Os monstros do parque Universal Studios, em Orlando (Flórida), cantam, dançam e fingem que tocam imitando artistas famosos. Há até um momento “Thriller” em homenagem a Michael Jackson.
Arquivo de julho de 2009
Os monstros também amam… Ou melhor, cantam na Universal Studios
quarta-feira, 29 de julho de 2009Dream Theater: o primeiro show de rock dos adolescentes
domingo, 26 de julho de 2009Manhã de domingo em Orlando, na Flórida. Pernas doem, mas o coração explode de alegria. A noite deste sábado valeu a pena, porque… Não tem preço levar três roqueiros adolescentes ao seu primeiro show de rock. Passeando pela Universal Studios - para mim, o melhor parque de Orlando - descobri que o Hard Rock Cafe sediaria um show da banda Dream Theater. Quando contei a Caio e Pedro, dois apaixonados por música de 15 anos (um comprou uma guitarra Gibson SG e o outro, um baixo Fender), eles enlouqueceram. “Vamos ficar?” Mas o guia da nossa excursão comentou que seria difícil conseguir ingresso àquela altura do campeonato, deixando todo mundo desanimado. Na hora da saída, por que não tentar, né?
“Foi uma das experiências mais incríveis, assistir ao show de uma banda de que gosto muito, ainda por cima no primeiro mundo”, disse Caio.
“Foi demais! Foi demais!”, repetia Pedro.
“Eu quero bater naquela garota que pegou a palheta que o guitarrista estava dando para mim”, reclamava Bob na saída.
Filho de Andréa, a outra “adulta” que ficou responsável pelos meninos junto a mim, Bob também se amarra em rock. E este foi seu segundo show, pois o pai o levou ao Kiss na Apoteose este ano.
Depois de tudo, minha prima Evelyn, de 12 anos, ameaçou reclamar do cansaço - afinal, estávamos andando desde 10h da manhã -, mas eu supliquei: “Por favor, não vamos reclamar. Imagine que esta é uma oportunidade única para esses meninos.”
Acho que eles estão agradecendo aos céus até agora. Será que conseguiram dormir?
Dream Theater faz show no Hard Rock Cafe de Orlando
domingo, 26 de julho de 2009Assista a trechos do show da banda americana de metal progressivo, apresentado neste sábado (25 de julho), no Hard Rock Cafe de Orlando, na Flórida:
Banda Gurus lança terceiro disco com participação de Herbert Vianna
sexta-feira, 24 de julho de 2009Formada por Guto Dufrayer (vocal e violão), Gui Tettamanti (bateria), B.G. Alex (guitarra e vocais) e Serginho Ferreira (baixo e vocais), a banda Gurus lança seu terceiro álbum com o auxílio luxuoso de Herbert Vianna. O vocalista do Paralamas do Sucesso emprestou sua voz para “A vida é um presente”, faixa de abertura de “Evolução”, que conta também com ao órgão de outro Paralama, o João Fera, em “A resposta”.
A banda emplacou, em 2003, a música “Até o fim do mundo” na trilha sonora de “Malhação”, da TV Globo. Um ano depois, o segundo disco do Gurus saiu do forno. “Evolução” chega às lojas com a faixa de trabalho, “Por você”, circulando como uma das dez mais tocadas em Blumenau e Florianópolis.
No disco, Marcelo Süssekind (Ana Carolina,Capital Inicial e Jota Quest) atua na direção e Carlos Maltz, baterista-fundador dos Engenheiros do Hawaii, é co-autor de quatro das 12 músicas que estão no CD. A mixagem ficou por conta do mestre Ronaldo Lima, que tem na bagagem um Grammy Latino.
Abaixo, uma breve entrevista exclusiva com o vocalista para o site GarotaFM:
GarotaFM: Vocês estiveram na trilha sonora de Malhação. Como foi estar em destaque na TV?
Guto Dufrayer: Fomos tema dos personagens centrais entre 2003 e 2004 (Luiza e Victor). Ter sido destaque foi uma coisa muito boa e, ao mesmo tempo, muito doida (risos). Deixa eu te explicar… Tínhamos um público de quatrocentas pessoas no sul do país, coisa de pubs etc. Coisa de dois meses, tocando todos os dias, pulamos para mil e duzentas pessoas por show. Foi um movimento que não esperávamos, mas foi bacana.
GFM: O que vocês esperam do som do Gurus? Público e espaços mais alternativos ou ganhar a grande mídia?
GD: Bem, por que esta diferença, né? Pergunto sempre isso. Por que o artista não pode ser popular e criativo ao mesmo tempo? Parece que uma banda “alternativa” pode ousar, fazer, misturar, inovar e a popular só pode reproduzir o que já está aí. Nós queremos poder mudar este estereótipo. Por isso escolhemos o caminho do “by myself”. Resumindo: queremos todo tipo de público que se emocione com o que cantamos.
GFM: O som é pop rock e o disco é muito bem produzido. O que ajudou, o tempo de estrada ou as companhias que a banda arrumou para o trabalho neste terceiro álbum?
GD: Obrigado pelo elogio, em primeiro lugar. Bem, o tempo de estrada é um fator importante, pois daí vem uma química muito boa entre a gente. Também é válido lembrar que as pessoas envolvidas neste álbum são pessoas “mágicas”. Termos tido a dupla Sussekind & Ronaldo mais uma vez com a gente foi muito bom.
GFM: Como é ter Herbert Vianna participando numa música do Gurus? Quem fez essa ponte e como foi a gravação?
GD: Como ele mesmo diria… “Acima das palavras, uma emoção muito mais forte.” Eu havia feito para ele esta música, mas não tive coragem de mostrar. Depois de eles gravarem “Brasil afora”, o que na minha opinião é o melhor disco do Paralamas do Sucesso, tomei fôlego e falei com o Helder, irmão dele. Juntos, o convidamos. Ele topou prontamente. Chegou no estúdio para tocar o solo do blues do final, mas ouviu e me pegou pelo braço dizendo: “Pô, Gutão, eu gostaria de cantar com você. Essa letra é muito bacana e com o mundo cheio de mágoas como está hoje, as pessoas deveriam ouvir esta música. Quem sabe eu cantando, não ajudo a chamar a atenção?!” Só não chorei porque não deu tempo.
GFM: E o Sussekind, como foi o trabalho dele no disco?
GD: Sussek já tinha produzido nosso primeiro álbum. Daí, neste, já tínhamos umas 18 ou 20 faixas gravadas quando fui até ele pedir para que fizesse a direção musical. Ou seja, ele ajudou a escolher repertório, amarrar mais o CD e foi um barato! Um clima maravilhoso no estúdio dele e do Ronaldo Lima, o Casa do Mato. Ele foi literalmente “duca”, ajustando tudo e dando ótimas idéias.
GFM: A única música que me parece um pouco fora do contexto é ‘Tire as mãos de mim’. No que ela foi inspirada?
GD: Eu sempre costumo “vomitar” as memórias das minhas angústias de adolescente, pois acho que não estão dando muito espaço para elas, um espaço para contestar o sistema, saca? Já vão dando o formatinho pronto e isto não ajuda no crescimento do indivíduo.
GFM: Todos vivem de músicas? Fale sobre cada um dos integrantes.
GD: Todos. Eu sou técnico de som, trabalhando hoje em dia com meus professores, os Paralamas do Sucesso. Nas horas vagas, produzo gente nova. O Gui, nosso batera, tem um ótimo estúdio de gravação (Studio 94). Serginho toca baixo com meio mundo, principalmente em gravações, e se a outra metade chamar, ele vai também (risos). O BG, que é um dos caras mais importantes da guitarra no Rio de Janeiro, é professor de coisas de web e também costuma gravar com outras turmas. Isso é muito legal, pois “refrigera” o ego de todos nós.
GFM: Como é estar nas rádios com ‘Por você’?
GD: É estar respirando de novo e poder trocar mais uma vez nossas emoções com uma galera por todo este país.
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A importância de se ter uma ferramenta online de divulgação organizada
quarta-feira, 22 de julho de 2009A pessoa que vos escreve quase que diariamente está de férias (por isso a ausência por tantos dias). Mas, daqui da terra do Tio Sam, paro um minuto de correr para falar sobre a importância de se ter minimamente organizada a ferramenta online de promoção do seu trabalho. Vamos direto ao MySpace, site que já há algum tempo vem sendo usado como principal meio de divulgação das bandas independentes (e das dependentes também). Outro dia, logo após um show, ouvi de um cara que era melhor tirar as músicas do MySpace da minha banda do que deixar aquilo do jeito que estava. Fiquei pensativa sobre a questão…
Claro que sempre achei mais legal abrir o site e dar de cara com um pano de fundo maneiro e encontrar músicas bacanas. Mas também acreditava que, quando uma banda ainda não havia tido a oportunidade de gravar profissionalmente (sabe-se que não é muito fácil e/ou barato), era bacana ter qualquer coisa que fizesse o visitante sacar o som. Por essas e outras, adicionei músicas gravadas durante um show da banda. Logo após o encontro com esse cara, corri para tirar isso do ar.
Primeiro, escrevi para uma amiga designer e perguntei se ela não faria uma ilustração bacana para nosso MySpace. Fernanda (Bonvini) mandou uma coisa linda, na verdade, uma versão menor do mesmo desenho que ilustra a capa do CD demo que gravaríamos. Outra medida que tomei foi intimar a “galera” a entrar em estúdio. Liguei para um amigo baixista, para um percussionista, chamei meu irmão para produzir a gravação e marquei hora com Gui Tettamanti, muito amigo da família, baterista da banda Gurus e dono do ótimo Studio 94. Gravamos quatro faixas, que estão agora no nosso “novo” MySpace (clique aqui)… bem mais legal do que antes: www.myspace.com.br/euchrisetais
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O karaokê rock’n'roll Chuveiro in Concert está de volta
sexta-feira, 17 de julho de 2009O “Chuveiro in Concert” está de volta! Depois de coletar as informações do flyer abaixo, leia entrevista com Érika Martins publica no site d’O Globo em 03/07/2008.
O “Chuveiro in Concert não é um karaokê como outro qualquer. O evento é voltado para aqueles que curtem o bom e velho rock’n'roll e para quem gosta de cantar… ou de assistir aos outros pagando mico. O projeto foi idealizado (e é comandado) por Érika Martins, ex-vocalista da banda Penélope, que atualmente também é líder do Telecats e cantora da Lafayette e os Tremendões.
“No ‘Chuveiro in Concert’, mexemos com a fantasia que todos já tiveram um dia: ter uma banda de rock! As pessoas têm a chance de subir ao palco como num show e ter o seu momento de popstar. É um karaokê com banda ao vivo”, diz Érika, explicando como tudo começou. “O pessoal do Teatro Odisséia me chamou para fazer algo no aniversário de três anos da casa e tive a idéia do karaokê com banda. Convidei uns amigos pra tocar comigo e outros pra soltar a voz na hora. A gente se divertiu muito. Foi um sucesso!. As pessoas adoraram e começaram a pedir outros shows. Aí, fizemos um no ‘Verão do Morro’, no Morro da Urca, além de festas fechadas. É sempre legal, porque, além de tudo, podemos tocar músicas que jamais tocaríamos nos nossos projetos pessoais.”
O karaokê é aberto e o cardápio de opções fica disponível ao público. O repertório vai de Sidney Magal (em versão rock) a Beatles, passando por Roberto Carlos, Legião Urbana e muito mais. Fazendo história no “Chuveiro in concert”, já subiram ao palco para cantar com a banda da Érika a atriz Guta Stresser (a Bebel de “A grande família”) e o cantor Pedro Veríssimo (da banda Tom Bloch).
“Toda vez que Guta canta, todos adoram. Ela costuma dizer que é melhor do que qualquer terapia. Eu concordo. Até hoje me livrei das minhas neuroses cantando”, brinca. “Gosto muito de mudar a função das pessoas, de tirar do normal. Gosto de pegar um baterista e colocar pra cantar, um ator, um jornalista… Mas também aceitamos de portas abertas os vocalistas de verdade, como foi o caso do Pedro Veríssimo.”
Érika Martins fica o tempo todo no palco, indicando as entradas e tempos de cada canção ou acompanhando nos vocais e no pandeiro. Agora, a pergunta que não quer calar: quando a cantora se diverte mais, acompanhando os afinados ou os desafinados?
“Os dois são muito divertidos, porque o repertório é sempre diferente e cada pessoa interpreta a música da sua forma”, responde, saindo pela tangente.
‘Tentei mudar por dizerem que era over. Hoje, Ricky Vallen é uma realidade’
quinta-feira, 16 de julho de 2009Foram necessários dois dias de gravação para que Ricky Vallen ficasse satisfeito com as imagens que compilaria no DVD “Ao vivo”, que a Sony Music acaba de lançar junto com o CD homônimo. O calouro de Raul Gil mais bem-sucedido do Brasil subiu ao palco do Canecão em 14 de março, mas acabou repetindo a dose em 23 de abril, no Vivo Rio, onde finalmente conseguiu apresentar o show que havia planejado:
- Era feriado, choveu muito e havia um túnel interditado. Não gostei do figurino que fizeram para mim e as tomadas de câmera não ficaram boas. Era dia do meu aniversário e o inferno astral não tinha acabado ainda! Pedi para gravar de novo, e ficou tudo lindo demais!
Quando o assunto é produção, Ricky Vallen mete a mão na massa mesmo. Aliás, ele prefere assim. Acostumado quando pequeno a fazer seus próprios brinquedos, o cantor encara com naturalidade a arte de executar, do repertório às roupas. É calça de cintura alta, saia, camisa de toureiro, jaqueta em vinil dourado imitando couro de cobra… nada passa despercebido.
- No show do Canecão, o figurino não era meu. Por isso, não gostei. Para o Vivo Rio, desenhei as roupas, escolhi os tecidos e até a linha que ia usar para costurar. Noventa por cento das roupas que uso são minhas. Quando era pequeno, meus bonecos eram de barro, pedaço de árvore… Minha infância foi pobre em termos de dinheiro, mas rica em crescimento – declara.
O CD/DVD traz Rick Vallen soltando o gogó de diversas maneiras durante seu passeio por muitos e variados ritmos, o que, às vezes, torna este um trabalho um pouco sem identidade. No repertório, tem clima romântico (“Essa dona”), axé (“Ilê pérola negra”), sertanejo (“Vidro fumê”) e, bom, um blues que vale a pena destacar. Em “Miss Celie’s blues”, Ricky recebe Shirley Carvalho (ex-caloura do Ídolos) para um dueto de gigantes.
- Shirley é maravilhosa! Tenho um carinho imenso por essa cantora fantástica. É uma realização pessoal e profissional, para mim. Se minha vida der certo, espero poder ajudá-la mais. Mas espero que ela não tenha que esperar minha vida dar certo – brinca.
Rouco quando fala ao telefone (“sempre fico com medo de a voz não estar boa para cantar”), Ricky Vallen fica enorme quando canta. No clássico “Disparada”, de Geraldo Vandré e Theo de Barros, o vozeirão é facilmente confundido com o de (creiam!) Maria Bethânia. Em certos momentos, o cantor parece homenagear Ney Matogrosso – não exatamente em timbre, mas nos trejeitos:
- Desde pequeno, essa força de cantar é minha. Tentei mudar por dizerem que era over, mas não conseguia ser diferente. Decidi não fazer disso um inferno. Falei: “Vou aceitar e me preocupar com as pessoas que curtem meu trabalho.” Hoje, Ricky Vallen é uma realidade, com um trabalho íntegro, sem rabisco e com orgulho.
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Mariana Aydar grava clipe no deserto de sal da Bolívia
terça-feira, 14 de julho de 2009Vestida com modelo assinado por Pedro Lourenço, Mariana Aydar cantou e dançou no maior deserto de sal do planeta durante as filmagens do clipe de “Palavras não falam”, primeiro single do disco “Peixes, pássaros, pessoas”, que a cantora lançou recentemente. Localizado em Uyuni, ao sul da Bolívia, o Salar é formado por 12 quilômetros quadrados de sal batido, lagos e vulcões.
Prêmio Multishow oferece bonecos de papel de artistas
segunda-feira, 13 de julho de 2009Sempre com o objetivo de atrair mais participantes, o Multishow resolveu inovar, oferecendo o ídolo em forma de papel para aqueles que votarem para escolher seus favoritos aos troféus e para quem visitar o site do canal a cabo. Trata-se de uma série de paper toys com as carinhas dos indicados nas categorias melhor cantor, cantora e revelação. Seu Jorge, Marcelo D2, Mallu Magalhães, Lenine e Roberta Sá são alguns dos bonecos, que foram desenhados por André Pires, da agência Riot, e estão disponíveis no site para ser impressos e montados. O Prêmio Multishow acontece no dia 18 de agosto, no Citibank Hall, Rio de Janeiro, com transmissão ao vivo pelo canal a partir das 21h30m.
Confira a lista completa dos indicados:
MELHOR CANTOR
Seu Jorge
Samuel Rosa
Marcelo D2
Rogério Flausino
Lenine
MELHOR CANTORA
Marisa Monte
Ivete Sangalo
Vanessa da Mata
Roberta Sá
Ana Carolina
MELHOR CD
Agora - NXZero (jul/08)
La Plata - Jota Quest (out/08)
Estandarte - Skank (out/08)
A Arte do Barulho - Marcelo D2 (nov/08)
Claudia Leitte - Ao Vivo em Copacabana (jun/08)
MELHOR CLIPE
La Plata - Jota Quest
Ainda Gosta Dela - Skank
Desabafo - Marcelo D2
Monstro Invisível - O Rappa
Uma Música - Fresno
MELHOR DVD DE MÚSICA
62 Mil Horas Até Aqui - NXZero (mar/08)
Multishow ao Vivo - Ana Carolina Dois Quartos (abr/08)
Paralamas e Titãs: Juntos e ao Vivo (jun/08)
Infinito ao Meu Redor - Marisa Monte (out/08)
Multishow ao Vivo - Capital Inicial (jul/08)
MELHOR GRUPO
NXZero
Jota Quest
Skank
Fresno
EVA
MELHOR INSTRUMENTISTA
Gee Rocha - NXZero
Gigi - Ivete Sangalo
Christiaan Oyens - El Niño
Martin Mendonça - Pitty
Débora Teicher - Scracho
MELHOR MÚSICA
Beijar na Boca - Claudia Leitte
Amado - Vanessa da Mata
Ainda Gosto Dela - Skank
Desabafo - Marcelo D2
Não é Proibido - Marisa Monte
MELHOR SHOW
La Plata - Jota Quest
Estandarte - Skank
Multishow ao Vivo - Capital Incial
A Arte do Barulho - D2
Uma prova de Amor - Zeca Pagodinho
REVELAÇÃO
Glória
Primadonna
Tulio Dek
Banda Cine
Mallu Magalhães
TVZÉ
Claudia Leitte - Beijar na Boca (Renato Iezzi - RJ)
Skank - Ainda Gosto Dela (Tiago Cardoso - Guarujá / SP)
NX Zero - Cedo ou Tarde (Cezar Correa -Rio de Janeiro / RJ)
Ivete Sangalo - Dalila (Kadu Gauer - Jundiaí - SP)
Seu Jorge - Burguesinha (Lívia Nicoliello - RJ)
Festa de 40 anos do funk tem Gerson King Combo e batalha de DJs
segunda-feira, 13 de julho de 2009No aniversário de 40 anos do funk carioca, a Fundição Progresso recebeu MCs e DJs de várias gerações e cerca de três mil pessoas na festa Red Bull Funk-se, realizada no sábado.
Na primeira batalha ao vivo entre DJs de funk, o DJ Cabide, de São Gonçalo/RJ, foi coroado o Rei da “MPC”. O aparelho é uma espécie de bateria eletrônica usada na produção de mixagens ao vivo e foi popularizada pelas “montagens” do funk. Cabide escolheu trechos de músicas famosas, como “Thriller”, de Michael Jackson.
“Desde que conheci o funk sempre sonhei em me tornar um verdadeiro Super DJ. Acredito que vencer esta competição seja um grande começo para eu alcançar os meus sonhos”, declarou Everton Araújo, o Cabide, premiado com uma MPC Akai 5000.
O primeiro encontro entre Gerson King Combo, BNegão, MC Sabrina e Menor do Chapa foi a atração mais aguardada da noite, integrando vozes de três gerações da black music brasileira mesmo palco. Clássicos como “Mandamentos Black”, de Gerson King Combo, e “I Feel Good”, de James Brown; fizeram parte do repertório, que também contou com raps contemporâneos como “Vida Loka”, do MC Menor do Chapa, e músicas de Tim Maia.
“É com imenso orgulho que vim aqui para me juntar a essa juventude. O funk não tem idade e pudemos mostrar isso aqui hoje. Depois de tantos anos, acho que faltava este marco para a minha carreira”, disse Gerson King Combo, considerado o legítimo precursor do funk no Brasil.
O Red Bull Funk-se contou ainda com outros importantes nomes como os DJs Sany Pitbull, Tubarão e Adriano; alem dos MCs Buchecha, Junior, Leonardo, Amaro e Batata; este último, o primeiro MC a ganhar um disco de ouro, com a música “Feira de Acari”, do início da década de 1980.












