Arquivo de dezembro de 2009

Ingressos para show de Beyoncé no Rio esgotam-se em cinco dias

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

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Foram necessários apenas cinco dias para que os ingressos para o show que Beyoncé fará no Rio de Janeiro em 7 de fevereiro se esgotassem. Postos à venda em 23 de dezembro (última quarta-feira), eles voaram. No dia 28, já não tinha mais nada pra contar a história. É a primeira vez que a cantora se apresenta no país. O show será no HSBC Arena, na Barra da Tijuca. Em São Paulo, já  foram vendidos mais de 50% do total  dos ingressos colocados à venda para o  Estádio do Morumbi. Em Florianópolis,  mais de 30% foram vendidos somente pela internet. As entradas para apresentação de Salvador começaram a ser vendidas nesta quarta (30/12). Veja os preços dos ingressos para o show do Rio (valores inteiros):

Pista Premier: R$ 750
Pista Comum: R$ 400
Cadeira Nível 1: R$ 400
Cadeira Nível 1 com visão Parcial do Palco: R$ 300
Camarotes Avulsos: R$ 500
Cadeira Nível 3: R$ 190
Cadeira Nível 3 com Visão Parcial do Palco: R$ 120

 Da assessoria de imprensa:

“Uma das maiores estrelas pop da atualidade, a cantora norteamericana Beyoncé finalmente se apresentará, pela primeira vez, no Brasil. E os ingressos para sua turnê “I Am…Tour”, um mega espetáculo aclamado pela crítica internacional, que chega ao Brasil em fevereiro, estão atraíndo grande atenção do público. Beyoncé se apresenta em Florianópolis (dia 04 de fevereiro no Parque Planeta), em São Paulo (dia 06 de fevereiro, no Estádio do Morumbi), Rio de Janeiro (dia 07 de fevereiro na HSBC ARENA) e Salvador (dia 10 de fevereiro no Parque de Exposições de Salvador). A vinda da cantora ao Brasil é um esforço conjunto que reúne, em uma única produção, três das principais empresas de entretenimento do país – a Mondo Entretenimento, a Planmusic e a Caco de Telha Entretenimento, que somaram forças para viabilizar as apresentações da artista em 4 capitais.

 Em Salvador e em São Paulo, o público poderá ver, na mesma noite, o encontro de duas grandes artistas: Ivete Sangalo irá dividir a noite com a cantora norteamericana, apresentando também seu show para o público presente. Em Salvador, com público estimado em 50 mil pessoas, esse encontro será o ponto alto do concorrido verão baiano, uma vez que marcará a abertura do carnaval de Salvador, que começa oficialmente na quinta-feira, 11 de fevereiro, um dia após o show.

O show de Beyoncé tem duas horas e meia de duração, uma dezena de bailarinos, uma banda formada só por mulheres (a “Suga Mama”) e um trio vocal (“The Mamas”). O telão é gigante, Beyoncé voa no palco sustentada por cabos de aço, troca de roupa dez vezes – todos os figurinos assinados por Thierry Mugler - canta todos os seus sucessos e ainda relembra, em um medley, os hits do Destiny’s Child. A crítica internacional o considerou um dos melhores shows do ano.”

Após 11 anos em L.A., Allan Fiterman volta ao Brasil por ‘Embarque Imediato’ e ‘Passione’

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Intitulada “O bom filho à casa torna”, a entrevista com o diretor foi publicada na terceira edição da revista de cinema Movie (conheça), que chegou às bancas em dezembro. Aqui, leia a matéria na íntegra.

Allan Fiterman por trás da câmera

Allan Fiterman por trás da câmera

Quando assistiu ao espetáculo musical “Elas por Elas” no teatro, na década de 90, Allan Fiterman não imaginou que passaria 11 anos nos Estados Unidos e muito menos que seria Marília Pêra, a estrela da peça, uma das maiores responsáveis por sua volta ao Brasil. Fiterman deixou o país para estudar cinema, em 1997, e acabou engrenando na carreira em Los Angeles. Junto com o convite para dirigir o longa-metragem “Embarque Imediato”, que chega aos cinemas brasileiros neste dezembro, veio também o desafio: se a atriz não curtisse seu trabalho, o posto seria de outro. Marília não só aprovou Fiterman como diretor como, depois das filmagens, espontaneamente, escreveu uma carta para a TV Globo destacando a qualidade do seu trabalho. O brasileiro arrumou as malas e, no ano passado, veio integrar o núcleo de diretores da novela “Ciranda de Pedra”. No ano que vem, estará por trás das câmeras em “Passione”, próxima novela das oito da emissora.

“Quando o produtor, Marcelo Florião, me chamou para fazer ‘Embarque Imediato’, a Marília já estava associada ao projeto e ela queria conhecer o diretor com quem ia trabalhar. Ela já tinha visto e adorado o curta-metragem que foi meu projeto final da faculdade, ‘Outside the Window’. Convidei-a para fazer uma cena em ‘Leaving the Dream’, o primeiro longa-metragem que dirigi nos Estados Unidos. A empatia foi mútua. Foi ela quem decidiu minha participação no filme brasileiro. Foi isso o que me trouxe de volta ao Brasil”, conta Allan Fiterman.

Allan e Marília nos bastidores

Allan e Marília nos bastidores

“Embarque Imediato” é uma comédia sobre Justina (Marília Pêra), uma supervisora de aeroporto, e Wagner (Jonathan Haagensen), funcionário de uma lanchonete, que arma um esquema para fugir ilegalmente (e sem comprar passagens) do Brasil com a namorada. Ela tem aquela vidinha de quem não acredita mais em sonhos, apesar de o seu sempre ter sido tornar-se cantora. Ele tem o sonho de ter uma vida melhor. Justina pega Wagner no flagra e os dois saem transformados dessa história.

“Tem uma cena engraçada em que os dois cantam em uma churrascaria. É impossível imaginar este filme com outra atriz. Esse papel foi feito pra ela. Fiquei emocionado por tê-la no elenco. Além de ser uma atriz completa, que atua, canta e dança, é super profissional: chega no set pontulamente, pronta, maquiada e com o texto decorado. Nem todos levam a carreira tão a sério assim”, avalia.

As filmagens de “Embarque Imediato”, e consequentemente a convivência com Marília Pêra, duraram cinco meses. Sem dinheiro para terminar o longa, o diretor voltou para os Estados Unidos. Além do filme “Leaving The Dream”, Allan dirigiu o clipe “Mexican Radio”, da banda mexicana Kink, voltou a trabalhar como fotógrafo e diretor de curta-metragens e a dar aulas na New York Film Academy. Em janeiro de 2008, voltou ao Rio de Janeiro contratado pela TV Globo para dirigir a novela de Alcides Nogueira. No mesmo período, saiu o dinheiro para a finalização do longa com Marília Pêra:

Medindo a luz

Medindo a luz

“O filme fala que a vida não leva ninguém a lugar nenhum, a gente é que escolhe onde a vida vai nos levar. Eu queria colocar essa frase no filme, porque tem muito a ver comigo. Saí dos Estados Unidos com um contrato com a TV e ainda saiu o dinheiro do filme… Era um sinal de que eu tinha que largar minha vida lá e voltar para cá. Para completar, nessa mesma época, minha mãe fez tratamento contra um câncer e foi bom poder fazer companhia nos últimos meses dela.”

Nascido e criado em São Paulo, Allan Fiterman começou a fazer teatro de forma amadora. Foi na época da faculdade de publicidade, cursada na Universidade Metodista de São Paulo, que atuou como diretor pela primeira vez. O então estudante era assistente de direção do grupo Carpe Diem., formado na Hebraica. Com a saída do diretor, ele assumiu a turma até que a coordenadora do projeto encontrasse algum outro profissional. Aos 18 anos, Allan foi rápido na conquista do seu espaço.

“A gente estava montando ‘Saltimbancos’ e, quando assumi, mexi em tudo. Fiz mudanças no elenco, incluí coreografias… dirigi o grupo mesmo! Era para ficarmos quatro semanas em cartaz e a temporada durou um ano. Ganhamos prêmios de melhor diretor, espetáculo e iluminação. Ela não teve coragem de chamar outra pessoa para dirigir”, lembra Allan.

Allan entre José Wilker e Marília Pêra

Allan entre José Wilker e Marília Pêra

A família Fiterman se assustou, a princípio, com a escolha de Allan. O irmão fez engenharia e a irmã, direito. O pai trabalha com construção e hotelaria e mãe era professora. Ela até que incentivou o filho do meio a correr atrás do sonho. Mas o seu sonho era tê-lo de volta no Brasil.

“Minha mãe dizia que eu tinha enrolado ela. É que fui para fazer o mestrado em cinema e ia ficar dois ou três anos. A faculdade durou quatro e ainda emendei uma coisa na outra”, conta Allan, que já demonstrava seu dom aos pais desde criança. “Desde pequeno, brincava de teatro em casa. Colocava meus pais no sofá para assistirem à peça. Eu fazia os amigos atuarem. Eu já me via como diretor.”

A realização veio nos Estados Unidos, onde aprendeu a filmar, editar, escrever etc. Para ele, foi seu maior aprendizado:

“Trabalhei na luz, puxei carrinho, tudo! Era um troca-troca de posições que me fez ficar mais forte como cineasta. Aprendi muito fazendo as outras posições. Isso era o que eu buscava e que não tinha nas faculdades do Brasil. Aqui, era tudo muito teórico.”

Diversão no set

Diversão no set

Testando isso e aquilo, acabou fazendo 16 curtas-metragens em 16mm e quatro em 35mm. Dirigiu e fotografou “Leaving The Dream”, mas ficou querendo mais do cinema.

“Fui convidado pelo ator principal (Christian Schoyen), que foi meu aluno na New York Academy e bancou o projeto. Lá, chamamos isso de ‘vanity project’, projeto de vaidade. O roteiro não era bom, mas ele tinha um milhão de dólares e contratou bons atores. Foi uma experiência importante”.

Seu sonho, agora, é rodar um filme seu. Se tudo correr como o planejado, este será produzido depois de “Fio”, longa de Laura Malin que foi convidado a dirigir pelas produtoras Bianca De Fellipes e Juliana de Carvalho.

“Tenho uma história incrível que já está escrita. É sobre dois irmãos gêmeos que são separados quando bebês e crescem em realidades totalmente diferentes. Um dia, reencontram-se e questionam os valores da vida.”

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Lafayette & Os Tremendões lançam CD em show nesta segunda

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

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Cena em que baterista do Strike dá urina para ‘fã’ causa polêmica entre formadores de opinião

sábado, 26 de dezembro de 2009

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Noticiada na semana passado e comentada aqui no GarotaFM, a cena que mostra o baterista da banda Strike preparando um drink à base de urina e oferecendo a uma menina, causou polêmica entre formadores de opinião (leia a notícia). Jornalistas, atores e músicos ficaram revoltados com a atitude de Cadu e toparam participar da “Campanha contra os Imbecis”, proposta pela jornalista que edita este blog. Agradeço pela participação de quem também quer tornar o mundo da música algo bem superior do que isso tudo que estamos vivendo (veja a mini biografia de cada um ao final do post). Antes das declarações, vale abrir parênteses para comentar as mensagens desaforadas que alguns fãs enviaram nos últimos dias:

A garota foi primeiramente apresentada como fã e, depois da polêmica, virou “amiga pessoal” de Cadu. Admiradores do grupo tentam nos convencer de que tudo não passou de uma “brincadeira”. Mas ninguém até agora conseguiu provar que aquilo que estava no copo dado à mocinha não era mijo (peço desculpas pela grosseria, amigos colaboradores deste post). Fora isso, a emenda saiu pior do que o soneto depois que o baterista tentou amenizar o drama em sua página no Twitter: “P acabar c essa polêmica de fan e xixi, eu jamais brincaria c uma fan assim!” / “Então, antes de acreditar em tudo que vc ve na tv, procure saber ao certo antes de sair falando. Bjus e qualquer duvida dos fans,eu to aqui!”. Cadu não percebeu que fez besteira, afinal, se o “Rock Estrada” é um reality show com os bastidores do que rola com uma banda quando ela está na estrada, como ele pode voltar atrás do que os vídeos feitos para o programa (de realidade) mostraram?

Não deixe de conhecer também a campanha “Jogue mijo no Strike”, do site Hornsup 

Às declarações:

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strike_3 Jamari França: “Uma excrescência de banda só podia ter um comportamento desses. Que sirva de lição para os incautos que são fãs deles.”

Gregório Duvivier: “O Strike é uma banda que dá xixi para os fãs beberem e merda para eles ouvirem.”

Zélia Duncan: “Isso foi exibido pelo Multishow ou eu tô sonhando? É o retrato do lado mais podre e pobre do show business, que nada tem a ver com música. Ele não só bebeu a urina também, como mordeu notas de reais, que são igualmente imundas. É o abismo humano mesmo, a queda. Da menina tola que entra no camarim, disposta a qualquer coisa pra fazer parte do que projetou enquanto assistia da plateia e do cara insignificante e detentor desse poder rasteiro que lhe é dado, na medida em que faz um sucesso momentâneo e tudo ali lhe faz jurar que ele seja dono do mundo. Um mundo idiotizado, ignorante e deformado. Essa é parte da juventude de hoje e dos ‘artistas’ que são estimulados por esse tempo em que vivemos a gostarem muito mais do sucesso e de suas artificialidades datadas do que de um trabalho musical propriamente dito. A ignorância é mesmo o mal do mundo. Eles se sentem transgressores, modernos, irreverentes. Não entederam nada. Desconhecem a real transgressão como mostraram Cássia Eller, Renato Russo, Cazuza, Tom Zé, Itamar Assumpção ou Arnaldo Batista, para citarmos alguns. E ele foi covarde, assim como todo grupo de cúmplices, bobos da corte, que serão cuspidos como um bagaço após servirem à mídia dessa forma tão óbvia e histérica. Fico pensando que se ele tivesse dito pra ela o que havia ali, ainda assim, talvez ela bebesse, afinal, antes do segundo gole ela mesma anuncia o ‘veneno’, mas ainda assim, pra ser aceita ali, toma de novo com a boca ainda mais aberta a única coisa que aquele ser pequenininho tem para lhe oferecer: seus dejetos. Cadê o antídoto, galera esperta? É só esse o cardápio de vocês? Com licença, meu estômago tá virado…”

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Jaime Alem: “Infelizmente os fãs dessa gente não ligam a mínima. Devem ter achado ‘bizarro’ o episódio. Aliás, em sua acepção, bizarro é a palavra adequada para a música desses imbecis. Minha sugestão é criar um termo para definir essa turma: menino(a) uniban ou unibanzinhos, em alusão à escola paulista célebre por seus alunos descerebrados.”

Sebastian Notini: “As únicas palavras que vêm na minha mente é que quem está com poder político, familiar ou mesmo psicológico, como no caso da relação artista-fã, nunca pode abusar dessa vantagem. Acho que este triste caso mostra duas pessoas doentes, mas quem é responsável é este baterista, pois ele está na numa vantagem enorme e provavelmente ciente disso.”

Pedro de Luna: “Qual o preço a pagar para ter a chance de entrar no camarim e falar com seu artista favorito? Existem vários caminhos. Ter um amigo na produção, subornar alguém ou argumentar até cansar são alguns deles. Já vi um conhecido empresário do meio musical pegar as flores que decoravam o camarim e entregar para uma famosa cantora como se tivesse comprado o buquê. Mas se um artista oferece xixi ao seu fã, deve ter cocô na cabeça.”

Rodrigo Lemmings: “Isso é o que acontece quando a ‘Indústria Teen’ resolve manipular o rock. Transforma artistas e fãs em fantoches, transgride os limites do bom gosto e a noção de moral e destrói o sentimento poético, político e contestatório que nos fez abraçar o rock cinquenta anos atrás. Há salvação? Enquanto a internet revelar novos ídolos de 20 anos a cada bimestre, não.”

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strike7 Rodrigo Oliveira: “Aprenda: não aceite nada de estranhos e processe se algo assim vazar.”

JPunk: Isso foi uma parada nojenta, uma das coisas mais baixo nível que vi nos últimos tempos!

Totonho: “Tinha que dar nesse cabra, com baquetas de surdo.”

Lívia Cheibub: “Que cara idiota… Nem sei o que dizer… Strike nele!”

Conheça os colaboradores:

- Jamari França é crítico de música especializado em rock desde a década de 80. Além de jornalista, é escritor, tendo publicado o livro “Vamo Batê Lata”, uma biografia dos Paralamas do Sucesso. Clique e conheça o blog Jam Sessions

- Gregório Duvivier é ator que faz plateias rirem há seis anos com a peça “Z.É – Zenas Emprovisadas”. Em 2009, apareceu como promessa do mercado cinematográfico ao protagonizar o filme “Apenas o Fim”. Clique para segui-lo no Twitter

- Zélia Duncan é cantora e compositora. Em 2009, lançou o aclamado CD “Pelo Sabor do Gesto”. Clique para saber mais

- Jaime Alem é arranjador, produtor e diretor musical. É muito conhecido por seu trabalho com Maria Bethânia há mais de 25 anos. Em 2009, lançou so álbum “Dez Cordas do Brasil”. Clique para saber mais

- Sebastian Notini é sueco e toca percussão com Eagle Eye-Cherry e muitos outros artistas. Mora entre Salvador (BA) e Estocolmo. Clique para conhecê-lo melhor

- Pedro de Luna é cartunista, responsável pelas tirinhas do roqueiro BZão, e jornalista, tendo sido editor do Jornal do Rock e do site Sk8. Clique para ver alguns de seus trabalhos

- Rodrigo Lemmings é baixista da banda Playmobille, que no início de 2010 lança seu disco de estreia pela Som Livre. Clique para ler matéria com a banda publicada no site d’O Globo em 2008

- Rodrigo Oliveira é publicitário, com passagens pelas principais agências do país (MPM, Thompson, DM9 etc), e coordena o site Planeta Bodyboard. Clique para conhecer seu site

- JPunk é um dos MCs da banda Nayah, que lançou seu primeiro disco pela gravadora Coqueiro Verde em 2008. Conheça o MySpace do Nayah

- Totonho é cantor e compositor, parceiro de artistas como Zeca Baleiro e interpretado por Rita Ribeiro entre outros. Comanda o grupo Os Cabra e está gravando seu terceiro disco. Clique para conhecer o site de Totonho

- Lívia Cheibub é correspondente da MTV no Rio de Janeiro e diretora do selo Musique. Clique aqui para conhecer o selo

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Jota Quest recebe disco de ouro por ‘La Plata’

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Primeiro álbum do Jota Quest gravado 100% no estúdio que a banda construiu em Belo Horizonte, “La Plata” recebeu elogios da crítica e do público. Sua turnê já passou das 150 apresentações e o CD já ultrapassou as 50 mil cópias vendidas. O Jota Quest vai receber esse disco de ouro no Programa Altas Horas do dia 26 de dezembro.

(Da assessoria de imprensa)

O disco saiu em outubro de 2008. Um mês antes, fui convidada a acompanhar a gravação do clipe “La Plata”, em Belo Horizonte, e me diverti com as trocas de figurinos, as declarações dos músicos e o alto astral da equipe toda envolvida naquele trabalho. Escrevi uma matéria e editei um vídeo para o site de O Globo (está dentro da matéria) e fiz dois vídeos curtos, exclusivos, que disponibilizo aqui embaixo novamente.

Leia matéria publicada em 15/09/2008, no site d’O Globo:

Jota Quest grava clipe de ‘La Plata’; música fala sobre dinheiro e serve de desabafo da banda

Pepeu Gomes será o terceiro Rei Momo ‘magro’ do Carnaval de Salvador

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

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Pepeu Gomes vai ser o Rei Momo do Carnaval de Salvador de 2010 (leia matéria do G1). Ele vai receber a coroa e a chave da cidade das mãos do músico Gerônimo Santana Duarte, que ficou no posto este ano. No ano passado, foi Clarindo Silva quem passou o bastão para Gerônimo. Em 2008, a primeira eleição de um Rei Momo “magro” gerou polêmica na Bahia.

Folha de São Paulo (23/01/2008):

“A juíza Aidê Ouaiss, da 8ª Vara da Fazenda Pública, anulou hoje o concurso para Rei Momo do Carnaval de Salvador deste ano. O comerciante Clarindo Silva, 65, de 1,70 m e apenas 58 kg, havia sido eleito.

Seus concorrentes, que tiveram que fazer um “regime de engorda” para atingir 120 kg, ficaram revoltados com a decisão e invadiram a sede da Emtursa (Empresa de Turismo de Salvador) neste mês para protestar. Depois de muito bate-boca, ameaça e choro, a decisão ficou suspensa.

Agora, de acordo com a magistrada, uma nova eleição para a escolha do Rei Momo deverá ser realizada com todos os candidatos que estavam inscritos “antes de as regras serem mudadas”- ou seja, com o peso sendo determinante.”

Wikipédia:

Rei Momo é um personagem da mitologia grega que se tornou um símbolo do Carnaval.

Historia:

O Rei Momo é considerado o dono do Carnaval, é quem comanda a folia. Possui uma personalidade zombeteira, delirante e sarcástica. Vindo da mitologia grega, ele é filho do sono e da noite, e acabou expulso do Olimpo - morada dos deuses - porque tinha como diversão ridicularizar as outras divindades.

Rei Momo no Rio de Janeiro:

A personificação de Momo é o uso da máscara que ele tira para mostrar seu rosto zombeteiro, possui também, um boneco em uma das mãos que dizem representar a loucura. Além disso, também sacode guizos para animação da folia. Momo é o rei do delírio.

Marcelo Reis, Rei Momo do Carnaval Carioca de 2005.O Carnaval brasileiro tem registros da presença do Rei Momo desde 1933 no Rio de Janeiro. O jornal ‘A Noite’ representou o rei zombeteiro em forma de um boneco de papelão. O boneco desfilou pelo centro da cidade, foi coroado e a partir daí sempre abria o Carnaval do Rio de Janeiro.

O jornal decidiu, depois disso, colocar um rei representado por uma figura humana e elegeram um redator do jornal para ser coroado como Rei Momo. Seu nome era Moraes Cardoso e foi escolhido por ser um homem muito gordo, característica que se tornou marca registrada dos reis que lhe sucederam, até os dias de hoje.

Moraes Cardoso foi coroado como rei do Carnaval por quase 15 anos, de 1934 a 1948. Participou dos desfiles carnavalescos onde era ovacionado com muitas serpentinas e confetes, além de sempre ser cumprimentado com um “Vive le Roi!” (Viva o Rei, em francês), tanto pelos amigos de redação quando pelos foliões. O redator só deixou de participar da folia após seu falecimento. A partir disso, a escolha do rei do Carnaval foi feita por entidades carnavalescas e jornalísticas, porque a presença do rei havia virado tradição entre os foliões. Uma lei estadual de 1968 oficializou a eleição.

Rei Momo hoje:

Hoje existe concurso para a escolha do Rei Momo em vários estados do país. Para participação do certame é preciso ser muito simpático e esbanjar alegria, além de pesar no mínimo 120 quilos. Esta última exigência vem sendo abandonada nos últimos anos, considerando-se os problemas de saúde causados pela obesidade.

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‘Baterista do Strike faz fã beber sua urina’, informou o mundo do rock. Lamentável!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

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strike-bebe-urina2 Meu Deus! O que está acontecendo? Fim de ano é sempre muito corrido e eu, com muitos trabalhos para entregar e muitos shows bons para assistir, acabei deixando passar uma das notícias mais lamentáveis que li na vida. Hoje, quando fui abrir meu e-mail, esbarrei com a manchete do Yahoo e não acreditei. “Baterista do Strike faz fã do grupo beber sua urina”. Cliquei e o colunista Regis Tadeu metia o pau no mais imbecil (eleito-neste-momento-por-mim) baterista que conheci em todos os tempos. Ele atende pelo nome de Cadu (Carlos Eduardo Costa e Silva) e carrega consigo menos de meio neurônio e uma inteligência muito abaixo do normal. Fora o fato de nem ser um cara bonito, que mereça essa atenção toda dessas pobres meninas iludidas pela ideia de que estar perto de seu ídolo é algo maior do que poderia ter sido reservado para elas. Vale ressaltar que o resto da banda compartilhou com a “brincadeira” de péssimo gosto, inclusive uma menina que ele chamou de produtora e que atendia pelo nome de Alice.

Menos raiva e mais informação: leia a notícia

Eu também sou tiete. Sempre fui. Antes de me tornar jornalista, o que facilitou meu acesso a meus ídolos, tinha o hábito de visitar os artistas que curtia no camarim. Tirava foto, pegava autógrafo, conversava. Mas não era boba. Nunca aceitei nada vindo do lado de lá, afinal, sempre fiquei na dúvida se o cara tinha mesmo tanto prazer assim em TER QUE dar atenção aos fãs depois de um show que o deixou exaurido. Fiquei pensando nesse aspecto da tietagem. E também naquele que diz respeito ao caráter do artista. Sim, porque oferecer “mijo” não é só uma molecagem. Para mim, é um ato que determina o desvio de caráter desse sujeito. Meus ídolos nunca foram pegos fazendo algo parecido. E, das histórias que ouvi em minhas entrevistas, nada chegou aos pés dessa. A pior que ouvi foi… certa vez, o vocalista de uma banda de rock me contou que a única sacanagem que fez com fãs foi colocar duas para transar com ele ao mesmo tempo em um banheiro de camarim. Ambas queriam, mas sozinhas, e estavam já saindo no tapa. Para separara a briga e não deixar nenhuma triste, ele colocou como condição que o dividissem. Meio tosco, né? Mas elas não foram enganadas: sabiam exatamente o que estavam topando fazer.

Leia crítica de Regis Tadeu, colunista do Yahoo! Brasil

Eu espero nunca mais ter que citar esta banda em meu blog e muito menos o nome deste cara (escrito aqui para que meus leitores possam lembrar para sempre de fugir do local onde ele estiver). E torço para que o diretor do “Rock Estrada”, do Multishow, que exibiu a cena deprimente, mude o escopo do programa antes que seus filhos, sobrinhos ou qualquer menino que ame aprendam a fazer o mesmo. E que suas filhas, sobrinhas ou qualquer menina que ame  caiam numa cilada como esta.

Assista ao vídeo:

Abaixo, o teaser que soltaram antes da estreia do programa (em 15/12). O vídeo já mostrava que os músicos pouca coisa têm na cabeça… tanto que o baixista (Fábio Perez) foi o responsável por falar (coisa rara em uma formação), o guitarrista (Rodrigo Maciel) errou feio o português (”todas as piração da galera”) e o baterista assumiu ser um idiota (”testosterona fica a mil”). Destaque para a cena dentro do ônibus:

Geraldo Azevedo se emociona com plateia cantando ‘Dia Branco’ no Pauta Funarte

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

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Aclamado pela plateia a cada música que entoava, Geraldo Azevedo encerrou nesta segunda-feira (21/12) a programação do projeto Pauta Funarte 2009, que recebeu desde a semana passada Zélia Duncan e Adriana Calcanhotto na Sala Funarte Sidney Miller. O público mostrou estar com saudade do pernambucano, que há tempos não fazia um show assim, cedinho e para poucos. No repertório, clássicos de sua carreira, como “Dona da Minha Cabeça”, “Canta, Canta”, “Moça Bonita”, “Caravana”, “Táxi Lunar” e “Bicho de Sete Cabeças”.

O ponto alto foi quando Geraldo Azevedo apresentou “Dia Branco”. A plateia cantou tão alto que ele largou o microfone, desceu do palco, deu uma volta pela sala e confessou, depois:

“É o momento mais emocionanete, sempre. Gravei ‘Dia Branco’ em meu primeiro DVD e também foi assim. Acho que vou gravar em todos os DVDs que fizer.”

Durante o show, Geraldo homenageou Luiz Gonzaga (”Foi tudo iniciado pelo grande mestre”) e Jackson do Pandeiro (”Outro mestre, com quem aprendi muito e de quem fiquei amigo”). Disse que na política não pode haver nepotismo, mas na música “poooode” (imitando a Dr. Lorca, personagem de Fabiana Karla em ‘Zorra Total’). E apresentou a banda, que inclui o filho baterista Thiago Azevedo e a filha vocalista Clarisse Azevedo. Para finalizar, brincou com o bis: “Isso faz parte do show, fazer que vai e voltar”.

Veja Geraldo Azevedo em vídeos feitos em uma Cyber-Shot:

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Bandas fazem shows nas ruas da Zona Sul do Rio nesta segunda-feira

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

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Quase tudo deu errado, mas Zélia Duncan segurou a barra e garantiu um ótimo show

domingo, 20 de dezembro de 2009

“Se na minha estreia tivesse acontecido tudo o que aconteceu hoje, eu ia achar que não era para continuar!”

Set list do show

Set list do show

Essa foi a frase que Zélia Duncan soltou ao voltar ao palco da Sala Funarte Sidney Miller, na sexta-feira (18/12), para o bis. Já na primeira música do seu show, “Boas Razões”, houve algum problema com a guitarra de Webster Santos, que foi imediatamente trocada por outra pelo roadie. Logo em seguida, em “Ambição”, uma corda do violão de Zélia arrebentou. Ainda neste número, o som parou, como se tivessem desligado o botão da mesa onde tudo estava plugado. Para não deixar aquele vazio, a plateia cantou os versos da composição de Rita Lee, regravada por Zélia no álbum “Pelo Sabor do Gesto” (veja entrevista da cantora na época do lançamento).

Assim que começou a terceira canção, “Telhados de Paris”, o cabo ligado ao outro violão da cantora deu mau contato e fez a maior barulheira. Zélia levantou as mãos, mas continuou tocando enquanto o roadie tentava resolver o problema.

A primeira música apresentada sem qualquer interferência foi “Se Um Dia Me Quiseres”, parceria de ZD com ZB (Zeca Baleiro). Mas a bruxa estava solta e, quando Zélia tocou “Nem Tudo”, dedicada a Michael Jackson, a corda do seu violão voltou a arrebentar. Sim, do mesmo violão, que neste número estava com um capotraste adaptado (da net: “um prendedor que atua como uma pestana móvel, permitindo que você tire vantagem das cordas soltas em qualquer posição”). Esta foi a última música programada. ZD saiu do palco e voltou fazendo a piada sobre a estreia. Cantou “Catedral”, seu primeiro sucesso, “Mãos Atadas”, que o público pediu, “Toda Vez”, e “Alma”.

Zélia não deixou a peteca cair e, claro, contou com a compreensão e ajuda dos fãs. Mesmo com todos os problemas, não parou de cantar nem fez cara feia. E olha que é difícil para um músico manter o ritmo quando o som está dando um monte de problemas. Já vi Ana Carolina parando show para reclamar do barulho de conversa que vinha da plateia e bandas iniciantes dizendo que não iam tocar se o técnico não ajustasse o retorno. Destaque também para a participação do público da Sala Funarte em “Ambição”, que com certeza deu força para Zélia continuar. Depois de tudo, ela sorriu, abraçou os fãs e, de quebra, pulou no palco (ela mesma!) para pegar o set list do show (na foto) quando perguntei se meu amigo podia levá-lo de recordação.

Leia também: Zélia Duncan abusa da simplicidade e brilha na estreia de ‘Pelo Sabor do Gesto’ em Niterói

Abaixo, vídeos do show feitos com um celular Nokia N73:

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