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  • Oferta! Renato Manfredini ‘Júpiter’ – As Revoluções Solares do Líder Legionário

    Renato Manfredini ‘Júpiter’ – As Revoluções Solares do Líder Legionário

    O preço original era: R$ 59,00.O preço atual é: R$ 50,00.

    Em “Faroeste Caboclo”, signo e ascendente em tom de ameaça: “Nunca brinque com um Peixes de Ascendente em Escorpião”. Em “Vinte e Nove”, ele utiliza o conceito do retorno de Saturno para falar de uma fase de amadurecimento. Em “Perdidos no Espaço”, Renato diz: “Calculei seu Ascendente no recibo do aluguel”. E, em “Eduardo e Mônica”, ele reforça a personalidade da personagem: “Ela era de Leão e ele tinha 16”.

    Áries com Ascendente em Peixes, Renato Russo adorava astrologia. Não era um profundo conhecedor, mas gostava de incluir o assunto em suas letras. Ele estava no início de seu segundo retorno de Júpiter, uma espécie de “renascimento” para ele, quando a Legião Urbana lançou seu primeiro álbum, e começava seu terceiro ciclo de Júpiter quando lançou o derradeiro “A Tempestade” ou “O Livro dos Dias” e nos deixou precocemente.

    No livro Renato Manfredini ‘Júpiter’ – As Revoluções Solares do Líder Legionário, a astróloga e jornalista Mariana Candeias “Piky” revisita a obra da Legião Urbana e acontecimentos da vida do líder legionário a partir do mapa natal de Renato Russo. Ao ouvir os álbuns sob esse prisma, ela foi encontrando semelhanças entre seus conteúdos e os mapas do principal compositor da banda, tanto natal como das revoluções solares.

    Mariana Candeias partiu de Júpiter, planeta regente de Peixes, ascendente de Russo, para encontrar uma correspondência astrológica na discografia lançada nos 12 anos (que correspondem a um ciclo de Júpiter) de banda.

    Com foco na produção artística e não em questões pessoais, o livro é uma declaração de amor à banda, ao mesmo tempo em que propõe uma interpretação da Revolução Solar que foge do convencional, com a ideia de mostrar a abrangência da astrologia como linguagem simbólica. Um resultado surpreendente tanto para quem gosta de astrologia como para fãs de música em geral e de uma das maiores, senão a maior banda de rock brasileira, a Legião Urbana.

  • Oferta! Mistério Sempre Há de Pintar Por Aí - Uma História dos Doces Bárbaros

    Mistério Sempre Há de Pintar Por Aí – Uma História dos Doces Bárbaros

    O preço original era: R$ 110,00.O preço atual é: R$ 89,00.

    *Previsão de entrega para 2º semestre de 2026

    Em 1976, durante um dos períodos mais duros da ditadura militar, quatro dos maiores nomes da música brasileira se uniram em um projeto coletivo que marcou época e entrou para a História. Caetano Veloso, Gilberto Gil, Gal Costa e Maria Bethânia se tornaram os Doces Bárbaros, quarteto criado para celebrar uma década de carreira dos quatro artistas com uma série de shows que estreou em junho de 1976 no Anhembi, em São Paulo. Em “Mistério Sempre Há de Pintar Por Aí – Uma História dos Doces Bárbaros”, Luiz Abrahão reconstrói a cronologia deste “supergrupo” pós-tropicalista, desde a estreia conjunta em Salvador, ainda em 1964, passando também pela explosão de suas carreiras individuais, quando já eram tratados como um “grupo baiano” unificado, até a consolidação definitiva dessa parceria nos anos 1970.

    A obra investiga episódios marcantes e controversos, como a gênese do nome – uma resposta de Caetano Veloso aos preconceitos proferidos pelo jornal O Pasquim à época – e a prisão de Gilberto Gil em Florianópolis por porte de maconha, que interrompeu a turnê e colocou o grupo no centro de um debate sobre moralidade promovido pelas forças de repressão. Através de uma pesquisa extensa e rigorosa, o livro explora os bastidores dos shows de 1976, além de registrar os outros encontros do quarteto ao longo dos anos, do desfile da Mangueira em 1994 até as últimas apresentações conjuntas em 2002. Trata-se de um relato essencial, com abordagem inédita, que mostra como a união desses quatro “bárbaros”, mais do que um simples encontro de amigos, simbolizou uma “utopia de liberdade” em meio a tempos tão obscuros.

  • Oferta! A Roda Reinventa o Choro

    A Roda Reinventa o Choro

    O preço original era: R$ 69,00.O preço atual é: R$ 59,00.

    Pré-venda: Essa pré-venda funciona como uma espécie de financiamento coletivo. A ideia é imprimirmos o livro após alcançarmos o valor necessário. Nosso objetivo é lançar ainda no primeiro semestre, quando o autor completa 50 anos de atuação na cena musical. Garanta “A Roda Reinventa o Choro” a um preço mais baixo e ajude autor/editora a conseguir imprimir uma tiragem que permita uma maior circulação do livro. Informações sobre o projeto e a previsão de entrega serão enviadas por e-mail ao longo das próximas semanas.

    Um discreto ritual feito de sons e olhares, onde convivem amadores e profissionais e se misturam: competição e cumplicidade, memorização e improviso, animação e sensibilidade, diversão e disciplina. A roda de choro sempre foi um espaço fundamental para difusão e transformação do choro ao longo de sua história, e, pela primeira vez, sua trajetória — desde seu surgimento ainda no século XIX até os anos 2020, é colocada em perspectiva.

    Partindo de sua longa experiência como frequentador e da análise de 180 horas de gravações das rodas de choro na casa do arquiteto Alfredo Britto, no período entre 1980 e 2015, Henrique Cazes mergulha nos aspectos psicossociais do evento e suas consequências no campo musical. Tudo para explicar o que agrega e fascina músicos de diferentes gerações em torno dessa experiência há 150 anos.

    Além de um texto precioso, rigoroso e ao mesmo tempo acessível, como somente a boa música pode ser, a obra conta ainda com as expressivas imagens registradas por Marília de Figueiredo, num encontro impactante entre música, palavra e fotografia, o que enriquece ainda mais suas páginas.

  • Dossiê Nora Ney: Uma Voz Poética e Política, 100 Anos

    Dossiê Nora Ney: Uma Voz Poética e Política, 100 Anos

    R$ 65,00

    Quem ouve falar de Nora Ney, imagina apenas que se trata de uma grande intérprete da Era de Ouro do rádio brasileiro. Não que essa afirmação signifique pouco, mas Nora, ou melhor, Iracema de Souza Ferreira, é uma personagem impressionante e cheia de revelações. Mesmo conhecida por um repertório focado na tradição do samba-canção, ela foi a pioneira na gravação de uma canção de rock no Brasil – o “Rock Around the Clock”, rebatizado de “Rondas das Horas”, em 1955.

    Nora também foi uma ativista política engajada, atuou no PCB (Partido Comunista Brasileiro) juntamente com seu marido, o também cantor Jorge Goulart, motivo que os levou a uma espécie de autoexilio do Brasil após o golpe militar de 1964. Por outro lado, a política os permitiu realizar uma turnê de shows para além dos limites da “cortina de ferro”, juntamente com outros artistas brasileiros, apresentando-se em cidades importantes da antiga União Soviética, da Europa Oriental e da China. Este livro, em que vários autores discorrem sobre sua trajetória, dá uma ideia precisa e justa da importância de Nora/Iracema para muito além da música.

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