GarotaFM
Este site é editado por Christina Fuscaldo, jornalista, aspirante a produtora, metida a cantora e, acima de tudo, uma apaixonada por música.
“Quando o Canto é Reza” é trecho de música de Roque Ferreira e também é o nome do disco que Roberta Sá e o Trio Madeira Brasil acabam de lançar juntos. Coincidência? Claro que não! A cantora guardava pérolas do sambista baiano desde quando estava gravando seu segundo disco, “Que Belo Estranho Dia pra se Ter Alegria”. Já estava na hora de levá-las ao público. Confira o que Roberta diz sobre o projeto:
GarotaFM: Quando e como surgiu a ideia de fazer um disco só com canções de Roque Ferreira?
Roberta Sá: Quando estava pesquisando canções para o meu segundo disco, liguei para o Roque pedindo repertório. Ele me mandou várias e fiquei com aquelas pérolas nas mãos. Liguei para o Marcello Gonçalves, violão de 7 cordas do Trio Madeira Brasil, e mostrei pra ele, que também se apaixonou pelas músicas. Assim nasceu o projeto.
GFM: Como foi encontrar Roque na Bahia e levá-lo à terra natal?
RS: Foi importante pra conhecer o universo do compositor que estávamos homenageando, além de ouvir mais canções do Roque. Assim, pudemos colher informações, imagens e inspiração para o disco.
GFM: Como foram feitas essas parcerias do Roque com Pedro Luis e com Zé Paulo Becker?
RS: Nossa! Cada uma aconteceu de um jeito. Eles fizeram várias. Acho que a maioria por telefone e sedex!
GFM: Qual foi a reação de Roque quando soube que seria homenageado Quem deu a notícia e como ela foi dada?
RS: Ficou emocionado e desconfiado como ele é. Falamos nisso logo que nos conhecemos, o Trio e eu, e demoramos tanto que acho que ele nem acreditava mais que fosse acontecer!
GFM: Quem teve a ideia, o Trio Madeira Brasil ou a Roberta Sá, e quem convidou o outro?
RS: Tivemos a ideia juntos. Já era vontade antiga fazer essa parceria e o repertório fabuloso do Roque fechou com chave de ouro a ideia.
GFM: Foi o próprio Roque quem “emprestou” as oito músicas do disco que são inéditas?
RS: Sim. Ele nos alimentou com as canções inéditas.
GFM: Como essas letras datilografadas foram resgatadas? Roque ainda usa uma máquina de escrever?
RS: Ele envia as letras datilografadas, com glossário, junto com as demos pelo correio.
GFM: Por que homenagear o samba baiano? Porque era o Roque ou porque o samba veio da Bahia, afinal?
RS: A homenagem é ao Roque Ferreira e o Roque canta a Bahia e o Brasil todo. Amamos música brasileira e esta é sempre a principal razão de tudo!
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O selo Discobertas lança este mês o CD duplo “Retirante”, no qual estarão reunidas, pela primeira vez, todas as gravações realizadas por Gilberto Gil antes da fama nacional. Desde os discos iniciais de 78 rpm gravados em Salvador, passando pelos compactos da RCA e da Philips, tudo estará historiado cronologicamente no encarte ilustrado de 16 páginas do produto, para dar uma dimensão definitiva na pré-história da carreira deste importante pilar da música popular brasileira. E, com exclusividade, no CD 2, uma obscura e secreta fita demo que Gil gravou, de voz e violão, para uma editora musical em São Paulo em 1966 – e que foi passaporte para seu prestígio inicial como compositor, antes de ter a chance de gravar seu LP de estréia. Além de contar com gravações inéditas de músicas que Gil deu para outros artistas gravarem nos anos 60, este lançamento traz também canções nunca antes ouvidas de Gil - como a faixa título “Retirante”.
Este projeto é um privilégio para Discobertas e será de grande interesse para os fãs, colecionadores, historiadores e pesquisadores de MPB. É o capítulo zero que faltava no trabalho do produtor e pesquisador Marcelo Fróes, diretor do selo Discobertas, em torno da obra de Gilberto Gil - iniciado há exatos 15 anos e que rendeu as caixas “Ensaio Geral” (13 CDs, Universal, 1999) e “Palco” (28 CDs, Warner, 2002), além do DVD “São João Vivo!” (Warner, 2006).
(Da assessori de imprensa)
Harmonias de percussão e violoncelo transbordam neste encontro de virtuoses. Naná Vasconcelos e Lui Coimbra vão se apresentar no palco do Teatro Sesc Ginástico no próximo dia 3/8/2010, às 19h, mostrando um show de improviso e talento. Naná leva ao público solos já clássicos como “O Berimbau” e vocalizações como “Vamos Pra Selva”. Enquanto Lui solo percorre canções populares do eixo Norte-Nordeste além de releituras voz-e-cello para hits contemporâneos como ‘Babylon’ (de Zeca Baleiro) e ‘Fazer o Quê’ (de Pedro Luis e a Parede). Neste duo, o público poderá comprovar a sintonia que prevalece entre os dois músicos – que se apresentam juntos há mais de dois anos.
Naná Vaconcelos foi eleito oito vezes como melhor percussionista do mundo pela revista norte-americana Down Beat. Naná lançou seu último CD inédito, “Trilhas”, na abertura do espetáculo de dança “Corpos de Luz”, em 2006, em São Paulo, ano em que completou 50 anos de carreira. Na ocasião, o percussionista ministrou seu workshop orgânico. Nas aberturas do Carnaval do Recife, 2007 e 2008, regeu cerca de 600 batuqueiros de maracatu, recebendo convidadas especiais, como Maria Bethânia, Marisa Monte, Elza Soares e Lia de Itamaraca. Recentemente dirigiu o espetáculo Língua Mãe, trazendo 60 crianças de Angola e Portugal para cantarem com outras 60 de Brasília no aniversário da capital federal.
Já Lui Coimbra é um dos músicos mais requisitados do país. Fundou, nos anos 80, ao lado de Marcos Suzano e outros, o grupo Aquarela Carioca, que revolucionou a música instrumental brasileira. Tem um disco solo lançado como cantor e instrumentista (“Ouro e Sol”, Rob Digital 2004). Como violoncelista tocou e toca com nomes como Ney Matogrosso, Alceu Valença, Ana Carolina, Zizi Possi e tantos outros.
Show Naná Vasconcelos e Lui Coimbra: 03/08 (terça-feira), às 19h, no Teatro Sesc Ginástico (Av. Graça Aranha, 187, Centro - 2279-4027). R$ 20 (inteira), R$10 (estudantes e idosos) e R$ 5 (comerciário).
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Da assessoria de imprensa:
O projeto GERINGONÇA - voltado a artistas e produtores em busca de troca de processos e projetos criativos - leva nomes importantes do cenário artístico ao palco do Sesc Tijuca, onde é realizado há 6 anos. No workshow (bate-papo com a plateia seguido de apresentação em conjunto) da edição deste mês, dia 26 de agosto, a apresentação da cantora Roberta Campos e do grupo bOrrO. Mineira de Caetanópolis, Roberta Campos tem no caldeirão de influências nomes como Milton Nascimento, Beto Guedes, Lô Borges, Legião Urbana, Marisa Monte, Zélia Duncan, Beatles, entre outros, embora tenha um estilo próprio. O Geringonça tem entrada franca.
Em 2004, Roberta Campos mudou-se para São Paulo produzindo sozinha seu primeiro disco, “Para aquelas perguntas tortas”. Agora, já contratada por uma gravadora, Roberta vive o sucesso de “De janeiro a janeiro”, com participação de Nando Reis. É da internet e das redes sociais o seu público cativo que garante elevado número de acessos nas páginas diariamente alimentadas pela cantora. Roberta dividirá o palco, nesta edição, com o grupo Borro e Dermelivre Band, nascido há cerca de dois anos.
O grupo é formado pelo vocalista Fabiano Parracho – que faz as músicas acompanhado do velho violão Gianinni herdado do pai -, Rodrigo Jardim (baixo); Zac Pimentel (guitarra) e Paulo Melo (bateria). No palco, executarão as autorais “Coragem”, “Não Vá” e “Intro”.
Oficina de teatro
Na oficina oferecida pelo projeto – a DOMADORES DE HIPOPÓTAMO -, Amir Haddad propõe um mergulho na contemporaneidade e historicidade do teatro brasileiro. Considerado um dos maiores encenadores do Brasil, o criador do Grupo Tá na Rua, leva a arte do teatro para o espaço aberto das ruas e praças, ressaltando a importância das comemorações populares na vida social e cultural das cidades. É criador de um teatro preocupado em se comunicar e se tornar cada vez mais próximo de sua plateia. Esta oficina acontece às quartas-feiras do mês de agosto.
Projeto Geringonça: Sesc Tijuca – Rua Barão de Mesquita 539 (3238-2168). Entrada Franca. Roberta Campos e o grupo bOrrO - 26/8 (quinta-feira), a partir das 17h30 e das 20h. Domadores de Hipopótamo – Oficina do Conhecimento - Dias 4, 11, 18 e 25/8 (quarta-feira), das 18h às 21h.
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Mestre em dissertar sobre a presença do sexo nas composições brasileiras, o jornalista Rodrigo Faour acaba de compilar em dois CDs músicas sensuais e safadinhas. Lançado pela EMI, o álbum duplo viaja da primeira década do século XX até os dias de hoje, passando por Doris Monteiro (”Graças a Deus”), Elis Regina (”Dois Pra Lá, Dois Pra Cá”), Ney Matogrosso (”Por Que A Gente é Assim?”), Jair Rodrigues (”Não Bota no Meu”) e até Gretchen (”Melô do Piripipi”) . Os brindes estão nos bônus: o disco “Músicas Safadinhas” traz a locuções de Faour e as canções “Rua Pau Ferro”e “Boceta de Rapé”, ambas de domínio público.
Leia entrevista com Rodrigo Faour:
GarotaFM: O que significa para você o lançamento deste CD?
Rodrigo Faour: Uma realização profissional. Não é qualquer um que consegue fazer um livro sobre história da MPB numa grande editora, a Record, chegar à terceira edição, ganhar um programa de rádio numa importante emissora carioca, a MPB FM, um outro de TV no prestigioso Canal Brasil e ainda ter o aval de uma gravadora importante como a EMI Music de querer fazer um CD duplo em cima desta ideia. Estou muito contente. Meu ofício é árduo. Tudo na minha área dá muito trabalho. São muitas autorizações e muita dor-de-cabeça pra conseguir botar um produto bonito na praça. Este CD não foi diferente, mas felizmente todos os projetos saíram como eu queria, o CD inclusive.
GFM: Qual critério usou para selecionar essas músicas?
RF: As faixas mais representativas do repertório da EMI Music e algumas outras consegui de outras gravadoras que não poderiam ficar de fora, como os clássicos “Dois Pra Lá Dois Pra Cá” (com Elis Regina) e “O Meu Amor” (com Bethânia e Alcione). A ideia do CD foi reunir clássicos e faixas menos óbvias em dois temas, o CD 1, Canções sensuais e o CD 2, Músicas safadinhas – que são os dois lados da mesma moeda, a nossa música quente brasileira. No primeiro, as mais envolventes com pitada erótica e o segundo mais escrachadas, para dançar, com um apelo ainda maior.
GFM: Você pesquisou muito sobre sexo na MPB para escrever o livro. Mas parece que continua pesquisando para o programa da rádio e para os discos que lança. O assunto não se esgota e a pesquisa nunca acaba?
RF: Como boa cronista de costumes, a música brasileira retrata tudo o que está à nossa volta, seja na política, na economia e também no aspecto comportamental e afetivo do brasileiro. Sendo assim, o tema não se esgota nunca. E em cada formato posso me aprofundar nele de uma maneira diferente: no livro, no rádio, na TV e no CD. Cada um tem sua mídia favorita. Então atendo a todos os gostos.
GFM: Como é fazer e como está a repercussão do programa da rádio?
RF: Excelente. Recebo muitas mensagens no meu site (clique aqui) , no meu twiter (clique aqui), no meu Orkut e no Facebook . Às vezes, até nas ruas também. As pessoas curtem muito. Meu maior objetivo com esta série em todos esses formatos é atrair a atenção do público jovem para a MPB, que infelizmente não pegou a fase áurea da nossa música, então tem referências apenas da parte mais pop contemporânea.
GFM: Tirando os falecidos, você já esteve com todos esses músicos que estão compilados no CD? Alguma história que eles tenham contado bacana para repassar ao GarotaFM?
RF: Já estive com quase todos. Ney Matogrosso, Angela Ro Ro, Fátima Guedes e João Roberto Kelly me contaram histórias saborosíssimas em todos os formatos. Participaram dos quatro formatos. Ney conta como fazia questão de chocar com sua postura extravagante numa época que a sexualidade era mais reprimida que hoje e que o homossexual era considerado uma figura menor que deveria ser espezinhado e sacaneado. Ro Ro me contou histórias hilárias de suas músicas, muitas confessionais, baseadas em fatos reais, como a recente “Dorme, Sonha”, que fez para uma namorada vendo-a dormir, na sua presença. Fátima Guedes defendeu amores mais livres, sem a prisão da monogamia em inúmeras músicas, como “Condenados”, “Dois amores” e “Namorado”, e João Roberto Kelly me contou, por exemplo, que fez “Dança do Bole Bole” (que era inédita em CD e aparece pela primeira vez no meu disco) para que as mulatas de seu programa “Rio dá samba”, da TV Bandeirantes, nos anos 70, pudessem evoluir melhor na passarela.
GFM: Alguma história sua que tenha a ver com o tema Sexo na MPB?
RF: Várias, todas impublicáveis! (Risos) Só posso dizer que já testei o CD1 das Canções Sensuais “naquelas horas” e funcionou maravilhosamente bem!!! E já tive amigos que também já o testaram com grande êxito! (Risos)
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Rodrigo Santos era só o baixista do Barão Vermelho até Frejat, seu vocalista, pedir férias à banda, em 2007. Enquanto os outros músicos cuidavam de seus projetos, ele realizou o sonho de gravar um disco cantando suas composições. Daí veio o segundo e Rodrigo se firmou como um frontman conhecido nos palcos brasileiros. Agora, para ele, tanto faz se sua banda vai voltar a tocar logo. Além da consciência de que a carreira solo anda de vento em popa, Rodrigo acabou de matar as saudades ao reunir Frejat, Guto Goffi (bateria), Fernando Magalhães (guitarra), Maurício Barros (teclado), Peninha (percussão) em seu terceiro álbum, Waiting on a Friend.
Você lê esta matéria na íntegra na edição 46, julho/2010, da Rolling Stone
Diogo Nogueira mostrou que é bem relacionado na sexta-feira (23/07), no Vivo Rio. Basta dizer que Chico Buarque adentrou no palco quando o filho de João Nogueira começou a cantar “Homenagem ao Malandro”. Foi até engraçado ver o ídolo máximo da música brasileira errar a hora de entrar e ter que começar de novo. Ainda bem que era gravação de DVD e não lançamento de turnê. O público já havia sido avisado por Sérjão Loroza, que fazendo as vezes de MC pediu aplausos calorosos e disse que, se algo saísse errado, seria preciso repetir para gravar novamente. Logo Chico errou. Nada demais. Chato foi só a surpresa ter sido descoberta antes da hora.
Chico dividiu o vocal com Diogo, mas como não estava ouvindo bem - o in ear não funcionou como ele gostaria - também não conseguiu fazer com que o público lhe ouvisse bem. De qualquer forma, ver Chico é sempre demais. E ele foi uma simpatia ao topar repetir o número (a segunda vez foi bem melhor). O público também amou ver Ivan Lins em “Lembra de mim” e, depois com Chico, em “Sou Eu”, música dele e do amigo que dá nome ao DVD de Diogo.
Diogo levou as fãs à loucura ao deixar sua sombra aparecer enquando ele trocava de roupa no fundo do palco (atrás do cenário). Vale lembrar que Diogo tem uma bela voz, mas que parte da sua “graça” vem da beleza, que chama a atenção desde que ele começou a cantar nos bares da Lapa. O cantor também se destacou pela dança ao receber no palco uma bailarina da Cia de Dança Carlinhos de Jesus para um número de gafieira.
Assista à gravação de Diogo Nogueira e Chico Buarque:
Duas entidades de notória batalha pela preservação do patrimônio musical brasileiro uniram-se para, conjuntamente, trabalhar ainda mais em projetos que resgatem a inigualável Música Brasileira. Representados por seus diretores, os pesquisadores musicais Ricardo Cravo Albin e Marcelo Fróes, o Instituto Cravo Albin e o selo Discobertas firmaram neste 19 de julho Convênio pelo qual preciosos ítens do acervo particular do Instituto, muitos registrados e produzidos por Cravo Albin ao longo das décadas, chegarão ao grande público através da parceria ICCA-Discobertas.
Conjuntamente, os conveniados deliberarão acerca dos projetos de resgate que serão feitos, enquanto novas produções em parceria também já estão sendo cogitadas.
(Da assessoria de imprensa)
Da assessoria de imprensa:
A votação para o VMB 2010 já está aberta! No total, são 16 categorias relacionadas a música, internet e games nas quais a audiência poderá votar através da internet ou celular. São elas: Artista do Ano, Clipe do Ano, Show do Ano, Hit do Ano, Revelação, Aposta, Aposta Internacional, Rock, Pop, MPB, Rap, Música Eletrônica, Artista Internacional, Webstar, Webhit e Game. Entre as novas categorias, o destaque é para Webstar, que pretende eleger a mais influente personalidade da internet.
Leia também: NXZero e Restart são as líderes em indicações, cada banda com cinco categorias
A MTV desenvolveu uma nova ferramenta de votação – o Votorama – para facilitar e incrementar os votos esse ano. Quem acessar o www.vmb.com.br poderá assistir aos vídeos que concorrem em algumas categorias. A expectativa é superar os 10 milhões de votos do VMB 2009.
O VMB 2010 acontece dia 16 de setembro, às 22 horas, no Credicard Hall, em São Paulo, com apresentação do VJ Marcelo Adnet. A premiação será transmitida ao vivo pela MTV Brasil e pelo Portal MTV.
Conheça os indicados:
ARTISTA DO ANO
Otto
Fresno
Restart
Nx Zero
Sandy
Pitty
Mallu Magalhães
Capital Inicial
Skank
Arnaldo Antunes
CLIPE DO ANO
Skank – Noites De Um Verão Qualquer
Mombojó – Pa Pa Pa
Nx Zero – Só Rezo
Mallu Magalhães – Shine Yellow
Marcelo D2 (c/ Zuzuca Poderosa e DJ Nuts) – Meu Tambor
Capital Inicial – Depois Da Meia-Noite
Vespas Mandarinas – Sem Nome
Diogo Nogueira – Tô Fazendo a Minha Parte
Restart – Recomeçar
Cine – A Usurpadora
SHOW DO ANO
Otto
Pitty
Arnaldo Antunes
Capital Inicial
Nx Zero
HIT DO ANO
Restart – Levo Comigo
Nx Zero – Só Rezo
Skank – Noites De Um Verão Qualquer
Sandy – Pés Cansados
Pitty – Fracasso
REVELAÇÃO
Restart
Hori
Hevo 84
Replace
Karina Buhr
APOSTA
Flora Matos
The Name
Apanhador Só
Unidade Imaginária
Thiago Petit
APOSTA INTERNACIONAL
Janelle Monáe
Darwin Deez
School of Seven Bells
Big K.R.I.T.
Toro y Moi
ROCK
Pitty
Capital Inicial
Glória
Nx Zero
Strike
POP
Mallu Magalhães
Sandy
Fresno
Lulu Santos
Restart
MPB
Otto
Diogo Nogueira
Céu
Cidadão Instigado
Lucas Santtana
RAP
Kamau
Ogi
Rincon Sapiência
Lurdez da Luz
MV Bill
MÚSICA ELETRÔNICA
Gui Boratto
Killer On The Dancefloor
Zemaria
Database
Boss in Drama
ARTISTA INTERNACIONAL
Paramore
Black Eyed Peas
Green Day
Justin Bieber
Tokio Hotel
Jay-Z
Ke$ha
Katy Perry
Lady Gaga
Beyoncé
WEBSTAR
PC Siqueira
Felipe Neto
Mystery Guitar Man
Katylene
O Criador
WEBHIT
Cala Boca Galvão - Save Galvão Birds Campaign
Justin Biba - Paródia Justin Bieber (Música Baby)
Puta Falta de Sacanagem
Zeca Camargo bocejando no Fantástico (06/06/2010)
Dunga em Um Dia de Fúria!
GAME
God Of War III
Super Mario Galaxy 2
Batman Arkham Asylum
Red Dead Redemption
Call of Duty: Modern Warfare 2
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