dessa estória, voltemos à segunda metade dos anos 60, quando os músicos brasileiros não tinham acesso a amplificadores de qualidade profissional, e havia uma extrema dificuldade de importar equipamento desse quilate. Surge aí uma iniciativa pioneira da Giannini : desenvolver equipamentos no mesmo nível dos melhores importados daquela época, contratando mão-de-obra especializada e montando uma fábrica somente para a produção de eletrônicos. Um dos primeiros produtos a ser lançado foi o Tremendão, que logo chegou às mãos dos melhores músicos da época. Daí para estar presente em quase todos os melhores palcos do país foi um pulo. O começo do Rock’n’roll no Brasil, o movimento Jovem Guarda, o Tropicalismo.
FONTE : audiolist.org
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Antes tarde do que nunca… O Prêmio da Música Brasileira aconteceu na quarta-feira. E a cobertura do GarotaFM rolou pelo Twitter. Aqui embaixo, tudo que foi tuitado (o que foi possível) durante o evento pelo @GarotaFM.
Começou o Prêmio da Música Brasileira, já com homenagem a Dona Ivone Lara.
Melhor grupo: Paralamas do Sucesso. Melhor disco: Rock’n'roll (Erasmo Carlos). Melhor cantor: Caetano Veloso. Melhor cantora: Zélia Duncan.
Dudu Nobre apresentando o primeiro bloco de prêmios: nota 2. Foi fofo ao falar de Dona Ivone, ma quase n se entendeu o que ele falou
Erasmo Carlos levou um tempo pra entender que tinha levado o prêmio.
Deborah Bloch é a apresentadora do prêmio.
Caetano Veloso, neste momento, no palco interpretando ‘Acreditar’, de Dona Ivone Lara.
Vamos pular essa categoria… É tudo muito rápido nesse prêmio. E eles não dizem o nome da categoria… Mas foi Zeca Baleiro quem apresentou
Melhor Disco infantil: Partimpim 2. Disco em Língua estrangeira: Tributo a Ella Fitzgerald. DVD: Fernanda Takai. Apresentação: Sandra de Sá
Nota zero para Deborah Bloch. Grooooossa… Coitada de Sandra de Sá…
O prêmio tá rolando no Teatro Municipal. Acho que não tem transmissão ao vivo, não…
Leandro Sapucahy entrega prêmio aos inscritos para cantar música de Dona Ivone Lara.
Alcione entrega o troféu aos inscritos da Vale.
@5PRAStANtAS obrigada! Tô no Teatro Municipal, sim. Fique aí acompanhando. Espero conseguir entender mesmo qdo falam rápido demais…
Roberta Sá num vestido incrível canta: ‘Minha alegria voltou, brilhando no alvorecer, quando deixei de amar e esperar por você’.
Instrumental: Letieres Leite e Orquestra… Melhor disco: Luz da Aurora (Yamandu Costa). Solista: Yamandu Costa.
Rildo Hora chamado para apresentar a categoria Canção Popular.
Grupo: Trilogia. Dupla: Zezé e Luciano. Disco: O coração do Homem Bomba. Cantor: Cauby Peixoto. Cantora: Rita Ribeiro.
Zeca Baleiro beija a mäo de Cauby. Também quero…
Délcio Carvalho e o grupo Casuarina homenageiam Dona Ivone Lara no palco…
Ih, acho que essa próxima categoria, apresentada por Ubirani, vai ficar sem cobertura…
@Ela_TVM Obrigada! Tô fazendo o máximo para conseguir dar inrformções mais completas…
Projeto Visual: Ocimar Versolato por Beijo Bandido (Ney Matogrosso) . Arranjador: Mario Adnet por Afrosamba Jazz.
Arlindo Cruz no palco…
Ai, meu Deus! Ele chamou a bateria do Império Serrano!!!
Regional - Grupo: Orquestra Frevo Diabo. Dupla: Chitão e Xoró. Disco: Alma Cabocla, de Ana Saldanha. Cantor: Targino Gondim. Cantora: Elba.
Foi Mariana Aydar quem apresentou…
Voto Popular - Cantor: Juraildes da Cruz. Cantora: Daniela Mercury. Yamandu Costa apresentou.
Revelação: Letieres Leite. Melhor canção: Feita na Bahia, de Roque Ferreira interpretada por Bethânia. Sérgio Cabral pai entrega os prêmios
‘Alguém me avisou’ é a música que Lenine vai apresentar agora.
Daniela Mercury apresenta a categoria Samba. Grupo: Casuarina. Disco: Tantinho… Cantor: Tantinho. Cantora: Alcione.
Zélia Duncan apresenta categoria MPB. Grupo: 4 Cabeça. Disco: Encateria (Maria Bethânia). Cantor: Ney Matogrosso. Cantora: Maria Bethânia.
Salve Dona Ivone Lara! Todos que participaram cantam ‘Sonho Meu’, com a rainha.
E o Prêmio da Música Brasileira chega ao fim…
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No próximo dia 17 de agosto, a loja virtual iTunes dos Estados Unidos recebe “Mallu Magalhães”, segundo álbum homônimo da cantora brasileira. O CD já está disponível na Europa, via iTunes, em 17 países: Áustria Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Inglaterra, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Portugal, Espanha, Suécia e Suíça.
O álbum foi lançado no Brasil em dezembro de 2009 e a cantora excursiona atualmente pelo país em turnê para divulgá-lo. “Mallu Magalhães” conta com a produção de Kassin (Vanessa da Mata, Caetano Veloso, Jorge Mautner) e traz também participações especiais como Felipe Pinaud (Orquestra Imperial), Marcelo Camelo, Taciana Vaz, Mauricio Takara (Hurtmold, Instituto) e da banda Jennifer Lo-Fi.
(Da assessoria de imprensa)
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“Quando o Canto é Reza” é trecho de música de Roque Ferreira e também é o nome do disco que Roberta Sá e o Trio Madeira Brasil acabam de lançar juntos. Coincidência? Claro que não! A cantora guardava pérolas do sambista baiano desde quando estava gravando seu segundo disco, “Que Belo Estranho Dia pra se Ter Alegria”. Já estava na hora de levá-las ao público. Confira o que Roberta diz sobre o projeto:
GarotaFM: Quando e como surgiu a ideia de fazer um disco só com canções de Roque Ferreira?
Roberta Sá: Quando estava pesquisando canções para o meu segundo disco, liguei para o Roque pedindo repertório. Ele me mandou várias e fiquei com aquelas pérolas nas mãos. Liguei para o Marcello Gonçalves, violão de 7 cordas do Trio Madeira Brasil, e mostrei pra ele, que também se apaixonou pelas músicas. Assim nasceu o projeto.
GFM: Como foi encontrar Roque na Bahia e levá-lo à terra natal?
RS: Foi importante pra conhecer o universo do compositor que estávamos homenageando, além de ouvir mais canções do Roque. Assim, pudemos colher informações, imagens e inspiração para o disco.
GFM: Como foram feitas essas parcerias do Roque com Pedro Luis e com Zé Paulo Becker?
RS: Nossa! Cada uma aconteceu de um jeito. Eles fizeram várias. Acho que a maioria por telefone e sedex!
GFM: Qual foi a reação de Roque quando soube que seria homenageado Quem deu a notícia e como ela foi dada?
RS: Ficou emocionado e desconfiado como ele é. Falamos nisso logo que nos conhecemos, o Trio e eu, e demoramos tanto que acho que ele nem acreditava mais que fosse acontecer!
GFM: Quem teve a ideia, o Trio Madeira Brasil ou a Roberta Sá, e quem convidou o outro?
RS: Tivemos a ideia juntos. Já era vontade antiga fazer essa parceria e o repertório fabuloso do Roque fechou com chave de ouro a ideia.
GFM: Foi o próprio Roque quem “emprestou” as oito músicas do disco que são inéditas?
RS: Sim. Ele nos alimentou com as canções inéditas.
GFM: Como essas letras datilografadas foram resgatadas? Roque ainda usa uma máquina de escrever?
RS: Ele envia as letras datilografadas, com glossário, junto com as demos pelo correio.
GFM: Por que homenagear o samba baiano? Porque era o Roque ou porque o samba veio da Bahia, afinal?
RS: A homenagem é ao Roque Ferreira e o Roque canta a Bahia e o Brasil todo. Amamos música brasileira e esta é sempre a principal razão de tudo!
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O selo Discobertas lança este mês o CD duplo “Retirante”, no qual estarão reunidas, pela primeira vez, todas as gravações realizadas por Gilberto Gil antes da fama nacional. Desde os discos iniciais de 78 rpm gravados em Salvador, passando pelos compactos da RCA e da Philips, tudo estará historiado cronologicamente no encarte ilustrado de 16 páginas do produto, para dar uma dimensão definitiva na pré-história da carreira deste importante pilar da música popular brasileira. E, com exclusividade, no CD 2, uma obscura e secreta fita demo que Gil gravou, de voz e violão, para uma editora musical em São Paulo em 1966 – e que foi passaporte para seu prestígio inicial como compositor, antes de ter a chance de gravar seu LP de estréia. Além de contar com gravações inéditas de músicas que Gil deu para outros artistas gravarem nos anos 60, este lançamento traz também canções nunca antes ouvidas de Gil - como a faixa título “Retirante”.
Este projeto é um privilégio para Discobertas e será de grande interesse para os fãs, colecionadores, historiadores e pesquisadores de MPB. É o capítulo zero que faltava no trabalho do produtor e pesquisador Marcelo Fróes, diretor do selo Discobertas, em torno da obra de Gilberto Gil - iniciado há exatos 15 anos e que rendeu as caixas “Ensaio Geral” (13 CDs, Universal, 1999) e “Palco” (28 CDs, Warner, 2002), além do DVD “São João Vivo!” (Warner, 2006).
(Da assessori de imprensa)
Harmonias de percussão e violoncelo transbordam neste encontro de virtuoses. Naná Vasconcelos e Lui Coimbra vão se apresentar no palco do Teatro Sesc Ginástico no próximo dia 3/8/2010, às 19h, mostrando um show de improviso e talento. Naná leva ao público solos já clássicos como “O Berimbau” e vocalizações como “Vamos Pra Selva”. Enquanto Lui solo percorre canções populares do eixo Norte-Nordeste além de releituras voz-e-cello para hits contemporâneos como ‘Babylon’ (de Zeca Baleiro) e ‘Fazer o Quê’ (de Pedro Luis e a Parede). Neste duo, o público poderá comprovar a sintonia que prevalece entre os dois músicos – que se apresentam juntos há mais de dois anos.
Naná Vaconcelos foi eleito oito vezes como melhor percussionista do mundo pela revista norte-americana Down Beat. Naná lançou seu último CD inédito, “Trilhas”, na abertura do espetáculo de dança “Corpos de Luz”, em 2006, em São Paulo, ano em que completou 50 anos de carreira. Na ocasião, o percussionista ministrou seu workshop orgânico. Nas aberturas do Carnaval do Recife, 2007 e 2008, regeu cerca de 600 batuqueiros de maracatu, recebendo convidadas especiais, como Maria Bethânia, Marisa Monte, Elza Soares e Lia de Itamaraca. Recentemente dirigiu o espetáculo Língua Mãe, trazendo 60 crianças de Angola e Portugal para cantarem com outras 60 de Brasília no aniversário da capital federal.
Já Lui Coimbra é um dos músicos mais requisitados do país. Fundou, nos anos 80, ao lado de Marcos Suzano e outros, o grupo Aquarela Carioca, que revolucionou a música instrumental brasileira. Tem um disco solo lançado como cantor e instrumentista (“Ouro e Sol”, Rob Digital 2004). Como violoncelista tocou e toca com nomes como Ney Matogrosso, Alceu Valença, Ana Carolina, Zizi Possi e tantos outros.
Show Naná Vasconcelos e Lui Coimbra: 03/08 (terça-feira), às 19h, no Teatro Sesc Ginástico (Av. Graça Aranha, 187, Centro - 2279-4027). R$ 20 (inteira), R$10 (estudantes e idosos) e R$ 5 (comerciário).
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Da assessoria de imprensa:
O projeto GERINGONÇA - voltado a artistas e produtores em busca de troca de processos e projetos criativos - leva nomes importantes do cenário artístico ao palco do Sesc Tijuca, onde é realizado há 6 anos. No workshow (bate-papo com a plateia seguido de apresentação em conjunto) da edição deste mês, dia 26 de agosto, a apresentação da cantora Roberta Campos e do grupo bOrrO. Mineira de Caetanópolis, Roberta Campos tem no caldeirão de influências nomes como Milton Nascimento, Beto Guedes, Lô Borges, Legião Urbana, Marisa Monte, Zélia Duncan, Beatles, entre outros, embora tenha um estilo próprio. O Geringonça tem entrada franca.
Em 2004, Roberta Campos mudou-se para São Paulo produzindo sozinha seu primeiro disco, “Para aquelas perguntas tortas”. Agora, já contratada por uma gravadora, Roberta vive o sucesso de “De janeiro a janeiro”, com participação de Nando Reis. É da internet e das redes sociais o seu público cativo que garante elevado número de acessos nas páginas diariamente alimentadas pela cantora. Roberta dividirá o palco, nesta edição, com o grupo Borro e Dermelivre Band, nascido há cerca de dois anos.
O grupo é formado pelo vocalista Fabiano Parracho – que faz as músicas acompanhado do velho violão Gianinni herdado do pai -, Rodrigo Jardim (baixo); Zac Pimentel (guitarra) e Paulo Melo (bateria). No palco, executarão as autorais “Coragem”, “Não Vá” e “Intro”.
Oficina de teatro
Na oficina oferecida pelo projeto – a DOMADORES DE HIPOPÓTAMO -, Amir Haddad propõe um mergulho na contemporaneidade e historicidade do teatro brasileiro. Considerado um dos maiores encenadores do Brasil, o criador do Grupo Tá na Rua, leva a arte do teatro para o espaço aberto das ruas e praças, ressaltando a importância das comemorações populares na vida social e cultural das cidades. É criador de um teatro preocupado em se comunicar e se tornar cada vez mais próximo de sua plateia. Esta oficina acontece às quartas-feiras do mês de agosto.
Projeto Geringonça: Sesc Tijuca – Rua Barão de Mesquita 539 (3238-2168). Entrada Franca. Roberta Campos e o grupo bOrrO - 26/8 (quinta-feira), a partir das 17h30 e das 20h. Domadores de Hipopótamo – Oficina do Conhecimento - Dias 4, 11, 18 e 25/8 (quarta-feira), das 18h às 21h.
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