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Votação para o VMB está aberta! NXZero e Restart são as líderes em indicações

terça-feira, 20 de julho de 2010

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Da assessoria de imprensa:

A votação para o VMB 2010 já está aberta! No total, são 16 categorias relacionadas a música, internet e games nas quais a audiência poderá votar através da internet ou celular. São elas: Artista do Ano, Clipe do Ano, Show do Ano, Hit do Ano, Revelação, Aposta, Aposta Internacional, Rock, Pop, MPB, Rap, Música Eletrônica, Artista Internacional, Webstar, Webhit e Game. Entre as novas categorias, o destaque é para Webstar, que pretende eleger a mais influente personalidade da internet.

Leia também: NXZero e Restart são as líderes em indicações, cada banda com cinco categorias

A MTV desenvolveu uma nova ferramenta de votação – o Votorama – para facilitar e incrementar os votos esse ano. Quem acessar o www.vmb.com.br poderá assistir aos vídeos que concorrem em algumas categorias. A expectativa é superar os 10 milhões de votos do VMB 2009.

O VMB 2010 acontece dia 16 de setembro, às 22 horas, no Credicard Hall, em São Paulo, com apresentação do VJ Marcelo Adnet. A premiação será transmitida ao vivo pela MTV Brasil e pelo Portal MTV.

Conheça os indicados:

ARTISTA DO ANO
Otto
Fresno
Restart
Nx Zero
Sandy
Pitty
Mallu Magalhães
Capital Inicial
Skank
Arnaldo Antunes

CLIPE DO ANO
Skank – Noites De Um Verão Qualquer
Mombojó – Pa Pa Pa
Nx Zero – Só Rezo
Mallu Magalhães – Shine Yellow
Marcelo D2 (c/ Zuzuca Poderosa e DJ Nuts) – Meu Tambor
Capital Inicial – Depois Da Meia-Noite
Vespas Mandarinas – Sem Nome
Diogo Nogueira – Tô Fazendo a Minha Parte
Restart – Recomeçar
Cine – A Usurpadora

SHOW DO ANO
Otto
Pitty
Arnaldo Antunes
Capital Inicial
Nx Zero

HIT DO ANO
Restart – Levo Comigo
Nx Zero – Só Rezo
Skank – Noites De Um Verão Qualquer
Sandy – Pés Cansados
Pitty – Fracasso

REVELAÇÃO
Restart
Hori
Hevo 84
Replace
Karina Buhr

APOSTA
Flora Matos
The Name
Apanhador Só
Unidade Imaginária
Thiago Petit

APOSTA INTERNACIONAL
Janelle Monáe
Darwin Deez
School of Seven Bells
Big K.R.I.T.
Toro y Moi

ROCK
Pitty
Capital Inicial
Glória
Nx Zero
Strike

POP
Mallu Magalhães
Sandy
Fresno
Lulu Santos
Restart

MPB
Otto
Diogo Nogueira
Céu
Cidadão Instigado
Lucas Santtana

RAP
Kamau
Ogi
Rincon Sapiência
Lurdez da Luz
MV Bill

MÚSICA ELETRÔNICA
Gui Boratto
Killer On The Dancefloor
Zemaria
Database
Boss in Drama

ARTISTA INTERNACIONAL
Paramore
Black Eyed Peas
Green Day
Justin Bieber
Tokio Hotel
Jay-Z
Ke$ha
Katy Perry
Lady Gaga
Beyoncé

WEBSTAR
PC Siqueira
Felipe Neto
Mystery Guitar Man
Katylene
O Criador

WEBHIT
Cala Boca Galvão - Save Galvão Birds Campaign
Justin Biba - Paródia Justin Bieber (Música Baby)
Puta Falta de Sacanagem
Zeca Camargo bocejando no Fantástico (06/06/2010)
Dunga em Um Dia de Fúria!

GAME
God Of War III
Super Mario Galaxy 2
Batman Arkham Asylum
Red Dead Redemption
Call of Duty: Modern Warfare 2

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Lucas Silveira estreia solo como Beeshop e diz que Fresno continua em primeiro plano

domingo, 16 de maio de 2010

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Acalmem-se, fãs do Fresno. Lucas Silveira  não abandonou a banda, fez plástica no rosto e assumiu outra personalidade. O vocalista apenas desovou no álbum “The Rise And Fall of Beeshop” músicas que vinha compondo e que não tinham a ver com o trabalho que faz com Vavo, Bell e Tavares. Em sua estreia solo, ele quer ser chamado de Beeshop, em homenagem a um personagem de HQ que inventou em 2005. 

“Ele é como se fosse um alter-ego meu. Um alter-ego fanfarrão, que canta como se estivesse no chuveiro”, explica Lucas.

Beeshop promete shows de lançamento; Lucas Silveira diz que o Fresno continua em primeiro plano.  A seguir, depois da entrevista que deu ao GarotaFM, cenas do próximo capítulo.

“As datas de imprensa e shows meus estão sempre sujeitas à agenda da Fresno”, afirma Lucas.

GarotaFM: Normalmente, o artista espera a banda entrar de “férias” para tocar seu projeto solo. Você fez diferente. Como coordenou estar em dois projetos ao mesmo tempo?

Beeshop: No Brasil não tem esse papo de férias, não! Gravei esse disco nos poucos dias livres que tive nos meses de novembro e dezembro do ano passado. Foi como um hobby. É a coisa que eu mais gosto de fazer, escrever, gravar, produzir. Foi ótimo, inclusive para esvaziar um pouco cabeça. O lançamento do disco coincidiu propositalmente com umas pequenas férias de 10 dias que a Fresno tirou. Sou viciado em trabalho.

GFM: O que te levou a essas composições? Inspiração que não cabia no Fresno?

B: Não foi uma coisa muito ponderada. Eu tô sempre fazendo música. Tem coisas que eu percebo desde o começo que não têm nada a ver com a Fresno. Eu vou desviando essas coisas para outras bandas, outros projetos. O Beeshop é mais um desses projetos, e o mais conhecido deles. No Beeshop eu uso diferentes ferramentas de composição, e a produção também é diferente. É algo displicente, mas muito ambicioso. Na Fresno, a gente discute as coisas. A gente tem o compromisso de ser uma grande banda de rock no Brasil. Isso acarreta uma porção de concessões, de coisas que a gente decide em grupo. No Beeshop, eu não fiz concessões a ninguém. É uma coisa “egoísticamente” minha. É saudável, pois assim eu exerço melhor a minha função dentro do grupo. Aprendi muito com o processo.

GFM: Como foi gravar “quase” todos os instrumentos? O que você não toca  no disco e na vida?

B: É uma coisa a qual eu estou bastante acostumado. Assim como muita gente, eu tenho um pequeno estúdio em casa, dentro do qual eu gravo muitas coisas. Muitas demos da Fresno foram inteiramente gravadas por mim. Dessa forma, eu peguei certa experiência com instrumentos que não são violão e guitarra. Ano passado estudei profundamente o piano, para me aprimorar, e principalmente porque estava embasbacado pelo trabalho do Freddie Mercury como frontman e compositor. Eu até toco um pouco de bateria, mas preferi deixar isso pro Tavares e pro Bell, meus companheiros de Fresno. Eles entendem o que eu quero, além de tocarem mil vezes melhor que eu. O violino em “Rockstars & Cigarettes” é do Amon Lima, da família Lima. E ainda tem um naipe de metais, em “Lovers Are In Trouble”.

GFM: Por que compor em inglês? Qual é a sua relação com a língua?

B: Eu sempre gostei do idioma, desde que me entendo por gente. Desde que uma amiga da minha mãe me ensinou o “one, two, three”, eu não parei mais. Sempre fucei muito em dicionários, e tentava escrever as coisas na língua bretã. Mas eu costumo dizer que eu aprendi inglês mesmo foi assistindo Friends e tentando descobrir o que diziam as letras das músicas que eu gostava. Escrever músicas em inglês também é uma coisa que eu sempre fiz, desde que comecei a tocar em bandas. O Beeshop, nesse caso, é um canal para o qual eu destino toda essa produção, não importando muito o estilo das composições.

GFM: Quais foram suas maiores inspirações para este projeto?

B: No ato da composição, nem tenho muito como dizer com precisão. No entanto, os arranjos deixam bem claro que eu tenho ouvido muito Beatles e Queen para fazer algumas músicas. Noutras, há respingos de Weezer, Dashboard Confessional, e até coisas como Erasure e Joy Division, coisas que herdei dos meus irmãos mais velhos, nos anos 80. Não procurei colocar nenhum filtro e deixei a coisa acontecer no estúdio. O que as músicas pediam, eu colocava. Por isso é que o disco tem uma sonoridade tão ampla e as músicas são tão diferentes entre si.

GFM: Você pensa em seguir só com sua carreira solo?

B: Não.

GFM: Como fica a Fresno neste momento?

B: Em primeiro plano, sempre. As datas de imprensa e shows estão sempre sujeitas à agenda da Fresno. Dessa forma, eu posso dar ao Beeshop o tamanho que eu consigo suportar. Se fosse meu plano A, com certeza estaria trabalhando nisso com afinco duas vezes maior. Mas tenho feito alguns shows, respondido uma porção de entrevistas, algumas coisas em rádio em TV, mas eu sempre trato isso como um projeto paralelo alternativo ao Fresno.

GFM: O que significa lançar este disco para você?

B: Uma realização pessoal sem tamanho, além da oportunidade de mostrar para o grande público uma faceta da minha inspiração, da minha música, que fica obscurecida dentro da Fresno. A gente pode e deve mostrar do que é capaz. Eu ouço praticamente todo tipo de música e também gosto de escrever coisas diferentes, mais fora do lugar-comum do pop rock e do rock.

GFM: Qual seria um próximo projeto ideal para você? Sobrou material ou tem algo guardado?

B: Provavelmente eu faça um novo álbum do Beeshop. Tenho outras músicas, nessa mesma linha. Mas o plano agora é fazer esses shows de lançamento no maior número de cidades que eu conseguir. A Fresno também lança disco no meio do ano, e isso deve me ocupar gravemente pelos próximos oito meses. Mas tenho muita coisa guardada, muitos b-sides. Inclusive músicas em português que foram “escanteadas” na Fresno, mas que eu toco nos shows do Beeshop e público gosta bastante.

GFM: O que vai acontecer agora: você pretende fazer shows solo?

 B: Sim. Alguns shows, em dias alternativos, lugares alternativos. Montei uma banda, chamada The Little Dogfeet. Eles me acompanham nessa empreitada.

GFM: Por que e de onde vem Beeshop?

B: Beeshop é um personagem que eu inventei, ali por 2005. Eu desenhava umas tirinhas e postava no meu antigo fotolog. O nome do rapaz era Sethela, mas depois eu o batizei de Beeshop. Ele é como se fosse um alter-ego meu. Um alter-ego fanfarrão, que canta como se estivesse no chuveiro.

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Festival leva Fresno, Hevo 84, Cine, Stevens, Hori, Gloria e Control Z ao Rio

sábado, 30 de janeiro de 2010
Banda Fresno / Reprodução

Banda Fresno / Reprodução

Imagine ver Fresno, Hevo 84, Cine, Stevens, Hori, Gloria e Control Z na mesma noite? Isso não é um sonho impossível, meninas. Os grupos sobem ao palco do Citibank Hall neste sábado para shows no Twitter Festival. O evento tem como objetivo reunir na mesma noite nomes novos do cenário musical brasileiro. Entre um show e outro, DJs não deixam a música parar.
 
Fresno é uma banda de emocore formada em Porto Alegre, em 1999. Eles fizeram sucesso primeiro na internet. O  álbum de estreia foi lançado em 2003. Seus membros são Lucas Silveira (vocal, guitarra e teclado), Gustavo Mantovani (guitarra), Rodrigo Tavares (baixo) e Bell Ruschell (bateria).
 
Formada em São Paulo, em 2000, a Strike tem Cassio, Leo Costela, Alan, Tiaguito e Shura em sua formação. A banda possui um guestbook com mais de oito anos de existência, e mais de 22 mil mensagens. Uma de suas canções já foi tema de abertura da telenovela adolescente Malhação. Esta foi aquela banda que deu xixi para uma suporta fã (ou amiga, sei lá) beber (
clique aqui e lembre o caso). 

A Banda Cine surgiu, em São Paulo, em 2007, e lançou seu primeiro disco em 2009. O videoclipe de “Garota Radical” já alcançou mais de 3,5 milhões de visualizações no Youtube. A página oficial da Banda no Myspace, foi a mais acessada da rede no ano passado.  Clique aqui para conhecer melhor a banda

A  Hori começou em 2005 influenciada pelo som dos grupos Blink 182, Yelowcard, Simple Plan, Charlie Brown Jr, CPM 22 e outros. É formada por Fiuk no vocal e guitarra, Xande na bateria, Alex no baixo, e Cleiton na guitarra. Fiuk é filho do cantor, compositor e ator Fábio Jr. A canção “Quem Eu Sou” é tema da atual temporada de Malhação, na Rede Globo.
 

Banda Cine / Reprodução

Banda Cine / Reprodução

Control Z é o nome da banda de Bernardo Paes no vocal e violões, André Neiva no baixo e vocais, Márcio Carvalho na guitarra, Fausto Villanova nos teclados, Bruno Sgarbi nas guitarras e vocais e Arthur Galvão na Bateria. Formada em 2003, lançou o primeiro disco em 2008. 
 
A Hevo 84 toca pop rock, hardcore e emocore. Surgiu em Paranaguá, litoral do Paraná, em 2005, e usa a internet como o principal meio de divulgação de sua música. O clipe “A Vida é Minha” foi visto por mais de 1 milhão de pessoas no YouTube. Atualmente prepara o lançamento do CD “HEVO84″.
 
A Stevens lançou seu primeiro CD em 2009, com produção de André Jung, ex-baterista do Ira. Adam, Ricco, Keko e Luca. O primeiro grande show da banda foi em São Paulo, no final de 2008, ao lado de Marcelo D2. A música “Parecia Estar” entrou na programação das principais rádios do Brasil. Em outubro lançaram uma campanha via Twitter para que os fãs os ajudassem a criar o roteiro de seu novo clipe.
 
 
A banda paulista Gloria, formada em 2002, mistura o peso do metal com um toque melódico. Mi (voz) Elliot (guitarra/voz) Peres (guitarra) João (baixo) e Fil (bateria) levaram o título, em 2006, a melhor banda nacional independente segundo o site Zonapunk.
 
Twitter Festival: sábado (30/01), às 17h, no Citibank Hall – Shopping Via Parque (Av. Ayrton Senna, 3000, Barra da Tijuca – 0300-7896846). R$ 50 a R$ 180.

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