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Adriana Calcanhotto por Ivy Tinoco: ‘Um cisto que salvou o samba’

domingo, 23 de outubro de 2011

Jornalista, publicitária, fashionista, especialista em moda infantil e fã de Adriana Calcanhotto, Ivy Tinoco enviou ao GarotaFM uma resenha sobre o show que a cantora levou no último fim de semana ao Espaço Tom Jobim. “Um cisto que salvou o samba” narra a atuação de Calcanhotto no palco e conta que, por causa de um cisto no pulso, ela quase cancelou a turnê do disco “O Micróbio do Samba”. O jeito foi abandonar o violão por enquanto e seguir só interpretando. Leia abaixo o texto:

No palco do intimista Espaço Tom Jobim, aconteceu o show “O micróbio do samba”, da cantora e compositora gaúcha mais carioca que muitos artistas cariocas. Num sábado chuvoso na Cidade Maravilhosa, vimos a casa cheia e repleta de talentosos admiradores e amigos da artista – Marisa Monte, Dado Villa Lobos e Elisa Lucinda. Num cenário sem detalhes e com sua banda composta por Alberto Continentino, Davi Moraes e Domenico Lancellotti, começa o espetáculo. Todos trajam figurino preto. E lá vem ela com look de malandra do samba, meio andrógina, meio cool. E, quando abre a boca com um sorriso tímido, começa a canção “Eu vivo a sorrir”. Calcanhotto é performática, mas de uma maneira minimalista. Aprendeu muito bem com a Partimpim a usar elementos na música e em suas apresentações. Transformando assim o que seria um show/homenagem ao samba em cinema. Sim. Ela tem um quê de Almodóvar. O vermelho do cineasta é a cor do secador de cabelo que funciona como elemento sonoro e de cena, quando joga pelos ares as partituras de Davi Moraes. Nessa hora,  o público gargalha.

Adriana canta, samba e faz caras. Desabotoa a camisa e tem humor, até quando tropeça na letra de “Argumento”, de Paulinho da Viola. Ela faz a turma comportadamente sentada, se mexer, se balançar e cantar. Todas as músicas do novo álbum são apresentada. Calcanhotto interpreta mais cinco canções e, no bis, demonstra respeito ao público com o hit “Vambora”. Os três músicos que a acompanham são realmente geniais. Não haveria melhor combinação para o talento dela. No primeiro intervalo do show, Domenico faz um convite à plateia: “Vocês estão preparados para o rock?”. Logo depois, o músico começa com a pesadinha (bem, pesadinha para tal repertório…) “Te convidei pro samba” e, no refrão,  solta um “fiquei puto!”. O público curte.

A cantora quase desistiu seguir com o show por causa de um cisto no pulso, mas sua agenda no exterior já estava confirmada e resolveu encarar. A gente agradece. Sua apresentação foi “Tão chic/tão cheia de si…”. Queremos repeteco!

Jorge Mautner e Jards Macalé encontram-se no palco e, de lá, divertem plateia do Rival

quinta-feira, 31 de março de 2011

Texto e foto de um amigo do blog:

Se Jorge Mautner e Jards Macalé sozinhos são duas figuras, imagine quando eles se juntam? Pois foi em um clima de descontração, diversão e improviso que a dupla se encontrou no palco do Teatro Rival nesta quarta-feira (30/03). Cada artista fez seu show e, entre um e outro e depois de tudo, houve parcerias. Além de músicas e piadas, ambos contaram histórias para divertir.

Acompanhado de seu eterno parceiro Nelson Jacobina, Mauter foi nos seus clássicos, entre eles “Maracatu Atômico” e “Todo errado”. Antes de entoar a música que compôs e gravou com Caetano Veloso contou que, quando muito jovem, ao chegar em casa com uma advertência na caderneta escolar, seu pai o surpreendeu: “Não se preocupe, porque do jeito que você fizer vai estar sempre errado.” O riso foi geral.

Em um banquinho e com um violão, Jards Macalé tocou sambinhas, entre eles “A Poesia do Morro” e “Farinha do Desprezo”. Esta última foi pedida por alguém da plateia. “Calma, estou aqui tentando lembrar dela”, brincou. “Último desejo” ganhou coro do público por pilha do artista: “Nessa vocês vão me ajudar, né? Esse negócio de tocar violão sozinho é chato!”  Jards contou ainda que faz oito anos que iniciou uma campanha pela inclusão da palavra AMOR na bandeira do Brasil. Afinal, do lema do Positivismo, essa não foi absorvida: “O Amor por princípio, a Ordem por base, o Progresso por fim”. ”Isso foi na época da República! Cortaram o amor para começar a nação brasileira”, brincou meio indignado, antes de entoar o “Positivismo” de Noel Rosa.

Juntos, eles apresentaram “Vapor Barato” e, no final, “Puntos cardenales” e as marchinhas “Allah-la-ô” e “Sassaricando”. Esse foi o momento improviso. Macalé puxou a primeira e Mautner e Jacobina correram atrás. Jorge então iniciou a outra em seu violino fazendo com que Jards se virasse para “colar” de Nelson. Uma farra!

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O Albino na toca

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Saiba como foi ver Hermeto Pascoal inesquecível em um bar pequeno de Curitiba em texto enviado por Marco Amarelo:

No dia 09 de dezembro de 2009, preparei-me para ir a um show antológico que, com certeza, iria marcar a história cultural da cidade de Curitiba. Mais cedo havia ouvido a notícia que parecia inacreditável. Hermeto Pascoal tocaria naquela noite no Wonka Bar. Para quem conhece Curitiba e o Wonka, sabe o porquê de eu achar que aquela história estranha.

O Wonka é um bar que fica num porão e, lá, cabem no máximo 300 pessoas… em pé e apertadas. Para esse show, foram colocadas cadeiras em frente ao palco, o que limitou ainda mais o público para aquela noite. Foi um show intimista, mas especialmente preparado por Hermeto. Até por isso, percebia-se que o som produzido pelo Albino e por sua banda entrava diretamente no coração daqueles que ali estavam.

Na saída, não poderia deixar de haver uma ovação a um dos maiores gênios da música popular brasileira. Centenas, em frente ao Wonka, gritavam: “Hermeto, Hermeto, Hermeto…” O músico carregou o táxi laranja com sua escaleta mágica e outros apetrechos e foi-se com sua amada, e parceira de palco Aline Morena. Lá foi o Albino, deixando os que ali estavam com a certeza de que aquele foi mesmo um show inesquecível.

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Curiosidades do Allaúde: saiba detalhes sobre o Fender Jazz Bass

sábado, 4 de setembro de 2010

baixo_fender1Curiosidade garimpada por Serjão Allaúde

O Fender Jazz Bass é um baixo com corpo sólido que tem dois captadores e quatro cordas. Introduzido em 1960 como “Deluxe Model”, foi comercializado juntamente com a guitarra Jazzmaster, que também era chamada de “Deluxe Model”. Foi renomeado para Jazz Bass quando a fábrica percebeu que seu braço redesenhado – mais fino e curvado do que o Fender Precision Bass – iria se encaixar mais em músicos do jazz.

O Jazz Bass possui dois captadores simples, cada um com dois ímãs por corda. Isso dá ao baixo um som com muitos médios para competir com o baixo Rickenbacker, fabricado em 1954 e que ficou famoso pelo seu timbre brilhante e característico. Assim como seu corpo levemente diferente, menos simétrico e mais contornado, o braço do Jazz Bass é notavelmente mais fino na ponta, diferente do Fender Precision Bass.

A intenção original foi de encorajar os baixistas a trocar seus contra-baixos acusticos por elétricos. O Jazz Bass original tinha dois botões (volume e tom) para cada captador. Instrumentos originais com esta construção são bastante valiosos no mercado de instrumentos vintage. Hoje em dia, possui três botões de controle: dois controlando o volume de cada captador e um botão de tom para todo o instrumento.

Um quarto botão push-pull está presente nos modelos americanos produzidos depois do segundo semestre de 2003, e ele permite aos captadores operar em série ou paralelo. Quando em série, os dois captadores funcionam como um só, com um único controle de volume, levando seu som ao nível do Fender Precision Bass.

Fonte: Wikipedia

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Curiosidades do Allaúde: conheça a história da bateria Pinguim

domingo, 29 de agosto de 2010

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Curiosidade garimpada por Serjão Allaúde

Por Robson Roncon:

“Meu nono Pedro, tecelão e músico, pertencente a banda ‘Com jazz Band você Vae’, sugeriu ao meu tio Florêncio, torneiro mecânico e famoso baterista da época, e ao meu pai Romeu, ferramenteiro, projetista, professor no Senai e músico também, que montassem uma pequena oficina de baterias devido a grande dificuldade de se arranjar um instrumento de padrão internacional, para acompanhar músicos vindos de fora naquele tempo. Em 1952 nascia a ‘Oficina Mecânica Florêncio Roncon’, com a fabricação inicial dos pedais de bumbo, clones perfeitos do modelo Speed King da Ludwig, famosa bateria americana. No mesmo ano, foi confeccionada à mão, e com peças em bronze e latão, a primeira bateria Pinguim, apelido de meu tio, adquirido nas orquestras onde tocava de fraque e por seu modo engraçado de andar. Esta bateria se encontra hoje em um museu da França, segundo músicos brasileiros que teriam visitado o país. Mais dois tios entraram para oficina, Ivano - ferramenteiro e músico - e Sergio - contador e músico. Todos trabalharam no desenvolvimento de peças, pedais, aros, acessórios e o instrumento ganhou forma com canoas conquilhadas em formato de gota, suporte bola para ton e prato, cascos feitos com madeira de qualidade, naquele tempo era possivel forrar o instrumento com celulóide, os acessórios e peças eram todos de fabricação própria.”

bateria

Outra curiosidade é o nome ‘FIRS’, que nada mais é que as iniciais dos irmãos Roncon ou irmãos Pinguim como ficaram conhecidos. Com a explosão de Beatles e da Jovem Guarda com Roberto e Erasmo Carlos, as baterias Pinguim foram cada vez mais solicitadas e, em 1968, no auge do rock’n'roll, vendia-se 100 baterias por semana.

Fonte : http://www.pinguimdrums.com.br/pinguim.htm

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Na estreia da coluna Curiosidades do Allaúde, a história do amplificador Tremendão

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Na semana em que Erasmo Carlos ganhou o Prêmio da Música Brasileira pelo disco “Rock’n'Roll”, o mais novo colaborador do GarotaFM, Serjão Allaúde, estreia sua coluna, “Curiosidades do Allaúde”, com uma história muito interessante sobre o Tremendão. Mas, neste caso, ele está falando do amplificador que leva o nome que virou apelido de Erasmo. É isso aí. Existiu um equipamento chamado Tremendão. Leia abaixo:

Curiosidades do Allaúde:  TREMENDÃO

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Para entender um pouco mais dessa estória, voltemos à segunda metade dos anos 60, quando os músicos brasileiros não tinham acesso a amplificadores de qualidade profissional, e havia uma extrema dificuldade de importar equipamento desse quilate. Surge aí uma iniciativa pioneira da Giannini : desenvolver equipamentos no mesmo nível dos melhores importados daquela época, contratando mão-de-obra especializada e montando uma fábrica somente para a produção de eletrônicos. Um dos primeiros produtos a ser lançado foi o Tremendão, que logo chegou às mãos dos melhores músicos da época. Daí para estar presente em quase todos os melhores palcos do país foi um pulo. O começo do Rock’n’roll no Brasil, o movimento Jovem Guarda, o Tropicalismo.

FONTE : audiolist.org 

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Assista a trechos de show que George Israel apresentou no Rio

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Como este site também é feito de colaborações, aí estão os vídeos feitos por Cristina Melo durante um show de George Israel no Clube Caiçaras, no Rio. O que mais chamou atenção dela foi a participação do filho do saxofonista do Kid Abelha, Leonardo, de 11 anos, na bateria. Confira!

Clique aqui para ler entrevista de George Israel à revista Rolling Stone sobre o disco ‘Parcerias com Cazuza’, que ele acaba de lançar

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GarotaFM No Camarim: Teresa Cristina gostaria de ouvir The Cure enquanto se arruma

quarta-feira, 2 de junho de 2010

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Quem diria que uma das maiores representantes do samba da atualidade gostaria de ouvir The Cure enquanto se arruma para subir ao palco? Foi o que Teresa Cristina, estrela da terceira edição do programa GarotaFM No Camarim, revelou nos bastidores, antes de dar início ao show “Melhor Assim” no Circo Voador, no sábado 08/05. Era o lançamento da turnê do CD/DVD homônimo que a cantora acaba de lançar. Teresa estava animada, contando histórias inusitadas sobre suas passagens pelos camarins da vida.

Assista ao vídeo para saber outras curiosidades sobre o camarim de Teresa Cristina:

Veja também:

Jota Quest abre sua intimidade na estreia da série GarotaFM No Camarim

Oswaldo Montenegro acreditava não ter ritual até ser pego pelo GarotaFM No Camarim

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Oswaldo Montenegro acreditava não ter ritual até ser pego pelo GarotaFM No Camarim

sábado, 27 de março de 2010

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Na segunda edição do programa GarotaFM No Camarim, gravado no último sábado (20/03/2010), no Canecão, durante um show da turnê “Quebra-Cabeça Elétrico”, Oswaldo Montenegro disse que não tem ritual de camarim. O músico justificou dizendo que seu estilo de show é o que se pode chamar de “vira-lata”. Mas o menestrel acabou surpreendido por sua maior parceira, a flautista Madalena Salles, que entregou alguns dos hábitos do músico.

Assista ao vídeo para conferir esse bate papo e para descobrir outras curiosidades sobre o camarim de Oswaldo Montenegro:

Assista também:

Jota Quest abre sua intimidade na estreia da série GarotaFM No Camarim

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Jota Quest abre sua intimidade na estreia da série GarotaFM No Camarim

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

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Você tem curiosidade de saber o que acontece dentro do camarim de seu ídolo? O GarotaFM acaba de lançar um novo programa dedicado a desbravar este espaço usado pelo artista antes e depois de sua apresentação. Dirigida por Pedro Palmeiro e produzida por Christina Fuscaldo, o GarotaFM No Camarim vai mostrar o que os astros bebem, comem, ouvem e fazem antes e/ou depois de subir ao palco. Convidada para abrir com chave de ouro a nova série, a banda Jota Quest recebeu a equipe do site em seu camarim na última sexta-feira (26/01), antes do show do Sesc Noites Cariocas, realizado no Armazém 4 do Píer Mauá. Confira no vídeo abaixo o que Rogério Flausino, Marco Túlio, PJ, Márcio Buzelin e Paulinho Fonseca aprontaram:


 

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