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Com músicas de todos os lugares, Pitbull promove uma viagem pelo mundo através de seu novo CD

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Com uma mistura de ritmos, batidas e influências de músicas de diversas partes do mundo, Pitbull lança seu sexto álbum, intitulado “Planet Pit”. Armando Christian Pérez (nome de batismo de Pitbull) diz que está tentando ser um embaixador, construindo pontes que ligam várias partes do mundo em prol de um som único.

O disco tem produção de David Guetta, Afrojack, RedOne, Polow Da Don e Dj Frank e conta com a participações de de Chris Brown, Jamie Foxx, Kelly Rowland, Marc Anthony, Ne-Yo, Sean Paul, T-Pain, entre outros. O rapper, que já tem hits que bombam nas pistas de dança, como “I know You Want Me (Calle Ocho)”, “Hotel Room Service” e “Hey Baby (Drop It On The Floor)”, trouxe mais um para estourar: “Give Me Everything”, com Ne-Yo, Afrojack e Nayer.

“Planet Pit” contém 15 faixas dançantes, que fazem o ouvinte viajar pelo mundo sem sair do lugar e ficar longe da mesmice.

Luiz Brasil lança CD de ‘música popular instrumental’ e diz: ‘Eu respiro isso’

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Com nove faixas através das quais mostra toda a sua competência musical com as cordas, os metais, as madeiras e ritmos variados, Luiz Brasil lança seu segundo trabalho solo, intitulado “Beira”. Com muito bom humor, ele falou com o GarotaFM sobre turnê, inspirações, paixão pela música e sobre o título do CD, que têm um significado muito especial para ele. Conheça mais da vida e da carreira desse talentosíssimo musicista que está na estrada desde 17 anos.

GarotaFM: Fale um pouco sobre as canções do novo CD.

Luiz Brasil: É um CD de música instrumental brasileira, não é um CD de música cantada, embora tenha uma música cantada. Então, essas são músicas de uma safra nova, compostas para esse trabalho. Há duas músicas no CD que não são minhas. Uma se chama “Farol”, que é do meu irmão, e outra se chama “Ronco Da Cuíca”, de João Bosco e Aldir Blanc, que já é uma música conhecida. No mais, todas as outras são composições minhas e tem duas que tem parceria com pessoas amigas.

GFM: E qual foi sua maior inspiração pra compor as canções desse novo CD?

LB: É difícil te dizer qual foi a inspiração, eu sou um músico muito influenciado pela canção popular brasileira e eu trabalhei a minha vida inteira e trabalho até hoje com cantores e cantoras, produzindo, fazendo arranjos, participando dos shows. Então, minha grande influência é mesmo a música cantada, só que o meu trabalho não é um trabalho de um cantor, é trabalho de um musicista. Com exceção de uma que se chama “Madalena”, música minha que está nesse CD e é cantada, todas as outras são músicas que podem ser letradas porque não tem uma pegada de jazz como geralmente a música instrumental tem. Ela é quase que uma canção mesmo, só falta ter letra. Minha inspiração é João Gilberto, Caetano, Gil, Chico Buarque, que é um grande artista brasileiro, Paulinho da Viola… Esse pessoal me influencia muito e é o pessoal que eu mais escuto. Sou muito influenciado pela música popular brasileira, embora eu faça música popular instrumental.

GFM: Você encaixaria seu disco em algum estilo?

LB: O CD abre com uma bossa que remete bem ao Sul, tipo uma bossa nova muito louca. Depois, tem uma fanfarra com característica baiana, que é da onde eu sou. Depois começam a vir coisas de outro tipo. Eu acho que a música brasileira regional me influencia muito, os ritmos brasileiros. Inclusive é uma coisa que eu trato até de outra forma porque eu também dou Workshop de violão brasileiro, que é baseado em diversos ritmos. Então é claro que eu sou influenciado pela música regionalista, mas minha música tem influencia de tudo. Eu vivo ouvindo, gravando, tocando, música de todos os lugares, inclusive musicas de fora do Brasil. Mas, eu sou muito nacionalista.

GFM: Você está em turnê de lançamento desse novo CD?

LB: Eu fiz um pré-lançamento aqui no Rio no mês retrasado. Depois, fiz o lançamento em Salvador, no Teatro Castro Alves. Em dezembro, vou  fazer em São Paulo e no verão eu devo ir até o nordeste. E, em março do ano que vem, tenho um projeto se estruturando que é uma turnê nos Estados Unidos. Já tem um circuito que estou namorando e já tem uns contatos que devem me ajuda a fechar algumas coisas. De Seattle até São Francisco, Nova York, New Jersey, Boston, Massachusetts… Vou fazer o que puder pelo disco, porque depois a gente começa a se ocupar com  outras coisas e, daqui a pouco, vai vir outro disco.

GFM: O título do CD tem algum significado especial?

LB: Tem um significado muito especial. “Beira” é uma afirmação. Na verdade é até um pouco de protesto com relação ao sistema atual que a gente vê acontecer. Todo mundo tem que fazer o mais legal, o melhor de todos, tem que ser sempre o mais colorido, ter mais valor, que seja mais alto, tudo mais. Eu acho isso imediatista demais. “Beira” quer dizer justamente a não necessidade de estar no centro, basta você estar. Então é isso, beira de tudo. Quando você está na beira, você está. Não precisa estar no centro. “Beira” representa um pouco da tranquilidade do tempo se você faz existir pra valer, inclusive tem no CD essa frase: “Basta existir pra valer.” E “Beira” é isso aí, que você pode estar sem precisar ser a melhor coisa do mundo.  Você pode ser a melhor coisa, mas não que você tenha a obrigação disso. E nessa corrida, às vezes você pode acabar mostrando o que não é. Então, eu procuro fazer a minha parte na minha arte, no meu trabalho, o mais honesto e o mais sincero possível sem a pretensão de ser o melhor.

GFM: Fala um pouco dessa sua paixão pela música, como começou?

LB: Olha, eu não tenho como te explicar como começou. A minha família é uma família de muitos músicos e a vida inteira foi assim. Antes de eu nascer já existiam muitos músicos na minha família e muitos deles são famosos. Minha mãe tocava violão e piano. Com três anos de idade eu ganhei uma gaita da minha bisavó e eu já gostava de música nessa época.  Com cinco, ganhei uma sanfoninha e minha mãe começou a me ensinar violão lá pelos cinco, seis anos.  Ela me ensinou muitos acordes, então eu gostei da música a vida inteira. E na verdade eu não escolhi trabalhar com música, quando eu vi eu já estava ate o pescoço, não tinha mais jeito. Às vezes eu fico chateado com o curso que as coisas tomam, com as dificuldades de sobreviver de música, aí eu penso em fazer outra coisa, mas eu não sei fazer outra coisa.  Eu acho admirável as pessoas que tem mais de uma profissão, porque tem muitos que são dentistas, arquitetos, advogados,  e são músicos também, ou seja,  se eles não estão ganhando muito dinheiro com a música eles tem outra profissão, eu não tenho. Eu posso não tocar, mas eu não consigo trabalhar com outra coisa que não seja com música. E eu sempre fui apaixonado por música minha vida inteira, é uma necessidade básica de sobrevivência. Eu respiro isso. A minha opinião sobre alguma coisa sempre tem alguma coisa a ver com a música mesmo a opinião diante da vida, tem a música no meio. É uma vida dentro da música, eu não tenho mais o que fazer.

Áudio de um show que Bob Dylan fez em 1963 é lançado em CD

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

“Bob Dylan In Concert – Brandeis University 1963″ é a gravação de um show que Bob Dylan fez em 10 de maio de 1963 no “Brandeis First Annual Folk Festival”, em Waltham, Massachusetts, e é uma descoberta recente de Ralph Gleason, compositor e co-fundador da revista Rolling Stone. O tape com sete faixas ficou perdido por mais de 40 anos e foi descoberto em 2009, depois que a mãe do filho de Ralph, Toby Gleason, morreu.

Com 21 anos na época, Bob Dylan interpreta diversas músicas e mostra toda a intensidade de seu trabalho. A apresentação foi realizada duas semanas antes do lançamento de “The Freewheelin ‘Bob Dylan”, considerado como um dos trabalhos mais marcantes de Dylan.

Ex-participante do ‘American Idol’, Adam Lambert lança seu primeiro DVD

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Com um visual para lá de excêntrico, maquiagem e direito a beijo no guitarrista, Adam Lambert acaba de lançar o DVD “Glam Nation Live Tour”, que traz o show gravado em agosto de 2010, no Clowe Hall, Indianapolis, Estados Unidos. “Glam Nation Live Tour” é o resultado da turnê de lançamento do primeiro álbum do ex-participante do programa “American Idol”, “For You Entertainment”, que vendeu mais de um milhão de cópias no mundo todo. O novo trabalho também saiu no formato CD ao vivo.

Com produção impecável, o DVD reúne 17 faixas, enquanto o CD possui 13, incluindo “Whatya Want From Me”, música indicada ao Grammy, e uma faixa bônus, “20th Century Boy”. Adam iniciou a sua primeira turnê em 4 de Junho de 2010, e passou por mais de 50 países, fazendo mais de 100 show. Ele é o primeiro ex-participante do  “American Idol” a embarcar numa turnê mundial para divulgar seu álbum.

Novo álbum tenta alçar Wanessa ao posto de maior popstar brasileira

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Mais pop do que nunca, com produção impecável assinada por Mister Jam e masterizado no estúdio Sterling Sound, por onde já passaram grandes nomes como Lady Gaga, Britney Spears, Rihanna, “DNA” vem para tentar colocar Wanessa no posto de maior popstar brasileira. O álbum, totalmente dançante, teve todas as suas faixas selecionadas com base em um minucioso trabalho de pesquisa de tendências musicais e toques da própria Wanessa. O disco conta com participações especiais da rapper americana BAM BAM, do percussionista brasileiro Marcos Suzano, do violonista Sergio Knust,  do guitarrista Claudio Bezz e de Dave Audé no remix da música “Stuck On Repeat”. Wanessa canta todas as faixas em inglês e aparece com visual, ou melhor, com cabelo e maquiagem dignos de uma verdadeira popstar.

Tunai mistura antigos sucessos com três composições inéditas em novo disco

sábado, 15 de outubro de 2011

O cantor e compositor Tunai fez o lançamento de seu mais novo trabalho “Eternamente” nesta quinta-feira (13/10), no Teatro Rival, com participação especial de seus amigos Wagner Tiso, Patrícia Mellodi, Chico Amaral,  Jane Duboc e Victor Biglione. O repertório foi composto por músicas do cantor que foram gravadas por outros artistas, entre elas “Eternamente” e “Olhos do Coração” (Gal Costa) e “Só de amor” e Olhos Negros” (Simone). Muitas outras canções que fazem parte da história de Tunai estiveram presentes no show.

O renomado compositor, que já teve suas letras interpretadas por Fafá de Belém, Nana Caymmi, Gal Costa, Zizi Possi, Simone, Jane Duboc, Elba Ramalho, Ivete Sangalo, Emílio Santiago, Ney Matogrosso, Beto Guedes, Sérgio Mendes e diversos outros, oferece neste disco três composições inéditas, além de uma rica miscelânea de canções de sua carreira. Com produção e arranjos assinados pelo próprio, o disco é uma viagem pelo tempo que mostra todo o talento de Tunai.

Relançados dois últimos discos de Raul Seixas, que ganha documentário no Festival do Rio

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

A Copacabana Discos, uma das gravadoras mais importantes da história indústria fonográfica brasileira, tem tido seu acervo repaginado pela Microservice, que lança agora o CD duplo “Raul Seixas – Bilogia: Uma história em 2 CDs de carreira” em homenagem ao eterno “Maluco Beleza”.

“Bilogia” foca nos dois últimos discos do cantor e num dos momentos mais importantes de sua carreira, quando, em 1984, após o lançamento do álbum “Metrô linha 743″, Raul foi pra Salvador recuperar-se do consumo abusivo de drogas e álcool. Três anos depois,  em 1987, ele lançou “Uah-baplu- bap-lah-béin-bum!”, que colocou a canção “Cowboy Fora da Lei” no topo das paradas de sucesso, e em 1988 apresentou “A Pedra do Gênesis”, seu último solo antes de sua morte, em 1989.

O álbum duplo é para matar a saudade do Pai do Rock Brasileiro, que carrega uma legião de fãs até os dias atuais. E quem quiser se satisfazer ainda mais com som e imagem do roqueiro baiano, o Festival do Rio lança às 21h15 da próxima segunda-feira (17/10) o documentário “Raul Seixas – O Início, o Fim e o Meio”, dirigido por Walter Carvalho, no Cine Odeon.

Banda Rajar faz show de lançamento de disco que teve produção de Ézio Filho e Jack Endino

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A banda capixaba Rajar faz show de lançamento do seu mais novo CD “Olha o Sol…” nesta quinta-feira (13/10), no Espaço Acústica do Rio de Janeiro. Com a presença da cantora Luciana Guessa, o show promete ser animado. O novo álbum tem produção de Ézio Filho e co-produção de Jack Endino (de bandas como Nirvana e Soundgarden) e traz sete músicas inéditas, além de outras regravações de discos anteriores com novas roupagens. “Não Vá Embora”, de Marisa Monte, também está no disco.

Formado por Ronaldo Rajar (vocal), Thiago Martins (guitarra), Bruno Castro (bateria) e Eliza Schinner (baixo), a banda que já teve seu trabalho na trilha sonora de “Malhação”, em 2007, e na série do Multishow “Beijo Me Liga”. Agora, o Rajar está com seu novo clipe, “Monstrinho”, nas paradas da MTV.

O GarotaFM fez uma entrevista com Ronaldo, que falou sobre a trajetória da banda, o lançamento do disco e muito mais. Confira:

GarotaFM: Como surgiu a banda? Vocês já se conheciam antes? Como aconteceu esse encontro?

Ronaldo Rajar: A banda começou em Vitória no Espírito Santo, na faculdade. E, com alguns ex- integrantes, começamos a nos reunir pra fazer um som. Lá, tinha o Sérgio Benevenuto, que é um produtor que já trabalhou com Legião Urbana e foi o produtor do nosso primeiro disco. Nós começamos a nos reunir com ele para ver as músicas novas, para gente começar a fazer o álbum. Ficamos um ano com ele e acabou que em 2006 gravamos “Narcisista”, o CD de estreia.

GFM: E vocês tem uma música do primeiro CD que tocou na Malhação, não foi?

RR: Sim, e essa música inclusive está no terceiro CD e se chama “Vaidade”. Nós fizemos uma releitura dela e regravamos para ficar com um áudio mais organizado. A gente preferiu fazer uma versão atualizada para ela, pois ao vivo a gente tem tocado ela de forma muito diferente. E ela entrou na trilha da Malhação de 2007 e foi muito legal.  Tem também a “Volto Logo”, que é do primeiro disco e que esteve na trilha da série do Multishow “Beijo Me Liga”. Também a regravamos nesse disco.

GFM: Qual a expectativa para o lançamento desse novo CD?

RR: A gente lançou o primeiro clipe desse disco novo que é o “Monstrinho” e estivemos no Acesso MTV, que convidou a gente pra fazer o lançamento lá. Foi muito bacana. Estamos com esse disco faz um mês aproximadamente e estamos fazendo os shows de lançamentos. Já fizemos em São Paulo, no Paraná, Espírito Santo e, por último, vai ser aqui no Rio de Janeiro que é onde a banda mora. Está sendo uma experiência muito legal, o som é bem diferente do que a gente estava fazendo e acreditamos numa maturidade do som que a gente quer apresentar. Foi muito legal por causa disso, a gente tá muito satisfeito, a gente não mudaria nada do que foi feito porque todo mundo que tá ouvindo tá curtindo e tá sentindo essa energia boa que a gente queria passar no disco.

GFM: Fale um pouco sobre as canções do novo CD.

RR: No novo CD, nós fizemos uma releitura de duas músicas do primeiro disco e duas do segundo, e colocamos outras sete inéditas. O disco foi gravado na Toca do Bandido, aqui no Rio de Janeiro, que é o estúdio do Tom Capone, que é onde começou O Rappa e várias outras bandas de peso. E a gente teve a produção do Ézio Filho, produtor da Zélia Duncan, e a gente teve a co-produção do Jack Endino, que era produtor do Nirvana. Conseguimos tirar uma qualidade de som muito boa lá na Toca do Bandido e depois levamos para os Estados Unidos para fazer a mixagem lá com o Jack Endino, que deu todo esse toque gringo, que a gente estava buscando. Ficamos muito satisfeitos como disco novo.

GFM: E como aconteceu esse contato com o Jack Endino?

RR: No segundo disco, a gente gravou na Toca e levamos para ele. Só que teve um toque diferente, o segundo disco foi muito mais pesado, nós fizemos uma coisa mais rock’n'roll mesmo. No primeiro CD, a gente mandou as músicas pra ele e ele gostou muito. A gente nem esperava muito que ele fosse topar, mandamos pela pessoa que faz o contato de negócios dele e ele já respondeu pessoalmente falando que tinha adorado as músicas. Quando a gente foi fazer o trabalho, tanto do segundo quanto do terceiro disco, a gente ficou hospedado na casa dele. Então, foi uma experiência bem legal estar com o cara que é um “monstro” da história musical de Seattle, produziu Nirvana, Soundgarden, entre outros artistas. E pra gente foi muito legal, enriqueceu muito o nosso trabalho e trouxa muita coisa positiva.

GFM: E como funcionou esse processo? Vocês gravaram primeiro aqui e levaram só pra ele fazer a mixagem?

RR: Nós gravamos as músicas em estúdio aqui, não valendo, e a gente manda pra ele. A gente fez aqui com o Ézio, que é nosso produtor e que acompanha a banda, sugere coisas de arranjo, dá uma direção… Aí a gente gravou e mandou pro Jack. E ele fez as ponderações e chegamos a um ponto final da pré-produção. Então, gravamos no estúdio amadoramente mesmo, só para  saber como vai ser a estrutura daquela música e como todo mundo vai se preparar.  Aí, a gente gravou tudo aqui. Na gravação, não teve Jack Endino. Ele não veio para o Brasil. Levamos para os Estados Unidos e ele fez a mixagem do disco, que é o que dá toda a qualidade de som.

GFM: Fale sobre o clipe de “Monstrinho”.

RR: O clipe de “Monstrinho”, a gente gravou em São Paulo, com a participação da Mayara Lepre, que é atriz da série “Os caras de pau”. Tiveram também as duas musas do brasileirão, a Lucilene, que é a musa do Goiás, e a Ana Paulo Minerato que é do Corinthians. Todas as três meninas deram um toque especial no clipe, a gente ficou bem feliz com o trabalho delas e também com o trabalho da produção do clipe, que era bem em cima do que a gente estava querendo.

GFM: E com o vídeo de vocês na programação da MTV, vocês já sentiram a repercussão do trabalho de vocês aumentarem?

RR: Com certeza! No twitter, no dia que a gente foi bombou! A tarde que a gente passou lá dobrou o numero de seguidores da banda, todo mundo querendo saber, o pessoal mandando mensagem, o pessoal foi muito carinhoso com a gente.

GFM: E como vocês trabalham o marketing da banda? Nos shows vocês vendem camisetas, bottons, CDs, ou vocês trabalham mesmo pelas mídias?

RR: A gente provavelmente vai fazer isso, porque a turnê tem pouco tempo. Geralmente fechamos com os donos das casas onde nós vamos tocar que a pessoa que compra o ingresso ganha o CD. Então, ele não precisa comprar o CD quando ele vai. Mas, a gente vai até fazer uma sessão no nosso site só disso, de camisa, de boné, com esse tipo de coisas. Mas pra pessoa comprar como souvenir da banda mesmo. Que a gente já fez isso e foi muito legal, a gente vai até hoje em shows e tem gente com a camisa da banda que comprou e tal. A gente gosta de fazer muito sorteio pelo twitter, rádio, esse tipo de coisa.

GFM: No show de lançamento aqui no Rio de Janeiro, vocês vão tocar somente as músicas do novo CD ou vão tocar dos anteriores também?

RR: Não, a gente vai tocar cover também.  A gente gosta muito de tocar cover. Não cover tipo “cover”. A gente gosta de fazer versões como, por exemplo, tem uma no nosso disco que a gente começou a tocar em shows, que é “Não vá embora”, da Marisa Monte, e a gente fez uma versão completamente diferente da versão original. E o bacana, eu acho que é justamente isso, a gente aposta que se a gente for fazer um cover do Capital Inicial ou de alguma coisa que tenha influências com o nosso som, não tem muito que mudar. Então, por exemplo, a gente faz cover do Roberto Carlos, Britney Spears, Lady Gaga… Tem muita coisa diferente do que é o nosso som, a gente pega aquela música e faz outra versão e traz pra dentro do show, e isso é o que mais vem funcionado.

Madeleine Peyroux lança seu primeiro álbum de composições próprias

sábado, 8 de outubro de 2011

Dona de uma voz deliciosa, Madeleine Peyroux lança seu primeiro álbum de composições próprias, “Standing on the Roof Top”. Calmo e intimista, o disco  mistura jazz,soul americano e uma pitada de folk music francesa.

Em seu novo trabalho, que conta com a participação de Bill Wyman, ela faz releitura das canções “Martha My Dear” (The Beatles), “Threw It All Away” (Bob Dylan) e “Love in Vain” (Robert Johnson). Madeleine explora novos sons e os adiciona de forma perfeita a suas canções suaves e totalmente envolventes, sem deixar de fora sua devoção pelo jazz.

A cantora, que recebeu o prêmio de Melhor Artista Internacional de Jazz no Jazz Awards da BBC, em 2007,  mostra todo o amadurecimento como compositora em “Standing on the Roof Top”. Além de, sem sombra de dúvidas, deixar claro que é uma exímia cantora.

Coletânea ‘Soul do Brasil’ reúne grandes nomes do movimento brasileiro

sábado, 8 de outubro de 2011

Preparados para voltar ao tempo das calças pantalonas e do cabelo black power? Pois é, a Warner Music lançou a coletânea “Soul do Brasil”, que reúne grandes nomes do movimento soul brasileiro. O álbum duplo contém o melhor do soul feito no Brasil por grandes nomes como Tim Maia, Sandra de Sá, Toni Tornado, Ed Motta, Paulo Diniz, entre outros.

O encarte traz um texto de apresentação escrito pelo conceituado jornalista cultural carioca Tárik de Souza, que define o gênero como: “Fusão do gospel das igrejas com o rhtyhm & blues das ruas americanas, o soul (e derivados) propagou pelo planeta um estilo de música visceral e dançante. A coletânea ‘Soul do Brasil’ mostra a face nativa do movimento, liderada pelo ‘Síndico’, Tim Maia, acolitado por ases de alto calibre, como Cassiano, Hyldon, Sandra de Sá, Toni Tornado, Ed Motta, Paulo Diniz, Toni Bizarro, o emepebista Ivan Lins em início de carreira, e bandas como Brylho e Black Rio. A chapa ferve nesta sequência de clássicos e pérolas capaz de mover e comover até frade de pedra”.

A pesquisa em torno do CD abrange canções de 1970 até 2000 e tem a assinatura de Carlos Alberto Sion. Um dos pontos fortes dessa coletânea é a reunião de gravações originais, escolhidas a dedo, com muito bom gosto. “Soul do Brasil” é totalmente dançante, com algumas músicas mais lentas, que é o caso de “Azul da Cor do Mar”, de Tim Maia, porém na voz de Sandra de Sá.

Aproveite essa viagem dançante e nostálgica pelo mundo de “Soul do Brasil”.