Arquivo de junho de 2010

Assista a trechos de show que George Israel apresentou no Rio

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Como este site também é feito de colaborações, aí estão os vídeos feitos por Cristina Melo durante um show de George Israel no Clube Caiçaras, no Rio. O que mais chamou atenção dela foi a participação do filho do saxofonista do Kid Abelha, Leonardo, de 11 anos, na bateria. Confira!

Clique aqui para ler entrevista de George Israel à revista Rolling Stone sobre o disco ‘Parcerias com Cazuza’, que ele acaba de lançar

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Titãs regrava música para novela ‘Tititi’ com produção de Rick Bonadio

terça-feira, 29 de junho de 2010

Os Titãs voltaram ao estúdio Midas com uma missão especial. O grupo paulistano regravou a música “Go Back” para a trilha sonora da novela “Tititi”, da rede Globo. Com produção de Rick Bonadio, a faixa ganhou uma parte da letra em espanhol enquanto a outra se mantém em português. A nova versão de “Go Back” será vendida digital e fisicamente pela Midas Music, novo selo de Bonadio, em todos os canais de venda legal de música.

(Da assessoria de imprensa)

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Orquestra Sinfônica Brasileira abre concurso para preenchimento de vagas

domingo, 27 de junho de 2010

A mais tradicional orquestra brasileira, no ano em que completa sete décadas de atividades, abre concurso para preencher vagas e ampliar seu corpo orquestral. São 14 vagas (veja a relação completa abaixo). As audições estarão acontecendo no Rio, de 2 a 5 de agosto, em local ainda não definido, no Rio de Janeiro.

Os salários vão de R$ 6.166 a R$ 7.766 (detalhes no edital), com perspectivas de reajuste ainda  este ano.

As inscrições podem ser feitas até 28 de julho pelo e-mail concurso@osb.com.br.  Os candidatos deverão fazer um depósito-caução identificado de R$ 100, valor que será devolvido por ocasião da sua audição. Caso o candidato não compareça no dia e horário marcados, a quantia não será restituída. A confirmação de inscrição também será feita via e-mail até 29 de julho. Informações sobre repertório, datas das audições e detalhes sobre as vagas podem ser consultadas em www.osb.com.br/concurso2010. O download da ficha de inscrição também pode ser feito através do mesmo site.

As vagas são*:

Violinos

Concertino Primeiros Violinos – Categoria I (1 vaga)

Primeiros Violinos – Tutti (2 vagas)

Solista – Segundos violinos – Categoria I (1 vaga)

Concertino Segundos Violinos – Categoria III (2 vagas)

Violas

Solista – Categoria I (1 vaga)

Concertino – Categoria III (2 vagas)

Violoncelos

Concertino – Categoria III (1 vaga)

Clarineta

Solista – Categoria I (1 vaga)

Trompete

3º e 1º Trompetes – Categoria II (1 vaga)

Trombone

Solista – Categoria I (1 vaga)

Piano

Solista – Categoria I (1 vaga)

* A OSB reserva-se o direito de não preencher o total de posições oferecidas.

A Orquestra Sinfônica Brasileira é mantida pela Vale e pela Prefeitura do Rio de janeiro com apoio do BNDES.  Mais informações sobre a Orquestra Sinfônica Brasileira: www.osb.com.br

(Da assessoria de imprensa)

Tema de Marcos Nimrichter vira programa no Canal Brasil: ‘Querência’ será exibido em junho

quinta-feira, 24 de junho de 2010

marcos-nimrichterApresentador da nova temporada do Estúdio 66, programa que reestreia em agosto no Canal Brasil, o pianista e acordeonista Marcos Nimrichter está trabalhando a pleno vapor: “Toquei recentemente com a banda Ouro Negro, no Lincoln Center, em Nova York, e participei do novo CD do guitarrista Victor Biglione, ‘Tangos Tropicais’, produzido pelo Nelson Motta, com canções brasileiras interpretadas com ar portenho. Esse disco vai ser lançado nas próximas semanas pela Biscoito Fino. Além disso, vou rodar o Brasil em julho e agosto com a turnê do Afrosambajazz, que revisita a música de Baden Powell”, enumera o músico.

E se você pensa que tudo isso é muito, ainda tem mais: Marcos Nimrichter foi convidado para fazer a trilha sonora do programa Sangue Latino, que está na grade do Canal Brasil desde maio último. Compôs livremente temas como “Neptune”, “Caminhoá” e “Mergulhadores” (este em parceria com Mauro Senise), entre outras, todas de estalo. A série de entrevistas comandadas pelo jornalista Eric Nepomuceno seria pontuada com improvisos em cima das imagens de importantes personalidades da América Latina, mas uma performance de Chico Buarque ao piano inspirou a produção a modificar o projeto.

“A ideia inicial era que todas as músicas fossem compostas na hora, sem associação prévia com as imagens já gravadas. Porém, durante a entrevista que havia sido feita com Chico, o próprio sentou-se ao piano que herdou da avó e dedilhou algumas notas de ‘Clair de Lune’, de Debussy, e da ‘Valsa do Adeus’, de Chopin. Isso motivou o Felipe (filho de Eric) Nepomuceno a perguntar se eu poderia tocar essas músicas também”, rebobina. Peças clássicas como “Sonata ao Luar”, de Beethoven, e “Cenas Infantis”, de Schumann, foram acrescentadas aos improvisos do piano de Marcos Nimrichter.

O que não estava no script era que uma composição dele se destacaria a ponto de ganhar vida própria: “Querência” virou um programa especial. Produzido pela Urca Filmes, com direção de Felipe Nepomuceno, fotografia de Breno Cunha e som de Duda Mello, Querência será exibido pelo Canal Brasil no dia 27 de junho de 2010, às 21h, com reprise na segunda, 28, às 16h30. “Imagens oníricas feitas para o Sangue Latino foram misturadas às imagens captadas durante as gravações, em câmeras de alta resolução. O resultado é uma surpreendente combinação de música, poesia, cinema e fotografia”, adianta o músico. O especial será lançado, em breve, nos formatos DVD e Blu-ray.

(Da assessoria de imprensa)

Skank grava novo CD/DVD/Blu-Ray ‘Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão’

domingo, 20 de junho de 2010
Samuel Rosa por Washington Possato

Samuel Rosa por Washington Possato

O dia 19 de junho certamente ficará na memória de cada um dos 50 mil fãs do Skank, que lotaram o estádio do Mineirão para assistir ao show de gravação do mais novo projeto da banda, o CD, DVD e Blu-Ray “Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão”. No show, que teve três horas de duração, a banda registrou ao todo 21 músicas, além do BIS. A maior parte delas vai integrar um especial de TV, que será exibido pelo Multishow no final de setembro desse ano, pouco antes do lançamento comercial do projeto, uma parceria da banda com a Sony Music e o canal Multishow.
 
Samuel Rosa (voz e guitarra), Henrique Portugal (teclados), Haroldo Ferretti (bateria) e Lelo Zaneti (baixo) comandaram uma grande festa, que também contou com a participação especial da cantora Negra Li, fazendo um dueto com Samuel na música “Ainda gosto dela”, parceria do cantor com Nando Reis, que integra o repertório do álbum “Estandarte” (2008).
 
No show, o Skank apresentou, em primeira mão, duas novas músicas: o reggae “De repente” e o rock “Presença”, frutos da parceria de Samuel Rosa e Nando Reis, que foram muito bem recebidas pelo público, que compareceu em peso ao Gigante da Pampulha.
 
Para o repertório, também foram escaladas “Vou deixar” (Samuel Rosa / Chico Amaral), do CD Cosmotron (2003), e “Sutilmente” (Samuel Rosa/ Nando Reis), do disco Estandarte. Também não faltaram alguns dos grandes sucessos do Skank, como “É uma partida de futebol” (Samuel Rosa/Nando Reis), “Acima do sol” (Samuel Rosa/Chico Amaral), “Resposta” (Samuel Rosa/Nando Reis), dentre outros, eleitos pelos fãs numa enquete promovida pela banda em seu site oficial (www.skank.com.br).
 
O registro das imagens show, dirigido por Oscar Rodrigues Alves, foi todo gravado com equipamento de alta definição e reuniu o que há de melhor em termos de tecnologia. O diretor utilizou ao todo 14 câmeras de alta definição, sendo três micro câmeras e uma super grua de 25m. O registro do áudio do projeto foi assinado por Dudu Marote, que já produziu três álbuns do Skank: “Calango” (1994), “O Samba Poconé” (1996) e “Estandarte” (2008).
 
O cenário, assinado por Marcos Sachs, criou uma atmosfera inspirada no marcante estilo arquitetônico do Mineirão, criado em setembro de 1965. No palco, mais de 300 tubos de led (estruturas tubulares de led), que fizeram a animação de luz. A iluminação ficou a cargo o premiado Césio Lima, que também assinou o projeto de luz do show “Carrossel”.
 
O show “Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão” também marcou a despedida do estádio, que agora será fechado para reformas para a Copa do Mundo de 2014. Não houve venda de ingressos. As entradas foram distribuídas através de ações sociais, com a troca de um quilo de alimento não perecível, além de promoções de empresas patrocinadoras.
 
O evento contou com o patrocínio da Coca-Cola, Vivo, Nokia, Sony, Vilma Alimentos, Governo de Minas Gerais e Prefeitura de Belo Horizonte, além do apoio promocional da TV Globo Minas, Multishow, Jornal Estado de Minas, Portal UAI, Revista Hit e Revista Ragga.
 
Além da emoção de se apresentar em sua terra natal, o Skank também comemora a indicação em cinco das doze categorias do 17º Prêmio Multishow de Música Brasileira: Melhor Grupo, Melhor Música (“Sutilmente”) e Melhor Clipe (“Noites de um Verão Qualquer”). Samuel Rosa também disputa na categoria de Melhor Cantor e o baterista Haroldo Ferretti como Melhor Instrumentista. A segunda fase da votação começou dia 15 de junho e os internautas podem votar através do site www.multishow.com.br

(Da assessoria de imprensa) 

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Depois de se dar bem no ‘Ídolos’, Diego Moraes lança o CD/DVD ‘Meus Ídolos’ no Teatro Rival

quinta-feira, 17 de junho de 2010

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Diego Moraes chegou à grande final da última edição do programa “Ídolos”, da TV Record, interpretando sucessos de artistas que sempre admirou. Nada mais justo que homenageá-los colocando essas canções em um CD/DVD. Lançado pela EMI, o primeiro trabalho discográfico do cantor de 24 anos já está nas lojas, com Cartola (“As Rosas Não Falam”), Chico Buarque (“Partido Alto”), Gilberto Gil (“Punk da Periferia”) e muito mais. Ah, mas você quer conferir de perto? Então, programe-se, pois o bem-sucedido participante do programa sairá de Campinas para levar o repertório de “Meus Ídolos” ao palco do Teatro Rival nesta sexta e no sábado (18 e 19/06).

Abaixo, um bate papo com o novo… ídolo.

GarotaFM: Qual é a sensação de lançar o primeiro disco?

Diego Moraes: Tô muito feliz! Para qualquer artista, principalmente aqui no Brasil, é tão difícil você conseguir espaço no mercado e já sair com o primeiro trtabalho lançado por uma gravadora… Bacana que é EMI, uma multinacional! Esou saindo com um CD e um DVD… É mais do que um sonho realizado.

GFM: Quando entrou no programa, você imaginou que lançaria um disco?

DM: Quando você está no programa, não pensa em nada. Vivíamos confinados. Não sabia se a galera aqui gostava ou odiava meu trabalho. Quando saí e vi que a galera entendeu o barulho, fiquei feliz. Sabia que um dia ia gravar um disco, mas não imaginei que faria isso com tantos privilégios.

GFM: Mas você tinha ideia de que o público estava curtindo seu trabalho, né?

DM: Eu sabia por causa dos votos. Se fiquei até a final, não foi minha mãe que gastou mais de cem mil reais em ligações. Como não poso dizer sobre a mãe dos outros, essa era a única hipótese: a de que o público estava gostando. 

GFM: O que você apresentou no programa e o que gravou neste álbum é sua verdade musical?

DM: Acho que, quando você tem uma essência resistente, tanto musical quanto de ser humano, em qualquer lugar a verdade prevalece. Quando você tem objetivo, acho que as coisas caminham. Eu nunca cantei algo que nunca tivesse ouvido e curtido. Sempre escolhi canções que eu realmente gostasse porque não teria nexo eu cantar algo que fosse programado para agradar as pessoas. Fugiria do meu princípio, que é a verdade. Antes de tudo, a ideia é homenagear as pessoas que sempre curti, que sempre estiveram no meu som. O Diego musical é uma mistura de tudo isso. No próximo disco, deve aparecer um Diego mais autoral.

GFM: E como é o Diego autoral?

DM: O Diego autoral é autobiográfico. Não consigo escrever sobre coisas que não sinto. Admiro quem consegue escrever o que as outras pessoas sentem. Eu sou babaca mesmo, talvez eu goste de ficar pelado.

GFM: De onde veio sua influência musical?

DM: Minha mãe tem uma extensão vocal que nunca vi numa mulher. Meu pai também tinha noções musicais e eu sempre vi ele fazendo segunda voz d eum jeito que dava para ver que era nato. Minha avó tocava sanfona, um tio já gravou vinil… Minha mãe gosta de MPB. Meu pai já faleceu, mas o negócio dele era o sertanejo. Era para eu ser um Zezé Di Camargo, mas um disco que mudou minha vida foi um do Ray Charles.

GFM: E o que vai acontecer no Rival esta semana?

DM: Vou lançar o disco no Rival, no Rio, uma terra que me abraçou muito. Eu tenho uma receptividade no Rio que talvez num tenha em Campinas. Gosto muito daí. Fiz um show no Rival já e lotou, o que me deixou muito feliz. Tive participação da Taïs Reganelli e da Paula Lima. Tenho bons amigos aí. Desta vez, vai ter participação da Taïs, que éuma amiga de Campinas, e da Beyoncé do Pará (conheça). Brincadeira, hein? Ninguém merece!

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Acompanhada de Marcos Suzano, Katia B recebe Jam da Silva e Cecília Spyer em show no Leblon

terça-feira, 15 de junho de 2010

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Rodrigo Maranhão lança ‘Passageiro’, cuida (bem) do Bangalafumenga e compõe para Roberta Sá e Maria Gadú

domingo, 13 de junho de 2010
Rodrigo Maranhão por Washington Possato

Rodrigo Maranhão por Washington Possato

Um dos compositores mais requisitados da música carioca de hoje em dia, Rodrigo Maranhão acaba de lançar o álbum “Passageiro” pela gravadora Universal. É o segundo de sua carreira solo, à parte do Bangalafumenga, que continua mais na ativa do que nunca, fazendo muitos carnavais cariocas (na e fora da época).

Lançado em 2007, “Bordado” foi aclamado pela crítica e pelas cantoras brasileiras, que sempre acabam tirando uma casquinha das músicas de Rodrigo (“Caminho das Águas” foi gravada por Maria Rita e “Samba de Um Minuto”, por Roberta Sá). Em “Passageiro”, ele passeia por ritmos nordestinos, traz uma parceria com Pedro Luís (“Valsa Lisérgica”), e conta com as participações de Siba, com sua rabeca na faixa-título, e do português Antonio Zambujo, em “Quase um Fado”. Para as cantoras estão guardadas as músicas que lhe são de direito.

Veja o que Rodrigo Maranhão diz sobre ‘Passageiro’:

GarotaFM: Por que demorou tanto a lançar o segundo disco, já que sua estreia solo foi tão bem recebida?

Rodrigo Maranhão: No meio, produzi e gravei um disco com o Bangalafumenga, que também foi muito bem recebido. Em ‘Bordado’, fui Revelação e Melhor Cantor de Música Regional no Prêmio Tim. No ano seguinte, ganhamos com o Banga na categoria Melhor Banda de Pop-rock. É isso mesmo… Cantor Regional Revelação da Melhor Banda de Pop-rock!!! Além de tudo, dei uma oficina com mais de cento e cinqüenta alunos de percussão durante o ano. Bom, acho que já deu pra entender…

GFM: O que você fez por sua carreira solo durante este período?

RM: Quando terminei de lançar o ‘Bordado’, me dediquei de corpo e alma ao disco do Banga.

GFM: O que aconteceu com o Bangalafumenga depois que você deu a largada na carreira solo?

RM: Continuou crescendo. Mas cresce na rua, de carnaval em carnaval.

GFM: Quais são os projetos do grupo e os seus para 2010?

RM: É o ano de lançar ‘Passageiro’ e pré-produzir o próximo do Banga. Já estamos trabalhando nele.

GFM: As composições que estão nesse novo disco são novíssimas ou algumas só estavam aguardando oportunidade de serem mostradas?

RM: Metade do disco é de novíssimas, outras que não entraram no ‘Bordado’ por algum motivo e canções antigas que encaixaram no repertório.

GFM: Como foi o processo de produção desse disco? Parcerias, amigos envolvidos, muitos ombros…?

RM: Amigos sempre, os antigos e os novos. Muita força da minha mulher, que esperou o término das gravações pra trazer ao mundo o Francisco, meu segundo filho, irmão do Joaquim. A parceria com o Zé Nogueira, o som que o Duda tirou no estúdio, o pão com manteiga e o cafezinho no intervalo, todos os músicos… Confesso que não foi difícil de gravar o disco com tanta gente boa por perto.

GFM:  E como vai sua vida de compositor?  

RM: O António Zambujo gravou duas e a Roberta me pediu pra guardar uma canção. Fiz uma pra Maria Gadú, mas ainda não mandei. Vida de compositor é fazer canção, elas acabam achando seu próprio caminho.

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Hyldon lança primeiro DVD e comemora os 35 anos do álbum ‘Na Rua, na Chuva, na Fazenda’ em show no dia dos Namorados

sexta-feira, 11 de junho de 2010
Hyldon por André Wainer

Hyldon por André Wainer

Em uma apresentação especialíssima, que também comemora os 35 anos do cultuado álbum “Na Rua, na Chuva, na Fazenda”, o cantor e compositor Hyldon lança seu primeiro CD e DVD, “Ao Vivo”, em uma noite repleta de participações especiais. Neste sábado (12/06), dia dos Namorados, o artista receberá nos palcos do Canecão amigos e parceiros, como o funkeiro Mr Catra, em uma inusitada interpretação de “Velho Camarada”, e o Rei do Samba Soul Bebeto. No repertório, estarão hits que marcaram época, como “As Dores do Mundo”, “Na Sombra de uma Árvore”, “Acontecimento”, “Vamos Passear de Bicicleta?”, entre outros, além de clássicos românticos dos parceiros Tim Maia e Cassiano, como “Primavera”, “A Lua e Eu”, “Eu Amo Você” e “Coleção”. Hyldon também contará com uma “super banda”, a “Brasil Samba Soul”, que se apresentará ao lado do artista.

Gravado em maio de 2009, durante uma temporada de shows no Cinemathèque, no Rio de Janeiro, o CD/DVD “Hyldon Ao Vivo” é um registro definitivo da carreira do autor do clássico “Na Rua, Na Chuva, Na Fazenda”. Além do próprio Mr Catra, as apresentações tiveram participação de Michael Sullivan, Serjão Loroza, Carlos Dafé, Marechal, Mc Gil e da filha de Hyldon, Yasmin.

Show de Lançamento do CD/DVD “Hyldon – Ao Vivo”: sábado (12/06), às 20h, no Canecão (Av. Venceslau Brás, 215, Botafogo – Tel: 2105-2000). R$ 60 a R$ 200.

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Conheça melhor Gaby Amarantos, a Beyoncé do Pará, que fará participação no show da Orquestra Imperial no Rio

quinta-feira, 10 de junho de 2010

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Você conhece GabyAmarantos? E Beyoncé do Pará? Com certeza algum desses nomes já passou por alguma página do seu jornal ou pela tela da sua televisão. E, se ficou curioso(a) para ver de perto, ensaie bem a coreografia porque nesta sexta-feira (11/06) ela vai passar também por um palco carioca. O fenômeno do tecnobrega vai participar do tradicional Baile de Dia dos Namorados da Orquestra Imperial, no Circo Voador. E não se preocupe, pois ela vai cantar “Tô solteira”, sua versão para “Single Ladies”, sucesso da cantora que inspirou seu apelido.

Confira o papo do GarotaFM com Gaby Amarantos (ou Beyoncé do Pará):

GarotaFM: Você diz que veio da MPB. Quanto tempo ficou tentando a sorte até estourar como cantora de tecnobrega?

Gaby Amarantos: Foi tudo por acaso… sempre que eu estava em minhas funções mpbistas, incluía em meu repertório um bloco de flash-brega (os bregas antigos), além dos bregas de sucesso na época. Me deparava com a empolgação da plateia. As pessoas rapidamente passavam de meros expectadores a “dançarinos” de primeira. Logo ousei em experimentar a mistura do brega com batidas eletrônicas. E colou mesmo! Com a minha banda Tecno Show, me transformei na referência do movimento tecnomelody, o  “filho” do tecnobrega que nos dias de hoje é pouco produzido, pois agora o tecnomelody domina o pedaço. Passei uns sete anos pra estourar tentando de tudo. Fiz bailes de formatura, cantei em grupo de carimbó (ritmo tradicional paraense), em banda de rock, axé e até fui “puxadora” de escola de samba. Só não cantei pontos de macumba (ainda… hahaha). Com o trabalho do tecnomelody, me tornei conhecida pela inovação em ter criado uma batida eletrônica autenticamente brasileira. Com isso, já fui procurada por repórteres de varios países como EUA, Japão, Peru, México e parte da Europa, sem contar com os documentários made in Brasil.

GFM: Quem eram seus ídolos quando começou a cantar?

GA: Eu nasci no Jurunas, um bairro periférico de Belém, onde se ouve tudo. Cresci em contato com diversos ritmos musicais e, por isso, reverencio meu querido bairro de origem por todas as influências que me trouxe, dentre elas Ella Fitzgerald, Billie Holiday, Elza Soares, Leny Andrade, Fafá de Belém, Clara Nunes, Adoniran Barbosa, Elis Regina, Boy George, Roxette, Renato Russo, Zé Ramalho, Balão Mágico, as escolas de samba do Rio e do Pará… 

GFM: Como começou a cantar e quando decidiu que ia ser cantora?

GA: Começei a cantar em um concurso de calouros na Paróquia de Santa Teresinha, no bairro do Jurunas, por incentivo de um amigo chamado Zé Henrique. Eu comandava um grupo de jovens que virou minha torcida me ajudando a vencer o concurso. O prêmio era uma caixa de bombons Garoto e tinha prometido distribuir bombom pra todos caso vencesse. Virou uma bagunça: ganhei o premio, distribuí, não deu pra todo mundo, rasgaram a caixa… enfim, foi bem divertido. Na mesma noite fui convidada pra cantar no ministério de música da igreja, onde apareci e passei a ganhar um público nas missas. Por conta disso acabei despertando a atroz inveja de meu coordenador na época, que gentilmente me convidou a  sair do grupo. Fiquei arrasada. Fui afogar as mágoas tomando sorvete em uma mesa de bar com meus parceiros de bagunça quando me surpreendi com o convite para uma pequena canja dos músicos do local, Cleber Viana e John Kleber. Entrei em transe e escolhi Marisa Monte e Bethânia. É lógico que na saideira mandei uns breguinhas e o povo danou-se a dançar. Nessa o Clebinho me convidou pra formarmos um trio: assim surge o “Chibamtes”, minha primeira banda. Foi o Pai Eterno que traçou meu caminho, pois eu não tinha pretensão de cantar e se não fosse expulsa do grupo musical da igreja, nunca seria Gaby Amarantos. Acho que meu “coordenador” deve se arrepender tanto!!! Adoro…

GFM:  Você sempre fez isso da vida ou chegou a tentar outra profissão?

GA:  Eu queria ser professora de Geopolítica pois era apaixonada pela aula de minha professora Edna Ramos. Queria ser como ela, mas não passei na prova do vestibular. Daí fiz teatro, fui coreógrafa, vendi bolo e chope geladinho, dei aulas particulares para alunos do primário, mas meu único emprego de carteira assinada foi como atendente de telemarketing, onde eu fazia um sucesso por ter uma voz grave. Tinha clientes que ligavam querendo me induzir ao tele-sexo. Eu me divertia com as abordagens. Nos intervalos atendia os pedidos musicais dos colegas à capela, quando viamos já tava em clima de festa! Que saudade.

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GFM: Como, quando e onde surgiu esse apelido Beyoncé do Pará?

GA: Minha banda (Tecno Show) foi convidada a participar do Recbeat, um festival de música alternativa de Recife que ocorre em pleno carnaval. Foi, sem dúvida, um dos melhores shows que já fiz na vida. Eu pensei que o público fosse pequeno e, ao entrar em ação, me deparei com o idealizador do festival, Gutti, eufórico com um público de aproximadamente 30 mil pessoas, para uma média esperada de cinco mil. Eu já tô acostumada com a multidão por vir de um segmento popular do Pará, mas participar de um festival meio rock moderno é diferente. Me apresentei de maiô preto e cantei a versão de “Single Ladies” de Beyoncé onde no tecnomelody virou “Tô Solteira”. O povo gritava em couro “Beyoncé, Beyoncé” e, na empolgação, comecei a fazer a dancinha da Diva. Daí o batismo em nome do povo que estava no Recbeat. No dia seguinte, vários jornais do Brasil publicaram “Gaby vive seu dia de Beyoncé”, “Diva Gay do Pará arrebenta em Recife”, me dando oportunidade de mostrar meu trabalho em um dos programas mais desejados pelos artistas brasileiros, “Domingão do Faustão”, por iniciativa do roteirista Cleodon Coelho, que viu a apresentação. E, desde então, vieram outros convites: Ana Maria Braga,  Ana Hickmann, Sônia Abrão, André Marques no Video Show… entrevistas sem parar. Não tô pra brincadeira!

GFM: Você tinha a Beyoncé como exemplo? E as outras cantoras que inspiram suas versões?

GA: Sim, pois pra mim ela é uma das mulheres mais lindas do mundo. Eu tenho total consciência que essa comparação é carinho do povo por mim. Me sinto lisongeadíssima e adoro brincar de fazer versões:  desde Lady Gaga, Madonna, Cyndi Lauper, Roxette, Cher e outras!

GFM: Você é compositora. Qual é a diferença, para você, entre fazer uma música própria e uma versão?

GA: Adoro essa pergunta pois é minha chance de dizer para as pessoas: “eu sou compositora”. Já fui premiada e tenho músicas gravadas por outros artistas, mas sempre fiz versão por gostar da brincadeira, principalmente a pedido dos fãs . Inclusive a Som Livre está lançando um DVD que apresenta pro Brasil a cena tecnomelody, no qual canto uma de  minhas composições, “Eu vou pro Vetron”,  fora jingles e musicas para aparelhagens sonoras e grupos folclóricos. Compus samba enredo, galope, musica gospel, várias paródias, canções para campanhas de conscientização social, trilhas para filmes, desenhos animados, músicas infantins e fora as que eu esqueço. Acontece gente! Mas tive a grande felicidade em ser conhecida no Brasil com a versão da “Bey”.

GFM: Você tem quatro discos lançados, certo? E essas versões… elas entram em algum disco ou ficam só nos palcos?

GA: Sim, tenho quatro trabalhos lançados, entretanto só incluo versões nos discos que distribuo em shows, pois sei que não podem ser comercializados sem prévia autorização. Eu também edito minhas músicas e sou registrada, tenho até minha carteira de compositora, sou da AMAR (Associação de Mísicos e arranjadores).

GFM: O que você vai levar ao palco do Circo Voador esta semana?

GA: Cantar com a Orquestra Imperial é um dos momentos mágicos que tenho na vida pois diverte ambos. Posso ver no rosto dos meninos da orquestra a satisfação em dividir palco comigo. E para mim é uma honra estar com eles. Nós temos set musical meio que “improvi-saiando” devido a participações anteriores. É sempre eletrizante e “Tô solteira” está afiadíssima. 

GFM: Por onde você tem passado e onde ainda deseja cantar (no Brasil e/ou fora)?

GA: Costumo dizer que sou privilegiada por tantas oportunidades maravilhosas que surgem na minha vida. Sou uma artista do povo, pois canto em eventos para um grande número de pessoas como aniversários de cidades, feiras agropecuárias, fui eleita musa Gay do Pará, transitando em varios eventos para o publico LGBT, participo de shows de MPB com amigos que fiz no início da carreira, canto em festas religiosas  por ter sido de movimento jovem ou seja: vou do Bordel a luxuosos teatros e aindo sou a única artista do meu segmento a transitar no público alternativo e moderno. Dividi palco com Catarina Dee Jhá, La Pupuña, Pio Lobato, Bonde do Rolé, Mombojó, Orquestra Imperial,Lia Sofia e outros queridos! Pensando no mercado internacional, estou trabalhando em um novo CD para o publico do exterior. E deixa a música me levar por esse Brasil a fora.

GFM: O que mudou na sua vida? Soube que se mudou para São Paulo… o que mais?

GA: Depois do programa do Fausto me firmei em São Paulo, ganhei várias oportunidades em outras regiões do país, o que me impediu de estar com a permanência em Belém. Tenho um filho de 1 ano e 3 meses que mora lá e me deixa com saudades, mas em Sampa estou tendo uma grande oportunidade com a parceria da BIS produções: a execução do CD internacional com faixas produzidas por Carlos Eduardo Miranda, Kassin, Bernas Ceppas, Cyz Zamorano e participações de Catarina Dee Jhá, Nina Becker, Thalma de Freitas, Daniel Peixoto, além de outros colegas. Terei um novo show com a direção de Cleodon Coelho. Enfim, tô ralando muito nessa nova fase e adorando o aprendizado. Sei que ainda tenho muitos caminhos a percorrer mas sinto-me preparada para ir adiante. Que venha o sucesso! Mas venha forte que eu sou do Norte!  Hahahaha!

Veja Gaby Beyoncé no Faustão:

 

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