Na semana em que Erasmo Carlos ganhou o Prêmio da Música Brasileira pelo disco “Rock’n'Roll”, o mais novo colaborador do GarotaFM, Serjão Allaúde, estreia sua coluna, “Curiosidades do Allaúde”, com uma história muito interessante sobre o Tremendão. Mas, neste caso, ele está falando do amplificador que leva o nome que virou apelido de Erasmo. É isso aí. Existiu um equipamento chamado Tremendão. Leia abaixo:
Curiosidades do Allaúde: TREMENDÃO
Para entender um pouco mais dessa estória, voltemos à segunda metade dos anos 60, quando os músicos brasileiros não tinham acesso a amplificadores de qualidade profissional, e havia uma extrema dificuldade de importar equipamento desse quilate. Surge aí uma iniciativa pioneira da Giannini : desenvolver equipamentos no mesmo nível dos melhores importados daquela época, contratando mão-de-obra especializada e montando uma fábrica somente para a produção de eletrônicos. Um dos primeiros produtos a ser lançado foi o Tremendão, que logo chegou às mãos dos melhores músicos da época. Daí para estar presente em quase todos os melhores palcos do país foi um pulo. O começo do Rock’n’roll no Brasil, o movimento Jovem Guarda, o Tropicalismo.
FONTE : audiolist.org
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Chris, o Tremendão era o sonho de consumo das bandas dos anos 60/70. Nas minhas bandas eu usava um Phelpa e também um Ipame porque tremendão era caro pra cacete. A bandas “grandes” de Niterói, como Lobos, Corsários, Trogloditas e outras, tinham Tremendões para as guitarras e o Thunder Sound para baixo. Isso sem falar do True Reveber. Os tres da Gianinni. A melhor bateria era a Pinguim. Gostei do que você escreveu sobre esse herói dos velhos tempos, o nosso Marshall.
Moro em MG, sou do Rio de Janeiro, e morei muitos anos em Niterói, na jovem guarda (1966-1967) toquei como guitarrista na banda Os Brasas de Niterói, ensaiávamos na rua Tupinambás 104, bairro São Francisco, casa do baterista da banda Felipe (meu primo), que tinha também o Luiz Antonio como guitarrista-solo. Visitando este site, verifiquei o comentário do Luiz Antonio postado em 17/08/2010 sobre as bandas de Niterói daquela época. É VOCE LUIZ ANTONIO? SE FOR, ENTRE EM CONTATO PELO MEU E-MAIL provenzano@netwise.com.br para relembrarmos aqueles bons tempos!!!
Na época eu tinha o True Reverb da Gianini.
Você está falando sobre Luiz Antonio Mello? É ele mesmo! Mandei uma mensagem para ele com seu contato.
Abraços e obrigada pela visita.
Christina Fuscaldo
Olá Cristina, não me recordo do sobrenome dele, mas se ele tocou na banda Os Brasas, então é ele mesmo. ESTE REENCONTRO É UM MOMENTO HISTÓRICO! Ficarei aguardando o contato dele. Grato por sua atenção. Abraços!
Que saudade!!! Tocava na igreja e sempre sonhávamos em adquirir um.Quando a direção da igreja autorizou a compra fiquei quase um mês sem dormir só pensando na chegada deste tremendo aparelho.Parabéns ao blog pela lembrança de um importante produto, que só deixou saudade.
Olá pessoal!
Realmente o som cristalino de um tremendão não deixa nada a desejar, se compararmos com os valvulados atuais. Lembro o dia em que comprei um tremendão zerado numa loja para a igreja que frequentava. Foi uma festa!
Consegui comprar no ano passado um TREMENDÃO SL e um THUNDER SOUND, todos originais. Recuperei os dois e agora tenho essas relíquias em minhas mãos!
A galera da igreja só quer saber de tocar nos meus tremendões.
Meu filho dispensou seu BERING de 30O rms E SÓ QUER SABER do meu valvulado.
Todo mundo gosta desse som cristalino que mexeu com nossas cabeças naquela época de ouro.