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Mariana Aydar, Tulipa Ruiz e Verônica Ferriani cantam na Colômbia esta semana

terça-feira, 24 de abril de 2012

Mariana Aydar, Tulipa Ruiz e Verônica Ferriani, foram as escolhidas pelo programa “Novas Vozes do Brasil”, inaugurado pelo Itamaraty em 2011, que tem como premissa levar alguns dos mais expressivos nomes da nova geração da música popular brasileira para apresentações inéditas no exterior, em especial, nos principais mercados fonográficos mundiais. As três cantoras vão se apresentar esta semana em Bogotá, capital da Colômbia. Os shows acontecerão gratuitamente no Teatro de Bellas Artes entre os dias 25 e 27 de abril, como parte da programação cultural promovida pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil durante a Feira do Livro de Bogotá.

O programa privilegia o apoio a artistas que estejam em fase inicial da carreira e que já tenham seus álbuns de estreia lançados no país, com reconhecimento de público e crítica especializada. Seu objetivo é o de aumentar a presença desses artistas emergentes no mercado fonográfico internacional, oferecendo-lhes a oportunidade de alcançar um nível de reconhecimento no exterior que se iguale à popularidade já alcançada no Brasil. A iniciativa pretende divulgar a diversidade da produção musica l contemporânea nacional.

Renato da Rocinha e João Martins levam samba à São Clemente neste domingo

domingo, 1 de abril de 2012

O samba Entre Amigos vai agitar a quadra da São Clemente neste domingo (01/04), das 17h às 20h com Renato da Rocinha (leia mais) e João Martins. Filho de Wanderson Martins, maestro que acompanha Martinho da Vila, João apresenta canções do seu CD de estreia.  Já Renato homenageia o pai, que sempre o levava a rodas de samba, em seu show. Os dois sambistas recebem Monarco. O Entre Amigos acontece de 15 em 15 dias, na quadra, que fica na Avenida Presidente Vargas s/nº,- Centro. O ingresso varia de R$ 15 a R$ 20.

Com ‘Ai, Menina’, a defensora da música brega Lia Sophia sai de Belém para a novela das seis

segunda-feira, 19 de março de 2012

Nascida na Guiana Francesa, criada em Macapá e radicada em Belém desde a adolescência, a cantora Lia Sophia embala a personagem de Andreia Horta na novela Amor Eterno Amor com o carimbó eletrônico “Ai, Menina”, de sua própria autoria. A música estará presente no CD “Salto Mortal”, que Lia prepara para o segundo semestre. Faixas como “Amor de Promoção” e a que dá título ao disco já estão prontas. Cantora, compositora e instrumentista, Lia mistura ritmos como carimbó, guitarrada, zouk e brega com toques eletrônicos. Seu primeiro disco, “Livre”, foi lançado em 2005. Quatro anos depois, veio “Castelo de Luz”. E, em 2010, ela lançou “Amor Amor”, com releituras de clássicos do brega paraense. Convidada de Gaby Amarantos no projeto Sonoridades, dias 23 e 24 de março no Oi Futuro de Ipanema, a cantora fala com exclusividade ao Garota FM sobre a ótima fase que a música paraense atravessa, cita a importância de conterrâneas como Fafá de Belém e Leila Pinheiro e analisa a boa aceitação que a música brega vem ganhando.

Como você vê esse momento da música paraense?

Vejo como um momento especial, quando estamos conseguindo ultrapassar os limites do estado e levar a música que produzimos a outros lugares do Brasil. Há também uma feliz coincidência nos trabalhos que estão sendo produzidos por aqui, o olhar tem se voltado para uma herança cultural, que penso ter sido negada por artistas, jornalistas e rádios daqui durante muitos anos. Agora os trabalhos musicais estão afirmando influências brega, caribenhas e afro-indígenas que fazem parte da formação musical da região Norte. Percebo também, para além das características artísticas/criativas, um ápice pela busca por profissionalização da cadeia produtiva da música, que vem aí de uns dez anos para cá. Isso ajuda com que a cena se organize e vá para frente.

O Brasil está preparado para essa invasão?

O Brasil é por natureza um país miscigenado que assimila e incorpora novidades com facilidade, principalmente musicais. Pelo menos o “povão” é assim!

Que artistas da cena do Pará, veteranos e novos, você destaca?

Destaco como agentes que ajudaram a construir o momento que vivemos hoje, todos os bregueiros, cantores e compositores, das décadas de 80 e 90. Por exemplo, Alípio Martins, Juca Medalha, Luiz Guilherme, Ted Max, Mauro Cota, Francis Dalva, Míriam Cunha, Carlos Santos, Fernando Belém e muitos outros. Esses artistas meteram o pé na porta das rádios, num momento em que não se tocava música produzida na região, e abriram caminho para que hoje isso fosse diferente. Ainda falando em veteranos, destaco a Fafá de Belém, Nilson Chaves, entre tantos. Da nova geração, gosto muito do trabalho de Felipe Cordeiro, Gaby Amarantos, Luê Soares, Strobo, Adriana Cavalcante… Tem muita gente fazendo música boa aqui!

O trabalho da Banda Calypso também recebe muita influência das Guianas. Você se identifica com esse lado mais festivo da música?

Com certeza! Nasci em Cayena, Guiana Francesa, e durante a minha infância ouvíamos muito zouk, merengue, cacicó em casa. Venho de uma família festeira que adora música e dança, por isso a escolha do repertório sempre ser bem festivo na casa dos meus pais. E isso me influencia hoje nas composições e no repertório.

O Pará é um estado que revelou, no passado, grandes cantoras, como a já citada Fafá, Leila Pinheiro e Jane Duboc. São vozes que lhe influenciaram?

Sim! São cantoras incríveis. Cada uma com seu timbre e maneira de interpretar as canções, conseguiram se destacar e fazer história num país de tantas cantoras maravilhosas. Sou fã das três!

Qual a sensação que sentiu ao ouvir sua voz numa novela?

Senti não, sinto! (risos) Uma alegria, uma sensação de conquista. Afinal, acho que todo artista deseja ter o seu trabalho exposto para o maior número de pessoas possível, e é isso que a visibilidade de uma novela proporciona. Tenho recebido muitas mensagens de carinho e apoio de todo canto do Brasil, por aí posso avaliar o alcance disso. Além de ser um belo termômetro do caminho que quero fazer nesse novo trabalho. Essa música, “Ai Menina”, ainda não foi lançada oficialmente em nenhum disco, o que existia era uma versão demo, a qual eu havia disponibilizado nas minhas redes sociais e alguns produtores já haviam tido acesso. E, para minha surpresa, ela foi escolhida para a trilha da novela a partir dessa versão! Daí tive que correr pra preparar uma versão devidamente finalizada para a coisa ficar bonita mesmo.

Como estão os preparativos do seu novo disco?

Estamos ensaiando o repertório com a banda, definindo os arranjos, os timbres, para quando chegarmos no estúdio a coisa ser mais fácil. O repertório será 60% de músicas minhas, mas também tem uma música do Mestre Curica (“Beleza da Noite”) e uma de Almirzinho Gabriel (“Clarão da Lua”).  Devo receber como convidados especiais neste disco grandes guitarristas como Mestre Vieira, Felipe Cordeiro e Félix Robato. A ideia é mostrar toda a latinidade amazônica de maneira moderna, misturando várias influências rítmicas do carimbó, da guitarrada, do zouk, com pitadas de elementos eletrônicos. Este trabalho foi disponibilizado como um EP virtual chamado “Salto Mortal”, contendo três músicas, nas minhas redes sociais, e distribuído como material de divulgação para jornalistas e produtores. Recebi elogios importantes como os de Nelson Motta, que já até cunhou o termo “carimbop” para o meu som. Dentre as minhas composições, estarão “Ai menina” e “Amor de Promoção”, da qual estamos preparando um clipe ainda para este primeiro semestre. O álbum terá a produção musical de Carlos Miranda. E espero que o disco esteja pronto em julho e possamos lança-lo no segundo semestre.

Há dois anos você gravou um CD com músicas do chamado brega paraense. Acha que o conceito de brega está sendo bem aceito pela elite?

Pois é. Em 2010, eu lancei o álbum “Amor Amor”, após dois anos de pesquisas sobre o vasto e diversificado universo da música brega da região Norte. O que resultou em releituras de grandes clássicos das décadas de 80 e 90, sucessos que marcaram gerações e hoje são muito ouvidos nas Aparelhagens dos chamados Bailes da Saudade, que acontecem na periferia de Belém, e são conhecidos como “Flash Brega”. Esse disco foi muito bem recebido por aqui, já que são canções que foram ouvidas pelos nossos pais, avós, e que fizeram parte da infância de muita gente, como da minha. Esteticamente, fiz o caminho contrário ao ritmo brega nas releituras, enfatizando o lado pop das canções. Dizendo aos preconceituosos de plantão que se essas canções fossem cantadas em bossa, em baladas, em pop/rock, elas seriam bem recebidas. E foi o que aconteceu. Chegaram muitos comentários a mim do tipo: “eu detesto brega, mas adoro esse disco”. Mas só pra contrariar, no show de lançamento desse álbum, cantei as minhas próprias músicas (de outros trabalhos) em tecnobrega, zouk, e não como são no arranjo original. Tudo isso foi uma maneira de homenagear compositores bregas que tanto fizeram pela nossa música, e penso serem um eixo central da nossa cultura, mas que tanto são negados.

Apesar de todo o preconceito das elites ao que é considerado brega, acho que mesmo timidamente isso tem mudado. Quando artistas como Caetano Veloso, Marisa Monte, Kassin e outros da MPB mais contemporânea gravam músicas bregas ou que caminham nessa direção, a coisa fica mais fácil de ser aceita. É claro que esse brega aceito pela elite é mais moderno e com letras menos apelativas, além de já ter conquistado espaços undergrounds e ser “hypado” pela crítica, o que serve para mostrar o alcance de diferentes públicos que o brega conseguiu, depois de tanto apanhar. Assim fica mais fácil aceitar o seu lado brega.
 

O GarotaFM deseja feliz Natal e Ano Novo

sábado, 24 de dezembro de 2011

Radiohead lança CD que pode ser apenas uma prévia do novo trabalho

domingo, 18 de dezembro de 2011

Com um som um tanto quanto “conceitual”, os britânicos do Radiohead apresentam seu oitavo álbum, “The King Of Limbs”. O disco é composto por oito faixas e parece ser divido em duas partes. A primeira conta com faixas sombrias e confusas, totalmente o oposto das outras que estão repletas de melancolia e serenidade. O título do álbum é supostamente o nome de um carvalho milenar encontrado na Floresta Savernake, próxima de onde eles gravaram parte do disco anterior. Dizem por aí que “The King of Limbs” seria, na verdade, apenas uma prévia do álbum e que ele só estaria completo na versão dupla em LP que chegará às lojas em breve. O Radiohead sempre causa burburinhos e polêmicas em torno de seus trabalhos. Com “The King Of Limbs” não foi diferente.

Autor de sucesso gravado por Ricky Martin e Claudia Leitte, Marcelo Mira forma trio de surf music com Armandinho

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Em evidência por conta da música “Samba”, gravada por Ricky Martin e Claudia Leitte, o carioca Marcelo Mira se uniu a Armandinho e Fredinho (da banda Macucos, de Vitória) para formarem um trio de surf music, intitulado de Praia Trio. O disco foi gravado no estúdio de Armandinho, na Praia Brava, Santa Catarina. São 15 músicas, sendo cinco de cada artista, mas recriadas pelo trio, que canta junto em todas as faixas. “Desenho de Deus”, música de Armandinho que ganhou projeção nacional, e “Divida”, da banda Alma D’Jem, liderada por Mira e que fez bastante sucesso entre os surfistas, estão no repertório. Nesse bate-papo exclusivo com o GarotaFM, Marcelo fala do espaço que ele ganhou após a gravação do ex-Menudo com a estrela baiana, dos tempos em liderava uma banda de reggae e dos encontros que têm pontuado sua carreira.

Quando você compôs “Samba”, esperava toda essa repercussão?

Quando a gente compõe uma música, deseja que ela vá o mais longe possível. Mas quando vi a dimensão que “Samba” tomou em alguns países nas vozes da Claudia Leitte e do Ricky Martin, confesso que surpreendeu minhas expectativas.

Ter uma música lançada por um astro internacional como Ricky pode abrir portas lá fora?

Com certeza. O mundo está de olho no Brasil e a música brasileira sempre foi um dos nossos maiores cartões de visita. Aos poucos, vamos fazendo contato com outros compositores e intérpretes estrangeiros e abrindo novos caminhos. O fato de ja ter tido músicas de minha autoria gravadas por Ricky Martin e também pelo rapper Ja Rule ajudam a dar credibilidade.

Fale um pouco sobre sua trajetória com a banda Alma D’Jem?

O Alma D’Jem nasceu em 1997, em Brasília, quando eu ainda morava lá. Sempre tive vontade de ter uma banda e achei que era o momento certo. Me identifiquei com o reggae naquela época e as canções começaram a nascer naturalmente, caindo no gosto da galera ligada ao surf no Brasil inteiro. Depois disso, fomos convidados pela EMI em 2002 a mudar pra São Paulo e lançamos mais dois discos. Em 2008, vimos que era hora de fechar o ciclo e cada um se dedicar a seus projetos pessoais.

Em que momento você percebeu que era a hora de partir para uma carreira solo?

Vi que o Alma D’jem tinha um respeito grande no mercado e havia conquistado muitos fãs. Só poderíamos continuar e gravar um próximo trabalho se estivéssemos totalmente comprometidos com a banda. Mas tínhamos alguns projetos pessoais que tinham que ser tocados naquela hora. Então decidimos finalizar a banda e nos dedicarmos ao que acreditávamos naquele momento. Pra mim, iniciar uma carreira solo foi uma boa oportunidade pra experimentar outros estilos. A MPB e o pop sempre fizeram parte da minha história.

Suas composições já foram gravadas por artistas de vários gêneros. Quais as músicas que você destaca, entre as que ficaram conhecidas através de outros vozes?

A primeira a ganhar grande destaque na mídia  foi a música “Fly/Meu Momento” gravada pela Wanessa com o rapper Ja Rule. Nesse disco da Wanessa, tem oito músicas minhas em co-autoria. Mas antes já tinha sido gravado num disco da banda  Falamansa (música “Teu Lugar”) e no DVD do Natiruts (“Iluminar”) com boa repercussão. Agora veio o “Samba”.

Agora você investe num novo projeto, de surf music. Fale um pouco sobre ele.

Fui convidado pelo Armandinho, cantor de reggae, e pelo Fred da banda Macucos, lá de Vitória do Espírito Santo, para fazermos um disco bem praiano com cinco composições de cada um e os três cantando todas as músicas. O projeto se chama Praia Trio. É um disco bem beira de praia, com bastante som de violão, percussão… Adoramos o resultado e tenho certeza que vai agradar as pessoas no verão.

O que achou da crítica de Luana Piovani (via Twitter) a respeito do clipe de Claudia Leitte e Ricky Martin?

Não concordei com as críticas. Achei o clipe de bom gosto. Ressaltaram elementos brasileiros tradicionais das escolas de samba como o mestre-sala e a porta-bandeira, sem perder a modernidade que a produção do DJ Deeplick oferece. Acho que temos que dar todo apoio para que cada vez mais artistas brasileiros ganhem espaço e levem nossa música pro mundo inteiro. Isso fortalece o mercado musical. Outra coisa que não concordo é essa polarização do público entre Claudia Leitte e Ivete Sangalo. Quanto mais artistas brasileiros em destaque tivermos, melhor. Nos Estados Unidos, cantoras como Beyoncé, Rihanna e Lady Gaga, por exemplo, coexistem e interagem naturalmente. Cantei com a Gaby Amarantos, essa nova grande estrela da música, lá em Belém, e fui recebido pelo público dela de braços abertos. Foi incrível.

A parceria com esses artistas pode render novos projetos?

Espero que a música ganhe cada vez mais espaço e abra novas portas não só pro Marcelo Mira compositor, mas também pro Marcelo Mira cantor.

Dois álbuns de Paula Fernandes são relançados

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Depois de lançar o CD e DVD “Paula Fernandes – Ao Vivo”, a gravadora Universal reeditou dois álbuns de Paula Fernandes. “Canções do Vento Sul” e “Dust in The Wind”, ambos gravados pelo selo Sonhos e Sons, voltaram às lojas. Os discos trazem músicas que fizeram de Paula Fernandes a cantora mais bem sucedida no Brasil em 2011.

Terceiro CD de Paula, “Canções do Vento Sul” reúne 14 faixas, sendo a última uma bônus track. Há a participação especial de Sérgio Reis na faixa “Sem Você” e também de Marcus Viana e do grupo Sagrado Coração da Terra. O CD que tem foco no sertanejo romântico passa por vários estilos como MPB, pop, entre outros. O trabalhou rendeu a Paula a indicação ao Prêmio Tim de Música Brasileira na categoria de melhor cantora popular.

“Dust in the wind” é um disco que conta com as músicas do repertório internacional da cantora. O CD é bem eclético e tem músicas como “Iris” (famosa pelo grupo Goo Goo Dolls), “Angel” (Sara McLachlan), “Behind Blus Eyes” (do The Who e famosa com o Limp Bizkit), “Dust in the wind” (Kansas), que entrou na trilha sonora da novela “Páginas da Vida”, entre outras.

Mineira de Sete Lagoas, 27 anos, a cantora, compositora e arranjadora Paula Fernandes já esta na estrada há muito tempo. Gravou seu primeiro vinil independente aos dez anos e com doze trabalhou numa companhia de rodeios. Aos dezoito abandonou a carreira por dificuldades e retornou a Minas Gerais onde cursou Geografia e cantou em barzinhos. Paula Fernandes conseguiu roubar a cena no especial de fim de ano de Roberto Carlos, ficou em primeiro lugar na vendagem de discos em 2011, deixando pra trás Ivete Sangalo e Luan Santana, e já teve mais de 5 músicas em temas de novela.

Depois do Rock in Rio, Zé Ricardo vem de Portugal para mais um show do CD novo

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Após a correria do Rock in Rio e uma temporada de shows em Portugal, onde apresentou-se em Lisboa e no Porto ao lado de artistas portugueses como Rui Veloso, Tim (Xutos & Pontapés), Boss Ac e Expensive Soul, Zé Ricardo faz única apresentação no Studio RJ nesta quarta-feira (7/12). O músico e produtor do palco Sunset do maior festival de música do Brasil vem mostrar o repertório de seu novo CD, “Vários em Um”, lançado pela Warner Music, com produção de Plinio Profeta. A banda que sobe ao palco com o músico é formada por Marcelo Linhares (baixo), Wallace Santos (bateria), Maurício Piassarollo (teclado), Cláudio Costa (guitarra) e Kabé (percussão). No repertório, músicas do álbum novo.

Clique aqui e saiba como foi o primeiro show de lançamento, em Botafogo

E mais: Zé Ricardo é destaque na Rolling Stone

Zé Ricardo: Quarta (07/12), às 23h, no Studio RJ (Av. Vieira Souto, 110 / 1º andar, Arpoador/ Ipanema - (21) 2523-1204). R$ 30 e R$ 25 (lista amiga).

Marco do rock progressivo brasileiro, O Terço tem discos reeditados

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O projeto da Microservice de revitalização do acervo da gravadora Copacabana Discos lança a série “Bilogia” e traz de volta os dois discos de uma das bandas brasileiras mais influentes de rock progressivo da década de 70, O Terço. Os discos “Criaturas da Noite” e “Casa Encantada” foram gravados na época em que O Terço era um quarteto composto por Sérgio Hinds (guitarra, viola e vocal), Sérgio Magrão (baixo e vocal), Flávio Venturini (teclados, viola e vocal) e Luiz Moreno (bateria, percussão e vocal).

O disco “Criaturas da Noite”, lançado em 1975 pelo selo Underground, foi um marco para o rock nacional e coloca a banda na história ao vender 100 mil cópias. O álbum com 8 faixas tem canções que viraram hits, como “Hey Amigo”, de Cézar de Mercês, o rock rural  ”Queimada”, de Flávio Venturini e Cézar de Mercês, e a clássica “1974″, de Flávio Venturini, que se tornou um hino. Em “Casa Encantada” (1976), o disco que recebe esse nome por causa do sítio onde o grupo o gravou, traz o som característico da banda: rock com elementos de MPB. Com 11 faixas, o álbum reúne “Flor de La Noche”, de César de Mercês, “Casa Encantada” e “O Vôo da Fênix”, de Luiz Carlos Sá e Flávio Venturini, entre outras que marcaram a cena rock brasileira.

Terceiro disco de Colbie Caillat mistura alto astral com suavidade e diversão

terça-feira, 29 de novembro de 2011

A cantora americana Colbie Caillat lançou seu terceiro álbum, “All Of You”, destilando alto astral, otimismo, suavidade e diversão. O disco, que tem como primeiro single “I Do”, caiu facilmente nas graças do público e já em sua primeira semana de vida ficou em primeiro lugar no ranking do iTunes e em 23º na Billboard Hot 100. ”All Of You” contém 12 faixas e é como férias de verão com praia, amigos e descontração. O CD ainda tem participação do rapper Common em “Favorite Song”.