Arquivo de agosto de 2009

Ingressos para show de Lily Allen no Rio à venda nesta quarta

terça-feira, 11 de agosto de 2009

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Falta pouco mais de um mês para o show de Lily Allen no Rio de Janeiro e os ingressos de R$ 120 (pista) e R$ 240 (camarote ou pista vip) já podem ser adquiridos a partir desta quarta (11/08), através do site Ingresso.com e em pontos de venda credenciados.

A polêmica popstar britânica subirá ao palco do HSBC Arena a partir das 21h30 para mostrar canções de seu novo trabalho, “It’s Not Me, It’s You”, e hits consagrados desde que estourou, em 2006, com “Smile”. Do álbum recente, “The Fear” – sucesso na trilha sonora da novela “Caras e bocas” – estará no repertório.

SERVIÇO
Show de Lili Allen: 17/09/09, no HSBC Arena (Avenida Embaixador Abelardo Bueno, 3401, Barra da Tijuca). Estacionamento no local (R$ 15 por veículo). Ingressos: R$ 240 (VIP e Camarote) e R$ 120 (Pista / Nível 1). Tel do call center: 4003-2330.

Pontos de venda credenciados com pagamento com cartão de crédito:
Quiosque Americanas.com Barra Shopping
Quiosque Americanas.com Shopping Rio Sul
Quiosque Americanas.com Uruguaiana (Rua do Ouvidor, 175)
Quiosque Americanas.com Ipanema (Rua Visconde de Pirajá, 142/146)
Quiosque Americanas.com Norte Shopping
Quiosque Americanas.com Shopping Niterói Plaza
Quiosque Americanas.com Botafogo Praia Shopping
Quiosque Americanas.com Leblon – Av. Ataulfo de Paiva 204

Pontos de Venda credenciados com pagamento em dinheiro:
Posto BR Mirili – Avenida das Américas, 3757 – Barra da Tijuca
Posto BR Radial Oeste – Avenida Presidente Castelo Branco, 293
Posto BR Bougainville – Rua Uruguai, 48 – Tijuca
Posto BR Piraquê – Avenida Borges de Medeiros, s/nº – Lagoa
Modern Sound – Rua Barata Ribeiro, 502 – Copacabana

Orquestra Sinfônica tocará o ‘Créu’

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

creu

Calma, isso é só uma brincadeira! Não resisti à piada quando recebi, esta semana, a foto acima anexada em um e-mail. Por favor, não passe apenas os olhos. Preste atenção na partitura do “Créu”, grande hit de 2008.

A clave de sol no início da pauta anuncia que a música vai começar. As notinhas se empolgam com aquele ritmo tãããooo sensual e começam a… er… bem… elas começam a alternar posições sexuais, fazendo do pentagrama (aquelas cinco linhas) uma confortável cama de casal.

As mulheres fruta que se cuidem, porque, se as notinhas resolverem fazer isso nos palcos, só rebolar vai acabar virando coisa do passado. Aliás, quem se lembra daquela música que dizia assim: “Beijo na boca é coisa do passado…”?

Créu, créu, créu! Fica aí a letra da música:

É créu! É créu neles
É créu! É créu nelas
Vãobora que vamo! Vãobora que vamo!

Pra dançar créu / Tem que ter disposição
Pra dançar créu / Tem que ter habilidade
Pois essa dança / Ela não é mole não
Eu venho te lembrar / Que são 5 velocidades…

A primeira é devagazinho / É só aprendizado heim!
É assim ó: Créééééééééééééééu…(3x)
Se ligou? De novo! Créééééééééééééééu…(3x)

Número 2!
Créu, créu, créu / Créu, créu, créu
Continua fácil né? De novo! / Créu, créu, créu / Créu, créu, créu…

Numero 3!
Créu, créu, créu / Créu, créu, créu / Créu, créu, créu / Créu, créu, créu
Tá ficando difícil hein! / Créu, créu, créu / Créu, créu, créu / Créu, créu, créu / Créu, créu, créu…

Agora eu quero ver na 4
Créu, créu, créu, créu / Créu, créu, créu, créu / Créu, créu, créu, créu / Créu, créu, créu, créu
Tá aumentando mané! / Créu, créu, créu, créu / Créu, créu, créu, créu / Créu, créu, créu, créu

Segura DJ
Vou confessar a vocês / Que eu não consigo a número 5
DJ, velocidade 5 / Na dança do créu
Crééééééééééééééééééééééééééééu / Ahahahahahahahaha!
Crééééééééééééééééééééééééééééu / Ahahahahahahahaha!

Com primeiro disco em 20 anos de carreira, carioca ‘de Brasília’ pode ser a sucessora de Alcione

segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Dhi Ribeiro por Adriana Lins e Henrique Pontual

Dhi Ribeiro por Adriana Lins e Henrique Pontual

Nascida em Nilópolis, na Baixada Fluminense, e criada em Salvador, Dhi Ribeiro ganhou fama e fãs em Brasília, para onde se mudou aos 16 anos. Mas engana-se quem pensa que essa morena de voz poderosa caiu nas graças do povo quando ainda era mocinha ingênua acostumada aos sucessos da axé music. Dhi levou tempo para se firmar. Foi após voltar da Itália – lá, trabalhou na companhia de circo Lidia Togni – que começou a ganhar espaço cantando em bares da capital (o release destaca: “O Bar do Calaf fica nas proximidades dos edifícios-sede do Banco Central, do Banco do Brasil e da Caixa Econômica, ponto de encontro dos apreciadores de samba na capital, com frequência variada, que vai de universitários a servidores públicos, de Carlos Elias, ex-integrante da Ala de Compositores da Portela, ao ministro do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa – ambos fãs declarados da cantora”). Coloque aí mais cinco anos de trabalho na noite. É só agora, aos 43 anos, depois de 20 de carreira, que Dhi começa a comemorar o lançamento de seu primeiro disco. “Manual da mulher” é a maior prova de que persistir vale a pena.

“Parece lugar comum, mas vou dizer a mesma coisa que disse ao Faustão quando estive no programa dele: eu não deixaria de fazer nada do que fiz. Não mudaria meu caminho. Sempre acreditei que alguma coisa ia acontecer. Eu dizia: ‘Gravando ou não, vou continuar cantando. Desistir, não vou, nunca!’ Sempre foi meu sonho gravar um disco, mas não tinha possibilidade, porque é caro, né? Na volta da Europa, o sonho começou a se solidificar. Eu disse que não ia desistir! Acho que o rapazinho lá de cima ficou com pena da moça”, brinca Dhi.

Produzido pelo mestre (de Zeca Pagodinho) Rildo Hora, “Manual da mulher” confirma as raízes de Dhi Ribeiro, que relembra seus tempos de bebê no Rio interpretando doze faixas assinadas por grandes nomes do samba. Noca da Portela, Serginho Meriti, Jorge Aragão, Luiz Carlos da Vila, Moacyr Luz são alguns deles.

“É uma volta as raízes porque o samba sempre esteve na minha vida, apesar de ter trabalhado com outros estilos também. Faço shows no Rio de vez em quando e a recepção é sempre muito boa. O contato com esses compositores já existia, porque virava e mexia eu recebia músicas para incluir em meu repertório. Fui reunindo o que me interessava e o disco ficou com a minha cara. Quando conversei pela primeira vez com o pessoal da gravadora e perguntaram o que eu achava do Rildo Hora, eu disse: ‘Ã?’ Ele dispensa comentários… independente de ser um ícone da nossa música, ele é maravilhoso! Trabalhou com muito carinho no meu disco”, conta Dhi.

Em “Manual da mulher”, Dhi canta o samba para sambar (“Choro de alegria”), o samba para lamentar (“Arsenal de ilusões”), o samba para comentar (“Doidice”) e o samba para ensinar o homem a saber se relacionar com uma mulher (“Manual da mulher”). Cheia de suingue e simpatia, a cantora acaba de se candidatar ao posto de sucessora de Alcione. Será que ela leva? Ouça “Para uso exclusivo da casa”, repare as gírias e ironias e dê sua opinião:

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Na festa do 3 na Massa no Circo Voador, o show foi das cantoras

domingo, 9 de agosto de 2009

Karine Carvalho e Céu deram um show no palco do Circo Voador, acompanhadas dos pernambucanos do 3 na Massa. Também cantaram com Dengue, Pupilo e cia Thalma de Freitas, Lourdes da Luz e Marina de la Riva. Assista às apresentações mais bacanas da noite deste sábado (08.08.09):

Festival de gafes na entrevista de Jô Soares com os Titãs

sexta-feira, 7 de agosto de 2009
Branco, Tony e Jô / Foto reprodução

Branco, Tony e Jô / Foto reprodução

A entrevista de Jô Soares com os Titãs na noite desta quinta-feira foi uma vergonha. Não sei se Jô não entendeu as perguntas da pauta ou se estas foram realmente mal feitas pela produção que cuida da apuração. O fato é que, independente dessa questão, o apresentador parece que não anda se informando sobre seus convidados. Peguei o programa já começado, então, não posso enumerar as gafes, mas citar aquelas a que assisti.

“Quem está fazendo o vocal? Ele leva vantagem em relação às gruppies, às tietes?”, foi a primeira pergunta dispensável que vi. Putz, será que ele não sabe até hoje que, em 27 anos de carreira, os Titãs sempre alternam-se no microfone???

“Minha amiga Malu Mader dirigiu o documentário que vocês fizeram?”, perguntou Jô. “Não”, respondeu o guitarrista Tony Bellotto, marido da atriz: “Na verdade, ela dirigiu um dos clipes alternativos que fizemos”. “E quem dirigiu o documentário?”, continuou Jô, insistindo em mostrar que não leu jornal nos últimos meses. “Foi o Branco (Mello, vocalista dos Titãs), junto a Oscar Rodrigues Alves”, respondeu Bellotto, sobre “A vida até parece uma festa”, filme lançado no início deste ano e suuuuper resenhado pela crítica. Veja em vídeo (clique no link porque a incorporação não foi liberada no Youtube).

“Jorge Mautner não tocava nesta época…”, declarou Jô quando Bellotto contou sobre os shows organizados por Serginho Groisman no Equipe, colégio no qual uma turma “da pesada” se encontrava no final da década de 70. “Tocava e era um mito pra gente”, respondeu o guitarrista. Em vez de ficar quieto, o que seria o mesmo que assumir não ser íntimo da história do autor de “Maracatu atômico”, o apresentador emendou, fazendo ficar pior o soneto: “Mautner é meu amigo desde os anos sessenta.” Pô, nos anos 70 a amizade já tinha mais de dez anos e ele ainda não sabia que o cara era músico?

Depois de mais alguns nãos – para cada duas perguntas, os músicos, sem graça, tinham que dizer “não, na verdade…” -, Sérgio Britto comentou sobre uma versão que fez da música “La camisa negra”, do colombiano Juanes, para o português. “Quem é Juanes?”, perguntou Jô, que não acompanhou os resultados do Grammy Latino nos últimos oito anos (ele ganhou três troféus em 2001, um em 2002, cinco em 2003, três em 2005 e cinco em 2008). Você, leitor, não é obrigado a conhecer Juanes. Mas o comunicador que tem esse nome em sua pauta deveria dar um pulo no Google antes de começar a programa.

Para encerrar o festival de gafes, o apresentador pegou a ficha para dar as datas dos próximos shows da banda. “Dia tal em João Pessoa. Dia tal em Ceilândia.” Mas foi interrompido por Bellotto. “Opa! Essa daí não é a agenda da Elba Ramalho?”, perguntou o guitarrista, fazendo piada. Isso mesmo, gente… Jô Soares trocou os papéis e por pouco não divulgou datas equivocadas em rede nacional.

Ô, Jô, não custa nada estudar a pauta uma horinha antes de dar início à gravação do programa, né?

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Cidinho e Doca estão ultrapassados. Que lástima!

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

O mais chato da última viagem foi descobrir, através da música, que estou ficando velha. Tinha que ser o funk mesmo! Lá pelas tantas, em uma festa de confraternização do pessoal que passou 15 dias junto, começou a sessão pancadão. Dá pra acreditar que essa turminha de 15 anos de hoje em dia não conhece o “Rap da felicidade” nem o “Rap das armas”? MC Cidinho e Doca estão completamente fora de moda! Que lástima…

Os Imperfeitos farão show na Drinkeria Maldita

quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Clique no flyer para ler as informações sobre o show

Clique no flyer para ler as informações sobre o show

Conheça o som da banda Os Imperfeitos no MySpace.

Conheça o grupo Caraivana, formado por músicos de diferentes estados

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Conferi nesta terça-feira, no Posto 8, Ipanema, o show de apresentação do Caraivana, grupo formado em Caraiva por seis bons instrumentistas de diferentes estados. (Na ordem do vídeo abaixo) Bily Joe (percussão), único de Caraíva, os irmãos de São Paulo Alexandre Lora (pandeiro) e Douglas Lora (violão de 7 cordas), Dudu Maia (bandolim) e Alex Souza (violão), ambos do Distrito Federal, e Fábio Luna (flauta transversa), do Rio de Janeiro, conheceram-se na cidade baiana e passaram a se encontrar nas altas temporadas. Lá, descobriram que tinham como afinidade a paixão pelo samba e pelo choro. Fizeram muitos shows e foram convidados a gravar um disco. A ser lançado em breve pelo selo Delira Música, o álbum trará releituras de clássicos. No show, o sexteto apresentou de Sivuca a Jacob do Bandolim como se estivesse em uma roda de samba de categoria. Abaixo, “Ponteio” em vídeo feito durante apresentação do grupo em São Paulo: