Arquivo de março de 2010

Teia 2010: Revelando os Brasis através da descentralização da produção

quarta-feira, 31 de março de 2010
Projeção na rede

Projeção na rede

Boi Vidança

Boi Vidança

Realizado em Fortaleza (CE) entre os dias 25 e 31 de março, o Teia 2010 - Tambores Digitais teve como objetivo promover o encontro das culturas de diversos estados do país. Uma parceria da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura - representado pelo Instituto da Cidade - do Ministério da Cultura, do Governo do Ceará e do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (IACC), o evento visa revelar os Brasis através da descentralização da produção. Nesta edição, aconteceu o III Fórum Nacional de Pontos de Cultura, junto com seminários, painéis, debates, exposições, uma feira de economia solidária e apresentações artísticas de todos os tipos.

As atividades tiveram a presença de convidados do Brasil, da África, Europa e América Latina, e com a participação de representantes de 2.500 Pontos de Cultura. Nomes importantes como o ministro da Cultura, Juca Ferreira, e o secretário de Cidadania Cultural, Célio Turino, marcaram presença. A idéia destas discussões é consolidar a Teia como um espaço político e cultural destes Pontos e discutir a gestão compartilhada do Programa Cultura Viva.

Em uma das fotos, uma brincadeira com a palavra “rede”. Duas moças projetam fotografias na rede, mas naquela verdadeira, nas quais as pessoas se deitam para tirar um cochilo. Nas outras, é possível ver imagens do Boi Vidança, grupo folclórico do Ceará.

Bateria do Boi Vidança

Bateria do Boi Vidança

Após o cortejo, o palco

Após o cortejo, o palco

Da internet:

“A Associação Vidança surgiu em 1981, através do trabalho de sua presidente Anália Timbó, professora, bailarina e coreógrafa. Com formação na Escola de Dança Clássica e Neo-Clássica do SESI, voltada para as classes empobrecidas. Em 1979, ela assumiu o trabalho com crianças e adolescentes filhos de operários, e com vinte e seis anos de existência do projeto que busca, através de novas parcerias, cumprir sua meta de formar profissionais desde a infância, proporcionando uma formação em arte, cujo núcleo é a dança e a música. A meta é proporcionar uma educação continuada, capaz de capacitar os educadores que assumem a escola e compõem o corpo de baile do Vidança, a fim de alcançar a sustentabilidade da ação educadora, gerando emprego e renda para a comunidade do bairro Vila Velha, na Barra do Ceará, constituído essencialmente de sub-empregados, ou de desempregados sazonais. Historicamente, são desabrigados que não conseguiram áreas de moradia no bairro Pirambú e ocupam as adjacências do lugar.”

* O GarotaFM viajou a Fortaleza a convite da assessoria de imprensa do Ministério da Cultura. Agradecimentos a Uirá Porã, Mônica Kimura e Sara Correia.

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Oswaldo Montenegro acreditava não ter ritual até ser pego pelo GarotaFM No Camarim

sábado, 27 de março de 2010

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Na segunda edição do programa GarotaFM No Camarim, gravado no último sábado (20/03/2010), no Canecão, durante um show da turnê “Quebra-Cabeça Elétrico”, Oswaldo Montenegro disse que não tem ritual de camarim. O músico justificou dizendo que seu estilo de show é o que se pode chamar de “vira-lata”. Mas o menestrel acabou surpreendido por sua maior parceira, a flautista Madalena Salles, que entregou alguns dos hábitos do músico.

Assista ao vídeo para conferir esse bate papo e para descobrir outras curiosidades sobre o camarim de Oswaldo Montenegro:

Assista também:

Jota Quest abre sua intimidade na estreia da série GarotaFM No Camarim

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Favela Blue apresenta evento multicultural na Lapa com ECT (Eu, Chris e Taís), teatro e cinema

terça-feira, 23 de março de 2010

show-lapa

Música, teatro, cinema e stand up comedy… Favela Blue Apresenta evento multicultural no MOFO da Lapa. Quinta-feira (25/03), a banda Favela Blue será anfitriã do festival que terá diversas manifestações artísticas. Luciana Malcher pretende fazer o público morrer de rir com seus números de improviso. Michel Schettert apresentará três curta-metragens: “Faça seu papel”, “Arrepio” e “Um modo estranho de ser”. As artes cênicas estarão muito bem representada por André Pateta, que levará seu “Projeto 1434 personagens” ao palco. E a música fica por conta das bandas ECT (Eu, Chris e Taís) (veja MySpace) e Favela Blue (veja MySpace).

Rodrigo Sestrem é compositor e multiinstrumentista. Christina Fuscaldo canta e brinca com instrumentos diversos. Taís Salles é cantora, compositora e violonista. Com violão, flauta, vozes e barulhinhos percussivos, eles estão juntos no ECT (Eu, Chris e Taís), percorrendo a música brasileira de forma descontraída. Vão da roça ao rock, passando pelo folk e pelos baticuns dos terreiros. No repertório do primeiro EP, estão o forrock “De repente na cidade” (Taís Salles), a pop “Fênix” (Taís Salles), o folk “Enteléquia” (Felipe Melo e Taís Salles) e a nostálgica “Pra Falar da Bahia” (Rodrigo Sestrem e Taís Salles). Neste show, eles estarão sozinhos, mostrando seu formato acústico.

Formada em 2008, a banda Favela Blue nasceu da iniciativa do guitarrista e compositor Amu. O grupo reúne diversos ritmos brasileiros rearranjados numa estética contemporânea. A ideia é experimentar e “suingar”. Em 2009, com a formação atual, a banda gravou um EP com cinco músicas próprias. Favela Blue é um encontro, um abrasileiramento da música de trabalho americana ou uma universalização da música popular brasileira. A mistura se dá na experiência e no encontro de músicos de diferentes origens: Amu, de Brasília, Marcello Gabbay, do Pará, Bernardo Prata e Pablo Diego do Rio de Janeiro. Favela Blue é música popular, é suingue, é encontro. No Mofo, a Favela Blue vai fazer um show elétrico.

Favela Blue Apresenta Evento multicultural no MOFO da Lapa:  Quinta-feira (25/03), às 21h, no Mofo (Av. Mem de Sá, 94, Lapa - 2221-9851). R$ 10.

Billy Brandão, Mu Chebabi e Toni Platão participam de shows da Palco Astronauta

segunda-feira, 22 de março de 2010

palco-astronauta

A Astronauta Discos apresenta a festa PALCO ASTRONAUTA que, mensalmente, dará uma amostra do que está rolando na cena pop/rock do Brasil. Nesta terça-feira (23/03), no Cinemathèque Música Contemporânea shows com André Barroso & Banda (veja MySpace) - com participação especial de Billy Brandão - e Luciana Pestano (veja MySpace) - com participação de Mu Chebabi, Toni Platão e Daniela Procópio. Na pista, comanda as carrapetas o DJ Rivera (residente), que recebe como convidados os DJ Polly (Sex Tape) e Ze Octavio (Blax).

Palco Astronauta: Terça (23/03), às 21h, no Cinematheque Música Contemporânea (Rua Voluntários da Pátria, 53, Botafogo - 2579.6736). R$ 20 ou R$ 15 na lista amiga (http://listaamiga.com/palcoastronauta/239-nova-temporada-no-cinematheque).

Divulgada foto de Sandy para encarte de seu primeiro CD solo

segunda-feira, 22 de março de 2010
Paschoal Rodriguez / Divulgação

Paschoal Rodriguez / Divulgação

A expectativa era grande: o que Sandy afinal ia fazer sem Júnior? A resposta veio dois anos depois do encerramento dos  trabalhos com o irmão. O primeiro CD solo da filha de Xororó sai em maio. Autoral e com faixas inéditas, o álbum terá a participação especial da cantora inglesa Nerina Pallot em uma das 13 músicas. O primeiro single deve chegar às rádios e na internet em abril. Para quem está curioso sobre o visual que Sandy adotou para esta nova fase, aí está uma foto do ensaio que fez para o encarte. O fotógrafo escolhido foi Paschoal Rodriguez. A maquiagem ficou a cargo de Henrique Mello e produção de moda é de Picida Gonçalves. O projeto gráfico está nas mãos de Samuel Leite, também responsável pela direção de arte do site oficial da cantora e de todas as redes sociais oficiais do projeto na internet.

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O ‘Tchudjo beim?’ e o ‘Tá bom?’ do Franz Ferdinand

sábado, 20 de março de 2010

Passar por um palco brasileiro e não arriscar um “Obrigado!” todo torto é quase um crime para qualquer artista gringo. O Franz Ferdinand foi além no show que apresentou nesta sexta-feira (19/03), na Fundição Progresso. Além do agradecimento clássico, tentou travar papos com a plateia outras vezes, como quando perguntou se estava tudo bem: “Tchudjo beim?”. Ou quando quis saber se a galera estava curtindo o som: “Tá bom?” Ufa! Uma frase bem pronunciada… Foi divertido rir da “desgraça” alheia. E uma coisa não dá para negar: a banda foi extremamente simpática com os fãs, que cantaram TODAS as músicas junto, do início ao fim.

Veja trechos do show nos vídeos abaixo:

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Oswaldo Montenegro homenageia o rock nordestino no show que traz ao Rio

sexta-feira, 19 de março de 2010
Oswaldo Montenegro por Marcelo Dischinger

Oswaldo Montenegro por Marcelo Dischinger

Depois de passar por Porto Alegre, São Paulo e outras cidades do Brasil, Oswaldo Montenegro traz ao Rio o show da turnê de seu novo DVD, intitulado “Quebra-Cabeça Elétrico”. Sexta e sábado (19 e 20 de março), o cantor e compositor explora o rock nordestino no palco do Canecão. Esse é o mote do último trabalho do menestrel, gravado no ano passado, no Citibank Hall (SP).

Em seu novo DVD, o artista mistura guitarra elétrica com música popular brasileira, o que o leva de volta ao início de sua carreira: vale lembrar que Oswaldo nasceu em Minas Gerais, onde ouviu muita seresta e música barroca, e cresceu em Brasília, onde o rock se encontrava com a música nordestina.

“A banda pesada me remete à adolescência em Brasília, época em que o Nordeste nos circundava e o rock’n'roll nos reunia nas garagens. Cantei autores que considero companheiros de geração e que jamais havia interpretado. Das minhas canções, escolhi aquelas que compus e que ainda gosto de tocar”, diz Oswaldo.

O espetáculo é dividido em duas partes. Na primeira, Oswaldo Montenegro homenageia compositores brasileiros que admira e com os quais dividiu palcos ao longo de sua carreira: de Alceu Valença, o artista interpreta “Agalopado”, “Na Primeira Manhã” e “A Moça e o Povo”; de Belchior, “À Palo Seco” e “Na Hora do Almoço”. Montenegro toca e canta Chico Buarque em “Geni e o Zepelim” e “Deus Lhe Pague”, Caetano Veloso em “Muito Romântico” e Paulinho da Viola em “Sinal Fechado”. O menestrel não deixou de fora seus grandes parceiros Mongol e José Alexandre, interpretando “Não Diga Num Blues”. “Vapor Barato” (Wally Salomão e Jards Macalé), “Pavão Mysteriozo” (Ednardo), “Canalha” (Walter Franco) e “Quebra Cabeça” (Paulinho Soares e Marcello Silva) também estão no roteiro. Sucessos como “Lua e Flor”, “A Lista”, “Bandolins”, “Metade” e “Vamos Celebrar” também ganham leituras neste show.

Oswaldo Montenegro: Sex e sáb (19 e 20/03), às 22h, no Canecão (Avenida Venceslau Brás, 215, Botafogo - 2105-2000). R$ 60 a R$ 200.

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Erasmo Carlos faz show no Morro da Urca

sexta-feira, 19 de março de 2010

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Sai o CD com a trilha do espetáculo ‘Marias Brasilianas’

quinta-feira, 18 de março de 2010

show_marias_brasilianas

“Marias Brasilianas: a arte do fio revela de maneira poética, o processo de criação de fiandeiras, tecelãs, rendeiras e bordadeiras brasileiras. Durante 60 minutos, através de 16 cenas, o espetáculo apresenta a arte de transformar o algodão em fio, o fio em tecido, renda e bordado - ofícios-milenares femininos, entremeados às histórias de vida e aos contextos sociais e culturais das mulheres artistas de várias regiões do Brasil. Temperado pela intertextualidade das palavras, imagens, gestos, coreografias e composições musicais originais, executadas pelos jovens artistas da Cia Cirandeira, Marias Brasilianas: arte do fio trança narrativas que desvelam nossos vários Brasis pelas mãos de arteiras (parteiras) do fio de muitas meadas.”

Fonte: Escola Portátil de Música

Pedro Luís comemora os dez anos do projeto Monobloco

terça-feira, 16 de março de 2010

Pedro Luís e o Monobloco / Guito Moreto

Pedro Luís e o Monobloco / Guito Moreto

Matéria publicada na revista Rolling Stone de fevereiro de 2010 (clique aqui).

RÁPIDAS COM… Pedro Luís

Líder do grupo A Parede comemora os dez anos do Monobloco e o sucesso da carreira e do casamento com Roberta Sá

Por Christina Fuscaldo

Monobloco oficina e Monobloco show

“O Monobloco começou em 2000 como uma oficina de percussão ministrada pelos integrantes do Pedro Luís e A Parede (Plap). A função era e é até hoje fazer leigos tocarem percussão. Tanto que não temos samba enredo anual como os blocos comuns tem. Só que foi se desdobrando. Criamos o Monobloco Show, para não ser o trabalho principal de ninguém. O mais importante é o repertório, de música brasileira com instrumentos de bateria de escola de samba. Esse tratamento é a grande jogada. O esquema do jogo não importa e também não importa o time. Hoje, temos mais de 30 músicos na equipe, que faz cerca de dez shows por mês… em casamento, em feira agropecuária, em chopada de calouros universitários e em casas de shows.”

 10 anos de Monobloco em DVD

“Estamos lançando o segundo DVD e terceiro CD. O primeiro disco foi de estúdio e o segundo saiu em 2005 junto com um DVD. O novo, ‘Monobloco 10’, foi gravado na Fundição Progresso em outubro, para comemorar esses dez anos de história. Colocamos no repertório ‘Santa Clara Clareou’, de Jorge Ben, um medley com ‘Você’ e ‘Gostava Tanto de Você’, de Tim Maia, ‘Girassol’, do Cidade Negra, e ‘Pescador de Ilusões’, d’O Rappa, que virou sucesso nas festas do Monobloco. O show abre com um medley com ‘Isso Aqui Tá Bom Demais’, de Dominguinhos, ‘Frevo Mulher’, de Zé Ramalho, e ‘Pagode Russo’, de Luiz Gonzaga. O Monobloco é uma banda de baile, com repertório variado, que tem instrumentos de samba a serviço da música brasileira. Tentamos sempre apresentar alguma novidade para a garotada que tem preconceito de ouvir velha guarda. Temos orgulho de, depois de dez anos, além de formarmos novos instrumentistas, termos visto muitos outros blocos se inspirarem no Monobloco.”

 Pedro Luís e A Parede

“A Plap existe como banda há 16 anos por causa da determinação de quatro parceiros (Mário Moura, CA Ferrari, Sidon Silva e Celso Alvim) que formaram uma família. A gente coordena e conceitua tudo juntos. A Plap começou por acaso. Eles já tocavam comigo em trabalhos anteriores. Um dia, Michel Melamed me convidou para fazer um show dançante no evento CEP 20000. Combinei com os músicos um formato portátil: todo mundo com o instrumento pendurado para poder interagir com a plateia. Falei que aquilo seria como uma parede sonora. O nome ficou e, no terceiro show, fomos contratados por uma gravadora. Fomos atropelados pelo Monobloco durante um período, mas, no ano passado, lançamos ‘Samba Enredo’, disco que nos deu muita alegria.”

 Roberta Sá

“Fiz a pesquisa de repertório de ‘Que Belo Estranho Dia Pra Se Ter Alegria’ e compus a música que dá nome ao primeiro disco dela, ‘Braseiro’. Foi ali que conheci a Roberta. Temos várias parcerias, inclusive a matrimonial. Por admiração mútua, a gente gosta de opinar e de receber a opinião do outro. Ela é uma pessoa criteriosa e que tem bom gosto, além de ser uma cantora excelente.”

Outros projetos

“Compus o tema do filme ‘Praça Saens Pena’, por eu ser tijucano. Fiz também a direção musical do espetáculo escrito por Fernanda Torres, ‘Deus é Química’. E, com a Roberta Sá, viajei com uma turnê em homenagem a Carmen Miranda. Sou um inferno para a firma porque faço muita coisa ao mesmo tempo.”

 Rio de Janeiro

“As mazelas… eu sempre prestei atenção nisso. Não foi esse fato lamentável e trágico, a morte por assassinato da minha irmã em 2000, que passei a ver. Minha música sempre teve um espaço para isso. Sempre fez parte. Sou aquele compositor que me acho escritor também. Sou cronista, sou urbano, falo do dia a dia. Minha irmã era cantora amadora, trabalhou em produção com a gente e virou produtora do Monobloco. Infelizmente, ela foi uma vítima da violência do Brasil.”

 5 dicas de blocos do Rio de Janeiro por Pedro Luís

1) Céu na Terra: “Revisita clássicos do cancioneiro carnavalesco, com um instrumental de alto nível, fazendo dois belíssimos passeios por Santa Teresa durante as folias de Momo, um deles no bondinho!!!”

2) Empolga às 9: “Bloco da mesma família do Monobloco, que agracia os foliões com repertório variado e puxadoras femininas. Sempre que posso desfilo com eles.”

3) Mulheres de Chico: “Um coletivo feminino que homenageia o maior compositor brasileiro da atualidade, Chico Buarque, com competência e criatividade.”

4) Suvaco do Cristo: “O mais importante da Zona Sul do Rio, pelo papel de ter sido um dos pioneiros na revitalização do carnaval de rua e por seus enredos de humor refinado. Tive o prazer de desfilar alguns anos com eles entupindo a Rua Pacheco Leão, no Jardim Botânico, de alegria e bom humor.”

5) Cordão da Bola Preta: “O mais tradicional de todos os blocos. Sempre encantador. É peça fundamental para quem conhecer de verdade o carnaval de rua carioca.”

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