Arquivo da Categoria ‘Coberturas especiais’

Em exposição no Santa Marta, ensaio ‘SER infância’ mostra artistas brincando com crianças da colônia de férias da comunidade

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Muito gringo não sabe, mas a maioria dos moradores das favelas do Rio não gostam de ser fotografados como meros personagens de cartões postais. Quando são seus filhos que estão em foco, então, a resistência é maior ainda. Foi por isso que Tatynne Lauria levou dois anos para conquistar a confiança dos frequentadores, diretores e coordenadores da ECO, colônia de férias que funciona no Santa Marta há 33 anos e promove durante janeiro, período de férias escolares, atividades para cerca de 300 crianças. A coordenadora de produção da novela Fina Estampa, da TV Globo, e fotógrafa foi se chegando e conquistando respeito. Para provar que seu grande interesse era divulgar esse trabalho que move a comunidade desde o ano em que ela nasceu, Tatynne Lauria levou convidados ilustríssimos para brincarem também e posarem para sua lente junto a toda a turma. Pedro Bial, Milton Gonçalves, Leandro Sapucahy, Marcelo Faustini, Luana Piovanni e Dudu Azevedo foram alguns que subiram o morro e se divertiram durante o ensaio “SER infância”, que está em exposição pelas ruas do Santa Marta. A mostra começa ainda na Rua Marechal Francisco de Moura e vai até a sede da ECO. É só seguir as pegadas amarelas pintadas rente ao meio-fio, do lado direito da rua.

Sobre a ECO:

Há 33 anos desenvolvendo atividades culturais, sociais e educacionais na comunidade do Santa Marta, em Botafogo-RJ, o Grupo Eco é uma entidade sem fins lucrativos, de caráter educacional e cultural , que tem como filosofia promover e apoiar na Favela Santa Marta e, eventualmente, fora dela, atividades e iniciativas que visem o desenvolvimento humano integral das pessoas e da comunidade, com atenção especial às crianças, adolescentes e jovens, em busca da afirmação da dignidade da pessoa humana; do pleno exercício da cidadania.

Uma das principais atividades do grupo, que hoje conta com aproximadamente cem associados é a colônia de férias cultural ECO, que realizará sua 33° edição em 2012, sempre realizada no mês de janeiro, dos dias 08 a 22, quando o período escolar está em recesso. O projeto conta com a participação de 320 crianças e adolescentes, que ficam 15 dias sob a responsabilidade dos integrantes do Eco, em atividades dentro e fora da comunidade em Botafogo. Esse ano , com o objetivo de arrecadar doadores culturais, parceiros, apoiadores, o grupo lançou a campanha “Jogo da vida – todos fazem parte” para mobilizar ações de integração cultural e urbana com a cidade.

Sobre a exposição:

Com o objetivo de dar maior visibilidade à campanha e afirmar a seriedade e a responsabilidade de todos com o projeto, a fotografa e produtora Tatynne Lauria, desenvolveu junto a integrantes do grupo a II parte da campanha: “Jogo da vida – parte II, a brincadeira da minha infância.”

A intenção, foi criar um ensaio fotográfico que não fosse apenas o vestir a camisa e doar a imagem, e sim convidar pessoas de diversos seguimentos a se disponibilizarem para voltarem a SER criança. A terem uma releitura de suas infâncias e traçarem um panorama sobre a responsabilidade e importância do “SER” infância, que resultou nesse projeto.

Fotos: Tatynne Lauria

Assista ao vídeo da confusão na entrada do SWU

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Assista ao vídeo da confusão na entrada do SWU:

 

Revista agressiva na porta do SWU faz jornalista perder show e ganhar seus direitos no grito e na ‘carteirada’

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Carta à produção do festival SWU, cuja segunda edição começou no sábado (12/11) e termina nesta segunda-feira (14/11), em Paulínia (SP):

SWU: não começa com você

Escrevo para fazer uma reclamação. Fui agredida na porta de entrada por seguranças truculentos. Fiz um pequeno motim e consegui no grito entrar com os objetos que a mulher queria que eu tirasse a bolsa (pente, espelho, lápis de olho etc). A foto dos objetos está aqui embaixo e também no Facebook, assim como relatos do ocorrido. Aconteceu assim:

Enquanto eu tirava a capa de chuva, que estava por cima da mochila, ao tentar me “ajudar”, uma das  mulheres responsáveis pela revista RASGOU a mesma. Abriu o zíper enquanto eu ainda ajeitava a mochila em cima da mesa. Arrancou de dentro a necessaire que vai comigo a qualquer lugar (aeroportos, bancos, shows e outros festivais, tais como Rock in Rio e LupaLuna) e abriu. Pedi que deixasse eu abrir, mas ela IGNOROU minha fala e foi tirando tudo de dentro. Colocou a mão na minha escova de dente, abriu a pasta dental para cheirar e separou na mesa  meu lápis de olho, um espelho redondo com suporte de madeira, um cortador de unha, uma pinça, dois pentes de plástico pequenos e presilhas tic-tac. Da outra bolsinha, retirou uma caneta americana, mas a Bic, largou lá. E disse que eu não entraria com os 19 OBJETOS que ela selecionou aleatoriamente. Detalhe: Chaves, cinto com fivela grande, sacos plásticos, shampoo, condicionador e caneta Bic entraram.

Falei para a jovem que essas REGRAS NÃO ESTAVAM ESCRITAS nem no site do SWU nem no verso do ingresso. E que eu tinha tudo ali porque fui do Rio de Janeiro direto, com a mochila nas costas com uma muda de roupa e a necessaire. Tudo passou pela rodoviária e pela Polícia Federal, no aeroporto. Pedi para falar com meu namorado, que por ter sido levado a correr uma fila de homens a essa altura já havia passado pela catraca, e uma OUTRA MULHER FEZ UMA BARREIRA, e disse que dali eu não passaria. Comecei a falar com ele de longe, gritando para ele ouvir e entender o que estava acontecendo. Eis que vem um SEGURANÇA GRANDE (leia-se alto e gordo) e se fazendo valer de seu tamanho, ME EMPURROU e disse que, se eu não jogasse aquelas coisas na lata de lixo, que fosse embora porque não teria conversa. Gritei que ele não podia ENCOSTAR EM MIM e, vendo a confusão, meu namorado pulou para fora do festival e veio em nossa direção, com a câmera ligada, registrando a tentativa de me inibir daquelas três pessoas. O “segurança grandão” METEU A MÃO NA MÃO DELE, desligando a câmera dele. Gritei mais uma vez, dizendo que ele não tinha o direito de encostar na gente. Uma pernambucana chamada Marília que estava tendo seus bens confiscados ali do lado  e viu a cena decidiu se juntar  a nós e também gritou com o homem. Um quarto “segurança” veio pra cima de mim, gritando QUE ERA POLICIAL E IA ME LEVAR DALI. Desafiei: “Me mostre então sua identificação e me diga seu nome!” E ele se negava a fazer uma coisa ou outra. A pernambucana fazia a mesma coisa. Meu namorado continuou filmando.

Exigi falar com o superior dele, mas eles não queriam chamar. Odeio dar a tal “CARTEIRADA”, mas nessa hora falei que era jornalista e que, em 2010, cobri o evento para o jornal O Globo do Rio (leia aqui). Mais que rapidamente, O SUPERIOR APARECEU (ele não quis se identificar, mas está no vídeo).  Na frente dele, os dois “seguranças” truculentos NEGARAM que tivessem encostado na gente e ameaçado com palavras. O que se disse policial enfiou o rabo entre as pernas e só sabia dizer que estávamos mentindo. O superior declarou que havia chamado uma policial para nos revistar e nos dizer que as regras eram aquelas. Nós nos acalmamos e vimos ali A CHANCE DE registrar a ocorrência e de questionar onde estão essas regras. Enquanto esperávamos, Marília sugeriu ao superior que assistisse ao vídeo registrado por Marco.  E, quando a companheira pernambucana repetiu para ele QUE EU ERA JORNALISTA, imediatamente ele nos levou para outra catraca E NOS LIBEROU COM TUDO o que tínhamos na bolsa. Medo de jornalista?

Pior é que mais de dez mulheres assistiram à cena e tentaram dar apoio, até mesmo numa de seguirem nossos passos e não perderem seus bens. Mas como as mesmas não fizeram barulho, acabaram ficando pra trás, presas na barreira dos quatro policiais “malvadinhos” e com certeza tiveram que deixar suas coisas na lata de lixo. Sempre que aceitarmos esse tipo de truculência, levaremos o prejuízo.

Porque estou trabalhando em outro projeto e por isso a Midiorama/MediaMania não me credenciou para a cobertura oficial do festival (aliás, a única assessoria que não dá crédito ao GarotaFM, site convidado para o Rock in Rio, a Mimo, o LupaLuna, o próprio SWU em 2010 e tantos outros festivais e eventos brasileiros de música), fui como plateia comum apenas no domingo, dia 13/11, quando tocariam dois ídolos meus: Zé Ramalho e Lynyrd Skynyrd. Por causa da confusão na porta de entrada, que durou mais de 45 minutos, PERDI O SHOW do Zé Ramalho. Calor, dor no peito, vermelhidão no rosto, sede, raiva… levei mais de uma hora e meia para me recuperar daquele estresse.  Agradeço a meu namorado pelo apoio na briga, pela filmagem e por me acalmar depois.

Quando eu já um pouco mais relaxada, vi a seguinte cena acontecer do meu lado: uma menina comprando chope por R$ 7 e dando uma nota de R$ 10 e o vendedor se negando a dar troco, dizendo que com ele o preço era esse. Eu me perguntei: “Cadê a fiscalização?”

Gostaria de registrar o ocorrido porque vou querer uma explicação para isso. E quero saber também como a produção pretende ressarcir meu prejuízo por ter perdido o show de Zé Ramalho, artista que acompanho há anos e sobre o qual estou escrevendo um livro (leia mais).

Atenciosamente,

Christina Fuscaldo

* No site do SWU, há uma pergunta na seção FAQ sobre o que pode e não pode ser levado ao festival. De acordo com o texto, apenas meu cortador de unha deveria ter sido confiscado. E também desodorante, shampoo, condicionador e pasta de dente, que não foram. Mas o pregador proibido é apenas aquele tipo bico de papagaio. É proibido levar camisa de time, mas o que mais se via eram homens vestidos com camisas de times. Alô, produção, no ano que vem, é possível treinar os seguranças / responsáveis pela revista ou pelo menos contratar pessoas acostumadas a trabalhar com isso?

O texto que está no site:

Não pode levar: Armas de fogo; armas brancas de qualquer tipo ou espécie (facas, canivetes, etc); guarda-chuva (de qualquer tamanho); pingentes, correntes pesadas; objetos pontiagudos (inclusive prendedores de cabelo tipo bico de papagaio); objetos perfuro cortantes (tesoura, estiletes, cortador de unha, aparelho de barba); materiais ou objetos que possam causar ferimentos; balões em geral; malabares; fogos de artifício e de estampido (de qualquer espécie); objetos de vidro, plástico ou metal (perfumes, cosméticos – inclusive desodorantes de qualquer tipo -, pasta e escova de dente); substâncias tóxicas e utensílios para utilização de drogas; bebidas (em qualquer tipo de recipiente ou vasilhame que não seja copo de água mineral selado e lacrado com o tamanho máximo de 200ml; remédios (somente com autorização/receita médica); camisa de time de futebol; bandeira com mastro; papel em rolo de qualquer espécie, jornais, revistas e livros; alimentos de qualquer natureza – SÓ SERÃO PERMITIDOS ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS COM A EMBALAGEM LACRADA ORIGINALMENTE (SALGADINHOS/BOLACHAS/BISCOITOS) – ALIMENTOS IN NATURA, MANIPULADOS E/OU COM EMBALAGEM ABERTA NÃO SERÃO AUTORIZADOS); vasilhames, copo de vidro, latas, canecas ou qualquer outro tipo de embalagem vazia ou contendo líquidos de qualquer natureza que, direta ou indiretamente, possam provocar ferimentos em caso de esforço físico isolado ou generalizado; cadeiras; animais; máquinas fotográficas profissionais (lente intercambiável); gravadores; filmadoras; notebooks.

Pode levar: cigarro (1 maço lacrado); isqueiro; fósforo; dinheiro; cartão de débito e crédito; binóculo.

Sonic Youth lança compilação que comemora 30 anos de carreira da banda

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

“Hits Are For Squares” é uma compilação de músicas que a banda nova-iorquina Sonic Youth produziu durante seus 30 anos de carreira. As faixas foram selecionadas por diversos nomes, entre eles Radiohead, Eddie Vedder e The Flaming Lips. O álbum possui 16 faixas, sendo que apenas uma é inédita: “Slow Revolution”. “Sugar Kane”, “Kool Thing”, “100%”, entre outras, estão no repertório.

O Sonic Youth, que vai tocar no Brasil este mês, durante o festival SWU, a ser realizado em Paulínia (SP) de 12 a 14 de novembro, também lançou recentemente um documentário em DVD. Intitulado “1991: Year Punk Broke”, o vídeo só podia ser encontrado em VHS. O novo material contém imagens de shows da turnê do grupo em festivais europeus, com o Nirvana como banda de abertura. O filme traz ainda Dinosaur Jr., Courtney Love, Ramones e Babes in Toyland.

Rock in Rio recebe 700 mil pessoas e é assistidos pela internet por 180 milhões

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Da assessoria de imprensa:

Foram quase 100 horas de diversão ao longo de sete dias e um público de 700 mil pessoas presentes na Cidade do Rock para acompanhar de perto as mais de 160 atrações do Rock in Rio, que voltou a sua cidade natal após 10 anos. Mas o sucesso do evento também pode ser avaliado pelos 180 milhões de internautas de 200 países que acompanharam o festival por intermédio do site oficial e das ações nas redes sociais em toda internet. O balanço econômico do festival demonstra os inúmeros benefícios que o evento trouxe não apenas para as empresas parceiras como também para a cidade do Rio de Janeiro. E a notícia mais esperada pelo público está confirmada. O Rock in Rio estará de volta em setembro de 2013, no mesmo local: o Parque Olímpico Cidade do Rock.

Segundo estimativas da Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro (Riotur), o Rock in Rio impactou em mais de R$ 880 milhões na economia do Rio de Janeiro, atingindo uma média de 90% de ocupação dos quartos da rede hoteleira carioca. A cidade contou com a visita de 350 mil turistas sendo 25% estrangeiros.

Quem não vivenciou pessoalmente o festival, acompanhou pela televisão e pela internet. Na web, o Rock in Rio alcançou 4,5 milhões de seguidores nas redes sociais, tornando-se assim o festival com melhores índices nesse quesito, superadando outros grandes festivais do mundo como Glastonbury (Reino Unido), Lollapalooza (EUA), Coachella (EUA). O site oficial do festival obteve mais de cinco milhões de visitantes únicos e atingiu os Trending Topics do Twitter em 13 países.

Já o público presente, se divertiu e muito. Mas não foram somente os shows dos Palcos Mundo, Sunset, Rock Street e Eletrônica com suas atrações diárias divulgadas previamente, que movimentaram os visitantes. A Cidade do Rock disponibilizou diversas ações para a diversão e um total de 83,2 mil pessoas passaram pelaRoda Gigante do Itaú e da Prefeitura do Rio de Janeiro, pela Tirolesa da Heineken, pelo Free Fall da Bis e, também, pela Montanha Russa da Chilli Beans. Os brinquedos faziam parte da festa que se propõe o festival oferecendo inúmeras diversões ao público ao longo do dia.

Dentro da Cidade do Rock, as empresas parceiras do festival também alcançaram índices que superaram as expectativas iniciais. No ramo alimentício, a rede de sanduíches Bob´s vendeu 448 mil hambúrgeres ao total. Somente no dia 24, segundo dia de festival, O Bob´s quebrou um recorde ao vender 79.112 hambúrgeres em um único dia. A marca era de 58.175 hambúrgeres e estava registrada no Guiness Book – O Livro dos Recordes.

O Spoleto, rede de massas, vendeu 25.522 refeições e alcançou índice 30% maior do que projetado inicialmente. A media de venda das lojas da rede é de 555 refeições dia e no evento esse numero chegava a 4,5 mil. Já a pizzaria Domino’s obteve índice 12% maior do que o planejado. Foram 55.783 pizzas vendidas em sete dias de festival. A Koni Store, com 21 mil konis e rolls vendidos, excedeu em 18% sua estimativa inicial de vendas.

Os excelentes números também são vistos no balanço da Heineken. Ao longo dos sete dias, a empresa vendeu 700 mil litros de chopp na Cidade do Rock. Ao total, foram 1,7 milhão de copos vendidos. Já a Taco, empresa do segmento de roupas, comemorou a venda de 10 mil peças. As camisas especiais do Rock in Rio representaram 50% de todas vendas realizadas.

Outro grande termômetro que aponta o sucesso do evento, e a paixão dos fãs pelo Rock in Rio, é a quantidade de Rock in Rio Club vendidos: 15 mil pessoas adquiriram o cartão para o evento que acontecerá apenas em 2013 e ainda não tem nenhuma banda anunciada. Com taxa de adesão de R$ 79,00, o Rock in Rio Club dá benefícios como 20% de desconto na compra de produtos oficiais do Rock in Rio; pré-venda garantida para o festival de 2013; 15% de desconto para as compras de ingressos nos festivais futuros do Rio, Lisboa, Madri e onde mais o Rock in Rio for realizado. A venda acontece apenas no site oficial (www.rockinrio.com.br) e terá validade até dezembro de 2013.

Na limpeza, os sete dias de Rock in Rio geraram 331 toneladas de resíduos. Desse total, 74 toneladas de lixo orgânico recolhidas pela Comlurb foram levadas para a Usina do Caju para compostagem e transformação do adubo orgânico chamado Fertilurb, que será utilizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente no “Rio Capital Verde”, programa de reflorestamento do município que recuperará 1,5 mil hectares até 2012. Para a Estação de Transferência de Jacarepaguá seguirão 156 toneladas de material potencialmente reciclável e serão trabalhadas pela Cooperativa Barracoop. Já as 101 toneladas de material reciclável, principalmente papelão, papel misto, plástico e latas, coletadas pela Barracoop, seguiram direto para reciclagem. Os profissionais da cooperativa ficarão com toda a renda da venda dos resíduos recicláveis.

No caso específico da madeira, se não puder ser reutilizada ou doada a ONGs, será entregue a uma empresa do Rio de Janeiro e utilizada para a produção de biomassa. Todos os resíduos comuns que não são passíveis de valorização são encaminhados para o Centro de Tratamento de Resíduos – CTR-Rio, em Seropédica.

Confira o balanço final e algumas curiosidades sobre o Rock in Rio-2011:

Alimentos & Bebidas

Bob´s - A rede Bob´s, fornecedora oficial de hambúrguer e Milk Shake do evento, bateu recorde mundial de vendas de hambúrgueres em festivais de música, e serviu durante os sete dias de Rock in Rio 448 mil hambúrgueres. Também foram consumidos 18 mil sanduiches de pasta e 785.800 mil copos de bebida. A média de venda diária registrada foi de 64 mil unidades por dia. O maior número registrado, de vendas de hambúrguer, até então, era da primeira edição do Rock in Rio, em 1985, quando foram vendidos 58.175 mil hambúrgueres – dado presente no Guinness Book – O Livro dos Recordes. O recorde foi batido na segunda noite do Rock in Rio 2011, onde foram  consumidos 79.112 hambúrgueres. Com seis pontos de venda dentro da Cidade do Rock, O Bob´s mobilizou 2.500 mil funcionários para todo o festival. Na segunda semana de shows, a empresa aumentou em 25% o efetivo de funcionários, a fim de atender a demanda muito superior às expectativas iniciais.

Domino’s - Com duas unidades, uma no Village e outra na Rock Street, a marca vendeu 55.783 pizzas, 12% acima da projeção otimista que a empresa fez para o festival, que era bater a marca de 50 mil pizzas. O recorde de vendas aconteceu no penúltimo dia do festival, 01/10, quando chegou ao total de 9.400 unidades vendidas. Além do sucesso com o público, a Domino’s também foi a preferida dos artistas. Elton John, Red Hot Chilli Peppers, Rihanna e Kate Perry solicitaram pizzas da Domino’s nos camarins da Cidade do Rock. Sendo que Kate Perry pediu 100 delas!

Heineken – A empresa vendeu 700 mil litros e 1,7 milhões de copos de chopp ao longo dos sete dias do festival.

Koni Store - Rede de comida japonesa, com loja na Rock Street, o Koni Store registrou venda de 21 mil konis e rolls, marca 18% a mais do que a esperada inicialmente. Uma loja do grupo vende nornalmente entre 230 e 500 kones dia. No festival esse numero chegava a 3 mil por dia.

Spoleto - Com uma loja no Village, o Spoleto vendeu 25.522 refeições, 30% acima do projetado inicialmente para o festival. O recorde de vendas foi no último dia do evento (02/10), quando chegou à marca de 4.300 refeições vendidas. A massa mais pedida foi Penne Bolognesa Clássico.

Atendimentos Médicos

Rede D’Or: Responsável pelo serviço médico do Rock in Rio, a Rede D’Or realizou cerca de 8,6 mil atendimentos médicos gratuitamente nos sete dias de festival – 20% a mais do que o estimado. Do total de atendimentos, 99% foram resolvidos in loco, houve apenas três casos graves (um de embolia pulmonar, um Acidente Vascular Esquêmico (AVE) hemorrágico e mal-súbito) e nenhum óbito. A maioria por conta de dores de cabeça (33%) e problemas ortopédicos (33%). Foram 45 remoções para hospitais da Rede D’Or e da rede pública.

Cidade do Rock em números

Atrações: Mais de 160

Horas de música: 98 horas

Empregos: O Rock in Rio gerou 10 mil empregos direta e indiretamente

Cabos: 200 quilômetros foram utilizados

Dutos: 50 quilômetros foram utilizados

Energia: 12 Kwa de energia foram utilizados, valor equivalente a 600 casas.

Área: 150 mil m²

Transmissão: Multishow e TV Globo

Empresas Parceiras

Kodak: 2.800 pessoas atendidas por serviços fotográficos

Niely: 5.000 cabelos foram produzidos

Taco: 10 mil peças foram vendidas ao longo do festival. Metade das peças vendidas foram camisetas da coleção Rock in Rio, cuja unidade custava R$ 26. O recorde de venda da empresa aconteceu no sábado, 01, com 1.700 peças vendidas.

Trident: A Cabine Trident by YouTube, localizada no camarote da marca, contou com 1200 vídeos gravados, com cerca de 2 mil participações, pois os vídeos eram gravados, geralmente, em dupla.

Já a ação GigaRiso (o smiley gigante) reuniu 500 pessoas para o riso coletivo e a GigaFoto (a foto gigapanorâmica) contabilizou mais de 6 mil risos no festival de uma só vez.

Entretenimento

Roda Gigante Itaú e Prefeitura do Rio de Janeiro: cerca de 37 mil pessoas

Tirolesa Heineken: cerca de 5,2 mil pessoas

Free Fall Bis: cerca de 9,5 mil pessoas

Montanha Russa Chilli Beans: cerca de 31,5 mil pessoas

Total: 83,2 mil pessoas usufruíram das atividades paralelas na Cidade do Rock

Espaços

Rock Street: 20 lojas. 10 de experimentação das marcas e outras 10 de alimentação

Village: 28 lojas. 16 de experimentação das marcas e outras 12 de alimentação

Área Vip: 8 lojas. 6 de experimentação das marcas e outras 2 de alimentação

Bob´s: 5 bares

Botequim Informal: 2 bares

Internet

Impacto estimado nas mídias sociais: 180 milhões de pessoas em 200 países

Seguidores: 4,5 milhões (o Rock in Rio é o festival que conta com mais seguidores)

Twitter: o Rock in Rio foi Trending Topics em 13 países

Visitas ao Site Oficial: 5 milhões de visitantes únicos

Lixo

Total de resíduos: 331 toneladas de resíduos.

Lixo Orgânico: 74 toneladas. Recolhidas pela Comlurb, foram levadas para a Usina do Caju para compostagem e transformação em um adubo orgânico chamado Fertilurb, que será utilizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente no “Rio Capital Verde”, programa de reflorestamento do município que recuperará 1,5 mil hectares até 2012.

Material Potencialmente Reciclável: 156 toneladas. Encaminhadas para a Estação de Transferência de Jacarepaguá, serão levadas para a Cooperativa Barracoop.

Materal Reciclável: 101 toneladas. Principalmente papelão, papel misto, plástico e latas, coletadas pela Barracoop, seguiram direto para reciclagem.

No caso específico da madeira, caso esta não possa ser reutilizada ou doada a ONGs, será entregue a uma empresa do Rio de Janeiro e utilizada para a produção de biomassa. Todos os resíduos comuns que não são passíveis de valorização são encaminhados para o Centro de Tratamento de Resíduos – CTR-Rio, em Seropédica.

Palco Mundo

Peso: 600 toneladas com toda estrutura montada

Som: Propagava-se em um raio de 600m

Palco Sunset

Peso: 100 toneladas com toda estrutura montada

Som: Propagava-se em um raio de 150m

Achados & Perdidos

Informações sobre como funcionará a operação de Achados & Perdidos:

1 – Todos os documentos perdidos no festival foram encaminhados para o Edifício Sede dos Correios – Av. Presidente Vargas, 30/77 e estão disponíveis para retirada. O horário de funcionamento da agência é de 9h as 15h. O telefone para informações é (21) 2503-8611.

 

Rock in Rio: Veja Sérgio Dias, Beto Lee e The Growlers em vídeos exclusivos do GarotaFM

terça-feira, 4 de outubro de 2011


Nos festivais de música, o último dia é sempre o mais agitado. Algumas das atrações mais aguardadas no headline, pessoas aguardando ansiosamente pelo encerramento e produtores bem mais relaxados. No caso do Rock in Rio, até promoção em loja de roupa teve, no domingo (02/10). Os brindes, que antes eram dados após a participação em provas, estavam sedo distribuídos para todos, na Cidade do Rock. O produtor do palco Sunset, Zé Ricardo, até conseguiu assistir grande parte do show de Tom Zé + Mutantes da plateia.

E a jornalista aqui conseguiu aproveitar brechas e se aproximou de alguns artistas.

Assista a vídeos com Sérgio Dias, atual líder dos Mutantes, o músico e apresentador do Multishow Beto Lee e músicos da banda The Growlers (destaque para o arroto de um deles).

Mutantes surpreende e Axl Rose leva pouca voz ao último dia de Rock in Rio

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Definitivamente, o Palco Sunset estava muito mais instigante do que o Mundo nesta edição do Rock in Rio. E não foi pela qualidade das atrações escaladas para cada um deles. Foi, também, porque os encontros eram inusitados e, muitos deles, efêmeros. No último dia de festival, domingo (02/10), os Mutantes de Sérgio Dias surpreenderam ao dividir o palco com o parceiro de Tropicália Tom Zé e, depois, com Beto Lee, filho de Rita Lee, fundadora da banda ao lado dos irmãos Sérgio e Arnaldo Baptista. Tom Zé também divertiu a plateia, só que mais pelo seu jeito irreverente e a menção à calcinha carioca (entenda). O texto poderia acabar por aqui, se não houvesse gosto para tudo.

No Palco Mundo, Evanescence tirou um pouco do público do show dos Titãs com a banda portuguesa Xutos & Pontapés, que esperaram até às 21h para tocarem no Sunset e agitaram (muito!) quem ficou por lá. No palco menor, subiram também The Monomes + David Fonseca e Marcelo Camelo + The Growles.

A primeira banda a tocar no Mundo foi Detonautas, que surpreendeu ao fazer um show na medida (pouca fala e muito rock) no festival que alçou a banda carioca ao sucesso dez anos atrás. Pitty mostrou que tem energia e seus fãs, também. Todas as músicas da baiana tiveram coro. Muita gente foi até a Cidade do Rock para ver System of a Down, que dividiu opiniões.

A chuva caiu e o Guns n’Roses atrasou mais do que Axl prometia. Quase três da manhã, o vocalista subiu ao palco de capa amarela dando “bom dia” e se esquivando da água. Sua voz não chegou inteira ao meio do show, um dos motivos de uma série de piadas no Facebook:

“Liga não Axl, vai passar.”

“Falsete feião.”

“Gente, tô rindo muito nesse show. ainda bem que tô em casa. Vamo lá, Axl!”

“Axl não canta mais né, gente?”

“Nesse momento, toca o telefone na casa de Milton Nascimento. Do outro lado da linha, a voz de Elton John: ‘Ai, bicha, que alívio! Alguém com menos voz que a gente!’”

“E no sétimo dia, em vez de descansar, eu tô aqui que nem um babaca esperando a grande baleia branca se dignar a trabalhar…”

“Não queriam lama? toma.”

“Zeca Camargo está esperando o Guns n’Roses “a qualquer momento”. É um otimista incorrigível.”

“Em 1991 eu jantei no restaurante Alfredo’s, dentro do Hotel Intercontinental, com todo Guns’n'Roses na mesa ao lado. Até vi Slash sem cartola, na época em que isso era um tabu. Mas Axl não estava lá, é claro. 20 anos depois, nenhum daqueles caras da mesa está no Rio pra tocar. Use your illusion. Vou dormir.”

Fotos: Divulgação / Image.net

Fãs e cambistas tentam comprar ingressos, enquanto Erasmo Carlos, Arnaldo Antunes, Skank e Coldplay se destacam no RIR

domingo, 2 de outubro de 2011

O público foi aumentando a cada dia de Rock in Rio. E o segundo sábado do festival (01/10) estava abarrotado de gente dentro da Cidade do Rock e do lado de fora também. “Ingresso sobrando, eu compro”, diziam milhares de fãs do Coldplay e do Maroon 5 e cambistas-de-estoque-vazio. Flavinho comentava, no terminal rodoviário Alvorada, de onde saíam os ônibus para o RIR, que aquele e o seguinte seriam os dias mais complicados para ele, que normalmente compra pela internet ou de pessoas que desistem da saga e revende na porta do evento (no caso do festival, no Alvorada devido à rígida fiscalização na Cidade do Rock). Já perto do local do evento, ficaram pelo menos duas mil pessoas sentadas por toda a extensão da calçada, até a roleta de entrada. As filas estavam maiores para tudo, desde a entrada no ônibus até as dos brinquedos do festival (montanha-russa, tirolesa e roda gigante). A noite do rock tranquilinho tirou muita gente de casa.

A surpresa brasileira da noite foi o Skank, que tocou depois de Frejat e levantou a plateia de forma a emocionar até mesmo Samuel Rosa. O vocalista sacou uma câmera e filmou a plateia, lembrando que essa era a primeira vez da banda mineira no festival. Em 2001, o Skank aderiu ao protesto liderado por O Rappa, que teve seu show remanejado por causa de uma atração estrangeira. Raimundos, Cidade Negra e outros grupos também boicotaram o Rock in Rio, cancelando seus shows.

O Coldplay apresentou músicas do disco que lança no fim de outubro, ”Mylo xyloto”, e relembrou o hit “Yellow”. O vocalista Chris Martin falou português e desenhou um coração no lugar da letra “o” do “Rio” que desenhou no cenário. Os mexicanos do Maná levaram rock latino ao Palco Mundo e a banda Maroon 5 tocou, entre outras, “Moves Like Jagger”, “Harder to Breathe”, “Sunday Morning”, “Misery”, “Makes Me Wonder” e “She Will Be Loved”.

O palco Sunset chamou a atenção neste dia do festival. Primeiro foi a banda cearense Cidadão Instigado com a do Rio Grande do Sul Júpiter Maçã, que misturaram rocks nordestino e gaúcho. Tiê e Jorge Drexler mostraram hits de suas carreiras, como “Todo se Transforma”, do uruguaio, e “Perto e Distante”, da brasileira. Antes do deixarem o palco, brincaram de “Você Não Vale Nada”, eternizadas pelas banda Aviões do Forró e Calcinha Preta. Zeca Baleiro encontrou-se com Concha Buika. O clímax ficou com Erasmo Carlos e Arnaldo Antunes, que tocaram separadamente e juntos sucessos da Jovem Guarda, músicas do disco novo do Tremendão, “Sexo”, e da carreira do ex-Titãs, que, diga-se de passagem, levou uma banda da pesada ao Rock in Rio.

Fotos: Divulgação / Image.net

 

No Rock in Rio, Shakira mostra porque é fenômeno mundial

sábado, 1 de outubro de 2011


A segunda sexta-feira do Rock in Rio 2011 teve Marcelo D2, Jota Quest, Ivete Sangalo, Lenny Kravitz e Shakira no Palco Mundo, além de, no Palco Sunset, Buraka Som Sistema + Mix Hell, Céu + João Donato, Cidade Negra + Martinho da Vila + Emicida, Monobloco + Macaco + Pepeu Gomes. Mas a noite foi mesmo da cantora colombiana que pisou pela primeira vez no Rio de Janeiro quando estourou como estrela latino-americana, em 1997, pouco antes de se tornar fenômeno mundial.

Veja o que os sites publicaram sobre o show de Shakira:

“Aquela roqueira que surgiu aos 19 anos, em 1996, foi a primeira a dar as caras no show, com “Estoy aqui”. Sapeca, sexy e falando ótimo português, Shakira deu mostras de que iria ganhar a noite logo em ‘Whenever, Wherever’, em que ensinou seis meninas da plateia a jogar as cadeiras – sua arma infalível de sedução.Daí em diante, a cantora foi teatral (na releitura de ‘Nothing else matters’, do Metallica), flamenca, cigana, reggaeton (em ‘La tortura’), roqueira de novo (‘Ciega sordomoda’) e loucamente dançante (em ‘She wolf’ e ‘Loca’), tudo sem perder a simpatia e o rebolado. A primeira parte do show, ela terminou de forma apoteótica, com o sucesso ‘Ojos asi’.” (Silvio Essinger, O Globo)

“Com a barriga à mostra, a loira dançou até o chão e tocou sua gaita no palco. Os fãs começaram a gritar seu nome e ela respondeu, em português, com muita simpatia. ‘Olá, Rio! Estou tão feliz por estar aqui nessa terra que eu amo. Obrigada pelo carinho! Estou aqui para satisfazê-los. Sou toda de vocês’. (Terra)

“A versão acústica para ‘Nothing Else Matters’, do Metallica – quando a cantora veste uma saia e incorpora a cigana de pés descalços -deu uma quebrada no ritmo do show, mas refletiu o perfil multifacetado que define seu estilo, passando entre o irresistível reggaeton ‘La Tortura’ e o flamenco de ‘Gypsy’ ao eletrônico de ‘She Wolf’.” (Uol)

“Mais tarde, a artista fez passos de dança cigana anunciando o hit Gypsy e trouxe Ivete Sangalo ao palco para cantarem juntas ‘País Tropical’, já na parte final de sua apresentação. Também para o bis ficaram ‘Hips Don’t Lie’, seu único número 1 na parada norte-americana, e ‘Waka Waka’, que foi o tema oficial da Copa do Mundo de 2010.” (Estadão)

Fotos: Divulgação / Image.net

Rock in Rio: Dia extra surpreende com Stevie Wonder e Legião Urbana orquestrada

sexta-feira, 30 de setembro de 2011


Até os ingressos para os seis dias de Rock in Rio se esgotarem, não havia notícia de que Stevie Wonder viria ao Brasil. Bastou os mais ágeis atuarem para que a produção do festival anunciasse uma sétima noite, com o soulman e outras grandes atrações. Acabou que a escalação de quinta-feira (29/09) foi uma das melhores.

A abertura do Palco Mundo já valeu por tudo: os remanescentes da Legião Urbana Marcelo Bonfá (bateria) e Dado Villa-Lobos (guitarra) tocaram acompanhados da Orquestra Sinfônica Brasileira, dos filhos João Pedro Bonfá e Nicolau Villa-Lobos e dos convidados Rogério Flausino, Toni Platão, Pitty, Herbert Vianna e Dinho Ouro Preto. O vocalista do Capital Inicial não segurou a emoção: “Parece uma seita, todo mundo cantando. Hoje não precisava de ninguém cantando aqui.”

No maior estilo Motown, a petit Janelle Monáe fez um show que não empolgou não por ser ruim, mas porque suas músicas não são conhecidas do grande público. Kesha transformou a Cidade do Rock em uma pista de dança, mas decepcionou a maioria por não estar escalada para o dia certo e por não convencer com sua máscara de maquiagem e dança Quero-Ser-Britney-Ou-Gaga. Jamiroquai fez um bom show, como de costume, porém deixou a desejar por não levar ao palco hits conhecidos dos brasileiros, tais como “When You Gonna Learn” e “Cosmic Girl”.

Em termos de “gringolândia”, a noite foi mesmo de Stevie. O cantor, compositor e ativista fez quase duas horas de show e incluiu, para alegria da plateia, duas canções brasileiras no repertório: “Garota de Ipanema” (Tom Jobim e Vinicius de Moraes) e “Você Abusou” (Antonio Carlos e Jocafi). Entre seus sucessos, estavam no set list ”I Just Called To Say I Love You”, “Isn’t She Lovely” e “You Are The Sunshine Of My Life”. O músico deitou  no chão, citou Deus, chamou Janelle ao palco para cantar duas (“Superstition” e “Another Star”)  e fez uma releitura de “The Way You Make Me Feel”, de Michael Jackson.

Pelo Palco Sunset, passaram Marcelo Jeneci +Curumim, Africa Bambaataa + Paula Lima + Boss ac, Joss Stone e Baile do Simonal + Diogo Nogueira + Davi Moraes. Joss fez um show solo no palco dos encontros, mostrando que tinha força para encarar o Palco Mundo se a oportunidade lhe tivesse sido dada. Simoninha e Max de Castro colocaram a plateia para dançar interpretando clássicos do pai, como ”Nem Vem Que Não Tem”, “Samarina” e “Meu Limão, Meu Limoeiro”, no baile.

Fotos: Divulgação / Image.net