Posts com a Tag ‘Oswaldo Montenegro’

‘No camarim, eu sinto sono’, diz Zélia Duncan no GarotaFM No Camarim

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

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Zélia Duncan não é muito “boa de cama” quando está em casa. Em compensação, naquele lugarzinho reservado especialmente para ela se ajeitar antes dos shows… Calma, gente! Estamos falando de SONO! Na quarta edição do GarotaFM No Camarim, a cantora contou que é só começar a se maquiar que dá aquela vontade de cochilar. Zélia fala ainda que gosta de se concentrar, de levar seu violão e aquecer a voz e de ter opções de figurino. Ela teoriza:

“Camarim desperta algumas fantasias na cabeça das pessoas porque são esses minutos ou essas horas antes de você entrar no palco.”

Assista ao vídeo para saber outras curiosidades sobre o camarim de Zélia Duncan:

GarotaFM No Camarim: Teresa Cristina gostaria de ouvir The Cure enquanto se arruma

Oswaldo Montenegro acreditava não ter ritual até ser pego pelo GarotaFM No Camarim

Jota Quest abre sua intimidade na estreia da série GarotaFM No Camarim

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GarotaFM No Camarim: Teresa Cristina gostaria de ouvir The Cure enquanto se arruma

quarta-feira, 2 de junho de 2010

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Quem diria que uma das maiores representantes do samba da atualidade gostaria de ouvir The Cure enquanto se arruma para subir ao palco? Foi o que Teresa Cristina, estrela da terceira edição do programa GarotaFM No Camarim, revelou nos bastidores, antes de dar início ao show “Melhor Assim” no Circo Voador, no sábado 08/05. Era o lançamento da turnê do CD/DVD homônimo que a cantora acaba de lançar. Teresa estava animada, contando histórias inusitadas sobre suas passagens pelos camarins da vida.

Assista ao vídeo para saber outras curiosidades sobre o camarim de Teresa Cristina:

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Oswaldo Montenegro acreditava não ter ritual até ser pego pelo GarotaFM No Camarim

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Oswaldo Montenegro acreditava não ter ritual até ser pego pelo GarotaFM No Camarim

sábado, 27 de março de 2010

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Na segunda edição do programa GarotaFM No Camarim, gravado no último sábado (20/03/2010), no Canecão, durante um show da turnê “Quebra-Cabeça Elétrico”, Oswaldo Montenegro disse que não tem ritual de camarim. O músico justificou dizendo que seu estilo de show é o que se pode chamar de “vira-lata”. Mas o menestrel acabou surpreendido por sua maior parceira, a flautista Madalena Salles, que entregou alguns dos hábitos do músico.

Assista ao vídeo para conferir esse bate papo e para descobrir outras curiosidades sobre o camarim de Oswaldo Montenegro:

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Oswaldo Montenegro homenageia o rock nordestino no show que traz ao Rio

sexta-feira, 19 de março de 2010
Oswaldo Montenegro por Marcelo Dischinger

Oswaldo Montenegro por Marcelo Dischinger

Depois de passar por Porto Alegre, São Paulo e outras cidades do Brasil, Oswaldo Montenegro traz ao Rio o show da turnê de seu novo DVD, intitulado “Quebra-Cabeça Elétrico”. Sexta e sábado (19 e 20 de março), o cantor e compositor explora o rock nordestino no palco do Canecão. Esse é o mote do último trabalho do menestrel, gravado no ano passado, no Citibank Hall (SP).

Em seu novo DVD, o artista mistura guitarra elétrica com música popular brasileira, o que o leva de volta ao início de sua carreira: vale lembrar que Oswaldo nasceu em Minas Gerais, onde ouviu muita seresta e música barroca, e cresceu em Brasília, onde o rock se encontrava com a música nordestina.

“A banda pesada me remete à adolescência em Brasília, época em que o Nordeste nos circundava e o rock’n'roll nos reunia nas garagens. Cantei autores que considero companheiros de geração e que jamais havia interpretado. Das minhas canções, escolhi aquelas que compus e que ainda gosto de tocar”, diz Oswaldo.

O espetáculo é dividido em duas partes. Na primeira, Oswaldo Montenegro homenageia compositores brasileiros que admira e com os quais dividiu palcos ao longo de sua carreira: de Alceu Valença, o artista interpreta “Agalopado”, “Na Primeira Manhã” e “A Moça e o Povo”; de Belchior, “À Palo Seco” e “Na Hora do Almoço”. Montenegro toca e canta Chico Buarque em “Geni e o Zepelim” e “Deus Lhe Pague”, Caetano Veloso em “Muito Romântico” e Paulinho da Viola em “Sinal Fechado”. O menestrel não deixou de fora seus grandes parceiros Mongol e José Alexandre, interpretando “Não Diga Num Blues”. “Vapor Barato” (Wally Salomão e Jards Macalé), “Pavão Mysteriozo” (Ednardo), “Canalha” (Walter Franco) e “Quebra Cabeça” (Paulinho Soares e Marcello Silva) também estão no roteiro. Sucessos como “Lua e Flor”, “A Lista”, “Bandolins”, “Metade” e “Vamos Celebrar” também ganham leituras neste show.

Oswaldo Montenegro: Sex e sáb (19 e 20/03), às 22h, no Canecão (Avenida Venceslau Brás, 215, Botafogo – 2105-2000). R$ 60 a R$ 200.

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Oswaldo Montenegro assina a criação e a direção do espetáculo ‘Filhos do Brasil’, que marca a estreia da Cia. Mulungo

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

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A Cia. Mulungo surgiu em 2008 quando Oswaldo Montenegro decidiu retomar o hábito de montar musicais. Entre mais de mil artistas vindos de todos os cantos do país, o cantor e compositor pinçou os mais desprendidos e montou sua nova companhia, esta que agora traz à cartaz “Filhos do Brasil”. Com estreia prevista para 4 de setembro (sábado), o espetáculo expõe o trabalhador rural e o artista hip hop paulista, debate a festa junina do interior e o funk carioca, e ressalta a pureza das meninas da cidade pequena e a ânsia da mulher do pescador que espera pelo retorno de seu homem. Com muito humor, graça, delicadeza, permeados por muita cor e sensibilidade, esses dez atores-músicos-bailarinos-cantores da Cia. Mulungo podem ser vistos no Teatro do Jockey até 25 de outubro.

A criação e concepção da peça e de grande parte das músicas da trilha sonora é do Menestrel, que dedicou o pouco tempo que sobra, quando não está fazendo shows, ao textos, melodias, letras, harmonias e, claro, na melhoria do trabalho de atuação dos jovens artistas. Algumas canções surgiram da inspiração desses integrantes do elenco, durante os ensaios e reuniões. A flautista Madalena Salles é assistente de direção de Oswaldo neste grande projeto.

Parte do grupo participou, no ano passado, das filmagens de “Léo e Bia”, primeiro longa-metragem dirigido por Oswaldo Montenegro, baseado em um dos seus musicais mais famosos. De dezembro de 2008 a março deste ano, os integrantes da companhia (já completa) comandaram o Canjas, uma espécie de ensaio de cenas e músicas – aberto a um público restrito de amigos e/ou amigos de amigos – no qual todos os atores e cantores da companhia mostravam seu trabalho em forma de… canja. Com apresentação de canções, esquetes, cordéis e números de dança, lotaram o estúdio Ecosom, em Botafogo, todas as segundas-feiras da temporada. “Filhos do Brasil” é o primeiro espetáculo e é também a grande estreia da Cia. Mulungo, cujo nome foi retirado de um dialeto africano: “mulungo” significa “amigo, companheiro do mesmo barco”. E é assim que esses jovens artistas se sentem.

“Mulungo encaixa-se perfeitamente à nossa companhia, não pela dor de nossos ancestrais, mas por serem dez jovens artistas que até bem pouco tempo não se conheciam, mas, hoje, estão navegando juntos para novos caminhos”, comenta Madalena Salles, assistente de direção de Oswaldo Montenegro na peça.

A Cia. Mulungo reúne dois baianos, um tocantinense, um mineiro, uma gaúcha, uma brasiliense, quatro cariocas e muito mais. Todos têm experiência ou na música ou no teatro. Por conta dessa mistura, as influências são as mais variadas possíveis, tanto no sotaque quanto no som.

A trilha passa por ritmos nordestinos, como baião, e côco, e pelo rock n’roll, juntando Beatles com Alceu Valença e passeando até o samba carioca. As letras e melodias também demonstram a riqueza cultural do Brasil, indo desde o repente nordestino, passando pelo rap do subúrbio paulista, chegando às canções de trabalho e rituais do interior do país. Sem falar nos textos, baseados em literatura de cordel e “causos” da região central brasileira, e nos instrumentos usados: desde guitarras até flautas de nariz. Todos esses elementos são usados para contar as histórias desses “Filhos do Brasil”.

O elenco gravou, também sob direção de Oswaldo Montenegro, um CD com a trilha do espetáculo (essa composta pelo Menestrel e pelos integrantes da trupe). O premiado artista plástico Mello Menezes assina toda a arte gráfica e visual do espetáculo.

SERVIÇO:
Peça “Filhos do Brasil”
Dia: 04 de setembro a 25 de outubro
Horário: 21h30 sex./sáb. e 21:00h dom.
Local: Jockey Club (Rua Mário Ribeiro, 410. Tel: 2540-9853)
Ingresso: R$ 30 ou R$ 15 (meia-entrada)
Censura: livre
Capacidade do teatro: 100 lugares

Dirigida por Oswaldo Montenegro, Cia Mulungo estreia peça em setembro

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Depois de fazer diversos testes em ensaios abertos, a Cia. Mulungo já tem data para estrear a peça “Filhos do Brasil”. No dia 4 de setembro, Emílio Dantas, Rodrigo Sestrem, Léo Pinheiro, Verônica Bonfim mais oito cantores e bailarinos apresentam no Teatro do Jockey os diversos números que vem sendo ensaiados desde dezembro. Um dos destaques é “Come together”, música dos Beatles que ganhou arranjo vocal e coreografia. Outro é “Alavantiú”, no qual Léo Pinheiro incorpora um personagem cômico chamado Claudiney Soares que apresenta esta canção. A direção é de Oswaldo Montenegro e Madalena Salles atua como assistente de direção.

Batizada Mulungo, a companhia foi formada em 2008 por Oswaldo e Madalena, reunindo artistas de diversos cantos do Brasil. Léo Pinheiro veio do Tocantins, enquanto Verônica Bonfim e Rodrigo Sestrem saíram da Bahia. O grupo ajudou a comandar, de dezembro de 2008 a março deste ano, o projeto Canjas, no qual todos os atores e cantores da companhia mostravam seu trabalho em forma de… canja.

Emílio Dantas é carioca e batalha na música há dez anos. Fez parte da banda Som da Rua e tem um EP gravado, “Aqui, onde não estou”, com destaque para a canção “Normal” (ouça a música). Como ator, foi protagonista ao lado de Camila Rodrigues da versão de 2005 de “Aldeia dos ventos”, musical escrito por Oswaldo Montenegro. O carioca está também no filme do menestrel que acaba de ser rodado, “Leo e Bia”, ao lado de Paloma Duarte e grande elenco.

Verônica Bonfim nasceu em Ubatã, na Bahia, e se encantou com a música cedo. Foi selecionada para participar do programa “Fama” 2005, da TV Globo e, hoje, faz parte da Cia. Oswaldo Montenegro. Verônica está prestes a finalizar as gravações do seu primeiro disco, que inclui a canção “Olhos d’África” (ouça a música), de sua autoria.

Rodrigo Sestrem toca flauta, rabeca, violino, violão, além de cantar, compor e escrever cordéis… Apelidado Baiano, ele já fez participações em shows do Pife Muderno, grupo comandado por Carlos Malta, e tocou no lançamento do CD de Zabé da Loca. Faz parte da banda ECT (Eu, Chris e Taís).

Veja a Cia Mulungo apresentando ‘Come together’ e assista ao clipe ‘Alavantiú’, com Claudiney Soares (Léo Pinheiro)