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Curiosidades do Allaúde: saiba detalhes sobre o Fender Jazz Bass

sábado, 4 de setembro de 2010

baixo_fender1Curiosidade garimpada por Serjão Allaúde

O Fender Jazz Bass é um baixo com corpo sólido que tem dois captadores e quatro cordas. Introduzido em 1960 como “Deluxe Model”, foi comercializado juntamente com a guitarra Jazzmaster, que também era chamada de “Deluxe Model”. Foi renomeado para Jazz Bass quando a fábrica percebeu que seu braço redesenhado - mais fino e curvado do que o Fender Precision Bass - iria se encaixar mais em músicos do jazz.

O Jazz Bass possui dois captadores simples, cada um com dois ímãs por corda. Isso dá ao baixo um som com muitos médios para competir com o baixo Rickenbacker, fabricado em 1954 e que ficou famoso pelo seu timbre brilhante e característico. Assim como seu corpo levemente diferente, menos simétrico e mais contornado, o braço do Jazz Bass é notavelmente mais fino na ponta, diferente do Fender Precision Bass.

A intenção original foi de encorajar os baixistas a trocar seus contra-baixos acusticos por elétricos. O Jazz Bass original tinha dois botões (volume e tom) para cada captador. Instrumentos originais com esta construção são bastante valiosos no mercado de instrumentos vintage. Hoje em dia, possui três botões de controle: dois controlando o volume de cada captador e um botão de tom para todo o instrumento.

Um quarto botão push-pull está presente nos modelos americanos produzidos depois do segundo semestre de 2003, e ele permite aos captadores operar em série ou paralelo. Quando em série, os dois captadores funcionam como um só, com um único controle de volume, levando seu som ao nível do Fender Precision Bass.

Fonte: Wikipedia

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Curiosidades do Allaúde: conheça a história da bateria Pinguim

domingo, 29 de agosto de 2010

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Curiosidade garimpada por Serjão Allaúde

Por Robson Roncon:

“Meu nono Pedro, tecelão e músico, pertencente a banda ‘Com jazz Band você Vae’, sugeriu ao meu tio Florêncio, torneiro mecânico e famoso baterista da época, e ao meu pai Romeu, ferramenteiro, projetista, professor no Senai e músico também, que montassem uma pequena oficina de baterias devido a grande dificuldade de se arranjar um instrumento de padrão internacional, para acompanhar músicos vindos de fora naquele tempo. Em 1952 nascia a ‘Oficina Mecânica Florêncio Roncon’, com a fabricação inicial dos pedais de bumbo, clones perfeitos do modelo Speed King da Ludwig, famosa bateria americana. No mesmo ano, foi confeccionada à mão, e com peças em bronze e latão, a primeira bateria Pinguim, apelido de meu tio, adquirido nas orquestras onde tocava de fraque e por seu modo engraçado de andar. Esta bateria se encontra hoje em um museu da França, segundo músicos brasileiros que teriam visitado o país. Mais dois tios entraram para oficina, Ivano - ferramenteiro e músico - e Sergio - contador e músico. Todos trabalharam no desenvolvimento de peças, pedais, aros, acessórios e o instrumento ganhou forma com canoas conquilhadas em formato de gota, suporte bola para ton e prato, cascos feitos com madeira de qualidade, naquele tempo era possivel forrar o instrumento com celulóide, os acessórios e peças eram todos de fabricação própria.”

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Outra curiosidade é o nome ‘FIRS’, que nada mais é que as iniciais dos irmãos Roncon ou irmãos Pinguim como ficaram conhecidos. Com a explosão de Beatles e da Jovem Guarda com Roberto e Erasmo Carlos, as baterias Pinguim foram cada vez mais solicitadas e, em 1968, no auge do rock’n'roll, vendia-se 100 baterias por semana.

Fonte : http://www.pinguimdrums.com.br/pinguim.htm

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Na estreia da coluna Curiosidades do Allaúde, a história do amplificador Tremendão

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Na semana em que Erasmo Carlos ganhou o Prêmio da Música Brasileira pelo disco “Rock’n'Roll”, o mais novo colaborador do GarotaFM, Serjão Allaúde, estreia sua coluna, “Curiosidades do Allaúde”, com uma história muito interessante sobre o Tremendão. Mas, neste caso, ele está falando do amplificador que leva o nome que virou apelido de Erasmo. É isso aí. Existiu um equipamento chamado Tremendão. Leia abaixo:

Curiosidades do Allaúde:  TREMENDÃO

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Para entender um pouco mais dessa estória, voltemos à segunda metade dos anos 60, quando os músicos brasileiros não tinham acesso a amplificadores de qualidade profissional, e havia uma extrema dificuldade de importar equipamento desse quilate. Surge aí uma iniciativa pioneira da Giannini : desenvolver equipamentos no mesmo nível dos melhores importados daquela época, contratando mão-de-obra especializada e montando uma fábrica somente para a produção de eletrônicos. Um dos primeiros produtos a ser lançado foi o Tremendão, que logo chegou às mãos dos melhores músicos da época. Daí para estar presente em quase todos os melhores palcos do país foi um pulo. O começo do Rock’n’roll no Brasil, o movimento Jovem Guarda, o Tropicalismo.

FONTE : audiolist.org 

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Assista a trechos de show que George Israel apresentou no Rio

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Como este site também é feito de colaborações, aí estão os vídeos feitos por Cristina Melo durante um show de George Israel no Clube Caiçaras, no Rio. O que mais chamou atenção dela foi a participação do filho do saxofonista do Kid Abelha, Leonardo, de 11 anos, na bateria. Confira!

Clique aqui para ler entrevista de George Israel à revista Rolling Stone sobre o disco ‘Parcerias com Cazuza’, que ele acaba de lançar

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Coleção remasterizada revela mais detalhes das gravações dos Beatles

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

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Nos antigos LPs e também nos CDs atualmente no mercado, mesmo o fã que já passou incontáveis vezes os ouvidos por uma daquelas canções clássicas ainda tem sua atenção chamada por um vocalzinho, um chocalhinho, uma guitarra ou percussão que nunca havia notado. A longevidade dessas beatle-descobertas está preservada com as versões remastarezidas de todo o catálogo dos Beatles. A mexida no som dos 13 discos de carreira mais o “Past masters” (que vem em CD duplo) trouxe à tona tanto detalhes das músicas outrora escondidos quanto a pressão sonora do grupo. Principalmente o baixo e os tambores da bateria estão mais na cara, diferença notadamente explícita nos rocks mais pesados “Come together” e “Helter skelter”, e na discografia a partir da segunda metade da carreira de forma geral.

Na experiência comparativa – 10 segundos de uma faixa da versão digitalizada em 1987 e o mesmo tempo da versão remasterizada – na sede da EMI, na Barra da Tijuca, as músicas dos primeiros álbuns não revelaram tanto o trabalho dos engenheiros em Abbey Road (que demorou quatro anos para ser finalizado). De “Please please me” (1963) a “Beatles for sale” (1964), os discos - disponíveis em stereo pela primeira vez - guardam algo opaco que remete à época e dá um ar nostálgico que é muito o charme da gravação. O conceito foi utilizar tecnologia moderna com equipamentos antigos, para manter a autenticidade daquelas gravações analógicas originais. O impacto de que o som foi “limpo” é maior nos discos lançados a partir de 1966, ou melhor, do “Revolver” em diante. Há momentos em que os Beatles soam mais modernos e atemporais que nunca, capaz de convencer um leigo de que a canção foi gravada esta semana.
 
Além do som

Cada disco vem com um mini-documentário sobre sua feitura, que roda no computador. A caixa oferece um DVD com todos os documentários, que roda em qualquer aparelho e vem com legendas em português (nos CDs eles não são legendados). São imagens da época das gravações com declarações dos quatro Beatles e do produtor musical George Martin.
 
A simpática embalagem digipack em que vêm embalados é outro fator para definir cada beatlemaníaco que deve explodir seu cartão de crédito (a caixa custará R$ 850). Além da reprodução das capas originais, um belo encarte repleto de informações e fotos raras e inéditas.
 
Para completar o prejuízo, sai também uma outra caixa, com os 10 álbuns gravados em mono (R$ 900, mais caro porque estas serão importadas). Recomendado para qualquer um que não tenha algum desses discos em sua coleção particular. Para os fãs que já possuem a discografia completa em CDs, se o dinheiro estiver sobrando, vale o investimento.

O material chega às lojas nesta quarta-feira.

Leia mais no blog Jam Sessions, de Jamari França