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‘No camarim, eu sinto sono’, diz Zélia Duncan no GarotaFM No Camarim

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

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Zélia Duncan não é muito “boa de cama” quando está em casa. Em compensação, naquele lugarzinho reservado especialmente para ela se ajeitar antes dos shows… Calma, gente! Estamos falando de SONO! Na quarta edição do GarotaFM No Camarim, a cantora contou que é só começar a se maquiar que dá aquela vontade de cochilar. Zélia fala ainda que gosta de se concentrar, de levar seu violão e aquecer a voz e de ter opções de figurino. Ela teoriza:

“Camarim desperta algumas fantasias na cabeça das pessoas porque são esses minutos ou essas horas antes de você entrar no palco.”

Assista ao vídeo para saber outras curiosidades sobre o camarim de Zélia Duncan:

GarotaFM No Camarim: Teresa Cristina gostaria de ouvir The Cure enquanto se arruma

Oswaldo Montenegro acreditava não ter ritual até ser pego pelo GarotaFM No Camarim

Jota Quest abre sua intimidade na estreia da série GarotaFM No Camarim

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Primeiro show do Jota Quest na Argentina dá a largada para nova fase da banda: plano de carreira inclui um disco em espanhol

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Matéria publicada no site da Megazine em 30/08/2010

Christina Fuscaldo*

Jota Quest no Roxy Club / Lluis Miras

Jota Quest no Roxy Club / Lluis Miras

BUENOS AIRES, Argentina - Noite de segunda-feira, 23 de agosto, em Buenos Aires, capital e maior cidade da Argentina. Acostumada a tocar para públicos de 10 a 40 mil pessoas, a banda brasileira espera não mais do que 200 no Roxy Club - uma casa de shows comparável ao Teatro Odisseia, do Rio de Janeiro - para seu primeiro show na América Latina, fora do Brasil. Rogério Flausino (voz), Marco Túlio (guitarra), PJ (baixo), Márcio Buzelin (teclado) e Paulinho Fonseca (bateria) acabam de gravar um disco em espanhol em um lugar onde ninguém os conhece, a não ser os brasileiros residentes. Foram eles, aliás, que ajudaram a agitar a festa e a embalar a outra parte da plateia.

Rogério e Marco discutem o set list com Rafael Vila / Christina Fuscaldo

Rogério e Marco discutem o set list com Rafael Vila / Christina Fuscaldo

“Flausinho, Flausinho!”, gritava uma argentina depois de ouvir pela primeira vez versões em espanhol de sucessos como “Na Moral” e “La Plata”. Flausinho, ou melhor, Flausino passou uma hora em cima do palco tentando conter o nervosismo de cantar pela primeira vez em espanhol. Em seu tempo livre, o cantor está estudando o idioma Belo Horizonte, onde mora. Com a ajuda da sua professora e da backing vocal Magali, as canções ganharam outros nomes. “Do seu lado” transformou-se em “Atulado”, “Planeta dos macacos” agora é “Planeta de los simios” e “Encontrar alguém” passou a se chamar “Encontrar a alguién” e virou single de trabalho na Argentina.

- Tô nervoso. É como um recomeço - declarou Flausino, minutos antes de entrar em cena, em um camarim pequeno, comparado aos que o Jota Quest costuma ocupar.

Para os outros, a dificuldade foi um pouco menor, afinal, as músicas do repertório do disco e do show de segunda são as mesmas que eles vêm tocando nos últimos 17 anos. No camarim, enquanto Flausino e Marco Túlio preparavam o set list, Paulinho mexia em seu baú de memórias.

PJ com uma fã / Lluis Miras

PJ com uma fã / Lluis Miras

- Quando entramos no Roxy, lembrei do primeiro show que fizemos, em Belo Horizonte. Era uma casa assim e não estava lotada - contou.

Márcio dedicava-se a “implicar” com a língua dos hermanos:

- A gente se entende. É só pedir uma Cueca-Cuela.

O show correu bem, com Flausino tentando conquistar os argentinos - que de vez em quando mexiam os quadris - e buscando não prestar atenção quando os fãs brasileiros cantavam em português:

- Nossa! Tinha horas que a galera cantava mais alto do que eu e dava medo de confundir a letra - disse Flausino depois do show.

Alexandre Schiavo, Flausino, Rafael e Marco / Christina Fuscaldo

Alexandre Schiavo, Flausino, Rafael e Marco / Christina Fuscaldo

Ao final, os mineiros receberam os executivos Alexandre Schiavo, presidente da Sony Music Brasil, e Rafael Vila, diretor artístico da gravadora na Argentina. São eles que estão tornando possível o sonho do Jota Quest de levar sua música para além da fronteira, assim como fez o Paralamas do Sucesso nos anos 90: a banda de Herbert é reconhecida até hoje no país de Maradona pelo sucesso estrondoso de “Inundados”, versão de “Alagados” em castelhano.

Também brindaram com a banda artistas locais, entre eles Dante Spinetta e Emmanuel Horvilleur, que na década de 90 fizeram muito sucesso sob o nome de Illya Kuriaki and the Valderramas e, também na semana passada, gravaram participação em “Na Moral”, que estará no álbum em espanhol dos brasileiros. Produtor de álbuns dos maiores nomes argentinos (Charly Garcia, Fito Paez, Andres Calamaro etc) e do CD em espanhol do Jota Quest, Mario Breuer acompanhou seus novos pupilos até o final: - Jota Quest é uma banda universal!

“Muchas gracias a todos!! Una noche para estar para siempre en nuestra memoria!! El concierto fue un sueño!! Vamos q vamos “Na Moral”!!”, tuitou Flausino pouco mais de uma hora do fim do show.

* A repórter viajou a convite da Sony Music e do Instituto Nacional de Promoción Turística (Inprotur)

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Veja como foi a cobertura do Prêmio da Música Brasileira via Twitter

sábado, 14 de agosto de 2010

premiomusica2

Antes tarde do que nunca… O Prêmio da Música Brasileira aconteceu na quarta-feira. E a cobertura do GarotaFM rolou pelo Twitter. Aqui embaixo, tudo que foi tuitado (o que foi possível) durante o evento pelo @GarotaFM.

Começou o Prêmio da Música Brasileira, já com homenagem a Dona Ivone Lara.

Melhor grupo: Paralamas do Sucesso. Melhor disco: Rock’n'roll (Erasmo Carlos). Melhor cantor: Caetano Veloso. Melhor cantora: Zélia Duncan.

Dudu Nobre apresentando o primeiro bloco de prêmios: nota 2. Foi fofo ao falar de Dona Ivone, ma quase n se entendeu o que ele falou

Erasmo Carlos levou um tempo pra entender que tinha levado o prêmio.

Deborah Bloch é a apresentadora do prêmio.

Caetano Veloso, neste momento, no palco interpretando ‘Acreditar’, de Dona Ivone Lara.

Vamos pular essa categoria… É tudo muito rápido nesse prêmio. E eles não dizem o nome da categoria… Mas foi Zeca Baleiro quem apresentou

Melhor Disco infantil: Partimpim 2. Disco em Língua estrangeira: Tributo a Ella Fitzgerald. DVD: Fernanda Takai. Apresentação: Sandra de Sá

Nota zero para Deborah Bloch. Grooooossa… Coitada de Sandra de Sá…

O prêmio tá rolando no Teatro Municipal. Acho que não tem transmissão ao vivo, não…

Leandro Sapucahy entrega prêmio aos inscritos para cantar música de Dona Ivone Lara.

Alcione entrega o troféu aos inscritos da Vale.

@5PRAStANtAS obrigada! Tô no Teatro Municipal, sim. Fique aí acompanhando. Espero conseguir entender mesmo qdo falam rápido demais…

Roberta Sá num vestido incrível canta: ‘Minha alegria voltou, brilhando no alvorecer, quando deixei de amar e esperar por você’.

Instrumental: Letieres Leite e Orquestra… Melhor disco: Luz da Aurora (Yamandu Costa). Solista: Yamandu Costa.

Rildo Hora chamado para apresentar a categoria Canção Popular.

Grupo: Trilogia. Dupla: Zezé e Luciano. Disco: O coração do Homem Bomba. Cantor: Cauby Peixoto. Cantora: Rita Ribeiro.

Zeca Baleiro beija a mäo de Cauby. Também quero…

Délcio Carvalho e o grupo Casuarina homenageiam Dona Ivone Lara no palco…

Ih, acho que essa próxima categoria, apresentada por Ubirani, vai ficar sem cobertura…

@Ela_TVM Obrigada! Tô fazendo o máximo para conseguir dar inrformções mais completas…

Projeto Visual: Ocimar Versolato por Beijo Bandido (Ney Matogrosso) . Arranjador: Mario Adnet por Afrosamba Jazz.

Arlindo Cruz no palco…

Ai, meu Deus! Ele chamou a bateria do Império Serrano!!!

Regional - Grupo: Orquestra Frevo Diabo. Dupla: Chitão e Xoró. Disco: Alma Cabocla, de Ana Saldanha. Cantor: Targino Gondim. Cantora: Elba.

Foi Mariana Aydar quem apresentou…

Voto Popular - Cantor: Juraildes da Cruz. Cantora: Daniela Mercury. Yamandu Costa apresentou.

Revelação: Letieres Leite. Melhor canção: Feita na Bahia, de Roque Ferreira interpretada por Bethânia. Sérgio Cabral pai entrega os prêmios

‘Alguém me avisou’ é a música que Lenine vai apresentar agora.

Daniela Mercury apresenta a categoria Samba. Grupo: Casuarina. Disco: Tantinho… Cantor: Tantinho. Cantora: Alcione.

Zélia Duncan apresenta categoria MPB. Grupo: 4 Cabeça. Disco: Encateria (Maria Bethânia). Cantor: Ney Matogrosso. Cantora: Maria Bethânia.

Salve Dona Ivone Lara! Todos que participaram cantam ‘Sonho Meu’, com a rainha.

E o Prêmio da Música Brasileira chega ao fim…

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Assista a vídeos que resumem o astral do Kid Rock’s Chillin’ the Most Cruise

sábado, 17 de julho de 2010

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Para finalizar a sequência de posts sobre o Kid Rock’s Chillin’ the Most Cruise, vídeos de divulgação do evento. Um deles resume os acontecimentos do cruzeiro, o outro traz os músicos que participaram agradecendo e, por último, há um do Kid Rock dando um “hello” para o Brasil.

Leia:

Guitarras em alto mar: Cruzeiro liderado por Kid Rock teve quatro dias de shows e festas

Guitarrista da Appetite for Destruction, Slash cover voltaria a tocar no Kid Rock’s Cruise: ‘O que aconteceu no cruzeiro… ficou lá’

Filha de backing vocal do Lynyrd Skynyrd se fantasiou para tocar sucessos de Van Halen no cruzeiro de Kid Rock

Conheça Leroy Powell, um dos poucos que levaram música própria ao cruzeiro de Kid Rock

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Conheça Leroy Powell, um dos poucos que levaram música própria ao cruzeiro de Kid Rock

sexta-feira, 16 de julho de 2010

leroy-powell

Leroy Powell tem cabelo e barba grandes. É daqueles caras para quem você olha e tem a certeza de que viu alguém que acabou de sair do palco de uma casa de shows do Alabama, onde tocou country a noite inteira. É mais ou menos isso. Mais ou menos porque não, ele não nasceu no “interior”. Leroy é californiano. E aprendeu a gostar de country music ainda pequeno, com seu pai. Mudou-se para Nashville, cidade ultra musical no Tennessee, há cerca de um ano, para dar um gás em sua carreira solo, lançada em 2006 depois de um período acompanhando membros de bandas como Spearhead, Fishbone, Gene Loves Jezebel, Blink 182, Ike Turner e o (lá nos EUA) famoso grupo Shooter Jennings. Com dois CDs lançados, Leroy Powell foi escalado para fazer shows no Kid Rock’s Chillin’ the Most Cruise (leia sobre) e, lá, mostrou que a “música de raiz” ficou na influência e que agora, acompanhado do grupo The Messengers, ele toca é rock’n'roll… do bom.

Abaixo, uma entrevista com Leroy Powell:

GarotaFM: Quem te convidou para tocar no Kid Rock Chillin’ The Most Cruise?

Leroy Powell: Foi a produção do Kid Rock. Eles acreditavam que meu som tinha a ver e funcionou.

GFM: Você já conhecia Kid Rock ou encontrou- o pela primeira vez no cruzeiro?

LP: Eu já havia encontrado com ele. Nós fizemos jam session juntos algumas vezes no passado. Isso aconteceu, por exemplo, no show da Shooter Jennings, minha antiga banda, em Flint, Michigan.

GFM: Quantos shows Leroy Powell and The Messengers fizeram no cruzeiro? Qual foi o melhor deles?

LP: Foram três shows. Adorei tocar para aquela quantidade de gente. Acho que foi o segundo show o melhor deles, porque estava cheio.

GFM: Que tipo de show você e sua banda fizeram?

LP: Tocamos nosso set normal. Foram poucas as bandas que levaram seu repertório próprio ao cruzeiro.

GFM: O que você acha da ideia de um cruzeiro com rock’n’roll rolando o dia inteiro? Você repetiria a dose?

LP: É uma ideia maravilhosa, mas tenho que estar no próximo! Claro que repetiria!

Assista a vídeos de Leroy Powell

Leia também:

Guitarras em alto mar: Cruzeiro liderado por Kid Rock teve quatro dias de shows e festas

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Filha de backing vocal do Lynyrd Skynyrd se fantasiou para tocar sucessos de Van Halen no cruzeiro de Kid Rock

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Filha de backing vocal do Lynyrd Skynyrd se fantasiou para tocar sucessos de Van Halen no cruzeiro de Kid Rock

quarta-feira, 14 de julho de 2010

danhalen

Inacreditável que aquela menina linda, no palco, consegue se transformar numa figura indescritível. Kid Rock’s Chillin’ the Most Cruise (leia sobre). De tarde, no deck da piscina, uma banda mucho loca tocava sucessos de Van Halen. O adjetivo tem a ver com o estilo dos integrantes da The Mighty Dan Halen: fantasiados, eles se mexiam de um lado para o outro. Única mulher da formação, a baixista usava short vermelho de tactel estilo anos 80 e tênis. O cabelo era preto e bem desarrumado. Raquel Wynn surpreendeu ao aparecer em uma das festas do cruzeiro dizendo que ela era aquela mesma pessoa. Loira, de olhos azuis, com sorriso largo e muito simpática, a única semelhança com a integrante da banda parecia ser a hiperatividade. Ela não para. Fora do navio Carnival Inspiration, onde se apresentou ao lado do marido, o guitarrista Phil, também é assim.  Filha de Carol Chase, backing vocal do Lynyrd Skynyrd há quinze anos, Raquel trabalha como personal training e com terapia e terapia holística para cachorros e seres humanos em Nashville, cidade do Tennesse onde mora.

Abaixo, uma entrevista com Raquel Wynn:

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GarotaFM: Quem convidou sua banda para tocar no Kid Rock Chillin’ The Most Cruise?

Raquel Wynn: A The Mighty Dan Halen foi convidada pelo produtor do Kid Rock, que é amigo nosso e também produz Lynyrd Skynyrd, banda na qual minha mãe canta. Acho que a ideia foi do próprio Kid Rock.

GFM: Vocês já conheciam Kid Rock ou encontraram-no pela primeira vez no cruzeiro?

RW: Nos encontramos muitas vezes e acho ele fabuloso! Os outros integrantes da banda encontraram-no pela primeira vez no cruzeiro e todos o amaram!

GFM: Quantos shows a The Mighty Dan Halen fez no cruzeiro? Qual foi o melhor deles?

RW: Fizemos três shows, dois no Lido e um no Candlelight. Adorei todos. É bem legal tocar do lado de fora, mas oúltimo show, de noite no lounge, foi fantástico!

Bateria e vocal

Bateria e vocal

GFM: Como você se sentiu tocando músicas do Van Halen para aquelas pessoas?

RW: Foi maravilhoso levar de volta para todas aquelas pessoas os tempos em que a música de Van Halen era uma trilha sonora em suas vidas. Fizemos alguns passageiros chorar de emoção!

GFM: O que você acha da ideia de um cruzeiro com rock’n’roll rolando o dia inteiro? Você repetiria a dose?

RW: Amo a ideia e adoraria fazer de novo!!

GFM: Qual foi a melhor coisa que você viveu no cruzeiro, fora do palco?

RW: O cruzeiro foi ótimo por causa das pessoas que estavam lá. Todo mundo tão dentro da música e amando a experiência… Uma grande festa do amor.

GFM: Você pode falar um pouco sobre seus projetos e a carreira da banda?

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RW: The Mighty Dan Halen é formada por quatro talentosos multiinstrumentistas que tocam também em outras bandas. Nosso baterista, Paulie, toca bateria na The Reverend Horton Heat. O guitarrista, Phil, que é meu marido, toca profissionalmente para vários artistas. Atualmente, ele está acompanhando Chris Cagle. O vocalista, Matt, escreve músicas para programas de TV. E eu trabalho como personal training e com terapia e terapia holística para cachorros e seres humanos. Em breve vou excursionar cantando e tocando baixo com uma nova revelação do pop, Ke$ha. Nós todos adoraríamos que a The Mighty Dan Halen fosse para a estrada!

Leia também:

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Guitarrista da Appetite for Destruction, Slash cover voltaria a tocar no Kid Rock’s Cruise: ‘O que aconteceu no cruzeiro… ficou lá’

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Guitarrista da Appetite for Destruction, Slash cover voltaria a tocar no Kid Rock’s Cruise: ‘O que aconteceu no cruzeiro… ficou lá’

segunda-feira, 12 de julho de 2010

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Foi uma surpresa pra lá de boa descobrir que, na programação de shows do Kid Rock’s Chillin’ the Most Cruise (leia sobre), estava uma banda cover de Guns N’Roses. A turma Axl Rose marcou demais minha adolescência! E, como não conhecia nenhuma das atrações do cruzeiro capitaneado por Kid Rock, foi um alívio ver no bloquinho de dias e horas que haveria shows da Appetite For Destruction. Fiquei ansiosa e, claro, corri para o deck na hora certa. O cover de Axl Rose, Chad Atkins, é realmente muito parecido, tanto fisicamente quanto vocalmente (essa palavra existe?)! Mas simpático mesmo é o Slash cover, que, em uma das festas promovidas dentro do navio, bateu um papo comigo sobre nossos ídolos. Observação importante: cresci fã de Axl, porém mais apaixonada por Slash. Mike Edington perde um pouco a graça fora do palco, pois não faz aquela linha “sou durão” do cabeludo. Pelo contrário… ele é gente como a gente. Leia a entrevista “formal” que fiz com ele por e-mail, depois que tudo acabou:

appetite-for-destruction-com-slash GarotaFM: Quem convidou sua banda para tocar no Kid Rock Chillin’ The Most Cruise?

Mike Edington / Slash: A produção queria o Guns N’Roses, mas como não iam conseguir levá-los, decidiram fazer um tributo. Chamaram a banda de uns amigos nossos, que não pôde tocar porque um de seus integrantes estava saindo, e o vocalista nos indicou, pois achou que representaríamos bem.

GFM: Vocês já conheciam Kid Rock ou encontraram-no pela primeira vez no cruzeiro?

ME / Slash: Nenhum de nós havia encontrado Kid Rock antes do cruzeiro. Espero que não seja a última vez que tenhamos encontrado com ele.

GFM: Quantos shows a Appetite For Destruction fez no cruzeiro? Qual foi o melhor deles?

ME /Slash: Fizemos três shows, dois no Lido e um no Candlelight. O que mais gostei foi o da primeira noite, em que a atmosfera mostrava que todos aqueles fãs selvagens de Kid Rock estavam prontos para curtir. Foi maravilhoso e deu ânimo para todos os outros dias.

GFM: Como você se sentiu tocando Guns N’Roses para aquelas pessoas?

ME / Slash: Eu me senti muito bem! Amamos GNR e realmente gostamos de tocar músicas deles para seus fãs.

GFM: O que você acha da ideia de um cruzeiro com rock’n'roll rolando o dia inteiro? Você repetiria a dose?

ME / Slash: A ideia é perfeita! Pode até parecer que fica cansativo haver shows das mesmas bandas durante os quatro dias, mas tem sempre algo diferente acontecendo, então, acho que é difícil ver a mesma banda duas vezes. E, céus, claro que eu faria de novo. Nem precisaria pensar duas vezes, faríamos de novo, sim.

GFM: Qual foi a melhor coisa que você viveu no cruzeiro, fora do palco?

ME / Slash: Além de conhecer muita gente diferente, fora do palco, o que achei mais legal foi a atitude Vegas. Dizem que o que acontece em Vegas fica em Vegas. O que aconteceu no cruzeiro… ficou no cruzeiro.

GFM: Você pode falar um pouco sobre seus projetos e a carreira da banda?

ME / Slash: Em primeiro lugar, sou um músico. Eu costumava dar aulas de guitarra, mas parei para ter mais tempo para escrever músicas próprias. Começamos basicamente por causa do nosso vocalista, Chad Atkins, que além de muito parecido com Axl Rose tem uma habilidade incrível para imitá-lo. A banda teve muitos integrantes: Chad e o baterista, Mike Ropelewski, são os dois únicos membros originais. Atualmente estamos sendo processados pelo Slash que eu substituí porque ele acha que é o dono do projeto. Provavelmente vamos ganhar a causa, mas estamos gastando muito dinheiro com isso, quantia que poderia ser usada em outras coisas para a banda. Nossa maior meta é fazer uma turnê internacional, com shows na América do Sul e na Europa. Temos muitos convites, mas, infelizmente, precisamos de investimento.

Guitarras em alto mar: Cruzeiro liderado por Kid Rock teve quatro dias de shows e festas

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Guitarras em alto mar: Cruzeiro liderado por Kid Rock teve quatro dias de shows e festas

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Esta é versão completa da matéria publicada no Megazine (O Globo) em 06/07/2010
(Clique para conferir como saiu no site do caderno)

(Clique para abrir o PDF com a matéria)

kid_rock

Tampa, EUA

Quando desembarquei no aeroporto de Miami e disse ao oficial da Imigração que o motivo da minha viagem era o cruzeiro de Kid Rock, o porto-riquenho (até então) mal-encarado soltou uma gargalhada em alto e bom som. Para não ter nenhum tipo de problema para entrar nos Estados Unidos, resolvi entrar no jogo: “Não conte a ninguém!” Ganhei o homem de farda ali mesmo. Mas, como é praxe fazer aquele questionário, fomos às perguntas. Contei que fui convidada, com tudo pago, por uma amiga americana que é grande fã do músico e que, por ser repórter especializada em música, considerei aquilo a chance de viver uma nova experiência. “Divirta-se”, disse ele. Liberada! Ufa! Próximo passo: encontrar Helen em Tampa, de onde o navio Carnival Inspiration sairia, ecoando rock’n’roll mar adentro, rumo às Bahamas.

Kid Rock’s Chillin’ the Most Cruise (relaxando ao máximo) é o nome do projeto, que estreou este ano e, devido ao sucesso, já tem edição anunciada para 2011.  No Brasil, o que se sabe sobre Kid Rock é que ele foi marido de Pamela Anderson, a estrela decadente de “S.O.S. Malibu”, e que é autor de “All Summer Long”. O hit faz menção ao clássico “Sweet Home Alabama”, do Lynyrd Skynyrd, e chegou a tocar em algumas baladas brasileiras. Nos Estados Unidos, o músico de Detroit (Michigan) é rei para um certo nicho. Estreou em disco em 199o, estourou com uma música chamada “Bawitdaba” no final da década e, até hoje, já vendeu mais de 20 milhões de seus dez álbuns. Bob – como as fãs costumam chamar Robert James Ritchie, na tentativa de se aproximar do ídolo – estava na porta para tirar foto com cada um que embarcasse naquela aventura.

Animação a bordo

Animação a bordo

Uma das tatuadas

Uma das tatuadas

O Carnival Inspiration é igual a todos os outros transatlânticos mais conhecidos: grande, decorado ao estilo Las Vegas (muitas cores, muito luxo, mas quase tudo meio plástico) e munido de uma tripulação formada por estrangeiros de todos os cantos do mundo. Dentre os passageiros, eu era a única brasileira. Juntei-me a pessoas de todas as idades e tatuadas: esbarrei com uma moça que tinha uma chave da Volkswagen e brincamos que ela poderia abrir a porta do Fusca que tenho nas costas. Três coisas aquelas 2.200 pessoas tinham em comum: o gosto por bebidas alcoólicas, a paixão pelo rock e o hábito de dizer pelo menos quinze vezes ao dia a frase (que virou grito de guerra) “You’re on a boat, motherfucker!” (Você está em um navio, filho da…).

“Quando saímos de Tampa, Bob subiu ao palco para fazer um show de boas-vindas e soltou esta frase. Ele falou: ‘Como é que não pensei nisso antes? Podíamos ter feito camisetas com o slogan!’ Kid Rock foi um anfitrião maravilhoso… Aliás, foi incrível estar em uma festa em que o rock’n’roll não podia parar”, diz Helen Gemignani, aeromoça e fã de Kid Rock.

Confesso que entrei no transatlântico sem saber que, além de um show de Kid Rock, teria a oportunidade de conhecer outras 15 atrações, que se dividiram entre três espaços reservados para elas: o Lido, um palco a céu aberto montado em frente à piscina; o Candlelight Lounge, um teatro médio; e o Café dês Artistes, espaço pequeno no meio de uma discoteca. Preocupada em deixar tudo arrumadinho no Brasil para essas pequenas férias de quatro dias em pleno maio, não parei para estudar o programa enviado por e-mail.

Slash cover

Slash cover

Leroy Powell

Leroy Powell

Aberta ao que viria, a cada turno, tinha uma surpresa diferente: ora era a banda cover de Guns N’Roses, Appetite For Destruction, que agitava a galera, ora era a revelação do rock (do Sul) Leroy Powell and The Messengers que afagava os corações um pouco menos roqueiros. Sim, porque também passaram por lá a banda The Mighty Dan Halen, que com seus integrantes fantasiados toca sucessos de Van Halen, e a Rehab, de heavy metal.

“Fizemos três shows, dois no Lido e um no Candlelight. O que mais gostei foi o da primeira noite, em que a atmosfera mostrava que todos aqueles fãs selvagens de Kid Rock estavam prontos para curtir. Foi maravilhoso e deu ânimo para todos os outros dias”, conta Mike Edington, o Slash de banda Appetite For Destruction. “Fora do palco, o que achei mais legal foi a atitude Vegas. Dizem que o que acontece em Vegas fica em Vegas. O que aconteceu no cruzeiro… ficou no cruzeiro.”

Vale lembrar que namoros entre passageiros e/ou entre músicos e passageiros estavam liberados.

Lazer x trabalho

Eu e e Helen com Kid Rock

Eu e e Helen com Kid Rock

Minha nacionalidade chamou a atenção até mesmo de Bob, quando – em um momento não consigo viver isso e não pensar em trabalho – abordei o músico ao encontrá-lo na boate do navio, na madrugada após o primeiro show oficial, o que eu vi (cada grupo de passageiros vai em um deles).

“Por que você não me falou isso quando tiramos foto juntos na chegada? Anunciei no palco que tinha norueguês no navio, mas não sabia que vinha gente da América do Sul!”, exclamou Bob, antes de falar para a minha câmera ao melhor estilo Chillin’ The Most Cruise: “You’re on a boat, motherfucker!”

Veja Kid Rock em vídeo (qualidade baixa)

Mas eu tinha também um outro diferencial: o de já ter passado três vezes por um navio temático, o “Emoções em Alto Mar”, que tem como astro Roberto Carlos. Todos os americanos com quem conversava queriam saber qual era a diferença entre ser repórter e ser passageiro comum de um projeto como este. Ponto para Kid Rock! Além da fotinho na entrada – brinde de luxo para quem gosta mesmo do cara – fez, além dos dois espetáculos já programados no Paris Main Lounge, dois shows extras no deck do navio (Lido), um na primeira tarde e o outro em uma das madrugadas (detalhe é que ele convocou a presença de todos pelo rádio). Fora isso, deu entrevista para os fãs na tarde de domingo e saiu à paisana: era possível esbarrar com Bob por outros ambientes, sempre tarde da noite, quando saía da toca para se divertir com os amigos músicos.

“Fiz algumas jam sessions com Bob anos atrás, uma delas em Michigan, com a Shooter Jennings, banda com a qual eu tocava. Foi bom apresentar esse nosso show para aquelas pessoas, porque tocamos nossas músicas e fomos bem recebidos. Haviam poucas bandas que levaram ao cruzeiro repertório original”, declara Leroy Powell.

'Kid e Pamela'

'Kid e Pamela'

Os piratas

Os piratas

Outra experiência inesquecível foi participar das festas à fantasia previamente avisadas aos navegantes. A “Pimps & Hos Night” era uma homenagem ao “Pimp of the Nation” (O cafetão da Nação), como se auto-intitulou Bob no título de uma de suas canções. Os homens deveriam se fantasiar de cafetão e as mulheres… Bom, basta dizer que o casal que mais se destacou era aquele em que ele estava vestido de Kid Rock e ela, de Pamela Anderson. Teve também a “Mustaches & Miniskirts Formal Night”: homens de bigode e mulheres de minissaia. A mais meiga foi a “Pirate Night”. Nesta, a ordem era se fantasiar de pirata.

Comprei minha fantasia pela internet e mandei entregar na casa de Helen. Quando a recebi é que me dei conta de como era linda! Senti-me a verdadeira princesa dos mares, queimada pelo sol das Bahamas, onde o navio aportou por uma tarde para que seus passageiros dessem um maravilhoso mergulho nas águas do Caribe. Com meu vestidinho, chapéu e botas, atraía a atenção principalmente de quem não estava fantasiado. Nesta última noite, o destaque era o show da Yacht Rock Revue, banda que toca cover de Led Zeppelin e The Who. E os músicos das bandas que já tinham encerrado sua participação estavam curtindo a despedida, circulando pelo espaço e socializando com todo mundo. Quando me dei conta, eu e minha amiga estávamos rodeadas por alguns deles.

'Esgotado!'

'Esgotado!'

Por algumas horas, Helen quis se matar, afinal, se tivéssemos conhecido essa galera antes, teríamos a chance de participar das festas “particulares” que faziam com Kid Rock. Eu fiquei satisfeita, já que ganhei em dobro ao conhecer Raquel Wynn, baixista da The Mighty Dan Halen e filha de Carol Chase, que por quinze anos foi backing vocal do Lynyrd Skynyrd, banda que fez parte da minha infância e adolescência. Fora isso, todo o rock e os Bloody Marys que vivi lá dentro foram suficientes.

“O cruzeiro foi ótimo por causa das pessoas que estavam lá. Todo mundo tão dentro da música e amando a experiência… Uma grande festa do amor”, define Raquel Wynn.

Já estava cansada de só ver mar, mas confesso que foi triste pisar em terra novamente depois de uma experiência tão intensa. A boa notícia é a de que, se rolar aquela animação e o planejamento financeiro, dá para repetir a dose no ano que vem. Ou, melhor ainda, testar o Simple Man Cruise, que terá nova edição em janeiro de 2011 com o Lynyrd Skynyrd como cicerone. Ops, tem ainda o cruzeiro com o Sister Hazel, o do Devils and Dolls… Veja a tabela abaixo. Só não dá para deixar para cima da hora, pois quem foi este ano já disse que vai voltar. Quem quer entrar na fila?

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*Acompanhe o blog e leia, a partir de segunda-feira (12/07), entrevistas que fiz com alguns dos músicos.

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GarotaFM No Camarim: Teresa Cristina gostaria de ouvir The Cure enquanto se arruma

quarta-feira, 2 de junho de 2010

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Quem diria que uma das maiores representantes do samba da atualidade gostaria de ouvir The Cure enquanto se arruma para subir ao palco? Foi o que Teresa Cristina, estrela da terceira edição do programa GarotaFM No Camarim, revelou nos bastidores, antes de dar início ao show “Melhor Assim” no Circo Voador, no sábado 08/05. Era o lançamento da turnê do CD/DVD homônimo que a cantora acaba de lançar. Teresa estava animada, contando histórias inusitadas sobre suas passagens pelos camarins da vida.

Assista ao vídeo para saber outras curiosidades sobre o camarim de Teresa Cristina:

Veja também:

Jota Quest abre sua intimidade na estreia da série GarotaFM No Camarim

Oswaldo Montenegro acreditava não ter ritual até ser pego pelo GarotaFM No Camarim

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Site da revista Rolling Stone publica cobertura do Fenart, festival que rolou na Paraíba

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Saiu nesta segunda-feira (31/05) no site da revista Rolling Stone uma matéria minha sobre o Festival Nacional de Arte (Fenart) de João Pessoa. Além da cobertura para o GarotaFM, acompanhei o evento também para o veículo. Confiramais detalhes nos posts anteriores ou…

Clique aqui para leia a matéria publicada no site da Rolling Stone

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