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Show do Happy Mondays no Rio é cancelado. Leia carta aberta do produtor do Circo Voador

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

O SHOW DO HAPPY MONDAYS SUBIU NO TELHADO

Ficamos felizes quando o agente do Happy Mondays entrou em contato com a gente oferecendo um show pro dia 17 de março. Ainda mais quando vimos que os shows no Brasil seriam os primeiros da reunião da banda. Mas conhecendo o histórico do Shaun Rider, ficamos com um pé atrás. Sequer tínhamos certeza se o publico ainda se ligava em quem era Happy Mondays. Dai colocamos um post no Facebook dizendo que se tivéssemos um determinado numero de likes até o final do dia, fecharíamos o show. Não demorou nem quinze minutos pra atingir esse numero. Movidos pela empolgação, acertamos um preço, fechamos o show e mandamos a primeira parcela do cachet.

Desde então varias notícias saíram na imprensa especializada internacional falando da reunião da banda, mas nenhuma citava os shows no Brasil. Achamos que esses shows seriam warm ups, aquelas gigs que as bandas que voltam fazem antes de partir pra uma grande turnê, como se fosse o soft oppening de um restaurante. Mas mesmo não constando do calendário oficial, estava tudo certo. Afinal, o contrato estava assinado e a primeira parcela havia sido retirada por eles.

Eis que hoje o agente me manda um e mail dizendo que o empresário havia pedido pra que se re-agendasse esses shows pra junho ou julho, mas que teríamos que pagar mais, já que seria com a formação original. Também aventou a possibilidade de ter um show da tour solo do Shaun Rider mais pro final do ano. Ou do Peter Hook, que é do mesmo agente. Daí caiu a ficha “Caímos no conto do Shaun Rider!”

Como assim seria mais caro, se só topamos o show do Happy Mondays porque seria com a formação original? Na hora me veio a mente aquela cena do 24 Hour Party People em que ele seqüestra as próprias masters do álbum exigindo do produtor do disco um resgate. I can’t fuck believe it!

Visto de um angulo romântico, seria uma honra tomar uma volta dessa do Shaun Rider, mas já encaramos muito Tim Maia na vida pra engolir essa, ainda mais de um doidão gringo. Sendo assim, nem pensamos em adiar esse show. Pedimos o din din de volta e pronto. Madchester de cu é rola!

Então é isso: lamentamos informar que o show do Happy Mondays não vai acontecer no Circo dia 17 de março.  As vendas estão suspensas. Quem comprou terá seu dinheiro de volta. Quem comprou pela ingresso.com terá o valor do ingresso estornado da fatura do cartão de crédito.  Os que compraram em dinheiro poderão fazer o reembolso na bilheteria do Circo. Se você é fã, não se preocupe: eles acabarão vindo pro Brasil qualquer hora. E vamos assistir amarradões, da plateia! Mas eu é que não quero batizar mais nenhum cabelo branco de Shaun Rider!

Valeu!

Rolinha, produtor do Circo Voador

Moraes Moreira e Davi Moraes comemoram 40 anos de ‘Acabou Chorare’ em palco carioca

sábado, 14 de janeiro de 2012

Em 2012, um dos álbuns mai significativos dos anos 70, “Acabou Chorare”, do Novos Baianos, completa 40 anos. Para comemorar, um dos responsáveis pelo sucesso do grupo, Moraes Moreira levou o repertório da obra prima ao Studio RJ na sexta-feira (13/01) junto a seu filho, o guitarrista Davi Moraes. Acompanhados ainda por Cesinha (bateria), Augusto Albuquerque (baixo) e Marcos Moletta (bandolim), pai e filho tocaram todas as músicas do LP.

Depois de começar por “Besta é Tu”, a banda colocou a plateia para pular com ”Brasil Pandeiro” e ”Tinindo Trincando”, para se emocionar com a faixa-título e para suingar com ”Preta Pretinha” e “A Menina Dança”. O belo coro em ”Mistério do Planeta” fez com que Moraes pedisse à banda para repetir a canção.

Fundador dos Novos Baianos, Moraes Moreira recitou cordéis com a história e curiosidades sobre o grupo que fez para o DVD ”A história do Novos Baianos e outros versos”, lançado em 2008. Ao esgotar o repertório, a banda seguiu com sucessos de Moraes, de Davi e outras músicas.

Fotos: Christina Fuscaldo

Minha experiência com Luan Santana, um ídolo que canta e fala o que as fãs querem ouvir

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Não, desta vez eu não estava na plateia cobrindo o show ou curtindo porque-amo-muito-aquele-que-estava-no-palco. Fui, depois de muitas tentativas de me esquivar do popstar do momento, levar minha prima de 14 anos para ver Luan Santana, na última sexta-feira (09/12). Evelyn vinha há meses tentando me convencer a levá-la a um show do “amado”. Ela sabe que eu teria feito isso a trabalho se ainda fosse repórter e colunista de música do jornal Extra. Na época em que trabalhava lá, minha prima era fã da novelinha mexicana Rebelde e eu trouxe de uma coletiva de imprensa uma foto e um autógrafo de um dos integrantes da banda RBD. Ela devia ter uns nove anos na época… Pois bem. Cedi. Não fui ver Luan com ela em Nova Iguaçu nem em Mesquita, mas acabei topando o show da Ilha do Governador, sentindo que pelo menos ida e vinda seriam tranquilas.

Os portões abriam às 18h e às 18h30 Evelyn já estava na porta da minha casa, ansiosa. Sexta-feira no Rio de Janeiro, o trânsito nunca é bom, né? Mas lá fomos nós rumo à Associação Atlético Portuguesa. Chegamos por volta das 21h30, mas o show só começou mesmo às 23h. Cansatiiiivo… O DJ era um dos piores que já “vivi” na vida. O cara tocou dance music e funk da minha época (Claudinho & Buchecha, Cidinho e Doca etc). Toda hora eu perguntava: “Evelyn, você conhece essa?” E ela fazia que não com a cabeça e respondia: “Pô, ele devia tocar Michel Teló.” Esse rapazinho é aquele que recentemente grudou na cabeça de muitos o refrão “Ai, se te pego. Ai, ai!” Vale ressaltar que, no dia seguinte do show, até na feira, eu e minha prima ouvimos gente cantar Michel Teló.

Optei por ir com Evelyn na pista VIP, que custava apenas R$ 60, uma discrepância em relação a ingressos como os de Paul McCartney, cuja pista Prime (VIP) no Engenhão, em maio, saiu a R$ 700. Tá bom, vamos a um artista brasileiro… Chico Buarque fará show no Vivo Rio, em janeiro, e o ingresso mais caro custa R$ 320. Ok, ok… Você deve estar pensando: “Pô, não dá para comprar Luan Santana com Paul ou Chico!” Está certo… Vamos comparar Luan com Luan: no show que ele fez na Apoteose em dezembro de 2010, o ingresso de pista comum custava R$ 140.  Melhor ver na Ilha, né? Por seu um espaço para show tão pouco popular, não imaginei que ia estar tão cheio. Percebi que o local e o marketing encarecem muito o evento. Imaginei se não seria legal se Paul tocasse lá na Associação Atlético Portuguesa também… :P

Na hora em que começou, chegou a dar medo de viver o mesmo que vivi no show do Rage Against The Machine no festival SWU de 2010 (leia aqui). Mas em questão de segundos percebi que a altura média da galera era 1,55m e que a plateia era formada em sua maioria por meninas. Berros a muitos decibéis, mãos que formavam coraçõezinhos, suor naquela primeira noite menos fria de dezembro e muita choradeira permearam o evento. Enquanto elas se rasgavam, Luan dava uma aula de como ser canastrão… e um verdadeiro popstar. O sotaque é do Mato Grosso do Sul, onde nasceu e cresceu. Com o ”R” puxado como aquele do interior de Minas Gerais ou São Paulo, enviou frases direto ao coração das fãs. “Eu tava louco para subir no palco logo, olhar no fundo dos olhos e dizer que eu só quero vocês”, declarou. Em seguida, puxou mais gritos: “Eu tô solteiro. Tô mais sozinho que chinelo de Saci.”

Luan dançou com uma menina da plateia, escolhida por sua produção, e deu chocolate na boca daquela que chamou de “Garota Chocolate”. Falou que o Rio de Janeiro é o lugar com mais mulher bonita e voou do palco até parte da pista VIP, pendurado por uma corda regulada por uma estrutura de ferro montada no alto da estrutura onde aconteceu seu show.  Formada por sete integrantes (tecladista, baterista, dois guitarristas, baixista e duas backing vocals), a banda entrou em todas as brincadeiras do “astro”, que até fez dueto com Ivete Sangalo através de um telão que exibia a imagem da cantora baiana. Evelyn catou um papelzinho vermelho (cor preferida de Luan Santana) que caiu do palco e jogou lá uma cartinha com bichinhos de pelúcia. Minha prima disse que ele tem um quarto em sua casa onde guarda tudo o que ganha. Ela tem um saquinho com papéizinhos, recortes, ingressos na bolsa e no coração.

Não, não me encantei com Luan Santana. Achei o show bem estruturado e ele, extremamente esperto e focado na carreira. Pode ser que enverede mais para a música sertaneja do que para a romântica (ou parta para o romântico adulto) e consiga se manter em alta por muitos e muitos anos. Pode ser que saia de moda e passe a trabalhar no backstage. Não dá para saber. As fãs, bom, um dia elas vão crescer, amadurecer e talvez até topar levar suas primas mais novas em shows dos próximos ídolos. E com certeza lembrarão para sempre dessa fase que viveram.

Quanto a mim, eu espero que, quando precisar entrevistar Luan Santana para alguma matéria ou esbarre com ele em alguma cobertura jornalística, possa aproveitar essa experiência. Na única oportunidade, que foi durante a cobertura do Criança Esperança para o site oficial, sua produtora pedia até a cor da calcinha para liberar minha entrevista enquanto eu só sabia que era aquele que cantava a canção-chiclete “Meteoro”. Mal conhecia seu rosto, para mim, nada atraente como eram os dos meus ídolos da adolescência…  Que Evelyn nunca esqueça desse momento que vivemos juntas.

 

Ringo Starr libera o palco para o talento dos amigos em show no Rio

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

A única certeza que tinham os presentes no show de Ringo Starr nesta terça-feira (15/11) não era a de que cada um ali, algum dia, vai morrer, mas a de que todos eram beatlemaníacos. Ou mulher de um beatlemaníaco. Ou namorado de uma beatlemaníaca. Alguma relação com Beatles aquela gente que quase encheu o Citibank Hall, no Rio, tem. Mas o baterista mais fofo da história do rock britânico não se aproveitou disso. Apresentando apenas “I Wanna Be Your Man”, “Yellow Submarine” e “With a Little Help From my Friends” do repertório “daquela outra banda” (como ele faz questão de chamar), Ringo Starr priorizou a divulgação do trabalho de seus parceiros de palco.

A All Starr Band, que vira e mexe alterna seus astros, veio ao Brasil com Rick Derringer (guitarra), Richard Page (baixo), Edgard Winter (teclado), Wally Palmar (guitarra), Gregg Bissonette (bateria) e Gary Wright (guitarra). Cada um tem seu estilo e todos tiveram a chance de brilhar no show comandado por Ringo, que abriu a noite com seu maior hit solo, “It Don’t Come Easy”, e interpretou o clássico de Carl Perkins “Honey Don’t”. Depois de “Choose Love”, o ex-Beatle deu a vez a Rick Derringer, que tocou e cantou “Hang on Sloopy”, um sucesso de sua ex-banda McCoys. Para quem não lembra, foi a música que ganhou versão de Leno & Lilian na Jovem Guarda e virou “Pobre menina”.

Edgard Winter, irmão da “lenda da guitarra” Johnny Winter (lembre do show no Rio), assumiu o microfone e, com o teclado pendurado no pescoço como se fosse uma guitarra, tocou “Free Ride”. Gary Wright apresentou “Dream Weaver” e Wally Palmar mostrou “Talking in Your Sleep”, dos seus tempos na banda The Romantics. Richard Page colocou para fora seu lado oitentista com “Broken wings” (momento Antena 1 Light FM). E não foram só essas. A alternância durou o show todo, com Bissonette na bateria principal o tempo todo e Ringo indo e vindo de trás do palco (onde estava a sua bateria) para a frente (quando pegava no microfone). Os fãs alternaram-se entre gostar e achar chatos os números dos amigos de Ringo. Mesmo assim a simpatia do ex-Beatle, que declarou seu amor aos presentes o tempo todo e disseminou Paz e Amor muitas vezes, segurou a atenção da plateia do início ao fim.

Mundo Livre S/A faz show animado para meia plateia (que encheu a pista), em festa no Rio

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Uma experiência única, ou melhor, diferente. Assistir ao Mundo Livre S/A em uma festa, no caso a Coordenadas Live, não é a mesma coisa do que sair de casa para ver a banda em um show totalmente dela. Não foi melhor nem pior a atuação de Fred Zero Quatro. Interessante é perceber que metade da galera está ali por ele e sua trupe e a outra parte, não. Melhor ainda é constatar que, num Vivo Rio grande e lotado, o número de pessoas que ficaram à frente do palco (em vez de esperarem a vez dos DJs de rock  na parte de cima da casa) foi suficiente para fazer com que os pernambucanos sentissem que podiam jogar toda sua energia naquela apresentação. E olha que isso aconteceu na noite desta terça-feira (01/11), depois de o vocalista ter vivido dois dias de corre-corre no Rio de Janeiro.

“Tivemos reunião ontem com a Coqueiro Verde e depois saímos da Barra da Tijuca para o Grajaú para ensaiar com Juliano, o baixista que está substituindo Areia. Hoje, viemos passar o som, voltamos para o hotel, na Barra, para depois virmos pra cá, tudo isso pegando trânsito. Tô cansado”, contou Fred no camarim, antes do show.

O Mundo Livre S/A lança seu próximo disco, “As Lendas da Tribo Toshi Babaa”, até o fim do ano pela gravadora Coqueiro Verde. No show, Fred Zero Quatro (vocal, guitarra e cavaquinho), Xef Tony (bateria), Léo D. (teclados), Tom Rocha (percussão) e o convidado Juliano Holanda (baixo) incluíram apenas quatro músicas novas. Dos sucessos, levantaram a galera “Melô das musas”, que mistura “Musa da Ilha Grande” com “Uma Mulher com W… Maiúsculo”, além de “O Mistério do Samba”, “Bolo de Ameixa”, “Mexe mexe” e, a pedido da plateia, “Pastilhas Coloridas”. Até “Meu Esquema”, mesmo mais lenta, fez a galera balançar (ou dançar juntinho). Animando-se gradativamente ao longo do show, Fred apresentou a banda explicando que Areias estava fora do Brasil e enaltecendo a participação de Juliano, que tem em seu currículo shows com a Orquestra Contemporânea de Olinda.

“Areias está na Escandinávia com um artista de lá. Vai fazer quinze shows em dezesseis dias em países como Finlândia, Suécia, Dinamarca, Noruega. A gente achou legal liberar ele desses shows aqui pela experiência que ele vai trazer depois de tocar com músicos indianos, marroquinos etc. O Juliano é fã da banda desde o início e toca muito bem. É sempre diferente, mas bom também”, disse Zero Quatro, no camarim.

Agora, é aguardar o lançamento de “As Lendas da Tribo Toshi Babaa” e o anúncio de um novo show do Mundo Livre S/A no Rio, com a plateia toda lá para ver a banda.

Obs.: Parabéns também aos DJs Dodô, Luizinho, Mario Mamede e Edinho a aos VJs Ratón e Lê Pantoja, que levantaram a plateia, tanto a que não foi para ver Mundo Livre quanto a que se animou com o show e seguiu na festa.

Fotos: Marco Amarelo.

O Teatro Mágico demora a começar, mas contagia seguidores na Fundição Progresso

domingo, 30 de outubro de 2011

Quando o Teatro Mágico subiu ao palco da Fundição Progresso neste sábado (29/10), o público já estava cansado de esperar. Marcado para 22h, o evento começou com show de abertura da Banda Trupe, mas a  trupe de Fernando Anitelli só entrou no palco pouco depois de uma da manhã. Jovenzinhos fanáticos (chamemos de seguidores) já entoavam “começa”, em coro, e ensaiavam pressão através de palmas. Os mais velhos reclamavam da falta de respeito. “Show na Fundição Progresso é isso aí…”, dizia a jornalista que vos escreve aos parceiros nessa jornada. O estrangeiro mais brasileiro que esta mesma jornalista conhece tentava fazer piada, mas não disfarçava o cansaço por esperar em pé por toda aquela macacada que viria a seguir. Sua esposa, uma brasileira fã do grupo que da Holanda executa a ação sempre sugerida por Anitelli, de baixar as músicas de O Teatro Mágico no site da banda, estava prestes a dizer que assistir ao DVD no conforto do seu lar é melhor do que perder tanto tempo a espera do show. Mas eis que toca a primeira campainha de teatro. E, na sequência, a segunda. O grupo toma o palco e dá início a apresentação de “A Sociedade do Espetáculo”, novo show da banda, que é  independente há seis anos e já vendeu mais de 300 mil CDs e 120 mil DVDs.

Os fãs inquietos admiram a banda quando a música é nova, do disco “A Sociedade do Espetáculo”, e cantam junto quando é conhecida, dos álbuns “O Teatro Mágico: Entrada para Raros” e “O Segundo Ato”. Fazem coreografia com as mãos sincronizadas. Dançam, pulam, cantam e ovacionam números circenses, sem dúvida, a parte do show que não se compara a nada dentro da música brasileira. A impressão de que o circo já foi mais completo fica no ar. Por outro lado, a banda se mostra mais afiada a cada show e a qualidade dos atores-malabares é indiscutível.

Anitelli confessou sentir frio na barriga ao apresentar as novidades musicais e agradeceu pelo respeito da plateia. No meio do show, vestiu um boné do Movimento Sem Terra (MST), mas não deu dois minutos e ele já tirou o mesmo, alegando ter a cabeça grande demais para o tamanho do acessório. O gaitista Gabriel Grossi fez uma participação e o público cantou junto a música que Anitelli compôs com tuiteiros de plantão, “O que se perde enquanto os olhos piscam”.

“A Sociedade do Espetáculo” é um disco diferente, que traz Fernando Anitelli compondo em parceria com diversos nomes. Daniel Santiago, responsável pela produção e conhecido pelo seu trabalho ao lado do bandolinista Hamilton de Holanda, é um deles. Leoni, Danilo Souza, Nô Stopa, Galdino e seu irmão Gustavo, outros. De acordo com o texto de apresentação disponível no site, “o grupo tenta agora fazer um pop moderno, sofisticado e fundamentalmente brasileiro”, com O Teatro Mágico “bebendo em novas fontes, desde Milton e Clube da Esquina até a guarania gaúcha e Beatles”. No disco, além de Grossi, participam Alessandro Kramer (acordeon) e o saxofonista Jeff Coffin, da Dave Matthews Band.

Adriana Calcanhotto por Ivy Tinoco: ‘Um cisto que salvou o samba’

domingo, 23 de outubro de 2011

Jornalista, publicitária, fashionista, especialista em moda infantil e fã de Adriana Calcanhotto, Ivy Tinoco enviou ao GarotaFM uma resenha sobre o show que a cantora levou no último fim de semana ao Espaço Tom Jobim. “Um cisto que salvou o samba” narra a atuação de Calcanhotto no palco e conta que, por causa de um cisto no pulso, ela quase cancelou a turnê do disco “O Micróbio do Samba”. O jeito foi abandonar o violão por enquanto e seguir só interpretando. Leia abaixo o texto:

No palco do intimista Espaço Tom Jobim, aconteceu o show “O micróbio do samba”, da cantora e compositora gaúcha mais carioca que muitos artistas cariocas. Num sábado chuvoso na Cidade Maravilhosa, vimos a casa cheia e repleta de talentosos admiradores e amigos da artista – Marisa Monte, Dado Villa Lobos e Elisa Lucinda. Num cenário sem detalhes e com sua banda composta por Alberto Continentino, Davi Moraes e Domenico Lancellotti, começa o espetáculo. Todos trajam figurino preto. E lá vem ela com look de malandra do samba, meio andrógina, meio cool. E, quando abre a boca com um sorriso tímido, começa a canção “Eu vivo a sorrir”. Calcanhotto é performática, mas de uma maneira minimalista. Aprendeu muito bem com a Partimpim a usar elementos na música e em suas apresentações. Transformando assim o que seria um show/homenagem ao samba em cinema. Sim. Ela tem um quê de Almodóvar. O vermelho do cineasta é a cor do secador de cabelo que funciona como elemento sonoro e de cena, quando joga pelos ares as partituras de Davi Moraes. Nessa hora,  o público gargalha.

Adriana canta, samba e faz caras. Desabotoa a camisa e tem humor, até quando tropeça na letra de “Argumento”, de Paulinho da Viola. Ela faz a turma comportadamente sentada, se mexer, se balançar e cantar. Todas as músicas do novo álbum são apresentada. Calcanhotto interpreta mais cinco canções e, no bis, demonstra respeito ao público com o hit “Vambora”. Os três músicos que a acompanham são realmente geniais. Não haveria melhor combinação para o talento dela. No primeiro intervalo do show, Domenico faz um convite à plateia: “Vocês estão preparados para o rock?”. Logo depois, o músico começa com a pesadinha (bem, pesadinha para tal repertório…) “Te convidei pro samba” e, no refrão,  solta um “fiquei puto!”. O público curte.

A cantora quase desistiu seguir com o show por causa de um cisto no pulso, mas sua agenda no exterior já estava confirmada e resolveu encarar. A gente agradece. Sua apresentação foi “Tão chic/tão cheia de si…”. Queremos repeteco!

O Deus da guitarra Eric Clapton faz show burocrático e não fala com súditos

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Dizem por aí que todo mundo deveria falar com Deus. Dizem que Ele atende chamados e satisfaz seus filhos. Mas o que ninguém nunca conseguiu foi ouvir Sua voz. O Deus da guitarra atuou exatamente desta forma no show que apresentou no HSBC Arena neste domingo (09/10). Eric Clapton ouviu os chamados (gritos) de seus súditos, satisfazendo-os (com seu talento), mas em silêncio, sem emitir palavras (nada além de um tímido “obrigado”). O músico subiu ao palco quase britânicamente, por volta das 20h20, levantando uma animada plateia que o esperava. O show foi burocrático, misturando hits com músicas menos conhecidas e sem dar um “oi”. Como costuma fazer, bem ao estilo Bob Dylan, que nunca apresenta um show igual ao outro, solou sua guitarra de forma diferente das gravações originais.  E, elegantemente, mostrou mais uma vez que, mesmo do alto de seus 66 anos, ele conhece o braço do seu instrumento como poucos na história do rock. O estilo, aliás, foi celebrado junto aos blues, que também permeou o repertório do inglês.

“Going Down Slow”, “Key To The Highway”, “Hoochie Coochie Man” e “Old Love” mostraram que branquelos também podem ser blueseiros da pesada. Daí veio o reggae “I Shot The Sheriff”. Num momento cadeira e violão, voltou ao blues com “Driftin Blues”. Foi quando saiu um “obrigado” que mal se ouviu. Sentado, Clapton partiu para o momento acústico mais plugado possível e entoou “Layla” com novo arranjo. A balada “Wonderful Tonight” veio com guitarra e o Deus de pé. Eric tocou, então, “Badge”, “Before You Accuse Me”, “Little Queen Of Spades”. “Cocaine” foi o ponto alto, com a plateia de pé, fazendo coro. O bis foi tão burocrático quanto o resto do show. Clapton voltou ao palco para “Crossroads”. Ficaram de fora as esperadas “Tears in Heaven” e “If I Could (Change The World)”.

Mesmo com apagão, Zé Ramalho abre sua Caixa de Pandora em show no Rio

domingo, 9 de outubro de 2011

Nem o apagão que assolou o Vivo Rio e bairros do Rio de Janeiro abalou o ânimo de Zé Ramalho e a confiança de seus fãs no show “A Caixa de Pandora”, que apresentou na noite deste sábado (08/10). Com a casa lotada e ingressos esgotados, Zé abriu os trabalhos com “Táxi Lunar” e, já na segunda música do repertório, “Banquete dos Signos”, teve que interromper o festival de hits. Cerca de 20 minutos depois, um aviso em tom de locução ( “Pedimos desculpas, mas o Rio de Janeiro sofreu mais um apagão. Vamos continuar com nossos geradores”) e de uma piada feita pelo próprio, o músico paraibano voltou ao palco. “A explicação numérica foi essa, mas também pode ter sido um disco voador que sugou toda a energia”, declarou antes de entoar “A Terceira Lâmina”.

Na sequência, vieram vários sucessos. ”O Amanhã É Tão Distante”, parte da trilha sonora de “Araguaia”, veio seguida da música de abertura de “Pedra Sobre Pedra”, “Entre a Serpente e a Estrela”. Passado o momento novela, destacaram-se “Eternas Ondas”, “Avohai”, “Vila do Sossego”, “Chão de Giz” e “Garoto de Aluguel”. Mostrando que é cult para editores, mas pop para o povo, Zé Ramalho entoou “Admirável Gado Novo”. “O tempo passa e ela continua atual”, declarou o músico antes de iniciar o tema de “O Rei do Gado”.

Nem precisou um espertinho gritar “Toca Raul” na plateia, porque Zé incluiu no espetáculo uma homenagem ao “nosso grande Raul Seixas”. O pot pourri de “O Trem das Sete” com “Medo da Chuva” emocionou os fãs, que no bis ainda puderam ouvir “Eu Nasci Há Dez Mil Anos Atrás”, do roqueiro baiano. O show terminou com “Frevo Mulher” e uma mensagem: “Pra vocês que fazem parte da massa, fiquem na paz”. No retorno ao palco, Zé ganhou coro da plateia em “Sinônimos”, gravada por Chitãozinho & Xororó e divulgada na trilha sonora da novela “A Favorita”.

No show do Vivo Rio, destaque para o cenário, com um mapa astrológico e a sombra de um homem, provavelmente o próprio Zé. Fora do palco, atenção ao box “A Caixa de Pandora”, que contém quatro CDs e um DVD com grandes sucessos do músico.

Fotos: Marco Amarelo

Rock in Rio recebe 700 mil pessoas e é assistidos pela internet por 180 milhões

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Da assessoria de imprensa:

Foram quase 100 horas de diversão ao longo de sete dias e um público de 700 mil pessoas presentes na Cidade do Rock para acompanhar de perto as mais de 160 atrações do Rock in Rio, que voltou a sua cidade natal após 10 anos. Mas o sucesso do evento também pode ser avaliado pelos 180 milhões de internautas de 200 países que acompanharam o festival por intermédio do site oficial e das ações nas redes sociais em toda internet. O balanço econômico do festival demonstra os inúmeros benefícios que o evento trouxe não apenas para as empresas parceiras como também para a cidade do Rio de Janeiro. E a notícia mais esperada pelo público está confirmada. O Rock in Rio estará de volta em setembro de 2013, no mesmo local: o Parque Olímpico Cidade do Rock.

Segundo estimativas da Secretaria de Turismo do Rio de Janeiro (Riotur), o Rock in Rio impactou em mais de R$ 880 milhões na economia do Rio de Janeiro, atingindo uma média de 90% de ocupação dos quartos da rede hoteleira carioca. A cidade contou com a visita de 350 mil turistas sendo 25% estrangeiros.

Quem não vivenciou pessoalmente o festival, acompanhou pela televisão e pela internet. Na web, o Rock in Rio alcançou 4,5 milhões de seguidores nas redes sociais, tornando-se assim o festival com melhores índices nesse quesito, superadando outros grandes festivais do mundo como Glastonbury (Reino Unido), Lollapalooza (EUA), Coachella (EUA). O site oficial do festival obteve mais de cinco milhões de visitantes únicos e atingiu os Trending Topics do Twitter em 13 países.

Já o público presente, se divertiu e muito. Mas não foram somente os shows dos Palcos Mundo, Sunset, Rock Street e Eletrônica com suas atrações diárias divulgadas previamente, que movimentaram os visitantes. A Cidade do Rock disponibilizou diversas ações para a diversão e um total de 83,2 mil pessoas passaram pelaRoda Gigante do Itaú e da Prefeitura do Rio de Janeiro, pela Tirolesa da Heineken, pelo Free Fall da Bis e, também, pela Montanha Russa da Chilli Beans. Os brinquedos faziam parte da festa que se propõe o festival oferecendo inúmeras diversões ao público ao longo do dia.

Dentro da Cidade do Rock, as empresas parceiras do festival também alcançaram índices que superaram as expectativas iniciais. No ramo alimentício, a rede de sanduíches Bob´s vendeu 448 mil hambúrgeres ao total. Somente no dia 24, segundo dia de festival, O Bob´s quebrou um recorde ao vender 79.112 hambúrgeres em um único dia. A marca era de 58.175 hambúrgeres e estava registrada no Guiness Book – O Livro dos Recordes.

O Spoleto, rede de massas, vendeu 25.522 refeições e alcançou índice 30% maior do que projetado inicialmente. A media de venda das lojas da rede é de 555 refeições dia e no evento esse numero chegava a 4,5 mil. Já a pizzaria Domino’s obteve índice 12% maior do que o planejado. Foram 55.783 pizzas vendidas em sete dias de festival. A Koni Store, com 21 mil konis e rolls vendidos, excedeu em 18% sua estimativa inicial de vendas.

Os excelentes números também são vistos no balanço da Heineken. Ao longo dos sete dias, a empresa vendeu 700 mil litros de chopp na Cidade do Rock. Ao total, foram 1,7 milhão de copos vendidos. Já a Taco, empresa do segmento de roupas, comemorou a venda de 10 mil peças. As camisas especiais do Rock in Rio representaram 50% de todas vendas realizadas.

Outro grande termômetro que aponta o sucesso do evento, e a paixão dos fãs pelo Rock in Rio, é a quantidade de Rock in Rio Club vendidos: 15 mil pessoas adquiriram o cartão para o evento que acontecerá apenas em 2013 e ainda não tem nenhuma banda anunciada. Com taxa de adesão de R$ 79,00, o Rock in Rio Club dá benefícios como 20% de desconto na compra de produtos oficiais do Rock in Rio; pré-venda garantida para o festival de 2013; 15% de desconto para as compras de ingressos nos festivais futuros do Rio, Lisboa, Madri e onde mais o Rock in Rio for realizado. A venda acontece apenas no site oficial (www.rockinrio.com.br) e terá validade até dezembro de 2013.

Na limpeza, os sete dias de Rock in Rio geraram 331 toneladas de resíduos. Desse total, 74 toneladas de lixo orgânico recolhidas pela Comlurb foram levadas para a Usina do Caju para compostagem e transformação do adubo orgânico chamado Fertilurb, que será utilizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente no “Rio Capital Verde”, programa de reflorestamento do município que recuperará 1,5 mil hectares até 2012. Para a Estação de Transferência de Jacarepaguá seguirão 156 toneladas de material potencialmente reciclável e serão trabalhadas pela Cooperativa Barracoop. Já as 101 toneladas de material reciclável, principalmente papelão, papel misto, plástico e latas, coletadas pela Barracoop, seguiram direto para reciclagem. Os profissionais da cooperativa ficarão com toda a renda da venda dos resíduos recicláveis.

No caso específico da madeira, se não puder ser reutilizada ou doada a ONGs, será entregue a uma empresa do Rio de Janeiro e utilizada para a produção de biomassa. Todos os resíduos comuns que não são passíveis de valorização são encaminhados para o Centro de Tratamento de Resíduos – CTR-Rio, em Seropédica.

Confira o balanço final e algumas curiosidades sobre o Rock in Rio-2011:

Alimentos & Bebidas

Bob´s - A rede Bob´s, fornecedora oficial de hambúrguer e Milk Shake do evento, bateu recorde mundial de vendas de hambúrgueres em festivais de música, e serviu durante os sete dias de Rock in Rio 448 mil hambúrgueres. Também foram consumidos 18 mil sanduiches de pasta e 785.800 mil copos de bebida. A média de venda diária registrada foi de 64 mil unidades por dia. O maior número registrado, de vendas de hambúrguer, até então, era da primeira edição do Rock in Rio, em 1985, quando foram vendidos 58.175 mil hambúrgueres – dado presente no Guinness Book – O Livro dos Recordes. O recorde foi batido na segunda noite do Rock in Rio 2011, onde foram  consumidos 79.112 hambúrgueres. Com seis pontos de venda dentro da Cidade do Rock, O Bob´s mobilizou 2.500 mil funcionários para todo o festival. Na segunda semana de shows, a empresa aumentou em 25% o efetivo de funcionários, a fim de atender a demanda muito superior às expectativas iniciais.

Domino’s - Com duas unidades, uma no Village e outra na Rock Street, a marca vendeu 55.783 pizzas, 12% acima da projeção otimista que a empresa fez para o festival, que era bater a marca de 50 mil pizzas. O recorde de vendas aconteceu no penúltimo dia do festival, 01/10, quando chegou ao total de 9.400 unidades vendidas. Além do sucesso com o público, a Domino’s também foi a preferida dos artistas. Elton John, Red Hot Chilli Peppers, Rihanna e Kate Perry solicitaram pizzas da Domino’s nos camarins da Cidade do Rock. Sendo que Kate Perry pediu 100 delas!

Heineken – A empresa vendeu 700 mil litros e 1,7 milhões de copos de chopp ao longo dos sete dias do festival.

Koni Store - Rede de comida japonesa, com loja na Rock Street, o Koni Store registrou venda de 21 mil konis e rolls, marca 18% a mais do que a esperada inicialmente. Uma loja do grupo vende nornalmente entre 230 e 500 kones dia. No festival esse numero chegava a 3 mil por dia.

Spoleto - Com uma loja no Village, o Spoleto vendeu 25.522 refeições, 30% acima do projetado inicialmente para o festival. O recorde de vendas foi no último dia do evento (02/10), quando chegou à marca de 4.300 refeições vendidas. A massa mais pedida foi Penne Bolognesa Clássico.

Atendimentos Médicos

Rede D’Or: Responsável pelo serviço médico do Rock in Rio, a Rede D’Or realizou cerca de 8,6 mil atendimentos médicos gratuitamente nos sete dias de festival – 20% a mais do que o estimado. Do total de atendimentos, 99% foram resolvidos in loco, houve apenas três casos graves (um de embolia pulmonar, um Acidente Vascular Esquêmico (AVE) hemorrágico e mal-súbito) e nenhum óbito. A maioria por conta de dores de cabeça (33%) e problemas ortopédicos (33%). Foram 45 remoções para hospitais da Rede D’Or e da rede pública.

Cidade do Rock em números

Atrações: Mais de 160

Horas de música: 98 horas

Empregos: O Rock in Rio gerou 10 mil empregos direta e indiretamente

Cabos: 200 quilômetros foram utilizados

Dutos: 50 quilômetros foram utilizados

Energia: 12 Kwa de energia foram utilizados, valor equivalente a 600 casas.

Área: 150 mil m²

Transmissão: Multishow e TV Globo

Empresas Parceiras

Kodak: 2.800 pessoas atendidas por serviços fotográficos

Niely: 5.000 cabelos foram produzidos

Taco: 10 mil peças foram vendidas ao longo do festival. Metade das peças vendidas foram camisetas da coleção Rock in Rio, cuja unidade custava R$ 26. O recorde de venda da empresa aconteceu no sábado, 01, com 1.700 peças vendidas.

Trident: A Cabine Trident by YouTube, localizada no camarote da marca, contou com 1200 vídeos gravados, com cerca de 2 mil participações, pois os vídeos eram gravados, geralmente, em dupla.

Já a ação GigaRiso (o smiley gigante) reuniu 500 pessoas para o riso coletivo e a GigaFoto (a foto gigapanorâmica) contabilizou mais de 6 mil risos no festival de uma só vez.

Entretenimento

Roda Gigante Itaú e Prefeitura do Rio de Janeiro: cerca de 37 mil pessoas

Tirolesa Heineken: cerca de 5,2 mil pessoas

Free Fall Bis: cerca de 9,5 mil pessoas

Montanha Russa Chilli Beans: cerca de 31,5 mil pessoas

Total: 83,2 mil pessoas usufruíram das atividades paralelas na Cidade do Rock

Espaços

Rock Street: 20 lojas. 10 de experimentação das marcas e outras 10 de alimentação

Village: 28 lojas. 16 de experimentação das marcas e outras 12 de alimentação

Área Vip: 8 lojas. 6 de experimentação das marcas e outras 2 de alimentação

Bob´s: 5 bares

Botequim Informal: 2 bares

Internet

Impacto estimado nas mídias sociais: 180 milhões de pessoas em 200 países

Seguidores: 4,5 milhões (o Rock in Rio é o festival que conta com mais seguidores)

Twitter: o Rock in Rio foi Trending Topics em 13 países

Visitas ao Site Oficial: 5 milhões de visitantes únicos

Lixo

Total de resíduos: 331 toneladas de resíduos.

Lixo Orgânico: 74 toneladas. Recolhidas pela Comlurb, foram levadas para a Usina do Caju para compostagem e transformação em um adubo orgânico chamado Fertilurb, que será utilizado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente no “Rio Capital Verde”, programa de reflorestamento do município que recuperará 1,5 mil hectares até 2012.

Material Potencialmente Reciclável: 156 toneladas. Encaminhadas para a Estação de Transferência de Jacarepaguá, serão levadas para a Cooperativa Barracoop.

Materal Reciclável: 101 toneladas. Principalmente papelão, papel misto, plástico e latas, coletadas pela Barracoop, seguiram direto para reciclagem.

No caso específico da madeira, caso esta não possa ser reutilizada ou doada a ONGs, será entregue a uma empresa do Rio de Janeiro e utilizada para a produção de biomassa. Todos os resíduos comuns que não são passíveis de valorização são encaminhados para o Centro de Tratamento de Resíduos – CTR-Rio, em Seropédica.

Palco Mundo

Peso: 600 toneladas com toda estrutura montada

Som: Propagava-se em um raio de 600m

Palco Sunset

Peso: 100 toneladas com toda estrutura montada

Som: Propagava-se em um raio de 150m

Achados & Perdidos

Informações sobre como funcionará a operação de Achados & Perdidos:

1 – Todos os documentos perdidos no festival foram encaminhados para o Edifício Sede dos Correios – Av. Presidente Vargas, 30/77 e estão disponíveis para retirada. O horário de funcionamento da agência é de 9h as 15h. O telefone para informações é (21) 2503-8611.