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Jam da Silva apresenta show do seu CD ‘Dia Santo’ no Rival Mais Tarde este sábado

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
(Da assessoria de imprensa)

(Da assessoria de imprensa)

Jam da Silva se apresenta no projeto Rival Mais Tarde no dia 11 de dezembro (sábado), as 23h30 horas, com o show do seu aclamado CD “Dia Santo” – lançado em 2009. O show chega ao Teatro Rival Petrobras no mesmo momento que o CD Dia Santo tem lançamento na Europa, no dia 10 de dezembro, pelo selo Believe, que distribui conceituados artistas de diversos estilos e nacionalidades, como  Gonzales, Sebastien Tellier, Femi Kuti, Tony Allen, entre outros.

Para a apresentação no Rival Mais Tarde, Jam da Silva convidou alguns amigos, como a participação especial no show do artista Momo, e do coletivo OESTÚDIO e do DJ Duda M, que assumem a festa antes e depois do show. Acompanham Jam da Silva (voz, percussão e bateria) os músicos: Gustavo Corsi (guitarra e vocal), Marion Lemonnier (piano Rhodes, escaleta, programações e vocal), Firmino (percussão) e Tim Malik (trombone e tuba).  A concepção visual e projeções são assinadas pelo coletivo OESTUDIO.

O repertório do show “Dia Santo” é composto pelas músicas: Rainha do Mar (Ze Guilerme Allen), Mania (Jam da Silva/ Chico Neves), Samba Devagar (Jam da Silva/ Chico Neves/ Soba), Dia Santo (Jam da Silva/ Isaar), Chuva de Areia (Jam da Silva/ Chico Neves/ Maciel Salu/ Marcos Kuzka Cunha), O Pedido (Jam da Silva/ Junio Barreto), Macumba (Jam da Silva/ Chico Neves), Capoeirando (Jam da Silva/ Chico Neves/ Juliano Holanda), Dub das Cavernas (Jam da Silva/ Moussu T/ Juninho), Congachic e Ago (ambas de Jam da Silva).

Jam da Silva é músico Pernambucano que começou aos 11 anos tocando bateria na Orquestra de Frevo Lima Neto, do seu tio. A percussão entrou de vez na sua vida, e se tornou definitiva, quando Jam criou com DJ Dolores a Orquestra Santa Massa, onde participou de grandes festivais Europeus. Em 2009, “Dia Santo”, recebeu ótimas criticas da mídia especializada – nacional e internacional -, e a música Dia Santo foi compilada pelo DJ Gilles Peterson da BBC de Londres e listado na premiação ALL WINNERS SHOW 09, como uma das músicas mais tocadas na programação da Rádio 1 da BBC. Em Paris, onde morou, Jam tem 5 álbuns lançados com o grupo Moussu T e lei jovents. “Do Recife, o que carrego é a liberdade artística e a conexão direta com o mundo”, define Jam.

Desde o lançamento do álbum, em 2009, o show de Dia Santo já foi apresentado no projeto Prata da Casa (SESC SP) e nos festivais: MIMO (Olinda), Coquetel Molotov (Recife) e, no Festival de Garanhuns (Garanhuns-PE). Em agosto deste ano Jam da Silva esteve no palco do Back To Black, em show com Arnaldo Antunes e Malines Toumani Diabaté.

Atração da Mimo, Jam da Silva chega ‘perto do céu’ em show no Seminário de Olinda

terça-feira, 8 de setembro de 2009
'Dia Santo' projetado no altar / Beto Figueirôa

'Dia Santo' projetado no altar / Beto Figueirôa

“Nunca cheguei tão perto do céu!”

A frase solta por Jam da Silva depois da música que abriu seu show no Seminário de Olinda, domingo (06/09), saiu como uma piada. Mas, na verdade, era o sentimento mais profundo do músico sendo exposto daquela forma, naquele momento. Pernambucano radicado no Rio há seis anos, o percussionista/baterista/compositor apresentou seu trabalho solo pela primeira vez em sua casa, ali, na Mostra Internacional de Música em Olinda (Mimo). Com pai, mãe e sobrinhos na plateia, Jam estava emocionado e tentou transformar isso em brincadeira. Funcionou. A Igreja lotada recebeu bem o conterrâneo e aqueles que vêm acompanhando a carreira do músico desde que ele ainda se auto-intitulava Mr. Jam entenderam seus sinais.

Entre a bateria e a percussão, o berimbau / Beto Figueirôa

Entre a bateria e a percussão, o berimbau / Beto Figueirôa

Jam e Isaar: belo dueto em 'Dia Santo' / Beto Figueirôa

Jam e Isaar: belo dueto em 'Dia Santo' / Beto Figueirôa

Jam levou “Dia Santo” ao altar e, alternando-se entre a bateria e os instrumentos de percussão, fez da Casa de Deus o lar da experimentação. Dentre as músicas do disco, lançado em 2008 e aclamado por críticos e amigos, faltou apenas “O Pedido”, gravada por Roberta Sá. Problemas no retorno fizeram com que Jam preferisse não arriscar fazer o vocal, que no CD é do parceiro de composição, Junio Barreto. Se no show de lançamento no Rio de Janeiro Junio participou bonito, em Olinda foi Isaar quem açucarou a noite de véspera do feriado de 7 de setembro: a cantora fez dueto com Jam na faixa-título do álbum. No encerramento, improvisou com a banda um número dos tempos da Orchestra Santa Massa, fundada por “Mr. Jam” e DJ Dolores na década de 90.

A banda de Jam da Silva / Beto Figueirôa

A banda de Jam da Silva / Beto Figueirôa

Destaque para as projeções do coletivo OESTUDIO, já exaltadas neste blog na época do show de lançamento de “Dia Santo” no Cinemathèque (clique aqui). No altar, elas ficaram mais interessantes ainda… Jam da Silva tocou acompanhado da francesa Marion Lemonnier (piano Rhodes, escaleta, programação e vocal), do carioca Gustavo Corsi (guitarra e vocal) e dos pernambucanos Garnizé (percussão) e Walter Pereira (baixo).

Veja trechos do show de Jam da Silva:

Jam da Silva traduz ‘Dia Santo’ para o palco

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Daqui a alguns anos, quando Jam da Silva for o percussionista mais requisitado do Brasil, você vai olhar para trás e dizer: “Puxa, eu não fui naquele show dele.” Isso se você não esteve no Cinemathèque nesta quarta-feira para conferir o show de lançamento do CD “Dia santo”. Quem passou por lá não se arrependeu, pois Jam arrasou, acompanhado por Gustavo Corsi (guitarra e vocal), Marion Lemonnier (piano Rhodes, escaleta, programações e vocal), Garnizé (percussão) e Marcio Alencar (baixo).

O repertório foi baseado no álbum solo de Jam. Incrível como ele conseguiu transpor para o palco um disco que foi feito com trocentas participações. Até a substituição de Isaar, que emprestou sua voz para a faixa-título, por Marion, a tecladista, deu certo! Houve participação de Junio Barreto em “O Pedido” (parceria com Jam) e do trombonista Marlon Sette em “Macumba Gringa”, que não está no álbum.

“Este é o lado mais experimental do show, pois não ensaio a música. Chamo sempre um artista local, prioritariamente trombonista, mas pode ser flautista ou qualquer outra coisa, para agregar e fazermos um som mântrico, pra dançar, pirar, rodar…”, explica Jam.

Por trás da banda, foram exibidas projeções incríveis do coletivo OESTUDIO. Na plateia, estavam antenados e/ou famosos como Matheus Nachtergaele, Paula Toller, Kátia B etc. Assista a trechos do shows nos vídeos abaixo (infelizmente, escuros, porque a única coisa que faltou no show foi um pouco mais de luz):

Revelação de 2008, Jam da Silva leva ‘Dia Santo’ ao palco

terça-feira, 16 de junho de 2009

Já anunciei aqui o show de São Paulo. Agora, Jam da Silva mostrará o repertório de “Dia Santo”, um dos melhores lançamentos de 2008, no Rio de Janeiro. Não perca! Lá embaixo, resenha que publiquei na Rolling Stone de dezembro passado.

jam

Resenha: Jam da Silva / “Dia Santo”
Independente
Cinco estrelas

Mistura de sotaques num dos melhores discos de 2008

Fazia tempo que não aparecia por aí um disco como “Dia Santo”. Produzido pelo próprio Jam da Silva, com auxílio do experiente Chico Neves, o primeiro álbum do percussionista de Paula Toller e Kátia B anda surpreendendo cantores, compositores, produtores, jornalistas e até conterrâneos pernambucanos, aqueles mais experientes na arte de gravar. Jam consegue misturar sonoridades (maracatu e eletrônica dançam coladinhos) com sotaques da sua terra, da França e do Rio – cidade que adotou na época em que começou a tocar no F.U.R.T.O., projeto de Marcelo Yuka. Da pernambucana Isaar ao francês Moussu T (co-autoria e voz: ela, em “Dia Santo” e ele, em “Dub das Cavernas / Frevo”), todas as participações são essenciais. Personagens como Maciel Salú e Junio Barreto (parceiros na composição e vocalistas em “Chuva de Areia” e “O Pedido”, respectivamente) foram escalados pelo músico para exercer papéis importantes em cada uma das 11 faixas do álbum. Se Jam já merecia o prêmio de compositor revelação desde que, no ano passado, apareceu nos créditos das ótimas faixas de abertura dos álbuns de Roberta Sá (“O Pedido”) e Elba Ramalho (“Gaiola da saudade”), agora ele pode entrar para o rol dos pensadores e executores mais criativos da música brasileira. Vale lembrar que seus primeiros êxitos reconhecidos foram o trabalho como percussionista da Orquestra Santa Massa, formada ainda em Pernambuco com DJ Dolores, e “Desterro”, música que escreveu com Yuka e Marisa Monte para “Sangeaudiência”, disco do F.U.R.T.O.

Siba e a Fuloresta contagiam o Rival

quarta-feira, 27 de maio de 2009

O show de Siba e a Fuloresta no Teatro Rival BR, nesta terça-feira, foi contagiante. Um dos criadores do Mestre Ambrósio, Siba Veloso, bagunçou a plateia: alguns não sabiam se ficavam em pé ou sentados enquanto outros nem chegaram a usar as cadeiras. Formada por músicos tradicionais de Nazaré da Mata, cidade com cerca de 30 mil habitantes a 65 km de Recife, a Fuloresta topou descer do palco junto com o mestre-aprendiz e tocar para todo mundo dançar (vamos aos nomes, que não são poucos: Biu Roque, Mané Roque, Cosme Antônio, Roberto Manoel, Dyogenes Santos, Galego, Zeca). Isso aconteceu no final do show, que teve ainda participação do percussionista Jam da Silva, também de Pernambuco.

Assista a trechos do show nos vídeos abaixo:

Jam da Silva lança ‘Dia Santo’ em São Paulo

sábado, 23 de maio de 2009

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Se você mora em Sampa, vale a pena conferir o trabalho de Jam da Silva, pernambucano radicado no Rio desde 2005. Ele veio para tocar com Marcelo Yuka no F.U.R.T.O. e, na época, chegou a compor música com Marisa Monte. Escreveu músicas para Roberta Sá e Elba Ramalho gravarem. Virou percussionista de Paula Toller na carreira solo da loura e, em 2008, lançou seu primeiro disco solo, “Dia Santo”. O álbum conta com parcerias de Jam com Maciel Salú e Júnio Barreto, entre outros. Um dos melhores trabalhos do ano passado.