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‘No camarim, eu sinto sono’, diz Zélia Duncan no GarotaFM No Camarim

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

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Zélia Duncan não é muito “boa de cama” quando está em casa. Em compensação, naquele lugarzinho reservado especialmente para ela se ajeitar antes dos shows… Calma, gente! Estamos falando de SONO! Na quarta edição do GarotaFM No Camarim, a cantora contou que é só começar a se maquiar que dá aquela vontade de cochilar. Zélia fala ainda que gosta de se concentrar, de levar seu violão e aquecer a voz e de ter opções de figurino. Ela teoriza:

“Camarim desperta algumas fantasias na cabeça das pessoas porque são esses minutos ou essas horas antes de você entrar no palco.”

Assista ao vídeo para saber outras curiosidades sobre o camarim de Zélia Duncan:

GarotaFM No Camarim: Teresa Cristina gostaria de ouvir The Cure enquanto se arruma

Oswaldo Montenegro acreditava não ter ritual até ser pego pelo GarotaFM No Camarim

Jota Quest abre sua intimidade na estreia da série GarotaFM No Camarim

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Leo Morel lança livro sobre o impacto da inovação tecnológica na música: ‘Muita gente chorou e virou saudosista’

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Matéria publicada no siteda Megazine (O Globo) em 01/09/2010

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RIO - Até o surgimento do disco de vinil, a única forma possível de se ouvir música era se aproximando daquele que sabia ler partitura e tinha um instrumento. Com a bolacha transformando faixas em bem de consumo, a sociedade passou a enxergar a música de outra forma. Processo semelhante aconteceu quando apareceu o mp3 e, com ele, as trocas de informação pela web. Muito já se falou sobre isso, mas pouco se ouviu dos músicos, ou melhor, daqueles que realmente (sobre)vivem desse comércio. São pontos de vista desses “operário” que Leo Morel colocou em “Música e Tecnologia”, sua dissertação de conclusão do curso de pós-graduação que acaba de ser lançado como livro pela editora Azougue.

- O livro fala sobre o impacto da inovação tecnológica e as mudanças na maneira de se produzir, distribuir e consumir música. Esse universo virou de cabeça pra baixo, e muita gente sentou, chorou e virou saudosista. Procurei ouvir gente que trabalha, que procurou se adaptar, para saber quais estratégias essas pessoas estão usando para sobreviver - conta.

Durante os estudos para a dissertação, a busca de Leo foi por diferentes pontos de vista. Para isso, entrevistou pessoas que atuam em nichos específicos. Ele foi de Forfun, banda que ganhou força após divulgar sua música na rede, a Geraldo Azevedo, artista que começou sua carreira na época dos discos de vinil. Uma das maiores surpresas foi descobrir que o pernambucano foi dono do primeiro estúdio a ter tecnologia digital da América Latina, o Discovery.

01_mvg_morel21- Ele sempre esteve antenado. Também falei com Leoni que começou a tocar com o Kid Abelha nos anos oitenta e, hoje, comanda uma carreira solo de forma independente. Entrevistei Jay Vaquer, que ainda está tentando firmar seu nome no mercado. Quis ouvir também um instrumentista, porque esse é o artista que tira seu sustento dos shows que faz acompanhando grandes nomes. Falei com João Viana, baterista que trabalha com o pai, Djavan, e já tocou com Cássia Eller e Nando Reis. Também conversei com produtores e jornalistas, como Sérgio Cabral - diz.

Baterista e percussionista - que tem em seu currículo o trabalho com a banda Reverse e hoje acompanha diversos blocos de carnaval do Rio (Empolga às 9, Monobloco, Quizomba e Bloco Cru) - Morel concluiu que não tem como prever o futuro. Para o integrante da banda Unidade Imaginária, uma das cinco indicadas ao prêmio Aposta MTV do VMB 2010, o lado bom é que tudo ficou mais acessível:

- Acabou aquele mundo que a gente conhecia, de discos, gravadoras, lojas de discos e rádios. E ele não volta mais. Percebi também uma quebra do controle do processo produtivo. Se antigamente as gravadoras tinham controle desse processo, agora é o próprio artista que toca sua carreira. Tudo ficou mais possível graças à inovação tecnológica.

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Primeiro show do Jota Quest na Argentina dá a largada para nova fase da banda: plano de carreira inclui um disco em espanhol

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Matéria publicada no site da Megazine em 30/08/2010

Christina Fuscaldo*

Jota Quest no Roxy Club / Lluis Miras

Jota Quest no Roxy Club / Lluis Miras

BUENOS AIRES, Argentina - Noite de segunda-feira, 23 de agosto, em Buenos Aires, capital e maior cidade da Argentina. Acostumada a tocar para públicos de 10 a 40 mil pessoas, a banda brasileira espera não mais do que 200 no Roxy Club - uma casa de shows comparável ao Teatro Odisseia, do Rio de Janeiro - para seu primeiro show na América Latina, fora do Brasil. Rogério Flausino (voz), Marco Túlio (guitarra), PJ (baixo), Márcio Buzelin (teclado) e Paulinho Fonseca (bateria) acabam de gravar um disco em espanhol em um lugar onde ninguém os conhece, a não ser os brasileiros residentes. Foram eles, aliás, que ajudaram a agitar a festa e a embalar a outra parte da plateia.

Rogério e Marco discutem o set list com Rafael Vila / Christina Fuscaldo

Rogério e Marco discutem o set list com Rafael Vila / Christina Fuscaldo

“Flausinho, Flausinho!”, gritava uma argentina depois de ouvir pela primeira vez versões em espanhol de sucessos como “Na Moral” e “La Plata”. Flausinho, ou melhor, Flausino passou uma hora em cima do palco tentando conter o nervosismo de cantar pela primeira vez em espanhol. Em seu tempo livre, o cantor está estudando o idioma Belo Horizonte, onde mora. Com a ajuda da sua professora e da backing vocal Magali, as canções ganharam outros nomes. “Do seu lado” transformou-se em “Atulado”, “Planeta dos macacos” agora é “Planeta de los simios” e “Encontrar alguém” passou a se chamar “Encontrar a alguién” e virou single de trabalho na Argentina.

- Tô nervoso. É como um recomeço - declarou Flausino, minutos antes de entrar em cena, em um camarim pequeno, comparado aos que o Jota Quest costuma ocupar.

Para os outros, a dificuldade foi um pouco menor, afinal, as músicas do repertório do disco e do show de segunda são as mesmas que eles vêm tocando nos últimos 17 anos. No camarim, enquanto Flausino e Marco Túlio preparavam o set list, Paulinho mexia em seu baú de memórias.

PJ com uma fã / Lluis Miras

PJ com uma fã / Lluis Miras

- Quando entramos no Roxy, lembrei do primeiro show que fizemos, em Belo Horizonte. Era uma casa assim e não estava lotada - contou.

Márcio dedicava-se a “implicar” com a língua dos hermanos:

- A gente se entende. É só pedir uma Cueca-Cuela.

O show correu bem, com Flausino tentando conquistar os argentinos - que de vez em quando mexiam os quadris - e buscando não prestar atenção quando os fãs brasileiros cantavam em português:

- Nossa! Tinha horas que a galera cantava mais alto do que eu e dava medo de confundir a letra - disse Flausino depois do show.

Alexandre Schiavo, Flausino, Rafael e Marco / Christina Fuscaldo

Alexandre Schiavo, Flausino, Rafael e Marco / Christina Fuscaldo

Ao final, os mineiros receberam os executivos Alexandre Schiavo, presidente da Sony Music Brasil, e Rafael Vila, diretor artístico da gravadora na Argentina. São eles que estão tornando possível o sonho do Jota Quest de levar sua música para além da fronteira, assim como fez o Paralamas do Sucesso nos anos 90: a banda de Herbert é reconhecida até hoje no país de Maradona pelo sucesso estrondoso de “Inundados”, versão de “Alagados” em castelhano.

Também brindaram com a banda artistas locais, entre eles Dante Spinetta e Emmanuel Horvilleur, que na década de 90 fizeram muito sucesso sob o nome de Illya Kuriaki and the Valderramas e, também na semana passada, gravaram participação em “Na Moral”, que estará no álbum em espanhol dos brasileiros. Produtor de álbuns dos maiores nomes argentinos (Charly Garcia, Fito Paez, Andres Calamaro etc) e do CD em espanhol do Jota Quest, Mario Breuer acompanhou seus novos pupilos até o final: - Jota Quest é uma banda universal!

“Muchas gracias a todos!! Una noche para estar para siempre en nuestra memoria!! El concierto fue un sueño!! Vamos q vamos “Na Moral”!!”, tuitou Flausino pouco mais de uma hora do fim do show.

* A repórter viajou a convite da Sony Music e do Instituto Nacional de Promoción Turística (Inprotur)

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DJ de Chris Brown, Babey Drew faz remix de música do Jota Quest e fala ao GarotaFM

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

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RIO - Entre uma discotecagem e outra, o DJ que acompanha Chris Brown fez um pouso no estúdio Minério de Ferro, do Jota Quest, em Belo Horizonte. Babey Drew passou dois dias trabalhando no remix de “Tudo me faz lembrar você”, música do repertório do álbum “La Plata”, da banda mineira. Depois da experiência, o americano assumiu carrapetas de boates em São Paulo, Curitiba e do Rio de Janeiro.

Ouça a versão remix da música do Jota Quest

A visita de Babey Drew não foi divulgada na mídia brasileira, mas, em seu Twitter, o DJ entregou as datas com antecedência. “Eu estarei no Brasil de 23 até 27 de Junho. Dia 23 no São Paulo Club 3p4, dia 25 em Curitiba, no Awake, e dia 26 no Rio, na Baronetti”, publicou o parceiro de Chris Brown no microblog. Quem estava atento, pôde aproveitar o som do produtor e DJ que tem em seu currículo trabalhos com Christina Aguilera, Kanye West, Estelle e Nickelback, entre outros.

Babey Drew conheceu o Jota Quest em maio, durante uma passagem com Chris Brown pelo Brasil. O DJ acompanhava o rapper, ex-namorado de Rihanna, e foi convidado pela banda mineira a voltar ao país.

Leia entrevista com Babey Drew:

GarotaFM: Em que circunstância você encontrou com o Jota Quest, ou algum de seus integrantes, pela primeira vez?

Babey Drew: Encontrei o Jota Quest quando fui ao Brasil fazer show com Chris Brown. A gente precisava de um estúdio para fazer uns trabalhos para o show do Chris e o que a  gente reservou fui justamente o estúdio do Jota Quest. O baterista do Chris, Gerald Heyward, é um lendário baterista de hip hop e o baterista do Jota Quest (PJ) o reconheceu. Depois do show, todos fomos comer e eu conheci o PJ.

GFM: Quem teve a ideia de fazer o remix da música do Jota Quest?

BD: Neste jantar, veio à tona que eu era produtor. PJ disse que o Jota Quest andava buscando novidades para seu som. Trocamos ideia e eu fiquei de mandar algumas músicas para o PJ. Fui convidado de novo pelo Fabolous Fabz, uma grande produtora de festas brasileiras, para voltar ao Brasil e eu comentei com PJ que estaria voltando. Ele disse que queria fazer algum trabalho comigo e, quando entramos em estúdio, sentimos uma química instantânea. Eles sugeriram que eu remixasse “Tudo Me Faz Lembrar Você” e eu senti que essa música precisava de um feeling de festa. Foi o que fizemos. Eles estavam muito abertos para novas ideias. Apesar de virmos de dois países diferentes, estamos na mesma vibe musicalmente falando.

GFM: E como foi o trabalho quando você estava com a banda, em Belo Horizonte?

BD: Foi muito legal! Eles permitiram que eu usasse minha criatividade e eles fizeram a coisa de forma muito profissional.

GFM: Conte sobre sua viagem a São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro e sobre os clubes onde tocou.

BD: Foi minha quarta vez no Brasil, estou acostumado a isso. As festas brasileiras são pesadas e cheias de energia. Eu amo!

GFM: Como é trabalhar com Chris Brown? Qual seu papel na equipe dele?

BD: É ótimo! Chris não é só um chefe, ele é minha família. Eu faço a discotecagem de todos os seus shows. Você nunca vai ver Chris fazendoum show sem seu DJ.

(Matéria publicada no site da Megazine, d’O Globo, em 26/07/2010 + entrevista com Babey Drew por e-mail)

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Rock in Rio volta em 2011, com promessa de mais outras três edições

terça-feira, 17 de agosto de 2010

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Nesta segunda-feira, Roberto Medina e o prefeito Eduardo Paes assinaram o contrato que firma parceria e garante que o Rock in Rio volta à sua cidade no ano que vem e também em 2013, 2015 e 2016. Há dez anos tendo edições apenas em Lisboa e em Madri, o maior festival de música da história no Brasil terá 108 atrações em seis dias, de 23 a 25 de setembro e de 30 de setembro a 2 de outubro de 2011. O criador do Rock in Rio em 1985, e presidente até hoje do megaevento, foi criticado após dizer, em entrevista ao “Fantástico”, que quer ver Lady Gaga e Shakira em palco brasileiro.

“Eu também gostaria de trazer o Iron Maiden, o Radiohead e o Guns n’Roses”, declarou.

Leia matéria publicada no site da Rolling Stone

Leia entrevista com Roberta Medina, filha de Roberto e vice-presidente do Rock in Rio, publicada no site de O Globo em 2008

Veja trechos do que rolou na coletiva do RIR 2011:

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Veja como foi a cobertura do Prêmio da Música Brasileira via Twitter

sábado, 14 de agosto de 2010

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Antes tarde do que nunca… O Prêmio da Música Brasileira aconteceu na quarta-feira. E a cobertura do GarotaFM rolou pelo Twitter. Aqui embaixo, tudo que foi tuitado (o que foi possível) durante o evento pelo @GarotaFM.

Começou o Prêmio da Música Brasileira, já com homenagem a Dona Ivone Lara.

Melhor grupo: Paralamas do Sucesso. Melhor disco: Rock’n'roll (Erasmo Carlos). Melhor cantor: Caetano Veloso. Melhor cantora: Zélia Duncan.

Dudu Nobre apresentando o primeiro bloco de prêmios: nota 2. Foi fofo ao falar de Dona Ivone, ma quase n se entendeu o que ele falou

Erasmo Carlos levou um tempo pra entender que tinha levado o prêmio.

Deborah Bloch é a apresentadora do prêmio.

Caetano Veloso, neste momento, no palco interpretando ‘Acreditar’, de Dona Ivone Lara.

Vamos pular essa categoria… É tudo muito rápido nesse prêmio. E eles não dizem o nome da categoria… Mas foi Zeca Baleiro quem apresentou

Melhor Disco infantil: Partimpim 2. Disco em Língua estrangeira: Tributo a Ella Fitzgerald. DVD: Fernanda Takai. Apresentação: Sandra de Sá

Nota zero para Deborah Bloch. Grooooossa… Coitada de Sandra de Sá…

O prêmio tá rolando no Teatro Municipal. Acho que não tem transmissão ao vivo, não…

Leandro Sapucahy entrega prêmio aos inscritos para cantar música de Dona Ivone Lara.

Alcione entrega o troféu aos inscritos da Vale.

@5PRAStANtAS obrigada! Tô no Teatro Municipal, sim. Fique aí acompanhando. Espero conseguir entender mesmo qdo falam rápido demais…

Roberta Sá num vestido incrível canta: ‘Minha alegria voltou, brilhando no alvorecer, quando deixei de amar e esperar por você’.

Instrumental: Letieres Leite e Orquestra… Melhor disco: Luz da Aurora (Yamandu Costa). Solista: Yamandu Costa.

Rildo Hora chamado para apresentar a categoria Canção Popular.

Grupo: Trilogia. Dupla: Zezé e Luciano. Disco: O coração do Homem Bomba. Cantor: Cauby Peixoto. Cantora: Rita Ribeiro.

Zeca Baleiro beija a mäo de Cauby. Também quero…

Délcio Carvalho e o grupo Casuarina homenageiam Dona Ivone Lara no palco…

Ih, acho que essa próxima categoria, apresentada por Ubirani, vai ficar sem cobertura…

@Ela_TVM Obrigada! Tô fazendo o máximo para conseguir dar inrformções mais completas…

Projeto Visual: Ocimar Versolato por Beijo Bandido (Ney Matogrosso) . Arranjador: Mario Adnet por Afrosamba Jazz.

Arlindo Cruz no palco…

Ai, meu Deus! Ele chamou a bateria do Império Serrano!!!

Regional - Grupo: Orquestra Frevo Diabo. Dupla: Chitão e Xoró. Disco: Alma Cabocla, de Ana Saldanha. Cantor: Targino Gondim. Cantora: Elba.

Foi Mariana Aydar quem apresentou…

Voto Popular - Cantor: Juraildes da Cruz. Cantora: Daniela Mercury. Yamandu Costa apresentou.

Revelação: Letieres Leite. Melhor canção: Feita na Bahia, de Roque Ferreira interpretada por Bethânia. Sérgio Cabral pai entrega os prêmios

‘Alguém me avisou’ é a música que Lenine vai apresentar agora.

Daniela Mercury apresenta a categoria Samba. Grupo: Casuarina. Disco: Tantinho… Cantor: Tantinho. Cantora: Alcione.

Zélia Duncan apresenta categoria MPB. Grupo: 4 Cabeça. Disco: Encateria (Maria Bethânia). Cantor: Ney Matogrosso. Cantora: Maria Bethânia.

Salve Dona Ivone Lara! Todos que participaram cantam ‘Sonho Meu’, com a rainha.

E o Prêmio da Música Brasileira chega ao fim…

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Mallu Magalhães disponibiliza álbum no iTunes dos Estados Unidos

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

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No próximo dia 17 de agosto, a loja virtual iTunes dos Estados Unidos recebe “Mallu Magalhães”, segundo álbum homônimo da cantora brasileira. O CD já está disponível na Europa, via iTunes, em 17 países: Áustria Bélgica, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Inglaterra, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda, Noruega, Portugal, Espanha, Suécia e Suíça.

O álbum foi lançado no Brasil em dezembro de 2009 e a cantora excursiona atualmente pelo país em turnê para divulgá-lo. “Mallu Magalhães” conta com a produção de Kassin (Vanessa da Mata, Caetano Veloso, Jorge Mautner) e traz também participações especiais como Felipe Pinaud (Orquestra Imperial), Marcelo Camelo, Taciana Vaz, Mauricio Takara (Hurtmold, Instituto) e da banda Jennifer Lo-Fi.

(Da assessoria de imprensa) 

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Roberta Sá e Trio Madeira Brasil homenageiam o baiano Roque Ferreira em disco

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

robertaquandoocantoerezacapa“Quando o Canto é Reza”  é trecho de música de Roque Ferreira e também é o nome do disco que Roberta Sá e o Trio Madeira Brasil acabam de lançar juntos. Coincidência? Claro que não! A cantora guardava pérolas do sambista baiano desde quando estava gravando seu segundo disco, “Que Belo Estranho Dia pra se Ter Alegria”. Já estava na hora de levá-las ao público. Confira o que Roberta diz sobre o projeto:

GarotaFM: Quando e como surgiu a ideia de fazer um disco só com canções de Roque Ferreira?

Roberta Sá: Quando estava pesquisando canções para o meu segundo disco, liguei para o Roque pedindo repertório. Ele me mandou várias e fiquei com aquelas pérolas nas mãos. Liguei para o Marcello Gonçalves, violão de 7 cordas do Trio Madeira Brasil,  e mostrei pra ele, que também se apaixonou pelas músicas.  Assim nasceu o projeto.

GFM:  Como foi encontrar Roque na Bahia e levá-lo à terra natal?

RS: Foi importante pra conhecer o universo do compositor que estávamos homenageando, além de ouvir mais canções do Roque. Assim, pudemos colher informações, imagens e inspiração para o disco.

GFM: Como foram feitas essas parcerias do Roque com Pedro Luis e com Zé Paulo Becker?

RS: Nossa! Cada uma aconteceu de um jeito. Eles fizeram várias. Acho que a maioria por telefone e sedex!

GFM: Qual foi a reação de Roque quando soube que seria homenageado Quem deu a notícia e como ela foi dada?

RS: Ficou emocionado e desconfiado como ele é. Falamos nisso logo que nos conhecemos, o Trio e eu, e demoramos tanto que acho que ele nem acreditava mais que fosse acontecer!

GFM: Quem teve a ideia, o Trio Madeira Brasil ou a Roberta Sá, e quem convidou o outro?

RS: Tivemos a ideia juntos. Já era vontade antiga fazer essa parceria e o repertório fabuloso do Roque fechou com chave de ouro a ideia.

GFM: Foi o próprio Roque quem “emprestou” as oito músicas do disco que são inéditas?

RS: Sim. Ele nos alimentou com as canções inéditas.

GFM: Como essas letras datilografadas foram resgatadas? Roque ainda usa uma máquina de escrever?

RS: Ele envia as letras datilografadas, com glossário, junto com as demos pelo correio.

GFM: Por que homenagear o samba baiano? Porque era o Roque ou porque o samba veio da Bahia, afinal?

RS: A homenagem é ao Roque Ferreira e o Roque canta a Bahia e o Brasil todo. Amamos música brasileira e esta é sempre a principal razão de tudo!

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Discobertas lança CD contendo gravações inéditas de Gilberto Gil

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

O selo Discobertas lança este mês o CD duplo “Retirante”, no qual estarão reunidas, pela primeira vez, todas as gravações realizadas por Gilberto Gil antes da fama nacional. Desde os discos iniciais de 78 rpm gravados em Salvador, passando pelos compactos da RCA e da Philips, tudo estará historiado cronologicamente no encarte ilustrado de 16 páginas do produto, para dar uma dimensão definitiva na pré-história da carreira deste importante pilar da música popular brasileira. E, com exclusividade, no CD 2, uma obscura e secreta fita demo que Gil gravou, de voz e violão, para uma editora musical em São Paulo em 1966 – e que foi passaporte para seu prestígio inicial como compositor, antes de ter a chance de gravar seu LP de estréia. Além de contar com gravações inéditas de músicas que Gil deu para outros artistas gravarem nos anos 60, este lançamento traz também canções nunca antes ouvidas de Gil - como a faixa título “Retirante”.

 

Este projeto é um privilégio para Discobertas e será de grande interesse para os fãs, colecionadores, historiadores e pesquisadores de MPB. É o capítulo zero que faltava no trabalho do produtor e pesquisador Marcelo Fróes, diretor do selo Discobertas, em torno da obra de Gilberto Gil - iniciado há exatos 15 anos e que rendeu as caixas “Ensaio Geral” (13 CDs, Universal, 1999) e “Palco” (28 CDs, Warner, 2002), além do DVD “São João Vivo!” (Warner, 2006).

(Da assessori de imprensa)

Naná Vasconcelos e Lui Coimbra fazem show no Teatro Sesc Ginástico

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

nana_joseotavioDa assessoria de imprensa:

Harmonias de percussão e violoncelo transbordam neste encontro de virtuoses. Naná Vasconcelos e Lui Coimbra vão se apresentar no palco do Teatro Sesc Ginástico no próximo dia 3/8/2010, às 19h, mostrando um show de improviso e talento. Naná leva ao público solos já clássicos como “O Berimbau” e vocalizações como “Vamos Pra Selva”. Enquanto Lui solo percorre canções populares do eixo Norte-Nordeste além de releituras voz-e-cello para hits contemporâneos como ‘Babylon’ (de Zeca Baleiro) e ‘Fazer o Quê’ (de Pedro Luis e a Parede). Neste duo, o público poderá comprovar a sintonia que prevalece entre os dois músicos – que se apresentam juntos há mais de dois anos.       

 Naná Vaconcelos foi eleito oito vezes como melhor percussionista do mundo pela revista norte-americana Down Beat. Naná lançou seu último CD inédito, “Trilhas”, na abertura do espetáculo de dança “Corpos de Luz”, em 2006, em São Paulo, ano em que completou 50 anos de carreira. Na ocasião, o percussionista ministrou seu workshop orgânico. Nas aberturas do Carnaval do Recife, 2007 e 2008, regeu cerca de 600 batuqueiros de maracatu, recebendo convidadas especiais, como Maria Bethânia, Marisa Monte, Elza Soares e Lia de Itamaraca. Recentemente dirigiu o espetáculo Língua Mãe, trazendo 60 crianças de Angola e Portugal para cantarem com outras 60 de Brasília no aniversário da capital federal.

 Já Lui Coimbra é um dos músicos mais requisitados do país. Fundou, nos anos 80, ao lado de Marcos Suzano e outros, o grupo Aquarela Carioca, que revolucionou a música instrumental brasileira. Tem um disco solo lançado como cantor e instrumentista (“Ouro e Sol”, Rob Digital 2004). Como violoncelista tocou e toca com nomes como Ney Matogrosso, Alceu Valença, Ana Carolina, Zizi Possi e tantos outros.

 Show Naná Vasconcelos e Lui Coimbra: 03/08 (terça-feira), às 19h, no Teatro Sesc Ginástico (Av. Graça Aranha, 187, Centro - 2279-4027). R$ 20 (inteira), R$10 (estudantes e idosos) e R$ 5 (comerciário).

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