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  • Disco É Cultura – Música, Gravadoras e Ditadura Militar no Brasil

    Disco É Cultura – Música, Gravadoras e Ditadura Militar no Brasil

    R$ 95,00

    Em 1969, o governo militar criou uma lei que permitia às gravadoras abaterem 100% do ICM (Imposto sobre Circulação de Mercadorias) na criação de álbuns de artistas brasileiros. Era o selo “Disco é cultura”, estampado na contracapa de praticamente toda obra nacional. No livro Disco É Cultura – Música, Gravadoras e Ditadura Militar no Brasil, o jornalista e doutor em História Claudio Jorge Oliveira oferece um amplo panorama sobre o surgimento e a consolidação da indústria fonográfica no Brasil, com destaque para a explosão do comércio de discos durante o período de ditadura militar (1964 a 1985).

    Resultado de um projeto de doutorado em História, Política e Bens Culturais, trata-se de um estudo sobre o desenvolvimento da indústria fonográfica brasileira, sobretudo durante o regime, quando o mercado brasileiro de discos se tornou um dos maiores do mundo.  Pontuado por entrevistas com nomes importantes da indústria e da música, como André Midani, Jards Macalé, Wilson Souto Jr. e Roberto Menescal, o livro oferece uma rica investigação sobre o mundo das gravadoras (desde 1902) e suas relações com o Estado brasileiro. O texto da orelha é assinado pelo músico e pesquisador Charles Gavin e o prefácio é do jornalista Silvio Essinger.

  • Renato Manfredini ‘Júpiter’ – As Revoluções Solares do Líder Legionário

    Renato Manfredini ‘Júpiter’ – As Revoluções Solares do Líder Legionário

    R$ 59,00

    Em “Faroeste Caboclo”, signo e ascendente em tom de ameaça: “Nunca brinque com um Peixes de Ascendente em Escorpião”. Em “Vinte e Nove”, ele utiliza o conceito do retorno de Saturno para falar de uma fase de amadurecimento. Em “Perdidos no Espaço”, Renato diz: “Calculei seu Ascendente no recibo do aluguel”. E, em “Eduardo e Mônica”, ele reforça a personalidade da personagem: “Ela era de Leão e ele tinha 16”.

    Áries com Ascendente em Peixes, Renato Russo adorava astrologia. Não era um profundo conhecedor, mas gostava de incluir o assunto em suas letras. Ele estava no início de seu segundo retorno de Júpiter, uma espécie de “renascimento” para ele, quando a Legião Urbana lançou seu primeiro álbum, e começava seu terceiro ciclo de Júpiter quando lançou o derradeiro “A Tempestade” ou “O Livro dos Dias” e nos deixou precocemente.

    No livro Renato Manfredini ‘Júpiter’ – As Revoluções Solares do Líder Legionário, a astróloga e jornalista Mariana Candeias “Piky” revisita a obra da Legião Urbana e acontecimentos da vida do líder legionário a partir do mapa natal de Renato Russo. Ao ouvir os álbuns sob esse prisma, ela foi encontrando semelhanças entre seus conteúdos e os mapas do principal compositor da banda, tanto natal como das revoluções solares.

    Mariana Candeias partiu de Júpiter, planeta regente de Peixes, ascendente de Russo, para encontrar uma correspondência astrológica na discografia lançada nos 12 anos (que correspondem a um ciclo de Júpiter) de banda.

    Com foco na produção artística e não em questões pessoais, o livro é uma declaração de amor à banda, ao mesmo tempo em que propõe uma interpretação da Revolução Solar que foge do convencional, com a ideia de mostrar a abrangência da astrologia como linguagem simbólica. Um resultado surpreendente tanto para quem gosta de astrologia como para fãs de música em geral e de uma das maiores, senão a maior banda de rock brasileira, a Legião Urbana.

  • Dossiê Nora Ney: Uma Voz Poética e Política, 100 Anos

    Dossiê Nora Ney: Uma Voz Poética e Política, 100 Anos

    R$ 65,00

    Quem ouve falar de Nora Ney, imagina apenas que se trata de uma grande intérprete da Era de Ouro do rádio brasileiro. Não que essa afirmação signifique pouco, mas Nora, ou melhor, Iracema de Souza Ferreira, é uma personagem impressionante e cheia de revelações. Mesmo conhecida por um repertório focado na tradição do samba-canção, ela foi a pioneira na gravação de uma canção de rock no Brasil – o “Rock Around the Clock”, rebatizado de “Rondas das Horas”, em 1955.

    Nora também foi uma ativista política engajada, atuou no PCB (Partido Comunista Brasileiro) juntamente com seu marido, o também cantor Jorge Goulart, motivo que os levou a uma espécie de autoexilio do Brasil após o golpe militar de 1964. Por outro lado, a política os permitiu realizar uma turnê de shows para além dos limites da “cortina de ferro”, juntamente com outros artistas brasileiros, apresentando-se em cidades importantes da antiga União Soviética, da Europa Oriental e da China. Este livro, em que vários autores discorrem sobre sua trajetória, dá uma ideia precisa e justa da importância de Nora/Iracema para muito além da música.

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