Posts com a Tag ‘Paulo Henrique Fontenelle’

Sai o trailer do novo DVD de Zeca Baleiro

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Assista ao trailer do DVD “O coração do Homem-Bomba Ao Vivo (Ao Vivo Mesmo)”, de Zeca Baleiro, que tem direção de Paulo Henrique Fontenelle (de “Lóki”) e está sendo lançado pela gravadora MZA.

Quer ficar sempre informado do que está rolando no blog? Siga o GarotaFM no Twitter: http://twitter.com/garotafm

São Paulo sedia lançamento do DVD de ‘Lóki’, o maravilhoso filme sobre Arnaldo Baptista

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Se estiver em Sampa neste sábado, coloque no seu roteiro o lançamento de “Lóki”, de Paulo Henrique Fontenelle, sobre Arnaldo Baptista. Se não der para comparecer no evento, pelo menos tente comprar o DVD do documentário. Isso, claro, se você tiver algum apego à história dos Mutantes. É de chorar! Veja o flyer do evento e leia matérias relacionadas ao filme lançado em 2008:

loki

Documentário foi ovacionado no Festival do Rio 2008

Festival de Miami consagra ‘Lóki’ como o melhor documentário brasileiro

Leia entrevista com o diretor para o site d’O Globo (aqui embaixo e neste link) em 06/04/2008 e veja trechos do filme

Além de publicar livro, ex-Mutante Arnaldo Baptista pinta o quadro de sua vida em ‘Loki’, um filme produzido pelo Canal Brasil

Christina Fuscaldo

cult_arnaldo2

RIO – No ano em que Arnaldo Dias Baptista lança seu primeiro livro de ficção, “Rebelde entre os rebeldes” pela editora Rocco, Paulo Henrique Fontenelle conclui “Loki”, o filme que começou a rodar em 2004, antes mesmo de o músico topar se reunir novamente com o irmão, Sérgio Dias, para a volta dos Mutantes. A princípio, a idéia do diretor era fazer um apanhado da história de Arnaldo para o “Luz, câmera e canção”, programa de meia hora exibido pelo Canal Brasil. Mas, com tanta história para cortar, ou melhor, contar, ele decidiu investir em um longa-metragem e teve o apoio de Paulo Mendonça, diretor geral da emissora.

- O Arnaldo tinha acabado de lançar o disco “Lei it bed” quando fiz a entrevista para o “Luz, câmera e canção”. Foi meu primeiro contato com ele e fiquei fascinado. Na época, Sérgio Dias e Rita Lee não quiseram falar. Ela não falou mesmo, mas Sérgio depois voltou atrás e deu uma declaração pedindo desculpas a Arnaldo e dizendo que seu sonho era tocar de novo com ele. Eu e André Saddy (produtor do Canal Brasil e do filme) tivemos a idéia de estender o projeto e fazer o longa – conta Paulo Henrique, que acha que a exibição do programa pode ter influenciado na volta dos Mutantes: – Fica a dúvida, mas a filha do Sérgio disse que foi bastante proveitoso.

As cenas para o programa e para o filme foram rodadas de 2004 a 2007. Em 2005, Paulo, André e as câmeras assistiram ao retorno triunfal ao palco dos Mutantes, no Barbican Center, em Londres. O documentário, que depois de um certo ponto passou a contar com a co-produção de Isabella Monteiro, deve correr os principais festivais de cinema do país a partir de agosto. Ele mostra a trajetória do músico a partir de uma tela pintada por ele.

- A idéia é mostrar também a faceta pintor de Arnaldo. Para isso, pedimos que ele pintasse um quadro que representasse a vida dele. A história dele parece mentira: teve sucesso, perdeu o sucesso, se envolveu com drogas, sofreu acidente e sobreviveu, teve decepção amorosa… Ao longo do filme, Arnaldo vai preenchendo a tela e a gente vai contando histórias através de entrevistas com pessoas importantes na vida dele – diz Paulo Henrique.

Além de Sérgio Dias, o documentário traz declarações de Tom Zé, Lobão, Liminha, Sean Lennon (o filho de John Lennon que ama os Mutantes), Gilberto Gil, entre outros. Raridade, Lucinha, a esposa que acompanha Arnaldo desde que ele saiu do coma após a queda da janela de um hospital psiquiátrico em 1982, também falou às câmeras. Rita Lee não se arrependeu de ter se esquivado do assunto, mas mesmo assim a co-fundadora dos Mutantes ganhou menção, só que em forma de desenho.

abbei-road 

- Arnaldo pinta uma moça loira e escreve no quadro: “Sinto muito”. É absolutamente emocionante. Todo mundo que vê o DVD, chora, porque ele desenha sua vida como se estivesse colocando um fechamento nisso – comenta Paulo Mendonça, fã dos Mutantes e um dos responsáveis pelo Canal Brasil hoje não ser cem por cento voltado para o cinema: – Minha geração é, sem dúvida, forjada na música dos Mutantes. Tenho 58 anos e compus com o Secos & Molhados. Minha ligação com música é enorme. Um canal brasileiro não ter música é uma loucura.

Além da música – não poderiam faltar hits como “Top, top, top” no documentário, né? -, das tintas e das declarações emocionantes, “Loki” mostra também um Arnaldo divertido, sorridente e feliz. Paulo Henrique Fontenelle é a prova carioca de que o músico paulista radicado em Juiz de Fora pode fazer qualquer um ir das lágrimas às gargalhadas em questão de minutos:

- Eu e André passamos duas semanas na Inglaterra acompanhando os ensaios e o show dos Mutantes. Um dia, estávamos filmando na feira de Camden Town, quando seis homens começaram a correr atrás de mim para roubar a câmera. André correu, ultrapassou os eles e começou a ser perseguido também. Aí, o Arnaldo começou a correr atrás dos caras, gritando muito, e eles se dispersaram. Quando voltei, ele falou: “Pude praticar o meu karatê”.

Paulo Henrique Fontenelle assinou a direção do filme “Mauro Shampoo, jogador cabeleireiro e homem”, vencedor do prêmio de Melhor Curta Metragem na Escolha do Público do Festival do Rio, em 2006.

Festival de Miami consagra ‘Lóki’ como o melhor documentário brasileiro

segunda-feira, 15 de junho de 2009
O produtor Andre Saddy e do diretor Paulo Fontenelle / Divulgação Mariana Vianna

O produtor Andre Saddy e do diretor Paulo Fontenelle / Divulgação Mariana Vianna

O encerramento do 13º Festival de Cinema Brasileiro de Miami, sábado, no Colony Theatre, teve um sabor especial para os apaixonados por Mutantes. O prêmio de Melhor Documentário foi entregue ao diretor Paulo Henrique Fontenelle pelo longa “Lóki – Arnaldo Baptista”, sobre a vida do fundador da banda que alçou Rita Lee à fama. Com estreia prevista para o dia 18 de junho nos cinemas brasileiros, o longa-metragem produzido pelo Canal Brasil começou a ser rodado em 2004, antes mesmo de o músico topar se reunir novamente com o irmão, Sérgio Dias, para a volta dos Mutantes. “Lóki – Arnaldo Batista” foi o documentário preferido segundo o voto popular no Festival do Rio 2008.

Leia entrevista com o diretor para o site d’O Globo em 06/04/2008 e veja trechos do filme

Documentário foi ovacionado no Festival do Rio 2008

Veja quem foram os outros brasileiros premiados no festival de Miami:

Melhor Filme – Divã, de José Alvarenga Jr.
Melhor Filme Júri Popular – Divã, de José Alvarenga Jr.
Melhor Diretor – João Alvarenga Jr. (Divã)
Melhor Ator – Cauã Reymond e João Miguel (Se Nada Mais Der Certo)
Melhor Atriz – Lilia Cabral (Divã)
Roteiro – Claudio Marcelo Saback (Divã)
Fotografia – Lula Carvalho (Feliz Natal)
Direção de Arte – Claudio Domingo (Divã)
Montagem – Diana Vasconcellos (Divã)